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Corinthians diz que santistas quebraram cerca de 180 cadeiras da arena
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A Arena Corinthians voltou a sofrer com o vandalismo de torcedores visitantes na partida contra o Santos, na quarta-feira passada, pela Copa do Brasil. Foram cerca de 180 cadeiras quebradas na área destinada aos santistas, segundo a administração do estádio.

O número foi confirmado ao blog por Lúcio Blanco, gestor da arena corintiana. Indagado se a conta do estrago será enviada para o alvinegro do litoral, ele respondeu que ainda vai procurar o estafe do rival  para conversar sobre o assunto. Disse também não saber o valor do prejuízo.

O blog telefonou nesta segunda para Modesto Roma Júnior, presidente do Santos, mas seu celular estava desligado.

Essa não é a primeira vez que os santistas são acusados de depredar o estádio do adversário. No Campeonato Paulista deste ano, o Corinthians relatou que 203 assentos foram danificados pelos torcedores do time da Vila Belmiro.

Mais de 2100 cadeiras já foram destruídas na arena desde a inauguração, conforme dados divulgados pelo Corinthians sempre em que há casos significativos. Nessa conta estão atos de vandalismo ocorridos durante a Copa do Mundo e depredações na área das torcidas organizadas do Corinthians, que depois tiveram as cadeiras retiradas a pedido das uniformizadas.


Entenda a briga entre Corinthians e SPFC por Pato
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Após uma troca de notificações extrajudiciais, São Paulo e Corinthians não se entenderam sobre o valor mínimo para que o clube do Morumbi seja obrigado a liberar o jogador para o exterior antes de 31 de dezembro, quando termina o seu empréstimo. Caso não haja um acordo, o assunto pode parar na Justiça, mesmo se Pato não for vendido. Veja abaixo os detalhes da briga.

Contrato

O acordo firmado entre Corinthians, São Paulo e Sil Serviços, representante da Chaterella, dona dos direitos de imagem de Pato, obrigava o Corinthians a apresentar uma carta de garantia em 2014 e a renovar o documento ou apresentar outro em fevereiro de 2015. Isso porque o acordo prevê que se o alvinegro não pagar sua parte dos direitos de imagem (R$ 400 mil), a empresa tem o direito de cobrar a quantia do São Paulo, que usaria a carta de crédito. Na falta de garantia, como punição ao Corinthians, o valor mínimo para a venda antes do final de 2015 passa de 10 milhões de euros para 20 milhões de euros. Além disso, é aplicada uma multa de R$ 10 mil diários.

Notificação

Em agosto, como revelou o blog no dia 9, antes do clássico entre os dois times o São Paulo enviou uma notificação extrajudicial cobrando do Corinthians a apresentação da garantia bancária e lembrando das punições previstas no contrato. Os tricolores começaram a contar a aplicação da multa a partir de 16 de fevereiro, pela não renovação da garantia. Outras notificações já tinham sido enviadas sobre o mesmo tema.

Resposta

O Corinthians respondeu informando que a Sil avisou que não era mais a responsável por receber o pagamento pelos direitos de imagem de Pato. Assim, no entendimento dos corintianos a cláusula que dobra o valor mínimo para liberação do atleta não tem valor.

Discordância

Após ter conhecimento da posição do Corinthians, o São Paulo respondeu que o fato de a Sil não receber mais pelos direitos de imagem não altera o contrato. O clube presidido por Carlos Miguel Aidar respondeu que continua entendendo que só é obrigado a liberar Pato por uma proposta de 20 milhões de euros, além de ter direito de cobrar a multa estipulada.

Acordo

O blog apurou que a direção tricolor aceita negociar um acordo para evitar a briga na Justiça. O trato passaria, no caso de existir uma proposta oficial, pelo fato de o São Paulo receber uma compensação financeira pela liberação do jogador abaixo dos 20 milhões de euros. Hoje, o contrato prevê que o São Paulo terá direito a 10% do valor que ultrapassar 17 milhões euros no caso de negociação em 2015. Se o valor for inferior, o clube do Morumbi nada recebe. Outra possibilidade vislumbrada pelos são-paulinos é deixar de cobrar a multa pela falta de garantia caso seja negociada a permanência de Pato no Morumbi.

Preferência

Pelo contrato, se o Corinthians receber uma proposta oficial, o alvinegro é obrigado a dar 48 horas para o São Paulo dizer se cobre a oferta. Até domingo, os tricolores não tinham recebido nenhum comunicado do rival.


Árabes estudam nova oferta por Ganso. Estafe do meia quer garantia bancária
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Veja lances e gols do Ganso no São Paulo

O Al-Ittihad, da Arábia Saudita, pretende apresentar uma nova proposta para contratar Ganso. A primeira oferta, de 7 milhões de euros, foi recusada pelo São Paulo, como mostrou o UOL Esporte.

Mesmo se os árabes chegarem a valores que agradem ao clube do Morumbi e à empresa DIS, sócios nos direitos econômicos, há um fator complicador. O estafe do jogador vai exigir uma garantia bancária para evitar atrasos salariais. E o São Paulo pode fazer o mesmo em relação à sua parte.

Na oferta inicial, conforme apurou o blog, o Al-Ittihad se dispôs a pagar US$ 3 milhões anuais, livres de impostos, para o atleta, que recebe cerca de R$ 300 mil mensais atualmente. O estafe do jogador afirma que os árabes já toparam remunerar o meia com US$ 4 milhões de dólares anuais, porém, não acredita que o clube aceitará apresentar a garantia bancária.

Em 2012, o São Paulo pagou R$ 16 milhões por 32% dos direitos econômicos de Ganso.


Corinthians e arquiteto divergem de Odebrecht sobre conclusão da arena
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A Odebrecht se prepara para retirar os últimos trabalhadores da Arena Corinthians. A construtora afirma que irá concluir a obra em setembro. Mas a previsão gera controvérsia no clube.

Em reunião no Conselho Deliberativo, na última segunda, o presidente corintiano, Roberto de Andrade, disse que sua expectativa é de que os trabalhos ainda levem de 60 a 90 dias. Procurado pelo blog, Anibal Coutinho, arquiteto responsável pelo projeto do estádio e por acompanhar a obra por meio de seu escritório, disse: “Os relatórios de acompanhamento, principalmente o último, de julho, apontam uma situação diametralmente oposta a essa (descrita pela Odebrecht). Recomendo que o clube seja consultado”.

O arquiteto encerrou o assunto dizendo que só se manifestou para defender o posicionamento do presidente corintiano, conflitante com o da construtora.

Por e-mail, a assessoria de imprensa da Odebrecht informou o seguinte: “Faltam poucos acabamentos sob responsabilidade da construtora, os quais serão concluídos nos próximos dias. Basicamente localizados no centro de convenções (nível 6 Oeste) e terraços do camarote de festa. Recentemente foram finalizadas as obras na cabine de imprensa, nos camarotes duplo (nível 6) e piso business (nível 8). Como se sabe, a realização dos jogos do Corinthians em sua nova casa e diversos outros eventos fora de dias de jogos ocorrem normalmente”.

A divergência sobre a data final das obras, reflete o receio de parte dos corintianos envolvidos no projeto de que a Odebrecht se retire do local sem finalizar os trabalhos, principalmente em relação ao acabamento da arena. Essa possibilidade é rechaçada pela construtora.

O temor é baseado principalmente num relatório produzido em julho, ao qual o blog teve acesso e que apontava mais de 180 itens inacabados. A maioria dizia respeito ao acabamento. O cronograma inicial previa que os trabalhos da construtora acabariam em dezembro de 2014. Em março de 2015, foi feita outra previsão marcando a conclusão para 5 de junho.

Apesar do entendimento do clube de que há muito trabalho para ser feito só até setembro, um dos profissionais envolvidos nos trabalhos e que foi contratado pelo Corinthians disse ao blog ter visitado a arena nesta semana e saído com a opinião de que 99,9% do estádio está concluído. Porém, esse profissional não teve acesso ao contrato entre as partes. Sob a condição de não ter seu nome revelado, ele afirmou que pode haver uma discussão entre clube e Odebrecht a respeito de quem é a responsabilidade de alguns pontos que a construtora acredita não serem de sua obrigação.

Nesta sexta, um dos poucos serviços ainda feitos no estádio era o de colocação de divisórias no centro de convenções da arena. O local é considerado estratégico pelo clube para a obtenção de receitas. Os corintianos afirmam que a demora na entrega dessa área impediu a exploração de uma importante fonte de recursos. Esse é o ponto central de um antigo desconforto entre Corinthians e Odebrecht. O clube sustenta que os atrasos na conclusão dos serviços dificultaram a obtenção de dinheiro para pagar a obra até agora. O alvinegro afirma que as parcelas estão em dia, apesar de ter pedido um novo prazo de carência para quitar o débito com a Caixa.

 


Presidente corintiano diz dar 500 entradas por jogo para CBF. Entidade nega
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Pressionado por parte dos conselheiros e sócios a reduzir o número de ingressos gratuitos nos jogos do time em seu estádio, o presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, disse ao conselho deliberativo do clube que é obrigado por regulamento a dar 500 ingressos de graça por jogo só para a CBF.

Por meio de seu departamento de comunicação, no entanto, a Confederação Brasileira respondeu que a informação não procede.

A declaração do cartola foi dada na reunião do conselho na última segunda, após ele ser indagado pelo conselheiro Rubens Gomes sobre o número de gratuidades em cada partida. Andrade alegou que é obrigado a distribuir uma série de entradas para patrocinadores e parceiros, além das centenas de bilhetes para a CBF. O dirigente não detalhou os números, mas ficou de apresentar os dados ao conselheiro.

Apesar de o dirigente afirmar que a suposta exigência da CBF é prevista nas regras do campeonato, essa obrigação não aparece no regulamento geral das competições divulgado no site da entidade. O artigo 81 decreta só que a CBF terá o direito de adquirir, com pagamento prévio, a quantidade máxima de ingressos correspondente a 2% da capacidade dos estádios, desde que faça o requerimento por escrito até três dias úteis antes das partidas.

O blog tentou entrevistar Andrade, mas não obteve resposta da assessoria de imprensa do clube.

Por sua vez, Lucio Blanco, gestor da arena, disse que o número de ingressos gratuitos por jogo é superior a 500, levando-se em conta todos os parceiros, patrocinadores e a CBF, sem detalhar quantos bilhetes vão para cada um.

As gratuidades interferem no pagamento da arena, já que o clube quita a construção com o dinheiro arrecadado pelo estádio. O controle por parte dos associados e conselheiros ficou mais difícil, pois o Corinthians deixou de divulgar nos relatórios financeiros das partidas quantos ingressos foram gratuitos. Sobre a não publicação desses dados, Blanco afirmou que se trata de uma questão interna e administrativa.

 


Presidente corintiano diz que contrato de lojas oficiais é lesivo ao clube
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Já são sete anos de parceria entre SPR Franquias e Corinthians. No final do ano passado, o contrato para exploração da rede de Lojas Poderoso Timão foi renovado antecipadamente até 2019. Cerca de oito meses após a renovação feita por Mário Gobbi, seu antecessor e eleitor, o presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, surpreendeu conselheiros alvinegros ao dizer que o contrato é “lesivo” ao clube.

A declaração foi feita na última segunda em reunião do conselho deliberativo e gerou cobranças por parte de membros do conselho que não entendem porque a parceria durou tanto tempo e foi renovada pelo mesmo grupo político se é ruim para o Corinthians.

“Se o contrato é lesivo, não é desde hoje, é desde quando foi assinado. Quero saber por qual motivo assinaram se é ruim para o clube. A quem interessa isso?”, disse ao blog o conselheiro Rubens Gomes.

O blog tentou falar com Andrade, mas a assessoria de imprensa do Corinthians não respondeu ao pedido de entrevista. Gobbi também não foi localizado para falar sobre o assunto.

Quem falou foi Rogério Mollica, diretor de negócios jurídicos do clube. “Ele (Andrade) quis dizer que (o contrato) é muito mais vantajoso para SPR do que para o Corinthians, (quis dizer) que poderia ser melhor negociado”, afirmou o dirigente.

Mollica disse ainda que o contrato previa a realização de uma auditoria e que a empresa KPMG foi contratada para analisar o acordo.

“O contrato prevê arbitragem (em caso de divergências). Estamos aguardando o resultado da auditoria e vamos apurar as denúncias dos franqueados. Aí verificaremos o que será feito”, disse Mollica.

Um grupo de franqueados da rede Poderoso Timão está em litígio com a SPR, alegando que uma série de ações da empresa prejudica seu faturamento e provoca o fechamento de lojas por causa de dívidas.

Procurada por meio de sua assessoria de imprensa, a SPR disse que não se manifestaria sobre a declaração do presidente corintiano dada ao conselho. A empresa nega irregularidades na relação com os lojistas.


Abilio Diniz pede reunião de emergência sobre situação crítica do São Paulo
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O empresário Abilio Diniz pediu para que o conselho deliberativo do São Paulo faça uma reunião emergencial a fim de discutir a situação crítica do clube, atolado em dívidas mesmo após um desmanche no time.

A crise financeira e a colocação em prática de um plano de profissionalização defendido por Abilio e que tira força dos cartolas seriam os temas centrais da reunião extraordinária.

Na última segunda (24), o empresário, que é membro do conselho consultivo, criticou em seu blog no UOL Esporte o que chama de inércia do clube, além de fazer outras queixas. O post incendiou os bastidores tricolores.

De acordo com pessoas próximas a Abilio, ele entende que, como a maioria dos conselheiros aplaudiu o plano apresentado na última reunião do órgão, no final de julho, a diretoria precisa explicar num novo encontro o que fez desde então.

O pedido para a realização da reunião de emergência foi feito ao presidente do conselho deliberativo, Carlos Augusto de Barros e Silva. Ele pretende discutir na próxima sexta com membros do conselho consultivo e o presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, a possibilidade de marcar a reunião pedida por Abilio.

Na prática, colocar em discussão a reunião emergencial evita o gesto deselegante do presidente do conselho de marcar o encontro sem consultar o presidente do clube ou de rejeitar o pedido de um membro ilustre do conselho consultivo.

Nesta segunda, Aidar recebeu o plano pronto do CEO do São Paulo, Alexandre Bourgeois, contratado após indicação de Abilio.

A gestão profissional fez parte das promessas de campanha de Aidar. Porém, o modelo apresentado pelo empresário enfraqueceria os diretores, que perderiam espaço para executivos. O presidente do clube passaria a comandar um conselho de administração.

Aidar não respondeu ao blog até a publicação deste post mensagem enviada perguntando sua opinião a respeito das críticas de Abílio e da reunião extraordinária. Porém, no entendimento de diretores são-paulinos, o empresário tem que esperar o clube tomar as decisões em seu ritmo, não na velocidade que ele quer.

 


Contusão impediu Luciano de trocar Corinthians por Benfica
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Veja os cinco gols de Luciano no Brasileirão 2015

A grave contusão no joelho direito sofrida diante do Santos impediu que Luciano se transferisse para o Benfica. O clube português ofereceu 5 milhões de euros pelo atacante, o Corinthians gostou do que ouviu e faltavam detalhes, como a participação do alvinegro numa eventual revenda, para a transação ser concluída.

A informação foi confirmada ao blog por Nilson Moura, empresário que afirma ter participado das tratativas. “A negociação estava muito avançada com o Corinthians. Nós (empresários do jogador) fechamos o negócio durante o jogo em que ele se machucou. Estávamos assistindo à partida (com representantes do Benfica) num hotel na Alameda Santos (em São Paulo). Na hora, não deu para saber a gravidade, mas no dia seguinte veio a notícia que ele não jogaria mais este ano, então não deu certo”, contou Moura.

Segundo ele, quando entrou em campo para enfrentar o Santos, Luciano sabia que havia uma transação bem encaminhada, mas desconhecia o nome do clube interessado. “No dia seguinte, quando ele soube quanto tempo ficaria parado, o clima foi de velório. Agora já está animado com a recuperação”, afirmou o agente.

Atualização

Após a publicação do post, em contato com o blog, o empresário Marcos Santos disse ser o único agente do jogador, negando que Moura também seja, diferentemente do que foi escrito na versão original.

Santos também negou que a negociação com  Benfica estivesse avançada.

“Houve só uma sondagem e disse a eles que por mais de 5 milhões de euros o Corinthians venderia, como digo a todos. O que você ouviu do Nilson não procede'', declarou Santos.

 

 


Marin fez ‘trabalho voluntário’ para ajudar companheiro de cela
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Na CBF, José Maria Marin tinha até um secretário para carregar sua pasta, mordomia herdada de Ricardo Teixeira. Já na prisão na Suíça, sem muitas alternativas para passar o tempo, o cartola se dispôs até a uma espécie de trabalho voluntário para ajudar seu companheiro de cela.

Por pelo menos duas manhãs, o ex-presidente da CBF gastou o tempo ajudando o amigo, um europeu, a etiquetar centenas de cartões. Marin não ganhou benefícios pela colaboração. Ele se ofereceu para ajudar porque ficou impressionado com a quantidade de cartões que o companheiro tinha para colar etiquetas. E também porque precisa dar um jeito de fazer o tempo passar.

As opções do cartola têm sido estudar o processo no qual é acusado pela Justiça americana de envolvimento num esquema de propinas na venda de direitos de transmissão de jogos pela TV. Outra distração é ler clássicos da literatura brasileira oferecidos pela direção da prisão.

Marin aguarda a decisão da Suíça sobre se será extraditado para os Estados Unidos, que deve sair só em setembro. Tem gastado a maior parte das visitas de seus advogados com questões técnicas. Num dos poucos assuntos fora desse tema, perguntou sobre os senadores da CPI do futebol quererem ir até a Suíça para falar com ele. Ouviu que sua defesa declarou publicamente que ele não quer falar agora e que existe um longo caminho burocrático para os senadores conseguirem autorização do governo Suíço para terem acesso a ele.

Marin não quer passar pelo constrangimento de receber senadores na cadeia. E seus advogados temem declarações que possam prejudicar a defesa.

O cartola também quis saber da situação política no Brasil. Mas os advogados preferiram blindar o cliente. Não contaram sobre os protestos nas ruas e nem a respeito dos avanços da operação Lava Jato. Entendem que informações sobre o que acontece fora da cadeia podem deprimir o preso.


Cartolas do São Paulo querem que Osorio explique escalações
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 A derrota por 2 a 1 para o Ceará fez renascer no São Paulo a pressão sobre Ataíde Gil Guerreiro, vice-presidente de futebol do clube. Colegas de diretoria afirmam que o dirigente não cobra o técnico Juan Carlos Osorio como deveria.

Na avaliação desses diretores, não se deve falar em demissão do treinador. Mas numa mudança de postura em relação ao técnico. Querem que o diretor de futebol cobre diariamente explicações do colombiano sobre suas decisões, principalmente em relação à escalação do time, que sempre muda.

Os descontentes com Ataíde afirmam que faltou o diretor pedir explicações sobre, por exemplo, a escalação de jogadores fora de suas posições, como aconteceu com Carlinhos, e orientar o técnico, que ainda está em fase de adaptação ao São Paulo.

Antes de Osorio ser contratado, membros da diretoria criticavam Ataíde por supostamente conduzir o departamento de futebol de maneira centralizadora.