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Marketing corintiano prevê aumento de R$ 30 milhões nas receitas
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Mesmo em tempo de crise e com o time caindo na tabela do Brasileirão, o departamento de marketing do Corinthians espera fechar o ano com aumento de cerca de R$ 30 milhões na receita gerada por patrocinadores (não só da camisa de jogo) em comparação com 2015. A projeção do superintendente de marketing alvinegro, Gustavo Herbetta, é de que a arrecadação seja de cerca de R$ 100 milhões em 2016. Em 2015, a agremiação registrou em seu balanço um faturamento de R$ 66.571.000 com patrocínios e publicidade.

Hoje, a camisa alvinegra rende aproximadamente 35% a mais do que no ano passado, pelas contas do clube, e as negociações de dois patrocínios estão em andamento, um nas mangas e outro nos ombros.

Segundo Herbetta, estudo realizado no ano passado reposicionou a marca do clube e permitiu o aumento das receitas.

“Baseado nesse estudo, foram feitas renegociações com patrocinadores atuais que entenderam esse novo posicionamento e renovaram com incremento de dois dígitos”, afirmou Herbetta.

O caso emblemático é o da Caixa, que assinou novo contrato pagando os mesmos R$ 30 milhões anuais de 2015, mas para estampar em 2016 sua marca apenas na frente da camisa. Antes, por essa quantia, ela tinha também direito ao patrocínio nas costas.

“Baseado nesse estudo (feito em 2015) fizemos um approach diferenciado em segmentos que poderiam trazer mais receita, como cerveja e água”, disse o superintendente. Recentemente, o Corinthians anunciou um acordo com a cervejaria Estrella Galícia, que passou a estampar os uniformes de treino, além de se transformar em fornecedora de água mineral da equipe por meio uma marca que possui.

Herbetta também credita a previsão de crescimento em meio à crise financeira no país ao modelo adotado pelo clube baseado na ativação das parcerias com ações de marketing que envolvam os torcedores.

De acordo com o gerente, a crise técnica enfrentada nesse momento pelo time, que se afastou da briga pela liderança do Brasileirão, até agora não afetou o marketing alvinegro. “O desafio é desatrelar cada vez mais o marketing da performance da equipe”. Como exemplo, ele argumenta que o torcedor que toma cerveja faz isso com o time ganhando ou perdendo. Então, o trabalho do clube é fazer o corintiano comprar a marca de seu patrocinador.

O discurso otimista, porém, não vale para a venda dos naming rights da arena Corinthians. Ainda emperrada, ela é motivo de constantes críticas de conselheiros à diretoria alvinegra. Herbetta diz que não pode falar sobre esse assunto.   


Arena Corinthians tem tumulto com PM e torcedor acusado de tráfico
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No primeiro jogo do Corinthians com o setor de sua arena destinado para as torcidas organizadas do clube interditado pelo STJD houve tumulto entre torcedores e policiais militares na área sul, para onde membros de uniformizadas foram remanejados.

A confusão aconteceu no intervalo da partida com o Fluminense, neste domingo, perto do banheiro masculino. Segundo o tentente-coronel Luiz Gonzaga de Oliveira Júnior, do 2º Batalhão de Choque, houve no local um flagrante de tráfico de drogas. “Um torcedor foi preso vendendo cocaína no banheiro. Ele estava com 30 papelotes, uma quantidade considerável”, afirmou o policial ao blog. O tenente-coronel disse não ter o nome do acusado no momento da entrevista.

Durante a ação, houve correria e torcedores que estavam perto do banheiro reclamaram de terem sido agredidos sem motivo pela PM com golpes de cassetete. “Teve uma tentativa de fuga e isso pode ter provocado um pequeno entrevero”, declarou Gonzaga.

Pouco depois da confusão, o blog presenciou um torcedor sendo preso sob a acusação de desacato à autoridade. “Quem é você pra me mandar tomar no c… Você não é trabalhador, trabalhador sai de casa para trabalhar, não pra me mandar tomar no c…”, dizia o policial para o homem detido. O PM chegou a desferir uma cabeçada que não atingiu seu desafeto.

A diretoria do Corinthians informou a seus sócios-torcedores que conseguiu junto ao STJD a liberação parcial do setor norte para o confronto com o Cruzeiro, na próxima quarta pela Copa do Brasil. Porém, o clube segue proibido de vender bilhetes para Gaviões da Fiel e Estopim da Fiel.


Disputa com DIS na Justiça fez Neymar ser intimado em estádio na Rio-2016
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Como parte de um processo em segredo de Justiça movido no Brasil pela DIS, braço esportivo do Grupo Sonda e que se sentiu lesado na transferência de Neymar para o Barcelona, o principal jogador da seleção brasileira olímpica precisou assinar uma intimação em plena Arena Corinthians. O fato ocorreu em 13 de agosto, dia da vitória por 2 a 0 sobre a Colômbia, pelas quartas-de-final da Rio-2016.

Neymar estava no vestiário quando soube da presença no estádio do oficial de justiça Sebastião Carlos Cintra de Campos Filho, que entregou a intimação ao jogador. O objetivo do mandado entregue após pedido da DIS à Justiça era evitar o risco de prescrição de eventuais crimes cometidos na venda do atleta. A empresa detinha 40% dos direitos econômicos do atacante e acredita que o valor da transação foi maquiado para que ela recebesse menos do que tem direito.

Na partida contra os colombianos, Neymar foi caçado em campo, se irritou e levou cartão amarelo por dar pontapé em Roa. Depois, abriu o placar com um belo gol de falta.

O blog tentou ouvir o atacante por meio de assessoria de imprensa para saber, na opinião dele, até que ponto receber uma intimação no estádio o incomoda e pode atrapalhar seu desempenho, mas não obteve resposta até a publicação deste post.

Na semana passada, a DIS conseguiu a reabertura do processo que move na Espanha contra os envolvidos na negociação, que negam ter cometido irregularidades.

 


Opinião: Cuca deve ter orgulho do “Cucabol”
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Depois da vitória sobre o Coritiba por 2 a 1 neste sábado, Cuca desabafou na entrevista coletiva, dizendo que as pessoas precisam ter mais respeito com o trabalho feito pelo time palmeirense e que ninguém gosta de ouvir coisas como classificar o futebol da equipe de ''Cucabol''. Na opinião deste blogueiro, o treinador não deveria se incomodar com isso. Pelo contrário, deve se sentir elogiado com o termo.

''Cucabol'', assim como o ''Muricybol'' foi no São Paulo, não é sinônimo de pobreza tática. Expressões assim remetem a times bem treinados, que executam fundamentos com perfeição na maior parte do tempo. São casos em que o suor derramado nos treinamentos faz a estratégia estabelecida dar certo.

Se alguém fala dos gols do Palmeiras a partir de cobranças de laterais ou cruzamentos, ainda que não admita, está reconhecendo o bom trabalho do treinador. Quantos técnicos da Série A treinam essas jogadas? Mérito de Cuca e de seus jogadores se o líder do Brasileirão é o clube que mais sabe usar essas armas.

A beleza do jogo alviverde está exatamente em sua simplicidade. Está no fato de todo mundo saber que o Palmeiras sufoca seus rivais no começo das duas etapas dos jogos, mas poucos conseguirem escapar ilesos dessa previsível pressão. Ou de todos adversários estarem carecas de saber que cruzamentos e cobranças de laterais são jogadas mortais do Palmeiras e muitos deles morrerem com esses golpes.

Executar coberturas com eficiência, chegar antes que o adversário em quase todas as bolas, como aconteceu contra o Corinthians em Itaquera, cruzar com maestria e cabecear de maneira certeira não desenham um  jogo feio ou chato. Longe disso. É bonito e gostoso de ver.

Ter complexos esquemas táticos e abusar de dribles e outras jogadas vistosas não são características obrigatórias para times brigarem por títulos importantes. O Palmeiras é prova disso. Só é líder graças ao ''Cucabol''.


Amistoso e acordo na base do Santos ajudaram recurso ’em caso Neymar’
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Trecho inicial da decisão que acatou recurso para a rebertura do processo

Trecho inicial da decisão que acatou recurso para a rebertura do processo

O blog teve acesso à sentença da Audiência Nacional da Espanha que acatou recurso contra decisão da Justiça Espanhola de arquivar o caso em que Neymar, seu pai, o ex-presidente do Barcelona Sandro Rossell, e Odílio Rodrigues, ex-presidente do Santos, são acusados de corrupção privada e fraude. A decisão de reabrir o processo levou em conta, entre outros documentos,  o trato que previa um amistoso entre os dois times, o acordo que deu prioridade a jogadores da base alvinegra ao clube catalão e uma cláusula do contrato de venda que previa que os dois times dividiriam o prejuízo caso fossem obrigados a dar uma fatia maior do que estabelecida para a DIS, que era dona de 40% dos direitos econômicos de Neymar.

Considerando esses três pontos e toda a investigação feita, a Audiência Nacional diz haver indícios suficientes de que os delitos foram praticados. E que assim procede o recurso apresentado por Ministério Fiscal da Espanha, DIS e Federação das Associações de Atletas Profissionais do Brasil (FAAP), reabrindo o processo. A FAAP entrou como parte interessada por representar os atletas brasileiros.

Todas os acusados negam terem cometido crimes.

A parte final da decisão começa esmiuçando um contrato firmado em 31 de maio de 2013 e que previa a realização de amistoso entre Santos e Barcelona, com caráter gratuito, mas que prevê o pagamento de 4,5 milhões de euros no caso de a partida não acontecer enquanto Neymar é jogador do Barça.

A sentença diz que através desse contrato pode-se entender sem dificuldade que os direitos da DIS não foram reconhecidos, pois o acordo estava vinculado à transferência de Neymar que acabara de ser feita. O tribunal lembra que os clubes reconhecem que o amistoso não foi realizado.

Em seguida, a decisão aborda outro acordo, também de 31 de maio de 2013, pelo qual Barcelona e Santos, com a premissa de terem negociado Neymar por 17 milhões de euros, estabelecem que se, por decisão judicial ou de laudo arbitral, for definido um preço maior, os dois clubes pagariam (para a DIS) o excedente. Cada um arcaria com a metade.

A Audiência Nacional concluiu que essa cláusula “parece evidenciar que os contratantes já previam que o valor acordado para a venda poderia ser superado por outro clube”. Outras equipes teriam feito oferta superior a 17 milhões de euros, mas mesmo assim o Barcelona ganhou a disputa por Neymar, o que alimentou na DIS a suspeita de que os valores estavam sendo maquiados.

Outro acordo usado pelo tribunal para aceitar o recurso, foi firmado em 25 de julho de 2013 e deu, mediante o pagamento de 7,9 milhões de euros, prioridade ao Barcelona para contratar três jogadores da base do Santos (Gabigol, Giva e Victor Andrade). A Audiência Nacional afirma que, conforme prova testemunhal, esse trato estava ligado à venda de Neymar, fato que os clubes negam. O Barcelona não exerceu sua preferência sobre nenhum desses atletas, mas alega que o Santos descumpriu regras do acordo em relação a Gabigol.

Assim, um conjunto de ações, que inclui também um contrato que oficialmente é de empréstimo de 10 milhões de euros do Barcelona para Neymar e um documento pelo qual o Barça se comprometeu a pagar 40 milhões de euros para o jogador quando ele estivesse livre do Santos, teriam elevado o valor real da transferência. A DIS briga na Justiça para receber 40% da quantia total envolvida.

Após a decisão da Audiência Nacional, o Barcelona divulgou comunicado afirmando que ”manterá as teses que sempre defendeu ao longo do processo e demonstrará a inocência de todos os investigados”.

Por sua vez, a NN, uma das empresas da família de Neymar, divulgou nota após o recurso ser aceito afirmando que “continuamos tranquilos porque todos os contratos foram firmados com respeito aos preceitos legais, éticos e morais e com a ciência do Santos Futebol Clube e FC Barcelona”.

O comunicado afirma também que “ficamos ainda mais tranquilos porque, segundo os nossos advogados que acompanham o caso na Espanha, com a decisão do tribunal está afastada definitivamente a responsabilidade criminal”. A empresa alega ainda que o prosseguimento das investigações vai apurar a responsabilidade de Barcelona, Santos, Neymar e seu pai em relação ao contrato firmado em 2011, afastando o jogador e o pai dele dos acordos assinados em 2013, que segundo a nota, terão eventual repercussão restrita aos dois clubes.

Abaixo, reprodução de trecho da decisão que trata do contrato que deu preferência aos Barcelona sobre jogadores da base santista e que fala sobre a investigação ter apontado indícios de que delitos foram cometidos.

Reprodução

 


Com diferença de 5 mi de euros, partes veem renovação de Lucas Lima próxima
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Na próxima semana, Modesto Roma Júnior, presidente do Santos, e Wagner Ribeiro, representante de Lucas Lima, devem se reunir para tratar da renovação antecipada do contrato do meia, que vale até dezembro de 2017.  O blog apurou que existe uma diferença de pelo menos 5 milhões de euros (R$ 19.970.000) entre o que as duas partes entendem ser ideal para a cláusula de saída exigida pelo jogador. Mesmo assim, ambos os lados vem o acordo próximo.

Como mostrou o UOL Esporte, para fechar o acordo, o agente pediu uma cláusula de saída de 15 milhões de euros (cerca de R$ 53.9, milhões). Isso significa que se algum clube topar pagar essa quantia pela parte dos santistas, a direção alvinegra é obrigada a liberar o meia. Na venda de Gabigol para a Inter de Milão esse valor foi de 18 milhões de euros.

O Santos ouviu a proposta e achou a quantia baixa. Um novo número será discutido na próxima reunião. Na avaliação do estafe do jogador, o presidente santista deve aceitar entre 20 milhões de euros (R$ 71,8 milhões)  e 25 milhões de euros (R$ 89,8) milhões como cláusula de saída, montante considerado alto pelo representante de Lucas Lima.

A divergência, porém, não travou a negociação. As duas partes acreditam que ela será superada. O mais provável é que o novo compromisso seja válido até o final de agosto de 2019.

O acerto salarial também não aconteceu ainda. “Existe uma diferença (em relação ao salário), mas não é grande. Precisamos analisar muita coisa ainda, luvas, cláusula de saída… Mas ele vai renovar. A negociação não está crua, está no ponto”, disse Modesto ao blog,

“Vamos fazer um negócio bom para todas as partes. O Santos vai manter o jogador, a Doyen que perderia sua participação no fim do contrato terá uma porcentagem e o Lucas assinará um bom contrato”, afirmou Ribeiro.

A nova distribuição dos direitos econômicos do atleta não está definida. Atualmente, a Doyen Sports tem 80%, o Santos 10% e outros 10% são da empresa de Edson Khodor, que ainda tem contrato como agente do jogador, apesar de ele ser Ribeiro quem toca suas negociações atualmente.

Para o alvinegro, mais importante do que a divisão e a nova multa contratual a ser estipulada é o valor da cláusula de saída, pois é ele que vai acabar definindo quanto o clube receberá numa eventual venda.

O estafe do meia acredita que ele possa ser vendido na janela de transferências para a Europa na metade do ano que vem. 


Luxemburgo tem maior rejeição entre ‘candidatos’ a técnico do Corinthians
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A ideia de contratar já um treinador mais experiente do que o ex-auxiliar Fábio Carille ganha cada vez mais força no Parque São Jorge. A contratação é considerada vital para que o time consiga uma vaga na próxima Libertadores.

Da mesma forma com que essa certeza cresceu nos últimos dias, aumentou na diretoria a resistência ao nome de Vanderlei Luxemburgo, que tem lobby por ele no Parque São Jorge, assim como têm Roger Machado e Eduardo Baptista.

Dos três, Luxa é o que enfrenta a maior rejeição. Principalmente por causa de seus maus resultados recentes, da fama de treinador caro e que costuma pedir reforços de peso.

Os que defendem sua vinda afirmam que na tentativa de dar um novo impulso na carreira ele aceitaria um contrato com salário modesto para os padrões dos principais clubes brasileiros e sem o desejo de grandes contratações.

Porém, esses argumentos até agora não decolaram e Luxa pode ser considerado azarão na disputa, sem ser descartado até o momento.

Roger Machado, por sua vez, tem como vantagem sobre Baptista o fato de estar desempregado. Em tese, sua contratação seria mais fácil do que a do colega, que tem vínculo com a Ponte Preta.


Corinthians dispensa funcionários com medo de protesto da torcida
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O Corinthians vive um clima de terror por causa da insatisfação de sua torcida. Nesta quarta, os funcionários do clube foram avisados que estariam dispensados do trabalho a partir das 16h30 por causa da previsão de um protesto de torcedores no Parque São Jorge. Com a medida, o clube evita risco à segurança de seus empregados.

Na última segunda, torcedores conseguiram protestar na recepção do andar em que fica a sala do presidente Roberto de Andrade, que não estava no local. Eles estenderam faixas com críticas à diretoria, ao Conselho Deliberativo, à suposta influência de empresários nas categorias de base e à fabricação de terceiro uniforme fora das cores do clube.

O clima entre torcida e direção piorou durante a derrota por 2 a 0 para o Palmeiras no último sábado.

Andrade foi xingado por torcedores que estavam perto da área em que fica a diretoria, respondeu mostrando o dedo do meio e depois pediu desculpa. Outro alvo dos torcedores é o diretor de futebol Edu Ferreira, que tem a sua saída pedida.

Tags : Corinthians


Corinthians diz que já reparou área da arena interditada pelo STJD
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Até as 22h35 desta terça o Corinthians não tinha sido notificado sobre a interdição do setor norte de sua arena pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça), de acordo com Rogério Mollica, diretor de negócios jurídicos do clube. No entendimento dele, a punição só deve começar a valer a partir de domingo, no jogo contra o Fluminense, pelo Brasileirão, estando a área liberada para a partida desta quarta diante do mesmo adversário, pela Copa do Brasil.

Por sua vez, Lúcio Blanco, responsável pela operação do estádio, afirmou ao blog que o reparo no local danificado pela briga entre membros de organizadas e a Polícia Militar no clássico com o Palmeiras, sábado passado, já foi feito A decisão do STJD diz que a interdição deverá ser mantida até que o clube comprove que a área está em condições de segurança e com os devidos consertos das partes quebradas na confusão.

“Nada foi quebrado, a única coisa que aconteceu foi uma grade chutada. Ela é revestida de lona plástica, sendo que essa lona foi furada. Isso já foi reparado, e avisei nosso departamento jurídico”, disse Blanco.

Ele calcula em 6.000 ingressos a média de bilhetes vendidos no setor norte com um preço médio de R$ 30. Por essa conta, se o fechamento for mantido, a arena deixará de arrecadar cerca de 180.000 por jogo com interdição.

Além de ter negociado tíquetes dessa área para as partidas desta quarta e do próximo domingo, o clube já vendeu pacotes para o segundo turno inteiro. A venda foi disponibilizada também para membros de organizadas que fazem parte do programa de sócio-torcedor do clube.


Após protesto ao lado da sala de Andrade, torcedores esperam por reunião
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Divulgação

Foto enviada ao blog por conselheiro do Corinthians mostra protesto no andar da sala de Andrade

Torcedores responsáveis por protesto que assustou funcionárias que trabalham para o presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, esperam ser recebidos pelo dirigente nesta terça-feira para apresentarem pessoalmente suas queixas.

O grupo de manifestantes conseguiu chegar até a recepção do quinto andar do prédio social do Parque São Jorge, onde fica a sala de Andrade. Eles agiram pacificamente, estenderam faixas protestando contra a diretoria, o Conselho Deliberativo e os terceiros uniformes do clube, que não são em preto e branco.

Andrade não estava no local, e os manifestantes protestaram em frente à secretária dele e mais uma funcionária, que temeram pelo que poderia acontecer. Eles deixaram o local depois de ouvirem que serão recebidos pelo cartola.

O presidente alvinegro já tinha sido eleito como alvo de torcedores na área mais cara da Arena Corinthians durante a derrota por 2 a 0 para o Palmeiras no último sábado, e respondeu aos xingamentos mostrando o dedo do meio para os descontentes. Depois, pediu desculpas. No mesmo dia, as torcidas organizadas também entoaram músicas contra Andrade e o diretor de futebol corintiano, Edu Ferreira, que ficou conhecido no clube como Edu da Gaviões por sua atuação na torcida.