Guerra das cervejas motiva oposição corintiana
A oposição corintiana usa a recente guerra das cervejas no Parque São Jorge para conquistar votos. Os associados se rebelaram contra a venda de uma única marca no clube, a Sol, da Heineken, com quem a diretoria firmou contrato. Os opositores abraçaram a causa e outras marcas acabaram sendo liberadas.
O grupo que apoia o candidato Paulo Garcia na eleição de fevereiro trata o episódio como um “case”. Argumenta com os sócios-eleitores que unidos venceram a situação para terem o direito de beber a cerveja que preferem. Sinal de que a mesma união pode derrotar o situacionista Mário Gobbi nas urnas.
A situação desdenha. Alega que se trata de uma nova tentativa da oposição surfar em ações da diretoria, como a construção do CT e as obras do estádio. Ignora a pressão oposicionista pela venda de outras cervejas no clube.


