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Após segundo jogo, São Paulo já testa popularidade de Ney Franco

Perrone

Hoje é dia de Juvenal Juvêncio e seu estafe monitorarem sites de relacionamentos controlados por são-paulinos. É hora de descobrir o que o torcedor está pensando de seu novo técnico, após dois jogos, um empate e uma derrota.

Antes de contratá-lo, a diretoria do São Paulo falava em um treinador popular entre os torcedores para aguentar momentos críticos e brecar as constantes trocas no comando do time.

Depois de trazê-lo, Juvenal se informou na internet e ficou satisfeito com a aceitação demonstrada pela torcida em relação ao substituto de Emerson Leão.

Com apenas um ponto conquistado em dois jogos, no entanto, Ney terá que mostrar ser cascudo mais cedo do que a cartolagem são-paulina esperava. E os gritos de burro no momento em que ele trocou Cicero por Ademilson na derrota contra o Vasco, nesta quarta, provam isso.

Apesar da vontade de voltar a ter um treinador sem prazo de validade, como foi um dia Muricy Ramalho, Juvenal não abandonou da noite para o dia o hábito de levar em conta a opinião da torcida sobre treinadores. Só sobre treinadores, já que torcedores pediram a saída do presidente no Morumbi.