Após comemorar “faxina”, Palmeiras volta a conviver com problemas da era Kléber
Perrone
A “faxina” feita no Palestra Itália foi apontada por membros da comissão técnica do Palmeiras e por cartolas como um dos principais fatores que levaram o time ao título da Copa do Brasil. Porém, com o triunfo ainda fresco na memória dos torcedores, o clube já enfrenta problemas comuns antes da “limpeza”.
Voltaram a acontecer atritos entre gente da comissão técnica, jogadores e cartolas. Atletas outra vez são acusados de indisciplina, exagero nas baladas e falta de vontade. De novo, há um clima de caça aos delatores que entregam os podres do elenco para imprensa.
Curiosamente, tudo isso era dado como página virada durante a comemoração do título. As saídas de Kléber, Lincoln e até do gerente Sérgio do Prado, entre outras, eram consideradas responsáveis pelo ar puro no vestiário alviverde.
Agora eles não estão por lá. E bastou o time cair de rendimento para as mesmas queixas se multiplicarem pelo clube. Colegas de João Vítor querem saber quem vazou a informação de que ele chegou com hálito de cachaça. Como mostra reportagem do UOL Esporte, a diretoria não gostou de ler no Estado de S. Paulo que existe desconfiança de que há “chinelinhos” no grupo. E aposta que gente ligada à comissão técnica vazou a informação.
Agora ficou difícil sustentar que a turma “banida” era a única que deixava o ambiente carregado no Palestra.