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Arquivo : André Luiz Oliveira

Corinthians vai reagir aos reforços de peso do Palmeiras? Nāo, diz cartola
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Acompanhar o noticiário sobre a atual janela de transferências é uma tortura para os corintianos.

De um lado assistem ao Palmeiras anunciar nomes de peso e disputados por grandes clubes, como Guerra, Felipe Melo e Michel Bastos, além de tentar Pratto ou Borja para o ataque.

Enquanto isso, os alvinegros, incrédulos, sāo informados de que até agora o clube se reforçou com jogadores bem menos badalados, como Jô, que estava parado, Paulo Roberto, reserva no Sport, Luidy e Kazim.

No meio do caminho ainda há o Santos que busca um atacante medalhāo, tenta Robinho e já tentou Barcos e Luis Fabiano.

A Fiel, entāo pergunta: “o Timāo nāo vai reagir e trazer jogadores com status semelhante ou superior aos do Palmeiras e de outros rivais?”.

“Nāo”, responde André Luiz Oliveira, presidente em exercício do Corinthians.

“Nāo vamos entrar na pilha dos rivais por reforços. O torcedor precisa entender que vamos ter um time um pouco diferente este ano. A prioridade é arrumar a casa (colocar as finanças em dia). Vamos continuar contratando com calma, como tem feito o Flávio Adauto (diretor de futebol)”, disse André.

Entāo, com uma equipe modesta, o Corinthians nāo vai brigar pelo título brasileiro, certo?.

Errado, segundo o dirigente. “Vamos brigar pelo título brasileiro,mas as coisas serāo feitas sem desespero. Nāo vamos pagar R$ 600 mil pra nenhum jogador. Pode nāo dar certo e ainda inflacionar a folha salarial. É so lembrar do Pato”, declarou o cartola.

Entāo, como o Corinthians vai montar um time competitivo para o Brasileiro?

“Vamos terminar de reforçar a equipe sem fazer loucuras. Jogaremos o Paulista e veremos onde precisamos nos reforçar para o Brasileiro. Daí vamos arrumando o time, afirmou André.

Nesta segunda, ele devolve o cargo para Roberto de Andrade, que volta de férias pressionado a renunciar para nāo enfrentar um processo de impeachment.

 


Vice-presidente do Corinthians deve entregar cargo
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 Com Dassler Marques, do UOL, em São Paulo

Depois de Edu Ferreira, ex-diretor de futebol, André Luiz Oliveira, primeiro vice-presidente do Corinthians, deve renunciar.

“Se eu soubesse que o cargo de vice-presidente é decorativo, não teria aceitado. Na prática já estou afastado, não tenho feito nada, o presidente está tocando tudo, e bem, na minha opinião. Não estou feliz porque gosto de trabalhar pelo clube, como sempre trabalhei. Não estou lá só para mostrar que sou vice-presidente. Vou conversar com o Roberto [de Andrade, presidente alvinegro] e ver o que fazer”, disse André ao blog.

“Tive mais de 20 mil votos para vereador de São Paulo, mas não fui eleito. Preciso me dedicar às pessoas que confiaram em mim. Já que estou com esse tempo livre [que seria usado no clube], vou aproveitar pra me dedicar a essas pessoas”, completou o dirigente.

André nega que sua insatisfação tenha motivação política. Ele é homem de confiança de Andrés Sanchez, trabalha no gabinete do deputado federal em São Paulo. O ex-presidente tem se distanciado de Roberto e no último domingo deu entrevista ao programa “Mesa Redonda”, da TV Gazeta, na qual criticou o atual presidente e defendeu a decisão de Edu, que pediu demissão após ver Oswaldo de Oliveira ser contratado contra sua vontade.

Já no último sábado, a possibilidade de André pedir demissão era comentada entre conselheiros do clube no Parque São Jorge. Caso a saída se confirme, Andrade ficará mais isolado no cargo.


Andrés Sanchez tem cinco aliados envolvidos em casos polêmicos
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Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, vive situação rara no Corinthians desde que se tornou o mais influente cartola alvinegro. Ao mesmo tempo, ele vê uma série de aliados enfrentarem problemas no clube. Cinco deles ficaram em posições desconfortáveis recentemente, tendo que se explicar sobre as situações nas quais se envolveram.

Um perdeu o emprego e três têm seus nomes em episódios investigados pela Comissão de Ética e Disciplina do Conselho Deliberativo e pelo Ministério Público.

Os casos geram turbulência no grupo político de Andrés e podem afetar uma eventual candidatura do deputado federal à presidência como sucessor de Roberto de Andrade.

Veja abaixo a situação dos cinco amigos do ex-presidente.

André Luiz Oliveira, o André Negão – Um dos vices do clube e principal funcionário do escritório do deputado federal Andrés em São Paulo, ele foi alvo de uma condução coercitiva na operação Lava Jato. O endereço dele aparece em uma suposta lista de propinas pagas pela Odebrecht. A anotação registrava o valor de R$ 500 mil e o codinome Timão. O cartola chegou a ficar detido na delegacia por causa de duas armas irregulares encontradas na sua casa. Ele é a pessoa em que Andrés mais confia no clube. A Comissão de Ética e disciplina investiga se André feriu o estatuto com suas atitudes. O caso abala a pretensão do vice de ser o primeiro negro a presidir o Corinthians.

Manoel Evangelista, o Mané da Carne – O conselheiro é apontado como quem apresentou o piloto americano Helmut Niki Apaza ao departamento amador do Corinthians. O estrangeiro afirma que levou dois golpes no clube. Um por pagar US$ 60 mil por 20% de Alyson, jogador que não tinha completado 16 anos e assim não havia assinado contrato profissional com o clube. Logo não existiam direitos econômicos para serem vendidos. Outra acusação de Apaza é ter pago US$ 50 mil por uma carta que lhe dava o direito de representar o clube nos Estados Unidos. Ele afirma ainda que Evangelista foi um dos destinatários do dinheiro. Assim como Negão, Mané esteve ao lado de Andrés desde o início da carreira política do ex-presidente, que demonstra gratidão ao amigo. Ele também é funcionário do escritório político de Andrés na capital paulista. O trio de amigos convivia nas categorias de base nos tempos de Alberto Dualib. E se encontrava na casinha em que despachava o vice Nesi Curi, afastado com Dualib após série de denúncias. Mané nega ter recebido o dinheiro. Além da Comissão de Ética e Disciplina, o Ministério Público também investiga o caso.

Eduardo Ferreira, o Edu dos Gaviões – O diretor de futebol assinou uma das duas cartas emitidas pelo clube para Apaza. Ele afirma, porém, que o documento que tem sua assinatura não é o mesmo pelo qual o americano diz ter pagado. Edu se aproximou de Andrés durante a campanha para expulsar Dualib. Foi ativo no clube e nas arquibancadas, conquistando a confiança e a amizade de Andrés. Também ficou muito próximo de Roberto de Andrade, de quem virou importante cabo eleitoral, sendo nomeado depois para atuar na diretoria de futebol. O deputado federal, nem precisou fazer muita força para defender o amigo. Internamente, Andrade já fez isso, sinalizando que em sua avaliação Edu não fez nada errado ao assinar a carta.

Fabio Barrozo – Contratado para trabalhar nas categorias de base do clube como homem de confiança de Andrés. É apontado por Apaza como o principal articulador das operações das quais se diz vítima. Pediu demissão logo depois de o americano levar o caso ao departamento jurídico corintiano, mas nega ter cometido crimes e recebido o dinheiro pelo documento para Apaza. Exibe com orgulho uma carta de referência dada pelo clube.

Joaquim Grava – O consultor médico do Corinthians e pai de um dos médicos do clube, Ivan, é amigo de longa data de Andrés. Foi homenageado com seu nome no CT alvinegro, como desejava Sanchez. Recentemente, Grava foi a público para falar sobre duas situações desconfortáveis envolvendo o departamento no qual atua. O primeiro caso se refere à suspeita de que os médicos demoraram para diagnosticar uma fissura sofrida por Elias. Na ocasião, Grava negou ter havido erro. Depois, veio o caso de Yago, flagrado no exame antidoping por ter tomado remédio sob orientação do clube. O consultor deu entrevista assumindo a responsabilidade pelo episódio e preservando o jogador.


Para julgar conduta de vice, comissão corintiana pede papéis da Lava Jato
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A comissão de Ética e Disciplina do Conselho Deliberativo do Corinthians solicitou que a diretoria do clube requeira junto à Justiça Federal documentos referentes ao vice-presidente alvinegro André Luiz Oliveira, o André Negão, na Operação Lava Jato.

O objetivo é usar o material no procedimento instaurado pela comissão para julgar se a conduta do dirigente feriu o estatuto do clube.

Nesta terça, André enviou carta com sua defesa para a comissão. A íntegra dela não foi divulgada. Mas o vice-presidente reafirmou não ter cometido atitudes ilegais e disse que irá explicar o ocorrido em reunião do Conselho Deliberativo na próxima segunda para todos integrantes do órgão.

“Ainda não é possível tirar qualquer conclusão”, afirmou Sérgio Mendonça Alvarenga, presidente da Comissão de Ética sobre a carta enviada pelo vice-presidente. Ele não disse quais são os artigos do estatuto que podem ter sido descumpridos.

André foi alvo de uma condução coercitiva para depor a respeito do fato de seu número de telefone aparecer sob o codinome Timão em uma suposta planilha de propinas pagas pela Odebrecht. O cartola, que sonha em ser o primeiro presidente negro do Corinthians, acabou detido por ter em casa duas armas em situação irregular. Ele nega ter recebido propina.

A comissão tem poder até para expulsar conselheiros e sócios infratores, mas cabe recurso no Conselho Deliberativo.

 


Comissão de ética vai apurar caso de vice corintiano citado na Lava Jato
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Em resposta à carta aberta escrita por representantes da oposição, o presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Guilherme Gonçalves Strenger, enviou para a Comissão de Ética do órgão a situação de André Luiz Oliveira, vice-presidente do clube citado na Lava Jato. Também respondendo aos opositores, ele criou uma comissão para analisar o resultado do trabalho de auditores independentes na arena do clube.

Oliveira foi alvo de um mandado de condução coercitiva para depor na Polícia Federal na semana passada sobre seu endereço, com o codinome Timão, e seu telefone aparecerem em suposta planilha de pagamentos de propinas por parte da Odebrecht, que construiu a arena corintiana.

“A comissão de ética do conselho vai apurar se o vice-presidente fez algo infringindo a ética, de acordo com o estatuto. Ele já deu entrevista dizendo que não fez nada irregular e terá todo o direito de defesa. Não faço parte dessa apuração, mas acredito que ela ocorrerá paralelamente à investigação no Ministério Público (federal)”, disse Strenger ao blog.

Ele afirmou também que não pediu e não recebeu solicitações para o afastamento do dirigente durante a investigação.

Oliveira, conhecido como André Negão, afirma não estar envolvido em recebimento de propina, mas confirma que chegou a ficar detido na delegacia por ter em casa duas armas com registros vencidos.

“No caso da auditoria no estádio, a comissão terá que esperar o trabalho dos auditores. Então, ela vai analisar o resultado e dizer se devemos tomar alguma providência”, declarou o presidente do conselho.

A comissão já foi nomeada e é presidida por Carlos Antonio Luque. Os demais membros são Antônio Roque Citadini, Emerson Piovezan, diretor de finanças do clube, Newton David Ferrari e Flávio Adauto.

O Corinthians só vai considerar a obra como aceita depois de uma auditoria analisar se tudo foi feito conforme o contrato. Há também outra auditoria sobre a parte arquitetônica da arena, além de trabalhos de auditores para investigar causas do desabamento de uma parte do forro do teto na entrada da área vip e os motivos para a abertura de dois buracos do lado de fora do estádio após fortes chuvas.

A carta dos opositores ainda pedia esclarecimentos sobre a negociação de direitos do volante Ralf, que envolveu o empresário e ex-conselheiro Fernando Garcia. Strenger encaminhou o assunto para a diretoria.


O que faz e quanto ganha a filha de José Dirceu na Arena Corinthians
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Entre agosto e setembro do ano passado, a Arena Corinthians precisava de alguém para trabalhar em sua área financeira. Andrés Sanchez então encaminhou o currículo de uma candidata, Joana Saragoça, sem esconder algo especial sobre ela: é filha de José Dirceu, petista como o ex-presidente alvinegro, amigo dele de longa data e preso na operação lava jato, além de ter sido condenado no mensalão.

O material de Joana foi analisado junto com os de mais dois ou três candidatos por Nilton Leão, que era o responsável pelo setor e se desligou recentemente do estádio. Ela também foi entrevistada.

Apesar do empurrão inicial, Andrés não impôs a contratação da filha de Zé Dirceu, mesmo assim ela venceu a concorrência para ganhar cerca de R$ 6 mil mensais. Formada em relações internacionais, a jovem tem como bagagem em instituição financeira um estágio no Banco Safra, segundo seu perfil na rede social Linkedin.

Quase ninguém no estádio sabia de quem a nova gerente financeira da arena é filha, até a coluna Painel FC, da Folha de S.Paulo, noticiar o fato nesta quarta. Ao jornal, Andrés, porém, negou ter indicado Joana.

Apesar do cargo de gerência, Joana não participa das decisões financeiras mais importantes sobre o estádio. A maior parte de seu trabalho é cuidar de pagamentos. Ela ainda não participou de nenhuma reunião com o fundo que administra a casa corintiana, pois não está na linha de frente.

A direção corintiana não tinha interesse de que a informação sobre Joana bater ponto no estádio caísse na boca do povo. Agora que caiu, quem sabia da contratação rasga elogios para a filha de Zé Dirceu. O blog chegou a ouvir que ela é uma das melhores profissionais da arena e que não interessa quem é seu pai, pois seu trabalho é bem feito.

Não é o que pensa a oposição corintiana, que ficou indignada ao saber do babado. Os opositores avaliam que o clube procurou sarna para se coçar ao contratar a filha de um personagem importante do mensalão e da lava jato, mesma operação em que a Polícia Federal suspeita de recebimento de propina por parte de André Luiz Oliveira, vice-presidente corintiano, braço direito de Andrés e que atua como funcionário público no gabinete do deputado federal petista. A suspeita é de que ele tenha recebido R$ 500 mil da construtora da Arena Corinthians. O cartola nega o recebimento.

Opositores alvinegros ainda avaliam se pedirão explicações sobre a contratação de Joana. Nesta quarta, a oposição divulgou uma carta na qual se manifesta sobre recentes e importantes casos no clube.

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Medo de não vender nome do estádio é 1ª reação no Corinthians à lava jato
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A notícia de que a operação lava jato investiga suspeita de pagamento de propina em relação à construção do estádio do clube não surpreendeu conselheiros do Corinthians. Havia o sentimento de que cedo ou tarde a arena entraria na mira da Polícia Federal e do Ministério Público Federal no Paraná. Mesmo assim, membros do Conselho Deliberativo estão atônitos, sem saber direito o que aconteceu. Por isso, antes de agirem internamente querem esperar pela divulgação de mais informações.

“Nesse momento, precisamos ter muita calma. Primeiro precisamos saber exatamente o que está acontecendo. Se alguém eventualmente for citado, tem o direito de se defender. Temos que respeitar isso. Só depois podemos nos posicionar”, disse ao blog Antonio Roque Citadini, ex-candidato à presidência do Corinthians e um dos líderes da oposição alvinegra.

Porém, parte dos conselheiros já tirou algumas conclusões. Uma delas é a certeza de que a investigação vai dificultar ainda mais a negociação dos naming rights do estádio. A avaliação é de que a ação policial afastará possíveis interessados que não vão querer associar suas empresas a uma obra investigada.

“O primeiro reflexo é dificultar a venda dos naming rights, se é que existe mesmo alguma negociação em andamento”, afirmou Osmar Stábile, também membro da oposição.

Emperrada, a venda dos naming rights é fundamental para o Corinthians conseguir pagar a obra. O fundo que controla a arena disse no Conselho Deliberativo que se o negócio não for feito logo há o risco de não haver dinheiro para pagar em abril a parcela de março do financiamento de R$ 400 milhões feito junto ao BNDES por meio da Caixa Econômica Federal.

Outra análise é de que o caso abala o grupo político de Andrés Sanchez. André Luiz Oliveira, vice-presidente do clube, braço direito do deputado federal e que trabalha no escritório político dele como funcionário público, é um dos alvos da investigação.

A Polícia Federal afirma que o número de telefone de André aparece em uma planilha de pagamentos suspeitos feitos pela Odebrecht. Nesse caso, de R$ 500 mil. Por isso, houve busca e apreensão na casa do dirigente. O juiz Sérgio Fernando Moro deferiu a condução coercitiva do cartola para depor.

Em entrevista ao blog, André já admitiu que pretende ser candidato à presidência do clube na próxima eleição. O dirigente não atendeu às ligações do blog até a publicação deste post.

Enquanto conselheiros buscam informações para entender melhor o que aconteceu e quais podem ser os reflexos para o Corinthians, já existe sócio se mobilizando para apresentar um pedido de explicações da diretoria sobre o assunto.

Já o departamento jurídico do clube afirma não ter conhecimento de nenhuma busca e apreensão na sede do clube ou de alguma notificação da Justiça sobre o caso. “Por enquanto, aguardaremos mais informações”, disse ao blog o diretor de negócios jurídicos do Corinthians, Rogério Mollica.

 


Cabo eleitoral de Andrés volta a flertar com oposição corintiana
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Na semana passada, o diretor administrativo do Corinthians, André Luiz de Oliveira, acabou com um longo suspense e anunciou seu apoio a Mário Gobbi, candidato da situação na eleição para a presidência do clube, em fevereiro do ano que vem. Nesta sexta, porém, ele voltou a embaralhar a campanha ao almoçar com Paulo Garcia, candidato de oposição.

O encontro foi interpretado no Parque São Jorge como um sinal de indecisão do dirigente, que não se dá com Gobbi e era a favor da mudança do estatuto para Andrés Sanchez continuar no poder.

“Sou um representante do clube e almoço com várias pessoas. Esse almoço estava marcado faz tempo. Não conversamos sobre política. Já dei a minha palavra e não volto atrás. O presidente disse que o candidato é o Gobbi, então vou trabalhar para ele”, delcarou André ao blog.

O diretor é considerado um dos melhores cabos-eleitorais junto aos associados, mesmo assim tem grande rejeição no grupo político de Gobbi.

Apesar de a eleição só ser no início do ano que vem, a oposição já trabalha a todo vapor. A situação é mais lenta. “Vou entrar pra valer na campanha em novembro. Não adianta pedir voto agora”, explicou André, defensor das categorias de base, onde foi formado seu filho, André Vinícius, beque reserva de Tite e considerado uma promessa. Já Gobbi, em sua gestão no futebol viu o clube aproveitar pouco os jovens atletas.


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