Blog do Perrone

Arquivo : abril 2013

DIS cobra na Justiça R$ 1,1 milhão do Palmeiras por empréstimo feito ao clube na compra de Tinga
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A DIS, braço esportivo do Grupo Sonda, entrou com uma ação na Justiça para cobrar do Palmeiras dívida que alega existir no valor de R$ 1.130.674,34.

Parceira do clube nos direitos econômicos de Vinícius, a empresa foi à Justiça por causa da negociação envolvendo Tinga, em 2010. Ela alega ter emprestado R$ 1,8 milhão para o alviverde comprar o jogador da Ponte Preta.

Para quitar parte da dívida, os palmeirenses cederam à DIS 35% do passe de Tinga. Os outros R$ 800 mil deveriam ser pagos em 16 parcelas de R$ 50 ml.

Desse valor, foram descontados R$ 90 mil de parte de uma comissão paga pelo Palmeiras a um intermediário. Sobrou uma dívida de R$ 710 mil. Segundo relata a DIS na ação inicial, nem a primeira parcela foi paga. No pedido, datado de 4  de abril, os advogados da empresa afirmam que o débito corrigido é de R$ 1,1 milhão.

O blog enviou e-mail a assessoria de imprensa do Palmeiras no último dia 12 indagando sobre a ação. Por telefone, a assessoria afirmou que aguardava posicionamento do departamento jurídico. Até agora, não enviou resposta.

Recentemente, a direção do Palmeiras não entrou em acordo com funcionário da DIS que cuidava da renovação de contrato do volante Souza. José Carlos Brunoro, diretor executivo do clube, chegou perto de um acordo, mas depois o presidente Paulo Nobre disse que o valor pedido pelo agente estava fora da realidade palmeirense.

Leia abaixo a ação inicial formulada pela DIS na Justiça.

 


Cruzeiro aceita emprestar seis jogadores ao Vasco para pagar por Dedé
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O Cruzeiro aceitou emprestar seis jogadores até o final do ano para o Vasco como parte do pagamento por Dedé. Falta agora todos os envolvidos aceitarem a transferência. A expectativa dos dirigentes das duas equipes é oficializar a negociação nesta quarta e anunciar os nomes dos envolvidos.

Além dos atletas, o Vasco receberá 5,5 milhões de euros pelos 45% dos direitos econômicos do beque que eram seus. A DIS ajudará a pagar a conta e vai aumentar sua fatia, que hoje é de 55%. A porcentagem que caberá ao Cruzeiro ainda não foi revelada.

Entre os atletas envolvidos na negociação estão Wellington Paulista, Diego Renan e Alisson. O Cruzeiro se comprometeu a pagar os salários de parte dos atletas que ficarão em São Januário. O cálculo dos mineiros é de que eles vão gastar cerca de R$ 2,6 milhões com os salários dos emprestados até dezembro. Se os seis aceitarem trocar de clube.


Inter corre risco de ser acionado por ex-parceira DIS, que cobra dívida milionária
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O Internacional corre risco de ser acionado na Justiça pela DIS, braço esportivo  do Grupo Sonda por conta de uma antiga dívida. O blog apurou que Delcir Sonda, dono da empresa e torcedor colorado, tem sido orientado por integrantes de seu estafe a cobrar o débito judicialmente.

Ex-parceira do clube, a empresa acredita ser credora em cerca de R$ 8 milhões. Apesar de sua preferência pelo Inter, Delcir decidiu deixar de investir no clube após a venda de Juan, no final de 2011. A DIS alega ter direito a 30% da negociação e que nada recebeu.

Sem o parceiro, o Inter  perdeu poder de fogo para contratar. Dedé, que interessava ao clube, teve 55% de seus direitos comprados recentemente pela DIS, mas a empresa tentou levar o zagueiro vascaíno para o Corinthians.

Ganso também interessava ao Colorado, mas foi parar no São Paulo por vontade da empresa, dona de parte de seus direitos.

Procurado pelo blog, o presidente do Inter, Giovanni Luigi, afirmou que não se manifestaria sobre o assunto. “Só respondo para o Delcir, que respeito muito. Essas outas pessoas da empresa são comissionadas e ficam fazendo intrigas. Não vou responder para elas”, declarou o cartola.

“Desconheço esse valor de R$ 8 milhões. Quando deixei o clube a dívida era de dois milhões”, afirmou  Vitório Pífero, ex-presidente do Inter.


Vasco esfria plano da DIS de valorizar Dedé na Libertadores pelo Corinthians
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Ao recusar oferta da DIS de 4,5 milhões de euros pelos 45% dos direitos econômicos de Dedé, o Vasco minou a estratégia da empresa para tentar “acelerar” a valorização do zagueiro.

Recentemente, ela comprou os 55% dos direitos que pertenciam a investidores. O blog apurou que a ideia da DIS era transferir o jogador para o Corinthians. Avaliava que com o beque na Libertadores e no time mais badalado do país as chances de lucrar numa futura venda seriam maiores. Isso apesar de o braço esportivo do Grupo Sonda manter boa relação com os vascaínos.

Acontece que o Vasco disse que não aceita a transferência de Dedé para um clube brasileiro.

“O Corinthians nunca participou da negociação. Quem estava no negócio era a DIS”, limitou-se a dizer ao blog Thiago Ferro, diretor executivo da  empresa.

O Vasco já tinha recusado oferta de 7 milhões de euros da própria DIS por 100% dos diretos (e não por 45% como publicou o blog incorretamente nesta quarta).  Na ocasião, a empresa comprou apenas a parte dos investidores. Pela proposta inicial, o Vasco ficaria com 3,15 milhões de euros.


Compra de parte dos direitos de Dedé pela DIS enterra sonho do Santos de contratar vascaíno
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Foto: Marcelo Sadio/Vasco.com.br

Ao comprar 55% dos direitos econômicos de Dedé e se transformar em parceira do Vasco a DIS praticamente enterrou as chances do Santos de contar com Dedé em curto ou médio prazo.

A empresa, braço esportivo do Grupo Sonda, não pode ouvir falar em colocar um jogador  na Vila Belmiro depois das desavenças em relação a Ganso e também por causa da disputa na Justiça com o time do litoral paulista. O Santos contesta a compra de direitos de vários jogadores por parte da DIS durante a administração de Marcelo Teixeira. Considera  nos valores abaixo dos praticados no mercado.

Por ter os direitos federativos do zagueiro, o Vasco tem o poder da caneta, mas é pouco provável que vá contra a nova parceira numa futura transferência de Dedé. Dono de 45% dos direitos econômicos, os vascaínos estavam sendo pressionados pelos antigos parceiros a comprar a parte deles ou liberar o jogador pela proposta de 7 milhões de euros.

A DIS comprou as fatias da Liga Empreendimentos e do Villa Rio, de certa forma ajudando o Vasco, que não se sentira à vontade para forçar a venda a um clube em guerra com sua nova sócia.

Como mostrou o UOL Esporte, antes de a DIS fechar a compra, o Santos tentou o jogador, desejado também pelo Corinthians. Por  enquanto, a nova divisão de direitos mantém Dedé em São Januário. Mas não há garantias de que o Vasco não mude de ideia se receber uma proposta substancialmente melhor. Desde que ela não seja do Santos, ao que tudo indica.


Em resposta ao Santos, DIS nega existir pedido de diretor do clube por ingressos para ver Madonna
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Madonna voltará ao Morumbi

A DIS negou por escrito que um dos integrantes do Comitê Gestor do Santos tenha exigido 20 ingressos para o show de Madonna no Morumbi. Foi uma resposta à notificação extrajudicial enviada pelo clube no último dia 4.

Como revelou o blog, o Santos notificou a empresa por causa de notícia publicada pelo Diário de S.Paulo. O jornal informou que Pedro Luiz Nunes Conceição teria feito a exigência durante as negociações para a venda de Ganso ao São Paulo.

O braço esportivo do Grupo Sonda explica na carta que se manifesta no sentido “de negar a veracidade do fato, ou seja, de negar que tenha havido pedido de ingressos para o show”.

“Nenhum dos representantes da DIS se recorda de ter havido por parte do senhor Pedro Luiz Nunes Conceição pedido de 20 ingressos para o show da Madonna”, escreveu a DIS em outro trecho.

 A empresa afirma ainda que “não possui qualquer razão para colocar em dúvida tal negativa [por parte de Pedro], restando-nos apenas lamentar pelo transtorno e sofrimento que possam ter sido causdos ao Santos FC e espelciamente” ao dirigente.

Assinada por Roberto Moreno, diretor executivo da DIS, a carta foi enviada na última terça. A resposta encerra o caso entre clube e empresa. Porém, o Santos ainda aguarda uma manifestação por parte do São Paulo, também envolvido no episódio.


Para contratar Ganso, São Paulo até cedeu camarote no Morumbi à empresa do Grupo Sonda
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Durante a negociação por Paulo Henrique Ganso, a diretoria do São Paulo prometeu ceder um camarote no Morumbi para a DIS, braço esportivo do Grupo Sonda.

 Por um período ainda não definido, a dona de 68% dos direitos do atleta usará de graça o espaço, que custa R$ 800 mil por ano. Depois, terá que pagar aluguel, mas com um desconto. Os detalhes devem ser definidos na próxima segunda.

A cessão é uma forma de compensar a empresa por abrir os cofres e viabilizar a transferência do meia para o Morumbi. Ela gastou R$ 7,5 milhões para completar os cerca de R$ 24 milhões exigidos pelo Santos, aumentando sua fatia nos direitos do jogador. Antes tinha 55%.

No começo da negociação, a DIS pediu participação nos direitos econômicos de jovens são-paulinos para compensar o risco de injetar mais dinheiro em Ganso. O atacante Ademilson era um dos alvos, mas não se chegou a um consenso sobre o valor de mercado do atleta. Clube e empresa afirmam que fatias de jogadores acabaram não entrando no negócio. Mas ficaram combinadas novas parcerias.


São Paulo e DIS já miram jogadores para celebrar nova parceria
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Em lua de mel, DIS e São Paulo se movimentam para investir juntos em novos jogadores. “Combinamos que vamos fazer algumas contratações juntos. Conversamos sobre nomes que achamos viáveis e estamos procurando alguns outros”, disse ao blog Adalberto Baptista, diretor de futebol são-paulino.

O dirigente, porém, não revelou os atletas cogitados pela nova parceria. Também não há um valor estipulado.

A ideia nasceu durante as tratativas para levar Ganso da Vila Belmiro ao Morumbi. O São Paulo aproveita o fato de a DIS não querer mais se relacionar com o Santos, e vice-versa.

A empresa avalia que o clube tratou mal o meia e que desprezou o aporte financeiro feito por ela em outras contratações, como a do lateral Danilo. Comprado pela DIS, ele rendeu cerca de 6 milhões de euros ao time do litoral. Por sua vez, o Santos alega que a ex-parceira fez contratos lesivos para o clube durante a administração de Marcelo Teixeira.

Não dá para terminar sem lembrar que os tricolores já se desentenderam feio com a DIS. Foi quando venderam Breno para o Bayern, na época em que viravam a cara para empresas e investidores.


Antes de oficializar compra de Ganso, São Paulo já vislumbra lucro com revenda
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 A diretoria do São Paulo está empolgada não só com o futebol de Ganso, mas também com seu potencial de revenda, apesar do alto custo do  meia. Os dirigentes acreditam que podem receber mais do que os R$ 16,4 milhões que estão investindo em 32% dos direitos do atleta sem ter que esperar muito por isso.

Eles já fizeram os cálculos antes mesmo da oficiliação da compra. No momento da publicação deste post advogados da DIS e do São Paulo rumavam para Santos a fim de assinar o que foi combinado e escrever o último capítulo da novela na Vila Belmiro.

Os são-paulinos afirmam que a insistência não foi motivada apenas pelo ganho técnico para o time. Apostam que a alta nos preços dos jogadores brasileiros vai continuar e que as chances de Ganso estourar, dessa vez no bom sentido, são grandes. Mas vale lembrar que o Santos terá direito a uma parte, ainda não anunciada, do valor de uma eventual negociação.

A venda num futuro não muito distante é também o que quer a DIS, que topou pagar R$ 7,5 milhões para tirar o craque da Vila Belmiro. No final de 2011 ela deu R$ 5 milhões por 10% dos direitos que pertenciam ao atleta. Pechincha mesmo só em 2009, quando desembolsou  178 mil euros por uma fatia de 25%. Assim que negócio for oficializado, a empresa passará a ter uma fatia de 68%.


Fracassa nova tentativa de acordo para saída de Ganso, às vésperas de fim das inscrições
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Mais uma tentativa de acordo para acabar com a novela Ganso foi em vão nesta quarta. O impasse deixa por um fio o sonho do São Paulo de contar com o meia no Brasileiro, pois o prazo para inscrições termina na sexta.

Odílio Rodrigues, vice do Santos, e José Berenguer, membro do Comitê de Gestão do clube, telefonaram para Roberto Moreno, advogado da DIS.

  As conversas resultaram numa nova proposta por escrito para que a empresa aceitasse colocar um ponto final na briga entre as duas partes na Justiça.

Agora oficialmente, o clube sugeriu que a DIS aceitasse R$ 4 milhões para esquecer a disputa judicial em que cobra cerca de R$ 8 milhões pelas vendas de Wesley e André. A oferta foi recusada. O Santos já tinha feito a mesma proposta, verbalmente,  mas reduziu o valor para R$ 2 milhões ao colocar a sugestão no papel (ou num e-mail).

Apesar de rejeitar a ideia dos R$ 4 milhões, a DIS se ofereceu para assinar um termo se comprometendo a reservar a quantia em disputa para ela ficar com quem vencer a causa na Justiça. No mesmo imbróglio, o Santos questiona os 25% de Ganso que a empresa comprou durante a gestão anterior.

A opção dada pela DIS  não agradou ao clube, e o caso seguiu empacado. Agora, Ganso tem sido orientado a fazer barulho para deixar ainda mais claro que quer trocar de ares.

 

O meia precisa agir rápido, pois antes de ser inscrito pelo São Paulo tem que fazer exames médicos e assinar contrato. O ideal é que a venda seja feita nesta quinta para dar tempo. Se a negociação não evoluir, Santos e Ganso terão que continuar convivendo, mesmo insatisfeitos um com outro. Pelo menos até fevereiro, quando o valor da multa contratual sofre uma redução de R$ 6 milhões.