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Corinthians termina reunião com Caixa sem assinar acordo sobre dívida
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Nesta quinta, nova reunião com a Caixa terminou sem acordo definitivo sobre as mudanças que o Corinthians pede nos pagamentos das prestações do financiamento de R$ 400 milhões feito junto ao BNDES por meio de sua patrocinadora, segundo Emerson Piovezan, diretor financeiro do clube.

Inicialmente, em setembro do ano passado, o alvinegro pediu uma nova carência de 17 meses para pagar a dívida, alegando que teve prazo inferior em relação a outros estádios usados na Copa do Mundo. Recentemente, o clube passou a pleitear uma mudança no plano de negócios da arena para poder vender camarotes abaixo dos preços mínimos estipulados atualmente. Assim, acredita que conseguirá desencalhar os espaços mais nobres do estádio e agilizar a quitação do débito.

No caso da carência, o BNDES também precisa dar seu aval.

Apesar de o martelo não ter sido batido, o clima no clube é de otimismo em relação a ter sua proposta atendida pelo banco.

Desde maio, com dificuldades financeiras para honrar o compromisso, o Corinthians paga apenas os juros do débito com o consentimento da Caixa.


Justiça determina que Palmeiras pague dívida com empresa de Valdivia
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Na última quarta (19), a 4ª Vara Cível de São Paulo deu três dias para o Palmeiras pagar dívida de R$ 166.819,30 com a Jorge Luis Valdivia Toro ME, microempresa do chileno Valdivia. O prazo começa a contar a partir do momento em que o Palmeiras for citado, o que não havia acontecido ontem.

A decisão também determina que seja feita penhora caso o pagamento não seja efetuado no prazo estabelecido.

No último dia 10, como mostrou o UOL Esporte,  a empresa entrou com a ação para cobrar comissão referente à intermediação da contratação de Valdivia em 2010. Apesar de a empresa estar no nome do jogador, quem costuma cuidar das negociações é o pai dele, Luis Valdivia.

Na ocasião ficou acordado que o clube pagaria comissão de R$ 1.840.000 em dez vezes. A alegação é de que só foram quitadas duas parcelas. Para receber o restante, a empresa aceitou um acordo pelo qual o alviverde pagaria 18 parcelas de R$ 81,7 mil.

No processo, o escritório de advocacia que representa Valdiva alega que já na primeira parcela, vencida em setembro de 2012, não recebeu o combinado. A ação atual é só para a cobrança desta prestação. “Ressalva a Exequente que o valor exequendo é parte do débito da Executada, advindo do contrato noticiado na presente (apenas da primeira parcela, que com juros chega a R$ 166,8 mil), sendo que o saldo devedor será objeto de nova ação”, diz trecho das alegações iniciais da empresa no processo.

Abaixo, a íntegra da decisão.

Reprodução

 

 

Trecho da ação proposta pela empresa de Valdivia

Trecho da ação proposta pela empresa de Valdivia

 

 

 

 

Trecho de mudança feita em contrato para que o Palmeiras quitasse dívida

Trecho de mudança feita em contrato para que o Palmeiras quitasse dívida

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Valdivia levou comissão do Palmeiras para intermediar a própria contratação


São Paulo tem previsão de estourar orçamento de 2016 em R$ 33 milhões
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O raio x das finanças do São Paulo mostra que no começo de 2016 o clube gastou mais do que o previsto em seu departamento de futebol. Neste momento, a previsão é de um estouro no orçamento de R$ 33 milhões no ano.

O assunto foi tratado na última reunião do Conselho Deliberativo pela PricewaterhouseCoopers, que faz uma auditoria no Morumbi paga pelo empresário e consultor do Conselho Consultivo Abilio Diniz.

De acordo com a diretoria, a situação é momentânea porque existe um descasamento entre contratação e venda de jogadores, pois o clube contratou em janeiro e o melhor período para vendas acontece no início do segundo semestre, durante a janela de transferências para a Europa. Assim, a expectativa dos dirigentes é de que o estouro orçamentário seja corrigido.

“O valor de R$ 33 milhões é uma projeção anual de aumento da despesa anual, mas esta situação é simplesmente um descasamento temporal que será regularizado no transcurso do ano mediante projetos orientados a diminuir despesas, aumentar receitas e eventualmente negociar jogadores”, disse ao blog, por e-mail, Adilson Alves Martins, diretor financeiro do São Paulo.

Com dificuldades financeiras, o clube tem atrasado o pagamento de direitos de imagem, mas prometeu aos jogadores que tudo seria pago em dia a partir da assinatura da renovação de contrato com a Globo. A emissora se comprometeu a dar R$ 60 milhões em luvas pelo direito de transmitir os jogos do time em TV fechada a partir de 2019.

Porém, o dinheiro das luvas não ficará reservado para pagar os atletas. Ele será usado para pagar dívidas em bancos.

“Sobre a questão das luvas, os recursos serão utilizados para amortizar dívida bancária, com isso teremos maior tranquilidade na renegociação do alongamento da dívida e também ajudarão para melhorar os resultados orçados”, afirmou Martins. O diretor afirma que ao alongar o débito haverá um ajuste no fluxo de caixa que permitirá o pagamento das remunerações dos atletas em dia.

A principal preocupação do departamento financeiro tricolor é com compromissos bancários que vencem a curto prazo. Por isso a ideia é aproveitar o dinheiro da Globo para pagar esses empréstimos.

O São Paulo tem hoje, de acordo com Martins, uma dívida de R$ 170 milhões, além de R$ 77 milhões em débitos fiscais parcelados em 240 meses pelo Profut, programa de refinanciamento criado pelo Governo Federal.

 


Corinthians paga dívida com empresa de Ronaldo e encerra processo
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O Corinthians pagou sua dívida com a 9ine, empresa que tem Ronaldo como um dos proprietários, e encerrou ação de cobrança de R$ 120.368,53. Nesta segunda, o Diário Oficial de São Paulo publicou a homologação do pedido desistência do processo por parte da credora.

A empresa confirmou ao blog que o débito foi pago.

A dívida, incluindo correção, se referia a valores que a 9ine tinha direito em virtude do contrato do lutador Anderson Silva, que representava o clube.

 


Saiba por que o Corinthians está otimista com suas finanças em 2016
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Depois de passar o ano inteiro pintando um quadro financeiro feio, a diretoria do Corinthians mudou o tom e já fala com uma dose de otimismo sobre suas finanças em 2016. Veja abaixo cinco motivos para essa sensação de alívio.

Patrocínio de campeão

Apesar da crise financeira no país, os cartolas acreditam que, se confirmar o título brasileiro, o clube vai conseguir patrocinadores com mais facilidade e por valores melhores. “Se for campeão, vai existir uma valorização. O departamento de marketing está trabalhando, e temos expectativas boas para espaços menores do uniforme”, disse Emerson Piovezan, diretor financeiro corintiano.

Globo

As renovações dos contratos com a Globo para transmissão dos jogos do Campeonato Paulista e do Brasileirão representam uma significativa injeção de dinheiro. Só pelo Estadual, o clube, assim como Santos, Palmeiras e São Paulo, já recebeu luvas de R$ 20 milhões pela assinatura do acordo.

Pato de saída?

A diretoria corintiana não fala publicamente, mas conta com a venda de Pato na próxima janela de transferências para a Europa. Além de não ter o peso de um jogador que ganha R$ 800 mil em sua folha de pagamento, o alvinegro receberia pelo menos 10 milhões de euros.

Corte de despesas

“Desenvolvemos um importante programa de redução de gastos que nos deixa numa situação mais confortável”, disse Piovezan. Até agosto, como mostrou o blog, a dívida corintiana cresceu R$ 32,5 milhões. Em 2014, o débito tinha aumentado R$ 119,8 milhões em relação ao ano anterior

Naming Rights

A direção acredita que está perto de concretizar a venda dos naming rights de sua arena. A negociação deixaria o clube mais tranquilo em relação ao pagamento do estádio de aproximadamente R$ 1,2 bilhão, contando juros de empréstimos..

 

 


Dívida do Corinthians cresceu R$ 32,5 mi até agosto. É pouco perto de 2014
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Nos oito primeiros meses de 2015, a dívida do Corinthians aumentou R$ 32,5 milhões de acordo com balancete publicado no site do clube. Por mais incrível que pareça, não é muito se comparado com o crescimento do débito no ano anterior inteiro. Em 2014, o aumento em relação a 2013 foi de R$ 119,8 milhões.

Na média, a dívida cresce cerca de R$ 4 milhões por mês neste ano. Em 2014, eram, em média, R$ 9,9 milhões.

“Nós ainda gastamos mais do que arrecadamos, temos déficit (de R$ 30,5 milhões até agosto), e achamos que só vamos conseguir equilibrar a situação no ano que vem. Mas já conseguimos reduzir muito a velocidade do crescimento da dívida graças a uma série de ações”, explicou ao blog Emerson Piovezan, diretor financeiro do alvinegro.

Até agosto, o Corinthians devia R$ 346,1 milhões. Em dezembro do ano passado, o débito era de R$ 313,5 milhões.

A diferença entre o aumento do rombo nos dois últimos anos deve diminuir no final de 2015 por causa das despesas com 13ª salário. A expectativa de Piovezan é de que o crescimento do endividamento fique perto dos R$ 60 milhões em dezembro. Ainda assim, seria uma brusca freada na velocidade da dívida.

“O futebol é um dos principais responsáveis por essa queda no aumento do endividamento. Se você pensar que são cerca de R$ 2 milhões a menos na folha de pagamento por mês, o departamento vai deixar de gastar R$ 26 milhões no ano”, disse Piovezan.

As despesas do futebol corintiano até cresceram em relação a agosto do ano passado. Elas foram de R$ 157,2 milhões para R$ 159,6 milhões. Até agosto de 2015, o departamento de futebol anotava déficit de R$ 17,2 milhões.

“Mas tivemos um incremento em algumas receitas que ajudaram a compensar esses gastos”, disse Piovezan. Em agosto de 2014, o balancete do futebol alvinegro registrava R$ 138,3 milhões no item receita operacional liquida (já descontados impostos). Nos oito primeiros meses de 2015 esse número saltou para R$ 172,5 milhões. Os principais responsáveis pelo incremento das receitas foram o dinheiro recebido pela transmissão de jogos na TV (pulou de R$ 77,3 milhões para R$ 92,2 milhões) e a arrecadação com o programa de sócio-torcedor (foi de R$ 4,2 milhões a R$ 13 milhões).

 


Aidar não se arrepende de vendas de atletas após ‘descobrir’ dívida menor
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Depois de encerrada a janela de transferências para o mercado europeu, Carlos Miguel Aidar disse que tinha calculado errado a dívida do São Paulo. Após promover um desmanche no time, o cartola afirmou que o débito não é de R$ 270 milhões, como chegou a falar, mas de R$ 137 milhões.

Ou se seja, enquanto vendia jogadores em busca de um alívio financeiro e desagradava ao técnico Juan Carlos Osório, o clube devia bem menos do que seu presidente imaginava. O enfraquecimento do time fortaleceu os cofres em R$ 53,4 milhões. O que dizer agora ao treinador, que perdeu oito jogadores desde a sua chegada? Se a diretoria soubesse o valor exato do débito não seria necessário aceitar todas as propostas que vieram do exterior? O técnico poderia ter um time mais robusto para brigar pelo Brasileiro e pela Copa do Brasil?

Segundo Aidar, a dívida menor não teria diminuído a necessidade de vender jogadores. “Nada a ver. São oportunidades (as vendas)”, disse o dirigente ao blog por mensagem via celular.

Horas antes, ele havia dito, em entrevista coletiva, que foi induzido a erro ao calcular uma dívida maior. E quem induziu o presidente? “Fui induzido porque confundiu necessidade futura de caixa com dívida. A dívida é de R$ 137 milhões, toda bancária. Isso explica a diferença”, respondeu o dirigente.

A inusitada declaração admitindo que o débito não é tão grande quanto ele mesmo havia dito, provocou a reação imediata de Juvenal Juvêncio, que lançou Aidar para a presidência, mas hoje é seu principal opositor. “Essa entrevista foi a constatação do mais absoluto descrédito da gestão desse sujeito”, disse o ex-presidente a pessoas próximas. Carlos Miguel não comentou a afirmação.

O rompimento dos dois aconteceu em setembro do ano passado depois de Aidar atacar numa entrevista para a Folha de S. Paulo a gestão de seu antecessor. O principal motivo foi justamente a grave situação financeira.


Déficit contábil do São Paulo em 2014 foi de cerca de R$ 54 milhões
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A diretoria do São Paulo apresenta nesta segunda para aprovação no Conselho Deliberativo seu balanço de 2014 com um déficit contábil de aproximadamente R$ 54 milhões no ano.

Assim como praticamente todos os clubes brasileiros, o time do Morumbi enfrenta forte crise financeira. Logo depois de assumir a presidência, em abril do ano passado, Carlos Miguel Aidar reclamou principalmente das dívidas bancárias feitas por seu antecessor. São gastos por volta de R$ 2,7 milhões mensais com juros bancários. Nesse cenário, o débito com instituições financeiras subiu de R$ 92,8 milhões em 2013 para cerca de R$ 150,4 milhões no ano passado.

A atual administração cortou os gastos em R$ 5 milhões em 2014. Mas as receitas despencaram. Foram R$ 112,8 milhões a menos em 2014 na comparação com o ano anterior.

No último ano completo de gestão de Juvenal Juvêncio, o clube arrecadou R$ 362,8 milhões. Nessa conta entra o dinheiro da venda de Lucas para o PSG (R$ 86,5 milhões). A transferência do jogador fez o clube fechar 2013 com um superávit de R$ 23,5 milhões.

Sem uma grande negociação no ano passado, a receita foi de cerca de R$ 250 milhões. A falta de um patrocinador principal também fez a entrada de dinheiro diminuir e ajuda a explicar o déficit superior a R$ 50 milhões.

 


Corinthians alega que tenta vender Ralf para pagar dívida há mais de 2 anos
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Na última terça, a empresa dos agentes de Ralf pediu na Justiça um prazo de 30 dias para tentar uma solução amigável e encerrar a ação em que cobra uma dívida do Corinthians.

Mas, até chegar a esse ponto, a troca de chumbo foi pesada. Documentos do processo mostram, além do alegado calote, acusações de pressão e de tentativa de ludibriar a justiça. Também revelam que desde a conquista do Mundial de 2012 o Corinthians tenta vender Ralf para pagar a dívida. O jogador, um dos ídolos da torcida, só segue no time porque não apareceu comprador, de acordo com o que diz o departamento jurídico alvinegro no processo.

A GP Sports Management Consultoria Esportiva, cobra do clube, em valores já atualizados, R$ 2.797.813,42. A quantia se refere à parte que não teria sido paga da venda para o alvinegro de 32,50% dos direitos econômicos do atleta. Alison Garcia Costa e André Vieira Costa são os sócios da empresa, que negociou sua parte por 1.925.000 euros em 13 parcelas, mas alega não ter recebido seis prestações de 140 mil euros.

No mês passado, o clube se defendeu na Justiça deixando claro que se dependesse de seu desejo já teria vendido Ralf e quitado o débito.

“Circunstâncias completamente alheias à vontade do Corinthians, principalmente por causa da inequívoca modificação das condições negociais do mercado de futebol, impediram e estão impedido o clube requerido de negociar o jogador Ralf e efetuar o pagamento aqui cobrado pela autora”.

O Corinthians também alega que foi forçado a comprar a fatia que a empresa detinha dos direitos de Ralf sob pena de “o mesmo ser negociado pela autora”, desfalcando o time na disputa do Mundial. O argumento ignora o fato de que quem tem o poder de assinar transferências sempre é a associação esportiva. “A requerente (empresa) na inicial apresenta a proposta de negociação do jogador Ralf com o time italiano da Fiorentina, mas não diz que exerceu enorme pressão junto aos dirigentes do Corinthians para a liberação do atleta e concretização da sua transferência internacional”, declara a defesa.

No mesmo documento, o clube alega que foi uma infelicidade não vender Ralf depois do triunfo no Mundial. “Concretizada a aquisição dos direitos econômicos do jogador e após a conquista alcançada, o Corinthians infelizmente não recebeu proposta para negociar e transferir o jogador, o que era de se esperar e viria a acontecer, com a natural valorização decorrente do título de campeão mundial, fato este que não ocorreu, influindo decisivamente no negócio realizado com a autora”.

A tese corintiana é de que o combinado era negociar Ralf passada a competição no Japão e que, como houve uma retração no mercado, não apareceram propostas para o volante. Assim, não foi possível arrecadar o dinheiro para quitar o débito com a empresa. Apesar de não existir cláusula contratual que condicione o pagamento à venda de Ralf, o Corinthians alega que “no mundo do futebol” os negócios são feitos na base da confiança. E que o Corinthians demonstrou boa-fé ao pagar cerca de 1 milhão de euros referentes à dívida com a empresa. Assim, o clube pede que a Justiça julgue a ação de cobrança improcedente.

A  GP Sports respondeu no último dia 18 que o Corinthians usou argumentos inconsistentes para tentar ludibriar a Justiça. E sustentou que não há documento que vincule o pagamento da dívida à venda de Ralf para outro clube.

Na sequência, as duas partes foram questionadas se teriam interesse numa audiência de conciliação. O Corinthians respondeu que sim. A empresa pediu um prazo de 30 dias para a tentativa de uma “composição amigável”, e aguarda a resposta.

O entendimento entre as duas partes pode influenciar na permanência de Ralf no clube no ano que vem. Seu contrato termina em dezembro. É mais difícil para qualquer jogador renovar contrato com o clube que briga com seus representantes.

Veja abaixo trechos de documentos que estão no processo.

 

Pelo que diz a defesa, o Corinthians ainda tenta vender Ralf para pagar dívida

Pelo que diz a defesa, o Corinthians ainda tenta vender Ralf para pagar dívida

A defesa corintiana explica que não pagou dívida porque não vendeu Ralf

A defesa corintiana diz que infelizmente o clube não vendeu Ralf

 

 

O Corinthians sustenta que negócios no futebol são na base da confiança

O Corinthians sustenta que negócios no futebol são na base da confiança

Reprodução

O Corinthians pede que o juiz julgue a cobrança improcedente

Reprodução

Os agentes de Ralf contestam argumentos do Corinthians

Uma nova tentativa de acordo deve acontecer

Uma nova tentativa de acordo deve acontecer

 


Dívida do Corinthians aumentou R$ 67,4 milhões até agosto
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Relatório da diretoria financeira do Corinthians registra que a dívida do clube aumentou R$ 67,4 milhões nos primeiros oito meses de 2014.

De acordo com o documento, em agosto, o débito total do clube chegou a R$ 261 milhões. Em dezembro de 2013, a dívida era de R$ 193,6 milhões.

Também segundo dados oficiais, o buraco aumentou principalmente por causa de R$ 46,4 milhões empenhados em contratações e na realização de obras (não relacionadas ao estádio alvinegro). Os R$ 20,9 milhões restantes são referentes a contas do dia a dia.

A diretoria resume esses dados assim: se não fossem o investimento feito em reforços e no patrimônio corintiano, a dívida teriam crescido muito menos (R$ 20,9 milhões).

No débito relativo a contratações estão registrados valores integrais de negociações que estão sendo pagas em parcelas anuais. É o caso de Elias, trazido por 4 milhões de euros e que teve prestação de 1 milhão de euros vencida no final de outubro. Também estão nesse cálculo gastos com as chegadas de Bruno Henrique, Petros, Uendel e Ferrugem (emprestado pela Ponte Preta).