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Justiça manda Fluminense pagar R$ 150 mil ao Palmeiras em caso Martinuccio
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O Palmeiras obteve vitória parcial na Justiça, em segunda instância, contra o Fluminense no caso Martinuccio. Foi aceito parcialmente recurso do clube paulista que agora conseguiu o direito de receber R$ 150 mil do time carioca a título de indenização por danos morais mais juros de mora de 1% ao mês a partir de 18 de julho de 2011. Isso porque o tricolor do Rio ignorou, segundo a decisão, pré-contrato do alviverde com o argentino e o contratou.

A quantia é pequena perto do que os palmeirenses pediam: duas mil vezes a remuneração do argentino no Flu. O salário do atleta não foi revelado na decisão.

Julgamento anterior havia obrigado o Palmeiras a pagar R$ 10.000 em honorários e custas processuais, além de ter seus pedidos negados, por isso clube recorreu. Apesar de provar os danos morais, no entender dos desmbargadores, o alviverde não provou danos materiais. Assim, essa indenização foi negada. Também não foi aceita a tese de que o Flu aliciou o jogador e de que praticou concorrência desleal.

Os advogados palmeirenses alegaram que quando o Fluminense contratou Martinuccio, apesar do pré-contrato do clube paulista com ele, o alviverde foi tachado por torcedores e pela imprensa de associação ineficiente ou incompetente, o que justificaria o dano moral.

“É certo que a conduta do clube requerido, que ignorou o pré-contrato firmado pelo clube autor e o jogador Martinuccio e contratou o atleta, configurou o abuso de direito, configurando danos ao postulante”, escreveu no dia 31 de janeiro Marcia Dalla Déa Barone, relatora do processo na 3ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. A decisão foi publicada nesta quarta no Diário Oficial.

Em sua defesa, o Fluminense alegou que o pré-contrato não era valido por causa de uma série de irregularidades (no entendimento dele), como a assinatura apenas em português. A tese não foi aceita.

Martinuccio havia entrado com uma ação contra o Palmeiras para anular o pré-contrato, e ela foi extinta, pois as partes entraram em acordo.


R$ 9,3 milhões atrapalham planos de Corinthians, Santos e Flu por Pottker
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Diante do interesse de grandes clubes no atacante Willian Pottker, vice-artilheiro do Brasileirão, a Ponte Preta mandou um recado para o mercado: só aceita vender o jogador pelo valor de sua multa rescisória: 3 milhões de dólares (R$ 9.363.900,00).

Na avaliação do estafe do jogador, o preço assustou as equipes que desejam o atleta, como Corinthians, Santos e Fluminense. Nenhum dos três demonstrou disposição para pagar pela rescisão contratual do jogador, que tem 100% dos direitos econômicos vinculados à sua equipe atual.

Por enquanto, os interessados não avançaram nas conversas com a Ponte. A tendência é de que nada aconteça antes do final do Campeonato Brasileiro.

A alternativa mais viável, de compra de parte dos direitos econômicos, por enquanto é descartada pelos dirigentes do time campineiro.


Arena Corinthians tem tumulto com PM e torcedor acusado de tráfico
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No primeiro jogo do Corinthians com o setor de sua arena destinado para as torcidas organizadas do clube interditado pelo STJD houve tumulto entre torcedores e policiais militares na área sul, para onde membros de uniformizadas foram remanejados.

A confusão aconteceu no intervalo da partida com o Fluminense, neste domingo, perto do banheiro masculino. Segundo o tentente-coronel Luiz Gonzaga de Oliveira Júnior, do 2º Batalhão de Choque, houve no local um flagrante de tráfico de drogas. “Um torcedor foi preso vendendo cocaína no banheiro. Ele estava com 30 papelotes, uma quantidade considerável”, afirmou o policial ao blog. O tenente-coronel disse não ter o nome do acusado no momento da entrevista.

Durante a ação, houve correria e torcedores que estavam perto do banheiro reclamaram de terem sido agredidos sem motivo pela PM com golpes de cassetete. “Teve uma tentativa de fuga e isso pode ter provocado um pequeno entrevero”, declarou Gonzaga.

Pouco depois da confusão, o blog presenciou um torcedor sendo preso sob a acusação de desacato à autoridade. “Quem é você pra me mandar tomar no c… Você não é trabalhador, trabalhador sai de casa para trabalhar, não pra me mandar tomar no c…”, dizia o policial para o homem detido. O PM chegou a desferir uma cabeçada que não atingiu seu desafeto.

A diretoria do Corinthians informou a seus sócios-torcedores que conseguiu junto ao STJD a liberação parcial do setor norte para o confronto com o Cruzeiro, na próxima quarta pela Copa do Brasil. Porém, o clube segue proibido de vender bilhetes para Gaviões da Fiel e Estopim da Fiel.


Corinthians diz que já reparou área da arena interditada pelo STJD
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Até as 22h35 desta terça o Corinthians não tinha sido notificado sobre a interdição do setor norte de sua arena pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça), de acordo com Rogério Mollica, diretor de negócios jurídicos do clube. No entendimento dele, a punição só deve começar a valer a partir de domingo, no jogo contra o Fluminense, pelo Brasileirão, estando a área liberada para a partida desta quarta diante do mesmo adversário, pela Copa do Brasil.

Por sua vez, Lúcio Blanco, responsável pela operação do estádio, afirmou ao blog que o reparo no local danificado pela briga entre membros de organizadas e a Polícia Militar no clássico com o Palmeiras, sábado passado, já foi feito A decisão do STJD diz que a interdição deverá ser mantida até que o clube comprove que a área está em condições de segurança e com os devidos consertos das partes quebradas na confusão.

“Nada foi quebrado, a única coisa que aconteceu foi uma grade chutada. Ela é revestida de lona plástica, sendo que essa lona foi furada. Isso já foi reparado, e avisei nosso departamento jurídico”, disse Blanco.

Ele calcula em 6.000 ingressos a média de bilhetes vendidos no setor norte com um preço médio de R$ 30. Por essa conta, se o fechamento for mantido, a arena deixará de arrecadar cerca de 180.000 por jogo com interdição.

Além de ter negociado tíquetes dessa área para as partidas desta quarta e do próximo domingo, o clube já vendeu pacotes para o segundo turno inteiro. A venda foi disponibilizada também para membros de organizadas que fazem parte do programa de sócio-torcedor do clube.


Fla x Flu mostra que Pacaembu tem a mesma vocação de São Paulo
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O Fla-Flu deste domingo no cai no colo do Pacaembu como um presente para o estádio que foi tido como acabado para o futebol depois da abertura da casa própria do Corinthians, seu principal cliente nas últimas décadas.

Como num passe de mágica, quando tudo parecia perdido, o estádio municipal de São Paulo ganhou vida nova em 2016. Três dos quatro grandes paulistas já mandaram jogos lá este ano. Palmeiras e São Paulo por causa de reformas nos gramados de Allianz Parque e Morumbi, e o Santos por opção, de olho em rendas melhores do que na Vila Belmiro.

O grande paulistano que falta, o Corinthians, também se apresentará lá durante a Olimpíada do Rio, já que sua arena será usada na competição.

Assim, como segunda casa de todos e sem obras milionárias ou naming rights, o Paulo Machado de Carvalho se manteve na ativa. E com o clássico carioca ganha uma homenagem inesquecível pouco antes de completar 76 anos no dia 27 de abril. Dessa vez, mais do que como lar alternativo, o Paca (para os íntimos), mostra que também tem a mesma vocação da cidade a qual pertence: receber quem vem de outros Estados.

Os organizadores de Flamengo e Fluminense podem ter aberto um caminho que coloca em sintonia o estádio municipal e São Paulo. Se há gente de todo Brasil em grandes quantidades na capital paulista, abrigar clássicos de outros cantos do país parece ser uma grande sacada. É a chance de dar a oportunidade para baianos, pernambucanos, cearenses, mineiros, gaúchos, catarinenses, entre outros, verem seus times em ação sem precisar botar o pé na estrada. Isso enquanto os clubes exploram um novo mercado.

A administração do Pacaembu aposta nisso. Acredita que vai receber mais clássicos de visitantes graças ao exemplo carioca.

Seria colocar na vanguarda um estádio que não se modernizou para virar arena, mas nunca saiu de moda. Seja quebrando o galho de times com problemas em suas sedes ou sempre abrindo os braços para quem mora na cidade ou a visita. Pode ser em seu ginásio, sua piscina ou até do lado de fora, recebendo fanáticos por carros antigos, praticantes de automodelismo, torcedores que lotam o Museu do Futebol, escritores e cineastas que lá mostram suas obras sobre o esporte, nas badaladas feirinhas gastronômicas ou nas simples feiras livres (o pastel vendido lá é um dos mais comentados da cidade).


Pacaembu espera Fla x Flu com mais que dobro de público de SPFC x Palmeiras
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Com Vinicius Castro, do UOL, no Rio de Janeiro

A administração do Pacaembu espera um público de pelo menos 28 mil pessoas no jogo entre Flamengo e Fluminense, neste domingo. Se a previsão se confirmar, o clássico carioca terá mais que o dobro de pagantes em relação à partida entre São Paulo e Palmeiras no domingo passado. O duelo paulistano teve 13.852 ingressos vendidos.

Até as 16h15 desta sexta, os responsáveis pelo estádio municipal contabilizavam cerca de 17.800 bilhetes negociados. A assessoria de imprensa do Flamengo, por sua vez, informa que foram vendidos antecipadamente 20 mil tíquetes. A venda será retomada neste sábado.

Uma das novidades será a torcida mista. Só no tobogã (Fluminense) e arquibancadas amarela e verde (Flamengo) haverá separação de torcedores por clubes.


São Paulo comemora ter ‘dobrado’ Globo e fica perto de renovar contrato
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Oficialmente, o São Paulo não fala sobre as negociações com Globo e Esporte Interativo (EI) pelos direitos de transmissão do Brasileirão em TV Fechada a partir de 2019. Porém, internamente, os cartolas do clube comemoram terem exigências atendidas pela emissora da família Marinho. Assim, afirmam que estão perto de assinar a renovação contratual com ela.

O discurso é que, depois de aceitarem conversar com a Turner, dona do EI, conseguiram arrancar da Globo um contrato muito melhor do que o atual.

Uma das cobranças feitas pelo São Paulo era para receber luvas, como oferece a Turner. A proposta original da Globo prevê uma antecipação de dinheiro no ato da assinatura, mas a verba é descontada parceladamente da quantia restante que o clube terá a receber. A diretoria tricolor não quer esse desconto.

Inicialmente, a emissora também estabeleceu uma redução nos valores pagos atualmente.

De acordo com o Blog do Rodrigo Mattos, porém, após a entrada da Turner no circuito, a Globo acenou até com uma mudança na divisão de cotas, que atualmente prevê fatias maiores para Corinthians e Flamengo.

O São Paulo é um dos clubes mais cobiçados pela Turner, que só levará adiante seu projeto se tiver a assinatura de oito times. Executivos da emissora dão como certo que fecharão com Santos, Fluminense, Grêmio, Internacional, Atlético-PR, Coritiba e Bahia. Portanto, faltaria mais uma equipe para o negócio decolar.

 

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Negociação com concorrente da Globo prevê 2 jogos por rodada na TV fechada
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Em reunião na última quarta-feira, os departamentos jurídicos da Turner, dona do Canal Esporte Interativo, e representantes de clubes que negociam com a emissora discutiram detalhes de um eventual contrato para transmissão de jogos do Brasileirão em TV fechada a partir de 2019 por seis anos.

Ficou acertado que, se o compromisso for firmado, só poderão ser transmitidos até dois jogos por rodada. O limite é uma imposição dos clubes. Os cartolas avaliam que a exibição de mais partidas dificultaria a venda dos direitos para TV aberta.

Para as tratativas vingarem, no entanto, são necessárias as assinaturas de pelo menos oito clubes. Esse é o número mínimo que a Turner considera viável para comprar os direitos. O EI só poderia transmitir jogos envolvendo duas equipes com as quais têm contrato. Partidas entre um desses times e um adversário comprometido com a Globo ficariam sem transmissão.

Modesto Roma Júnior, presidente do Santos e principal entusiasta da negociação entre os cartolas, é também o mais otimista em relação a conseguir as oito assinaturas. Grêmio, Internacional, Fluminense, Atlético-PR e Coritiba são times da Série A do Brasileiro, além do alvinegro do litoral paulista, que conversam com a Turner desde o início das negociações, o que não é garantia de que vão assinar o contrato.

A empresa oferece aos clubes R$ 600 milhões, que seriam divididos da seguinte forma: 50% em fatias iguais, 25% de acordo com a audiência e 25% conforme o desempenho em campo das equipes.


Negociação com concorrente da Globo inspira criação de associação de clubes
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Dirigentes que negociam a venda dos direitos de transmissão em TV fechada de jogos do Brasileirão a partir de 2019 para o Esporte Interativo decidiram criar uma nova associação de clubes, segundo Modesto Roma Júnior, presidente do Santos. A ideia ganhou corpo durante reunião nesta segunda com representantes da Turner, dona do EI, em que também avançou a negociação para a comercialização dos direitos.

“Decidimos que vamos criar nossa associação, mas ainda não temos um nome definido. Os sete clubes que participam das negociações com a Turner combinaram a criação dessa entidade. Mas ficamos de convidar outros. Podem ser os 40 (integrantes das séries A e B)”, disse ao blog Modesto Roma Júnior, presidente do Santos.

Além do alvinegro do litoral paulista, Grêmio, Internacional, Coritiba, Altético-PR, Fluminense e Bahia participam desde o começo das tratativas com a Turner. A reunião desta segunda teve a presença do Flamengo, que não faz parte do grupo original. Apesar de confirmar ter enviado um representante ao encontro, Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Fla, disse ainda não ter conversado com seu emissário na noite desta segunda e declarou desconhecer a criação da entidade de clubes.

“Não vai ser uma Liga, não haverá ruptura com a CBF. O objetivo da associação é que os clubes tenham uma unidade para discutir tudo, direitos de TV, calendário, situação de jogadores. Unidos ficamos mais fortes”, disse Modesto.

De acordo com o cartola santista, na próxima semana haverá reunião específica para a fundação da entidade. Já a negociação com a Turner entra nesta quarta em nova fase. Os departamentos jurídicos das partes se encontram para começar a discutir a elaboração de um contrato.

 


Por que o São Paulo não negociou com concorrente da Globo?
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Em novembro, o São Paulo foi procurado por representantes da Turner, que controla o Esporte Interativo, para negociar os direitos de transmissão dos jogos da equipe no Brasileirão em TV fechada. O clube, porém, se recusou a iniciar as tratativas.

Bernardo Ramalho e Felipe Aquilino, diretores da Turner, ouviram que a direção são-paulina só negociaria se a emissora voltasse para conversar já com a manifestação dos outros 19 times da Série A favorável à negociação. Isso porque o São Paulo, apesar de não ter sido o primeiro time sondado pela empresa, não queria ser considerado líder da nova movimentação.

A decisão foi baseada no fato de a atual diretoria considerar que o time do Morumbi foi prejudicado no episódio que culminou com o fim do Clube dos 13. Na ocasião, o São Paulo relutou em assinar com a Globo em busca de propostas mais vantajosas de concorrentes. Porém, os rivais foram renovando aos poucos seus acordos com a emissora. Os são-paulinos ficaram para o fim e quando sentaram para conversar tinham menos poder de barganha, por isso conseguiram menos dinheiro do que queriam.

A avaliação dos dirigentes agora é de que não é bom negócio para o clube liderar movimentos no futebol brasileiro, seja lá qual for a causa, para evitar se transformar em bucha de canhão.

Dessa forma, enquanto o Esporte Interativo procurava outros clubes, o São Paulo alinhavou a renovação antecipada de seu contrato com a Globo para as temporadas de 2019 e 2020.

Atualmente, o Santos é um dos mais empolgados com a proposta do Esporte Interativo, após rejeitar oferta de renovação feita pela Globo. Fluminense e Internacional conversam com o EI e também com a Globo. O Grêmio já descartou a proposta para renovar e diz aguardar algo mais concreto da nova emissora interessada. Por sua vez, o Corinthians já aceitou a renovação.

O blog telefonou para Ramalho e Aquilino, mas os diretores da Turner afirmaram que não têm autorização da empresa para dar entrevistas. A assessoria de imprensa do Esporte Interativo afirmou que o canal não comenta especulações ou negociações em andamento.