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Arquivo : Gaeco

MP pede instauração de inquérito policial sobre denúncias no Corinthians
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A promotora de Justiça Maria Cláudia Andreatta Hirt determinou instauração de inquérito policial para apurar denúncias de supostos crimes cometidos nas categorias de base do Corinthians.

O caso deverá ser recebido na próxima sexta-feira pelo Decap (Departamento de Polícia Judiciária da Capital), que vai definir se as investigações serão feitas por um distrito policial próximo ao Parque São Jorge ou ficarão sob responsabilidade de uma delegacia especializada em lavagem de dinheiro.

Serão investigadas principalmente denúncias do empresário americano Helmut Nik Apaza, que afirma ter sido vítima de golpes aplicados por um funcionário do clube, que deixou o cargo após ser acusado, e pelo menos um conselheiro.

 Apaza declara que pagou US$ 60 mil por 20% dos direitos econômicos de Alisson, atleta que tinha menos de 16 anos na ocasião, assim não tinha contrato profissional e não existia o que ser vendido. Ele também alega que desembolsou US$ 50 mil por uma carta que lhe dava permissão para representar o Corinthians nos Estados Unidos. Esse dinheiro nunca entrou nos cofres do clube.

As acusações chegaram ao Ministério Público pelas mãos de Romeu Tuma Júnior, conselheiro alvinegro que protocolou uma representação criminal no Juizado do Torcedor. No entanto, o órgão entendeu que o caso era complexo demais e deveria ser analisado pelo Gaeco, especializado em crime organizado. Por sua vez, o Gaeco não viu indícios de organização criminosa nas ações e acionou a promotoria criminal.


Gaeco não vê crime organizado no Corinthians e repassa denúncias sobre base
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O Gaeco, divisão do Ministério Público de São Paulo especializada em crime organizado, não viu indício de organização criminosa no Corinthians e repassou as denúncias que recebeu sem abrir uma investigação. As acusações de supostas irregularidades nas categorias de base alvinegras foram encaminhadas para promotoria criminal comum, que agora vai decidir o que fazer.

É a segunda mudança de mãos no MP no caso que envolve acusações do empresário americano Helmut Niki Apaza.  Ele diz ter sido vítima de golpes aplicados nas categorias de base do clube por um funcionário, que deixou o Corinthians após a confusão, e pelo menos um conselheiro.

Primeiro, Romeu Tuma Júnior, membro do Conselho Deliberativo alvinegro, entregou representação pedindo investigações ao Juizado Torcedor. O órgão, porém, entendeu, que as denúncias eram complexas e fugiam de seu campo de atuação. Assim, repassou o pedido ao Gaeco.

Nesta semana, a promotoria criminal deve decidir que rumo dará ao caso.


Órgão que combate crime organizado é acionado após acusações no Corinthians
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Denúncias envolvendo o departamento de futebol amador do Corinthians deverão ser investigadas pelo Gaeco, grupo do Ministério Público especializado no combate ao crime organizado.

Como mostrou o blog, o Juizado do Torcedor havia recebido uma representação criminal entregue pelo conselheiro corintiano Romeu Tuma Júnior. Ele relatou as denúncias do americano Helmut Niki Apaza, que afirma ter sido vítima de golpes supostamente aplicados por um funcionário do clube, demitido após a confusão, e ao menos um conselheiro.

“Conversando com meus colegas, concluímos que o caso é muito complexo e foge um pouco das atribuições do Juizado do Torcedor, por isso encaminhei tudo para o Gaeco. Eles vão ter mais condições de apurar tudo”, disse ao blog o promotor Paulo Castilho.

Promotores do Gaeco foram responsáveis por investigar denúncias de irregularidades na gestão do ex-presidente corintiano Alberto Dualib, incluindo suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo a parceria com a MSI.

No caso atual, Apaza alega que pagou US$ 60 mil por 20% dos direitos econômicos de Alysson, jogador que tinha menos de 16 anos e que por isso não tinha contrato profissional com o clube. Ou seja, não havia o que ser vendido. Ele também afirma que desembolsou US$ 50 mil por uma carta que lhe daria o direito de representar o clube nos Estados Unidos. As quantias das duas operações nunca chegaram aos cofres corintianos.

“É preciso saber se esse dinheiro foi pago e, no caso de ter sido, saber se ele entrou no Brasil ou não. O Gaeco tem mais condições de averiguar isso”, declarou Castilho.

Depois de Apaza procurar o clube para contar a história, dois dirigentes corintianos relataram ao blog terem recebido telefonemas ameaçadores.

Além disso, uma briga entre o pai de Alysson e o empresário dele foi parar na polícia.

O caso também está sendo investigado pela Comissão de Ética e Disciplina do Conselho Deliberativo do Corinthians.


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