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Esperança do São Paulo, Ganso vale quase tanto quanto todas contratações do Atlético-MG em 2012
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Ganso é uma das esperanças do São Paulo

Uma das principais esperanças do São Paulo na partida desta noite, contra o Atlético-MG, Ganso custou quase a mesma quantia que o adversário gastou o ano passado inteiro com contratações.

De acordo com o balanço de 2012 do time mineiro, o clube dirigido por Alexandre Kalil investiu R$ 28,7 milhões em contratações no período. Ganso valeu R$ 23.940.000. A DIS, parceira da equipe paulistana pagou cerca de R$ 7 milhões desse valor.

Em 2012, houve um abismo entre os investimentos dos rivais em reforços. O balanço são-paulino registra R$ 56 milhões em despesas com contratações. Ou quase o dobro do que os mineiros, favoritos para ficar com a vaga nas quartas-de-final da Libertadores,  investiram.

Mas o Galo demonstra mais apetite em 2013. Só com Diego Tardelli gastou cerca R$ 13 milhões, pouco menos da metade de seu investimento na temporada passada.

Enquanto isso, o São Paulo apostou neste ano principalmente em Lúcio, considerado barato, pois já tinha rescindido seu contrato com a Juventus.

Mas, enquanto os dirigentes do Morumbi acreditam que o meia pode justificar o investimento desequilibrando a partida no Independência, o sentimento em relação ao zagueiro é de que o barato saiu caro.

Responsabilizam Lúcio, expulso no primeiro jogo, pela derrota por 2 a 1 e pela situação delicada na partida de volta.


Para dirigentes do São Paulo, Ney Franco erra e “queima” Ganso com reserva
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Rogério, Ganso e Lúcio já discordaram de Ney

Ao colocar Paulo Henrique Ganso para treinar entre os titulares nesta terça, Ney Franco agradou à diretoria do São Paulo. O sentimento da cúpula do clube é de que o treinador tem queimado o filme do meia ao deixá-lo seguidamente na reserva.

A avaliação é de que as entradas dele com o jogo em andamento  deixam a impressão de que ele joga sempre, portanto não teria motivos para reclamar. Mas que no final a rotina só serve para expor o atleta.

Para integrantes da cúpula são-paulina, Ney também desvaloriza o patrimônio do clube ao deixar a contratação mais cara no banco. E a situação vira uma bola de neve, pois o meia já reclama com amigos de que está insatisfeito no Morumbi, ficando cada vez mais desmotivado.

Por essa linha de raciocínio, o treinador deveria se empenhar mais em recuperar o ex-santista, uma vez que ter Ganso tinindo seria melhor para Ney também, não apenas para o clube.

Já em relação a Lúcio, reserva no treino de terça, um dos mais importantes dirigentes do clube disse ao blog não ter sido castigo e que por questões técnicas o beque mereceu perder a vaga.

Além da insatisfação com o tratamento dispensado a Ganso, Ney desagrada aos dirigentes por responder publicamente a atletas que contestam o treinador. Foi assim com Rogério Ceni, Ganso e Lúcio.

Demonstrações de força durante entrevistas coletivas são interpretadas pela direção como insegurança do treinador.

O blog apurou que ontem o diretor de futebol Adalberto Baptista teve uma conversa com o técnico sobre os últimos episódios. Procurado, o dirigente não revelou detalhes do encontro e disse que os dois se reúnem quase que diariamente.

Entre os cartolas, o comentário é de que a repercussão dos últimos atritos já foi suficiente para convencer o treinador a ser mais discreto.


Para não perder Vila, Santos prega paz em reencontro com Ganso, que tem vida mais difícil do que imaginava em SP
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Ganso volta a pisar na Vila Belmiro num clássico marcado pelo receio de cartolas e conselheiros do Santos. Temor de que o meia seja hostilizado a ponto de provocar a interdição do estádio.

A ordem é para os descontentes se controlarem, por mais que o ex-santista demonstre alegria por defender o São Paulo.

Talvez sirva de consolo para essa turma o fato de Ganso já ter descoberto que a vida no Morumbi não é tão doce quanto ele imaginava. As demonstrações disso são públicas. Em pouco mais de 100 dias como são-paulino, PH já ouviu Rogério Ceni pedir para que seja mais competitivo, foi criticado por Raí, ídolo do clube, e amargou a reserva.

Certamente, esse não é o paraíso sonhado por ele quando subiu a serra.


Para ter Montillo, Santos gasta quase como São Paulo por Ganso, mas ganha atleta mais velho e com salário maior
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 O Santos buscou Montillo para a vaga de Ganso. Vai desembolsar aproximadamente R$ 16,2 milhões. Pouco menos do que os cerca de R$ 16,4 milhões que o São Paulo gastou para ter Ganso.

A diferença é que o time do Morumbi comprou 32% dos direitos do ex-santista (a DIS pagou o restante dos R$ 23,9 milhões recebidos pelo time do litoral). Já o Santos adquiriu uma “fatia” de 60% do ex-cruzeirense.

Só que o São Paulo trouxe um jogador de 23 anos. Em tese, mais fácil de vender e dar lucro do que um atleta de 28 anos, como Montillo.

Além disso, o alvinegro deve pagar salário mais alto ao argentino do que os cerca de R$ 350 mil recebidos por Ganso no Morumbi. Isso porque Montillo teria um aumento no Cruzeiro e passaria a receber mais de R$ 400 mil mensais a partir de janeiro.


Renascimentos de Ronaldinho, Fred e Luxemburgo marcam Brasileirão
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Ronaldinho renasceu

O renascimento de quem já parecia carta fora do baralho foi a marca do Brasileirão-2012. A começar pelo campeão Fluminense, que viu ressurgir Fred, Diego Cavalieri e Deco.

No vice-campeão Atlético-MG, a volta por cima foi de Ronaldinho Gaúcho, talvez a mais surpreendente do Nacional. Não foi suficiente, porém, para levar o Galo ao título, mas a segunda posição não deixa de ser um novo sopro de vida para o time mineiro.

Terceiro na tabela, o Grêmio viu Vanderlei Luxemburgo sair da UTI após um longo período e mostrar que ainda tem lenha para queimar. Assim como Ney Franco, resgatado do exílio na CBF pelo São Paulo, quarto colocado. Na rodada derradeira, o time do Morumbi se deleitou ao ver Ganso ensaiar a sua ressureição gastando a bola contra o Corinthians, que passou o Brasileirão entorpecido pela conquista da Libertadores.

Oitavo colocado, o Santos sofreu com a dependência em relação a Neymar e descobriu que precisa de contratações cirúrgicas para não ficar no limbo no ano que vem.

Da metade para baixo, a tabela reuniu o sofrimento de grandes que gastam muito e jogaram pouco. O Inter trançou as pernas por conta da precipitação de seus cartolas ao contratar e demitir treinadores.

Flamengo e Palmeiras sofreram de males semelhantes. Brigas políticas, contratações erradas e relacionamento desbotado entre técnicos e jogadores. A diferença é que os cariocas conseguiram chutar para longe a Série B, novo lar provisório do alviverde.

O despejo na Série A soa como castigo para quem em algumas rodadas desprezou a competição para ganhar a Copa do Brasil. No campeonato das ressureições, o Palmeiras não conseguiu mais do que agendar a sua para 2013.


Santos notifica DIS e São Paulo para defender diretor acusado de pedir ingressos de show de Madonna na venda de Ganso
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O Santos notificou extrajudicialmente a DIS, braço esportivo do Grupo Sonda, e o São Paulo. No documento, indaga se representantes da empresa e do clube afirmaram que dirigente alvinegro pediu ingressos para o show de Madonna no Morumbi a fim de facilitar a transferência de Paulo  Henrique Ganso.

Na carta é citada informação publicada pelo Diário de S. Paulo sobre Pedro Luiz Nunes Conceição, membro do Comitê Gestor do Santos. Durante as negociações para a saída de Ganso, segundo o jornal, ele teria pedido 20 entradas para a apresentação da cantora.

Pedro e o Santos negam o pedido. Na notificação, é exigido que as duas partes respondam se são responsáveis pela informação passada ao jornal. E que em caso negativo declarem por escrito que não têm nada a ver com o episódio.

O documento fala ainda que o dirigente do Santos sofreu muito por causa da publicação. Ao blog, por meio da assessoria de imprensa do clube, Pedro reforçou que jamais pediu ingressos para o show. E que em nenhum momento das negociações falou sobre Madonna, por isso foi enviada a notificação.

De acordo com a assessoria, o Diário de S.Paulo também foi notificado. “Não chegou nada para mim. Se tivesse chegado eu colocaria a notificação no banheiro”, disse Kalil Rocha Adbala, diretor jurídico do São Paulo, sem dar importância ao caso. A diretoria nega ter feito a afirmação sobre os ingressos, assim como a DIS.

Apesar de o assunto dizer respeito a um dirigente, a notificação foi enviada em nome do Santos, por meio de um escritório de advocacia contratado pelo clube.


Cresce campanha contra Muricy, que reage com alfinetadas na diretoria do Santos
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A insatisfação com Muricy Ramalho, que no começo era mais forte na oposição santista, aumentou entre  conselheiros da situação e colaboradores do presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, o Laor.

A gota d´água foi a fraca atuação do time contra a Ponte Preta. Três conselheiros, dois deles situacionistas, ouvidos pelo blog disseram ser favoráveis a uma troca de treinador. As críticas ao técnico também invadem as redes sociais.

A maioria dos críticos enxerga Muricy como um comandante que só coloca o time para jogar nos contra-ataques, depende excessivamente de Neymar, reclama demais e ganha mais do que deveria pelo futebol apresentado.

 “Em qualquer outro time, numa sequência dessas, o técnico estaria a perigo. Estariam procurando um novo só para mexer com o astral do time. Promover aquela chacoalhada que tira o time do marasmo”. A opinião foi escrita pelo conselheiro Luiz Roberto Serrano em seu blog. Ele votou em Laor e no começo do texto diz que o Santos precisa de uma chacoalhada.

Na outra ponta, Muricy se defende reclamando da saída de jogadores importantes, como Elano e Ganso. Ou seja, de maneira mais sutil do que costuma fazer, o treinador empurra a conta para a diretoria pagar.


São Paulo adota ‘lei do silêncio’ sobre Ganso
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Diretoria e comissão técnica do São Paulo decidiram evitar as entrevistas sobre a recuperação de Paulo Henrique Ganso. A ideia é não dar brecha para polêmicas e blindar o jogador. Ficou combinado que às sextas-feiras o clube divulga em seu site um boletim sobre o tratamento. E só.

A decisão foi tomada após a repercussão de reportagem do UOL Esporte sobre a possibilidade de o meia só voltar a jogar no início do ano que vem. O clube quer impedir que a pressão da torcida pela estreia atrapalhe o trabalho de recuperação.

Apesar da preocupação em não acelerar o processo, a comissão técnica trabalha para que ele jogue ainda este ano.

A blindagem de Ganso inclui também a limitação do número de entrevistas concedidas por ele. O desejo da comissão técnica nesse caso é de que ele descanse o máximo possível nos intervalos das sessões de fisioterapia. Se fosse atender a todos os pedidos, ele praticamente não teria tempo para relaxar. Pelo mesmo motivo, foi orientado a marcar seus compromissos comerciais aos domingos.


Para contratar Ganso, São Paulo até cedeu camarote no Morumbi à empresa do Grupo Sonda
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Durante a negociação por Paulo Henrique Ganso, a diretoria do São Paulo prometeu ceder um camarote no Morumbi para a DIS, braço esportivo do Grupo Sonda.

 Por um período ainda não definido, a dona de 68% dos direitos do atleta usará de graça o espaço, que custa R$ 800 mil por ano. Depois, terá que pagar aluguel, mas com um desconto. Os detalhes devem ser definidos na próxima segunda.

A cessão é uma forma de compensar a empresa por abrir os cofres e viabilizar a transferência do meia para o Morumbi. Ela gastou R$ 7,5 milhões para completar os cerca de R$ 24 milhões exigidos pelo Santos, aumentando sua fatia nos direitos do jogador. Antes tinha 55%.

No começo da negociação, a DIS pediu participação nos direitos econômicos de jovens são-paulinos para compensar o risco de injetar mais dinheiro em Ganso. O atacante Ademilson era um dos alvos, mas não se chegou a um consenso sobre o valor de mercado do atleta. Clube e empresa afirmam que fatias de jogadores acabaram não entrando no negócio. Mas ficaram combinadas novas parcerias.


São Paulo e DIS já miram jogadores para celebrar nova parceria
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Em lua de mel, DIS e São Paulo se movimentam para investir juntos em novos jogadores. “Combinamos que vamos fazer algumas contratações juntos. Conversamos sobre nomes que achamos viáveis e estamos procurando alguns outros”, disse ao blog Adalberto Baptista, diretor de futebol são-paulino.

O dirigente, porém, não revelou os atletas cogitados pela nova parceria. Também não há um valor estipulado.

A ideia nasceu durante as tratativas para levar Ganso da Vila Belmiro ao Morumbi. O São Paulo aproveita o fato de a DIS não querer mais se relacionar com o Santos, e vice-versa.

A empresa avalia que o clube tratou mal o meia e que desprezou o aporte financeiro feito por ela em outras contratações, como a do lateral Danilo. Comprado pela DIS, ele rendeu cerca de 6 milhões de euros ao time do litoral. Por sua vez, o Santos alega que a ex-parceira fez contratos lesivos para o clube durante a administração de Marcelo Teixeira.

Não dá para terminar sem lembrar que os tricolores já se desentenderam feio com a DIS. Foi quando venderam Breno para o Bayern, na época em que viravam a cara para empresas e investidores.