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Arquivo : Gilson Kleina

Mustafá se vê usado na escolha de novo técnico do Palmeiras
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Segundo conselheiros do Palmeiras, o ex-presidente Mustafá Contursi vetou a contratação de Vanderlei Luxemburgo por considerar o treinador caro demais. Em entrevista ao blog, no entanto, ele negou interferência na escolha do substituto de Gilson Kleina. Leia abaixo.

Qual sua posição sobre a escolha do próximo treinador do Palmeiras?

Não tenho preferência e nem indicação. É problema de ordem administrativa. É que sou figurinha carimbada. Talvez quando alguém queira provocar uma situação me coloque no meio do furacão. Talvez pra dizer: “não vou trazer porque ele não quer”. Ou: “vou trazer porque o Mustafá não quer, vou mostrar que eu mando”. Não tenho nada com isso.

Mas o COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) deixou claro que é importante pagar o mesmo que a antiga comissão técnica ganhava.

Não discutimos isso. Discutimos todo mês que o clube continua aumentando seu endividamento e não temos como suportar essa situação. É mais uma coisa que é feita ao contrário das minhas opiniões pra mostrar que eu não tenho nenhuma importância no clube. Faz sete oito anos que estou advertindo que o clube está indo para um caminho sem volta pelo seu endividamento e pela queda de receitas. Mas continuam aumentando o endividamento. Se eu tivesse tanta influência para escolher treinador, estaríamos equilibrados financeiramente.

Dá para fazer redução drástica de despesas e ter um time competitivo?

Não se gasta só no time. Não sei quanto existe de desperdício num monte de gente, num monte de contratos de serviço. Onde tem 30 elementos, talvez funcione só com um numa emergência. Precisa ter um plano de emergência. Você lembra quando eu sofria ataques fantásticos? Um deles vinha por parte desses histéricos que levaram o clube à essa situação vergonhosa e eles estão por lá, gravitando até hoje. Para desmoralizar os meus princípios de administração, eles diziam que o clube não é banco para ter dinheiro aplicado. Dinheiro é para gastar, diziam. Isso estava aí na internet, colocado por esses anônimos que estão aí até hoje. Agora é pior porque somos banco para pagar R$ 20 milhões de juros por ano. O que seria mais recomendável: ter recursos para poder se impor nas negociações ou agora, de chapéu na mão, sair pedindo favores? Esses caras estão até hoje por aí, formando opinião, com os mesmos sites, com os mesmos pseudônimos, com as mesmas siglas, UVB, 3VB, Palmeiras Todo Dia, Pró-Palmeiras. Eles não admitem a desgraça que causaram ao clube com suas opiniões.


Apoio de elenco e economia dão força a Kleina entre ‘cardeais’ palmeirenses
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Reinaldo Canato/UOLRejeitado por grande parcela da torcida do Palmeiras e por parte dos dirigentes, Gilson Kleina ganhou o apoio de conselheiros tradicionais do clube.

Entre os defensores de sua permanência estão seguidores do ex-presidente Mustafá Contursi, integrantes do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) e ex-diretores.

Um dos principais argumentos é o de que sua manutenção evitaria gastos exagerados com um treinador mais renomado. O clube luta para cortar despesas.

Há também o temor de que Vanderlei Luxemburgo seja contratado. Ele é considerado caro e em sua última passagem pelo clube foi acompanhado por um batalhão de jogadores com altos salários.

Outro ponto a favor de Kleina é o apoio demonstrado a ele por líderes do elenco. “Se você traz um treinador para ganhar mais do que ele, que já não ganha pouco, jogador vai querer aumento. É capaz de o vestiário fugir do controle”, disse o conselheiro Roberto Frizzo.

“Kleina tem o vestiário na mão, não é preguiçoso, trabalhou com um elenco não tão qualificado e subiu com seis rodadas de antecedência. É um cara decente. Eu ficaria com ele”, completou Frizzo, vice de futebol no ano passado, quando o técnico foi contratado.

A escassez de treinadores disponíveis que caibam no bolso do clube também faz o treinador atual ganhar adeptos.

“Contratar  medalhão não vai resolver, prefiro ficar com Kleina. Falam no  Dorival Júnior, mas ele só foi bem no Santos. Gostaria de ter o Cuca ou o Marcelo Oliveira, mas eles não vão sair de seus clubes.  Só acho que o Kleina deveria ter mais vibração em campo, ele fica quase parado, o jogador precisa de um técnico que passe essa energia. Mas isso ele consegue melhorar”, disse Seraphim Del Grande, ex-diretor de futebol e ex-integrante do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização).

Há também quem use o argumento de que politicamente é melhor para Paulo Nobre manter o técnico do que trazer um mais caro. Gastar mais deixaria os “mustafistas” com a arma engatilhada e apontada para o presidente. Por enquanto, estão com o revólver na cintura.


Sugerido ao Santos, Gilson Kleina fica em lista de espera
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O Comitê de Gestão do Santos recebeu a sugestão de contratar Gilson Kleina, técnico do Palmeiras, para a próxima temporada. Sem revelar se a ideia partiu de algum empresário, cartolas do clube afirmam, reservadamente, que o nome do treinador foi bem recebido.

A cúpula santista decidiu colocar Kleina na lista de possíveis substitutos para Claudinei Oliveira, se o clube resolver trocar de técnico ao final da temporada. O nome do palmeirense se juntou aos de Abel Braga, Tite e Oswaldo de Oliveira.

Os santistas negam que já tenham sondado o Kleina, que não tem permanência assegurada em seu clube. O plano é primeiro definir o futuro de Claudinei para depois escolher um caminho.


Sombras de Mano e Luxa provocam turbulência em Corinthians e Palmeiras
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Ao mesmo tempo, os rivais Corinthians e Palmeiras sofrem com o fantasma de treinadores desejados por parte de seus cartolas: Mano Menezes e Vanderlei Luxemburgo, respectivamente. Isso apesar de as  diretorias negarem o interesse.

Nos dois casos, a situação gera turbulência nos bastidores. Tanto cartolas corintianos como palmeirenses avaliam que os comentários de que serão substituídos no final do ano pode ter tirado o foco de seus técnicos atuais, afetando o trabalho deles.

Mário Gobbi afirma de maneira incisiva que quer a renovação do contrato de Tite. Porém, interlocutor do presidente disse ao blog que há gente próxima ao cartola trabalhando por Mano Menezes (e sendo ignorada por enquanto) ainda em 2013.

Gobbi, Andrés e funcionários do clube são amigos de Mano, o que aumenta o tamanho do fantasma. O blog apurou que ná última quinta cartolas alvinegros discutiram uma forma de demonstrar para Tite que não há uma manobra para colocar o ex-treinador da seleção em seu lugar.

No Palmeiras, a certeza de que há uma campanha para que Luxemburgo assuma o time em 2014 domina diferentes grupos de conselheiros. Gente com trânsito no vestiário palmeirense nota desânimo na comissão técnica. Afinal, Gilson Kleina e seu estafe roem o osso na segunda divisão, mas não receberam indicação de que vão saborear o filé na Série A.

A diretoria do Palmeiras, por meio de sua assessoria de imprensa, diz que o nome de Luxemburgo “nunca foi colocado em pauta, em nenhum momento nesta gestão”. Sobre o técnico para 2014, no entanto, afirmou ser questão interna.

Mesmo com a negativa da direção, críticos de Luxemburgo se mobilizam. Já existem conselheiros dispostos a fazer um levantamento de jogadores caros indicados pelo treinador em sua passagem anterior. O argumento é de que o clube não tem saúde financeira para imprimir o mesmo ritmo financeiro.


Técnico do Palmeiras é criticado até por ser favorável à contratação de Adriano
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Conselheiros querem a degola de Kleina

As recentes declarações de Gilson Kleina sobre o desejo de contar com Adriano se voltaram contra o treinador. Após a derrota por 6 a 2 diante do Mirassol, o episódio é usado como prova de que o técnico “não entende o que é trabalhar num grande cube”.

A alegação é de que Kleina não percebeu que ao abrir portas para Adriano estaria aumentando a insatisfação de jogadores descontentes com atrasos nos pagamentos. Seria uma ofensa falar em investir num astro como o Imperador enquanto os atletas não recebem em dia. O dirigente remunerado José Carlos Brunoro também foi criticado por não conter o movimento pró Adriano.

“Sabemos que se ele quiser faz toda a diferença. Quem sou eu para não estender a mão para um homem, um grande jogador”, afirmou Kleina na ocasião.

O blog ouviu seis conselheiros. Cinco disseram serem favoráveis a troca de técnico e um pediu uma avaliação do trabalho após o clube encerrar sua participação na Libertadores. Entre os consultados, apenas um não votou em Paulo Nobre.

Kleina também é detonado por supostamente não ter pulso para controlar o vestiário, falhar na armação tática e substituir mal.

Contratado pelo ex-presidente Arnaldo Tirone, Gilson não era o treinador dos sonhos de Nobre, mas o dirigente optou por sua manutenção ao vencer a eleição. Pouco depois, ao ouvir do conselheiro José Corona sugestão para trocar de técnico, o cartola respondeu que estava muito impressionado com o trabalho de Kleina.


Jorginho e Mano fazem sombra para técnico do Palmeiras
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Kleina sofre com corneteiros

Conselheiros que ajudaram Paulo Nobre a se eleger presidente do Palmeiras já fazem barulho contra Gilson Kleina. Afirmam que o treinador arma mal a equipe taticamente e não consegue fazer a “leitura” do vestiário para identificar problemas no elenco.

Nessa toada, iniciaram uma campanha pela troca de treinador. Jorginho, do Bahia, e Mano Menezes, desempregado, são os nomes preferidos.

O ex-treinador da seleção brasileira aparece com menos força, por ser  caro. Mas Jorginho preenche quase todos os requisitos. Tem um salário que o Palmeiras pode pagar, conhece o clube, é considerado disciplinador e já trabalhou com Omar Feitosa, gerente do alviverde, na mesma comissão técnica no Palestra Itália.

Indagado sobre a situação de Kleina, Nobre disse nesta terça ao Sportv que gosta do treinador e de seu perfil, de quem ainda busca sucesso num time grande. Afirmou, porém, que metas estão sendo traçadas. Se elas não forem alcançadas, haverá mudança.


Mancha pede a presidente do Palmeiras que “vilões” sejam barrados no fim do Brasileiro para evitar clima hostil
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Marcos Ferreira, presidente da Mancha, principal torcida organizada do Palmeiras, conversou nesta quarta com Arnaldo Tirone. Ele sugeriu ao presidente do clube que o time encerre sua participação no Brasileirão sem usar jogadores vistos com antipatia pelos torcedores. Seria uma forma de evitar atos hostis contra os atletas.

Ao mesmo tempo, o torcedor alega que assim Gilson Kleina poderia observar melhor jogadores revelados em casa e que não ficarão no Palestra Itália em 2013.

 “Sabemos que muitos vão ter seus contratos encerrados em dezembro e vão embora. Como o Palmeiras não vai contratar 15 jogadores, seria bom aproveitar para já ir testando os garotos da base”, disse Marcos ao blog.

“Minha vontade pessoal é de que só o Barcos fosse aproveitado nos últimos jogos. Se colocarem para jogar Thiago Heleno, Leandro Amaro e outros, a torcida inteira vai xingar. Não só a Mancha, todos que estiverem no estádio. Então é melhor evitar”, completou o torcedor, que é sócio do clube há quatro anos.

Mas vários estão fora de combate para a partida de domingo, contra o Atlético-GO, como Barcos, suspenso. Isso transforma em opção um pelotão que desagrada aos torcedores. Thiago Heleno e Leandro Amaro estão entre esses atletas considerados vilões por parte dos palmeirenses e que podem atuar.

Leandro Amaro está entre os que a Mancha não quer

O representante da Mancha ouviu do presidente do Palmeiras que a decisão caberá exclusivamente ao técnico. Apesar de falar sobre os possíveis gestos de hostilidade em relação aos atletas, ele nega que o plano da torcida seja coagir os jogadores.

 “Nos últimos anos vimos que esse tipo de protesto não funciona. A postura da Mancha é cobrar uma mudança política para que o Palmeiras deixe de ser um clube dominado por algumas famílias. Além disso, o futebol e o marketing precisam ser profissionalizados”, disse.


Kleina falha ao tentar contagiar jogadores e diretoria do Palmeiras com esperança
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 Na volta a São Paulo, após a derrota para o Fluminense, Gilson Kleina iniciou uma intensa campanha para convencer jogadores e dirigentes do Palmeiras de que ainda é possível evitar o rebaixamento. Parece ter pregado no deserto.

O treinador transformou até conversas informais em propaganda do lema “eu acredito, ainda dá”.

Mas quem frequenta o vestiário palmeirense não vê crescer nos jogadores a esperança plantada pelo treinador. Ao mesmo tempo, boa parte da cartolagem admite já ter jogado a toalha. Dois dirigentes e quatro conselheiros ouvidos pelo blog afirmaram que “o time já caiu”.

Nesse cenário, Kleina virou uma ilha de esperança cercada de gente conformada em disputar a Série B em 2013. Além de ser o mais esperançoso, o treinador é o menos culpado pela situação de naufrágio. Simplesmente por ter sido o último a entrar no navio, quando a água já havia inundado a embarcação e o comandante anterior estava longe, em terra firme.


Jogadores do Palmeiras aumentam problemas de segurança ao pedirem jogo em Prudente
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O desejo do elenco palmeirense de atuar em Presidente Prudente contra o Flu virou um problema para os próprios jogadores. Diretoria e comissão técnica estão preocupadas com a segurança da delegação na volta do interior, caso a equipe perca e seja rebaixada neste domingo.

A viagem será de avião, e o time corre o risco de trombar com torcedores no aeroporto e até na aeronave, a menos que mude seu planejamento e frete uma.

Para membros da direção seria mais fácil proteger os atletas se a partida fosse em Araraquara, palco de jogos recentes do clube. O retorno seria de ônibus e a delegação poderia até passar a noite em outra cidade para evitar possíveis emboscadas. Contra o Botafogo, por exemplo, o retorno foi retardado para diminuir os riscos de encontros indesejados na estrada.

Porém, como torcedores fazem ameaças de morte, e o clube atendeu ao pedido dos atletas, Gilson Kleina e seus superiores têm trabalho dobrado para blindar a equipe. O treinador já não pode se concentrar apenas no campo para evitar a queda.


Criticado por escalar Daniel Carvalho e “queimar” jogadores, Kleina vê fim de lua-de-mel no Palmeiras
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A derrota para o São Paulo fez Gilson Kleina receber as primeiras críticas de diretores e conselheiros do Palmeiras.

 Os cartolas não perdoam o técnico por escalar Daniel Carvalho, apesar de ele admitir ter errado. Reclamam também que o treinador queimou os jogadores ao falar da indolência do time.

As críticas rompem a lua-de-mel entre cartolagem e técnico. E faz os órfãos de Felipão sentirem saudades. Afirmam que Scolari não seria “ingênuo” como Kleina e escalaria um time mais “fechado” para  segurar o São Paulo. A avaliação é de que o técnico enfraqueceu demais o meio-campo com Daniel Carvalho, sem poder de marcação.

Os insatisfeitos já rotulam Kleina como “técnico de time pequeno” e fazem o treinador começar a sentir a pressão habitual no Palestra Itália, antes aliviada pelas três vitórias iniciais obtidas em seus primeiros jogos.