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MPT ouve testemunhas que podem esclarecer ‘vista grossa’ no Itaquerão
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Inquérito civil aberto pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) para investigar as condições de segurança no estádio do Corinthians deve esclarecer, por tabela, se o Ministério do Trabalho fez vistas grossas em relação a irregularidades na segurança dos operários que atuam na construção do estádio do Corinthians.

Na última quinta, a Folha de São Paulo publicou declarações polêmicas do superintendente do Ministério do Trabalho em São Paulo, Luiz Antonio Medeiros. De acordo com o jornal, ele disse: “Se esse estádio não fosse da Copa, os auditores teriam feito um auto de infração por trabalho precário e paralisado a obra. Estamos fazendo de conta que não vemos algumas coisas irregulares”.

De acordo com a assessoria de imprensa do MPT, o órgão “está chamando testemunhas que possam ou não reforçar a fala de Luiz Medeiros”.

O inquérito está em momento sigiloso e serão feitas vistorias de surpresa para detectar eventuais problemas. Isso só depois que acabar a interdição da área em que ocorreu, no último sábado, a morte do terceiro operário na obra da arena corintiana.

O inquérito do MPT sobre as condições de segurança no estádio corintiano já estava em curso antes de Medeiros se pronunciar.

À Folha, o superintendente também disse que o ministro do trabalho, Manoel Dias, deu respaldo à decisão da superintendência de fazer de conta que não vê irregularidades nos trabalhos a fim de não atrasar mais a entrega do palco de abertura da Copa.

Procurada pelo blog, a assessoria de imprensa do Ministério do Trabalho afirmou que “o único respaldo que o ministro deu ao superintendente Medeiros foi para fazer a fiscalização nas obras dentro do que determina a lei e, se possível, dentro de um entendimento com a empresa responsável pelas obras”. A assessoria explicou também que Dias acredita que o superintendente pode ter se expressado mal.

Atualização

Após a primeira versão do post ser publicada, o blog recebeu a seguinte nota do Ministério Público do Trabalho:

“A assessoria de imprensa do MPT em São Paulo esclarece que abriu inquérito para investigar as irregularidades de segurança e medicina do trabalho nas obras de construção da Arena Corinthians. Ao contrário do que o título sugere e o lide da matéria afirma, o MPT não investiga se houve “vista grossa” nas fiscalizações de outro órgão, mesmo porque não tem atribuição legal para isso. O MPT esclarece também que vem acompanhando as obras desde seu início e várias intervenções foram feitas desde então, não somente nos momentos de acidentes que causaram mortes de trabalhadores, mas no dia-a-dia observando e cobrando as proteções e condições ideais para evitar qualquer dano ao trabalhador”.

Abaixo, leia a primeira resposta enviada pela assessoria do MPT. O blog havia perguntado se o órgão tomaria ”alguma atitude em relação às declarações do superintendente do Ministério do Trabalho”.

“O MPT já abriu inquérito civil para investigar, inclusive chamando testemunhas que possam ou não reforçar a fala de Luiz Medeiros. O inquérito está ainda em momento sigiloso, então só temos essas informações. Acrescento que o MPT não está fazendo vistorias nesse momento, pois as obras no estádio seguem embargadas (as vistorias são feitas apenas durante o expediente dos trabalhadores, de surpresa, para que sejam melhor detectados os problemas do local).”

 

 


Corinthians estima receita líquida mínima de R$ 110 mi anuais com ingressos
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As contas mais minuciosas no Corinthians a respeito da arrecadação que o clube deve ter com a venda de ingressos em seu novo estádio apontam para aproximadamente pelo menos R$ 110 milhões líquidos por ano. Isso com 20 mil lugares nas arquibancadas provisórias, negociadas a preços populares.

Na estimativa feita pelo estafe corintiano não estão as verbas relativas à venda de camarotes, naming rights e outras propriedades a serem exploradas pela área de marketing . O valor é liquido porque já estão descontadas as despesas  previstas com manutenção e operação da arena, que incluem até custos com seguros. Essa despesa está projetada entre R$ 36 milhões e R$ 40 milhões.

A maior parte do dinheiro arrecadado no começo irá para pagar a obra. Luis Paulo Rosenberg, vice-presidente corintiano, disse em recente entrevista ao blog que nos primeiros anos o clube deve pagar pelo estádio cerca de R$ 200 milhões e a metade desse valor no final.


Corinthians x Figueirense é agendado como 1º jogo ‘padrão Fifa’ em Itaquera
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A partida entre Corinthians e Figueirense está programada para ser a primeira no “padrão Fifa” realizada no novo estádio do clube paulista. O jogo está marcado para o dia 17 de maio, ainda sem local oficializado pela CBF.

Porém, de acordo com o estafe corintiano que trabalha no estádio, foi combinado com a entidade máxima do futebol que a apresentação diante dos catarinenses será o “teste de validação da Fifa”. Ou seja, será a primeira partida oficial com toda a operação nos moldes da Copa do Mundo, a menos de um mês do início da competição, na mesma arena.

O clube ainda não sabe quantos ingressos irá colocar à disposição para o jogo com o Figueira. E nem se usará as arquibancadas provisórias, instaladas para a abertura do Mundial. Para os corintianos, é importante que o evento tenha pelo menos cerca de 35 mil torcedores afim de simular as condições do Pacaembu. Mas para a Fifa o que interessa é ensaiar a partida inaugural da Copa.

A tabela da CBF marca para o dia 27 de abril Corinthians x Flamengo em Itaquera, entretanto, o clube ainda não tem certeza de que o estádio estará apto para receber esse confronto. Trabalha com essa data, mas tem dez dias antes do jogo para mudar o local. E, segundo os corintianos, apesar de nesta data o estádio já precisar estar à disposição da Fifa, não há previsão de que o jogo seja de “validação” para a entidade.

Pelo cronograma alvinegro, haverá um teste com público de 4 mil pessoas, outro para 14 mil e o terceiro, preferencialmente uma partida oficial, com 48 mil torcedores.

A Fifa só conta com o estádio pronto em maio, apesar de ter sido combinada a data de 15 de abril para a conclusão das obras.


Lula e PT agora são criticados no Corinthians
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As obras do Itaquerão
As obras do Itaquerão

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Outrora, a relação de Andrés Sanchez com Lula e o PT era exaltada no Corinthians. A afinidade era vista como atalho para o alvinegro alcançar seus objetivos.  Principalmente em relação ao futuro estádio do clube, dando um olé no são-paulino Morumbi como palco da Copa do Mundo.

Hoje, porém, o cenário mudou. Cartolas e conselheiros corintianos se sentem abandonados por Lula. Reclamam, principalmente, que o mais célebre petista não ajudou o clube a acelerar o financiamento para as obras do estádio junto ao BNDES. Embora jamais Lula tenha afirmado publicamente existir o compromisso de colaborar com a operação, a queixa parte até do grupo de Andrés e é feita internamente.

Lula, conselheiro vitalício do Corinthians, também é cobrado por não ter aparecido no aniversário do clube no ano passado, nas instalações da arena. A ausência seria uma prova do distanciamento, apesar de ele alegar que não compareceu por ter outros compromissos.

Para os queixosos, Lula agiu pouco depois que o time conquistou o direito de fazer a abertura do Mundial em seu estádio e ainda deixou para o Corinthians a fama de equipe ajudada pelo Governo Federal. Só a fama, pois os dirigentes alegam que se existisse colaboração o financiamento teria saído mais facilmente.

Na questão do BNDES, Lula tem a seu favor a imagem do órgão de agir apenas tecnicamente  no que diz respeito à exigência de garantias, um dos pontos que atrapalharam o alvinegro.

É sabido também, que o ex-presidente petista chegou a se irritar por ver seu nome constantemente ligado a Andrés em reportagens sobre o estádio corintiano.

Os que agora malham a relação entre o ex-presidente do clube e Lula ficaram mais descontentes com a informação publicada nesta quinta pelo Blog do Rodrigo Mattos de que Andrés admite ser do clube a responsabilidade de bancar as estruturas complementares para o Itaquerão receber jogos da Copa. Ele afirmou que busca parceiros para levantar entre R$ 50 e R$ 60 milhões para essas obras.

Os descontentes alegam que quando a prefeitura estava nas mãos de aliados do PSDB, na gestão de Gilberto Kassab (primeiro no DEM, depois pelo PSD), o clube não cogitou pagar essa despesa. Mas que mudou de postura com o petista Fernando Haddad como prefeito. Andrés chegou a fazer campanha com Haddad em Itaquera e hoje é cotado para se candidatar a deputado federal pelo PT.

Lá atrás, quando começou essa brincadeira de estádio, o Corinthians, presidido por Andrés, sustentava que não colocaria a mão no bolso para garantir o Mundial em sua arena. Só interessava o que seria usado diariamente pelo clube.


Assembleia de SP autoriza empréstimo de R$ 360 mi para região do Itaquerão
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A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou nesta terça projeto de lei que permitirá ao Governo do Estado fazer um empréstimo de até R$ 360 milhões para investir na região do futuro estádio do Corinthians.

A nova lei permite que o governo assine contratos de empréstimos com instituições financeiras internacionais e com as que são controladas pela União para investir em projetos específicos. Um deles é o Polo Institucional de Itaquera,.

O governo se comprometeu a investir na região R$ 397,9 milhões. Mas até agora, com a Copa do Mundo próxima,  só colocou R$ 37,9 milhões.  Por isso, houve esforço para aprovar rapidamente o projeto que permite os empréstimos internacionais. Ao todo, contando outras regiões, operações de R$ 3,3 bilhões devem ser feitas para permitir investimentos em transporte na cidade.

De acordo com o Diário Oficial de São Paulo desta quarta, o governo estadual avalia que 7,4 milhões de moradores serão beneficiados com as obras viárias na área em que está sendo construído o estádio corintiano.

O orçamento das obras na região já estourou em R$ 52 milhões. O custo, incluindo investimentos da prefeitura e do governo, está estimado agora em 530,2 milhões.


Festa no Itaquerão causa batalha política e envolve presidente corintiano
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Atualizado às 19h43

A festa de aniversário do Corinthians, neste sábado, organizada por Andrés Sanchez, detonou uma batalha entre oposição e situação na CBF. Sobrou para o presidente corintiano, Mário Gobbi, que acabou intervindo.

Ele enviou um e-mail para presidentes de federações reforçando o convite, antes feito por meio de uma agência. Na mesma mensagem, o cartola informou que a CBF e a Federação Paulista também foram convidadas.

Oposicionistas afirmam que aliados de Marco Polo Del Nero tentaram convencer dirigentes de federações a não comparecer sob o argumento de que se trata de um evento político para fortalecer Andrés Sanchez. E que CBF e FPF não teriam sido convidadas.

De acordo com a assessoria de imprensa do Corinthians, a festa foi organizada por Andrés porque  ele é o responsável pelo Itaquerão. A comemoração é chamada também de pré-inauguração do estádio. A lista de convidados foi preparada pelo ex-presidente alvinegro.

A maioria dos presidentes de federação não viajou para  São Paulo. Almoço antes da festa numa churrascaria reuniu, também a convite de Andrés, apenas os presidentes das entidades do Rio de Janeiro, Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul. Eles fazem parte da ala que pretende lançar um candidato contra Marco Polo Del Nero.  A federação de Minas Gerais é vista como integrante desse bloco, mas seu presidente não compareceu.

O almoço teve ainda a presença de Marco Antônio Teixeira, tio de Ricardo Teixeira e um dos líderes da oposição na CBF.

Para os opositores, os demais Estados temeram que a presença na festa fosse encarada uma afronta à CBF. O blog não conseguiu localizar Marco Polo Del Nero, presidente da FPF e vice da CBF, para falar sobre o assunto.

 

O aniversário de 103 anos do Corinthians foi dia 1º, mas a festa será agora, no Itaquerão

Para que uma chapa seja inscrita na eleição do primeiro semestre do ano que vem são necessárias as assinaturas de oito dos 27 presidentes de federações e de cinco clubes da Série A.

O fato de o evento ganhar ares de manifestação de apoio político a Andrés, provável candidato da aposição, apesar de ele negar a candidatura, preocupa conselheiros corintianos. Eles temem retaliações por parte da CBF. Já existem críticas a Gobbi  que não estaria conseguindo blindar o clube do confronto entre Del Nero e Andrés.

O presidente alvinegro está em xeque. Caso se aproxime da CBF para mostrar não estar engajado no movimento de Andrés, será duramente atacado pelos andresistas no Parque São Jorge. Se deixar como está, continuará ouvindo críticas dos que acham que o time tem sido prejudicado nos bastidores por conta da disputa eleitoral.


Juvenal diz para advogados que povo vai pagar conta do Itaquerão
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Alvo de Juvenal, Itaquerão tem escadas com mármore

Juvenal Juvêncio voltou a disparar contra o futuro estádio corintiano em entrevista a uma revista direcionada a advogados. “Quem vai pagar essa conta é o povo”, disse ele em referência ao dinheiro investido na arena.

A declaração foi publicada na edição de agosto da Revista da CAASP (Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo), ligada à OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

O presidente do São Paulo justifica a alegação de que o povo arcará com as despesas do estádio afirmando que o Corinthians não tem garantias para dar ao BNDES pelo empréstimo de R$ 400 milhões. E que por isso a Caixa Econômica, banco estatal, entrou na operação.

“O terreno do estádio é público. Ele não pode oferecer como garantia. É por isso que nenhum banco quis ser o agente (repassador) do empréstimo do BNDES”, afirmou JJ.

O cartola também voltou a desdenhar da estrutura de Itaquera. “Lá não tem os hotéis, restaurantes e hospitais como há no Morumbi e arredores. Tem tudo para não dar certo”.

Juvenal foi rebatido na mesma reportagem por Ivandro Sanchez, um dos advogados do Corinthians. Ele assegurou que todas as garantias estão sendo apresentadas. E classificou como “falsas, clubísticas e preconceituosas” críticas aos incentivos fiscais para Itaquera. Recado para o presidente são-paulino, que afirmou que a “prefeitura abriu mão de arrecadação futura em favor de um clube privado.”


Corinthians espera assinar com Caixa em 15 dias para receber empréstimo do BNDES até fim do mês
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Espera por dinheiro do BNDES pode acabar em 30 dias

A expectativa do Corinthians é de assinar em até 15 dias os contratos com a Caixa para o repasse de R$ 400 milhões que serão emprestados pelo BNDES. Depois da assinatura, os corintianos esperam que até o fim de agosto o dinheiro para bancar parte da construção do estádio em Itaquera seja liberado pelo BNDES.

O acordo com a Caixa é a parte mais complicada por conta de uma série de burocracias. Agora, porém, estão sendo feito ajustes na minuta dos contratos. Assim que eles forem sacramentados a tendência é de uma rápida liberação no BNDES porque a direção do banco já aprovou o empréstimo para a Caixa.

Entre os trâmites burocráticos que precisaram ser enfrentados está a exigência da Caixa de que uma empresa credenciada por ela avalie os dois terrenos do Parque São Jorge oferecidos como garantida de que o clube pagará a dívida. A avaliação já foi feita e as áreas foram aprovadas, apesar de uma delas estar penhorada.

A Caixa pediu ainda uma análise na obra para checar se foram executadas as fases correspondentes ao dinheiro já investido. Essa etapa também  foi superada. Para a operação dar certo, a Odebrecht, responsável pela construção do estádio, também ofereceu garantias para o banco. Uma das hipóteses é a construtora pagar a dívida e virar credora do Corinthians.

O fato de o estádio corintiano demorar mais para receber dinheiro do BNDES do que outras arenas da Copa de 2014 é visto pelos envolvidos no projeto como uma prova de que não há favorecimento político. Se houvesse, o dinheiro teria saído rapidamente, sustentam os defensores da tese. Eles consideram a obra em Itaquera como a mais vigiada do Mundial.


Após pressão, prefeitura publica autorização para emissão de certificados de incentivo ao Itaquerão
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Obra teve ameaça de paralisação

Depois de uma longa espera, a prefeitura de São Paulo publicou nesta sexta, no Diário Oficial, a autorização para a emissão dos CIDs, certificados de incentivo que ajudarão a pagar a construção do estádio do Corinthians. A Secretaria do Trabalho autorizou a emissão da primeira parcela de R$ 156 milhões que vai “onerar a dotação orçamentária” do município, como diz a publicação.

Agora, os responsáveis pelo estádio já podem negociar os papéis para injetar dinheiro na obra, que correu o risco de paralisação. Na prefeitura, gente envolvida com a operação ainda não engoliu a pressão da Odebrecht e do Corinthians para tentar apressar a liberação.

No entanto, a pressa por dinheiro pode prejudicar o fundo que cuida do estádio. Isso porque os Cids serão vendidos para empresas que usarão os papéis para abaterem impostos. Como quem vende tem urgência em receber o dinheiro, o comprador pode barganhar melhor.

Mais R$ 264 milhões em Cids devem ser liberados. O processo, porém, demora porque a prefeitura precisa fazer perícia em diferentes estágios da obra.


Nova matriz de responsabilidades da Copa inclui investimento de R$ 317,7 milhões em Itaquera e corta trem no Morumbi
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Foi publicada nesta quarta no Diário Oficial da União a atualização da matriz de responsabilidades da Copa do Mundo de 2014. O documento estabelece obras prioritárias, gastos e quem paga as contas dos projetos do Mundial.

 Agora aparece na matriz um investimento de R$ 317,7 milhões em intervenções viárias na região da arena de Itaquera. Prefeitura e Governo do Estado assumem a responsabilidade pelos gastos e realização do projeto. Quem está na matriz conta com todos os benefícios previstos em lei para obras do Mundial. Como regime diferenciado de licitação.

A pedido do governo paulista, o monotrilho (Linha 17 – Ouro) previsto para passar perto do estádio do Morumbi foi excluído da relação de obras prioritárias. O projeto inicial prevê que o Governo Federal financiará R$ 1 bilhão para a execução. E cerca de R$ 800 milhões injetados pelo Governo Estadual. O corte não significa cancelamento do projeto.

O documento também inclui um aumento de 25% no valor do financiamento do Governo Federal para terraplenagem do Terminal 3 de passageiros do aeroporto de Cumbica. A quantia agora será de R$ 269,4 milhões.