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Uniformizadas do Corinthians estragam mais o Itaquerão do que são-paulinos
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As torcidas organizadas do Corinthians fizeram estrago maior no estádio do clube do que os visitantes são-paulinos neste domingo. Dois corrimãos foram quebrados pelas uniformizadas alvinegras no setor norte da arena. Na briga entre Pavilhão Nove, Camisa 12 e policiais militares, pelo menos um dos corrimãos foi usado como arma pelos vândalos.

Já na área destinada a visitantes, apenas o botão de uma descarga foi danificado. Os dados sobre os estragos foram passados pela assessoria de imprensa do clube, após consulta feita pelo blog.

O clássico vencido pelo Corinthians por 3 a 2 foi a primeira partida em Itaquera sem cadeiras nos setores em que ficam as organizadas e os visitantes. Elas foram retiradas a pedido das uniformizadas corintianas. Assim, mais uma vez o clube atendeu a um desejo dessas torcidas. E, de novo, elas prejudicam o time. Além da depredação, o clube corre o risco de ser punido pelo STJD por causa da confusão promovida por parte de seus torcedores e pelo arremesso de um isqueiro no gramado.

Por sua vez, a Federação Paulista aguarda relatório da Polícia Militar para decidir se aplica punição aos brigões.


Área externa do Itaquerão vai ter iluminação provisória na Copa
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A 18 dias da Copa do Mundo o estádio de abertura da competição ainda tem iluminação incompleta em seu entorno. Na partida Corinthians x Figueirense, os torcedores sofreram com a escuridão no caminho do setor sul até a rua, por exemplo. E em parte da via pública também não havia iluminação.

Corinthians, COL (Comitê Organizador Local) e entidades municipais e estaduais, no entanto, asseguram que tudo estará funcionando no dia 12 de junho, quando o Brasil enfrenta a Croácia.

Mas o lado de fora da arena terá iluminação provisória durante o Mundial, segundo a assessoria de imprensa do Corinthians. “O Sport Club Corinthians Paulista esclarece que a iluminação definitiva da área externa no setor sul, prevista no modo legado, interfere com as estruturas temporárias determinadas pela Fifa para a realização das partidas da Copa do Mundo. Por isso, o sistema definitivo será instalado após a Copa. Para o Campeonato Mundial, já começou a ser montado um sistema de iluminação provisório, que depois será adaptado à situação definitiva”, diz nota enviada pelo clube em resposta ao blog. O clube afirma que a iluminação estará à altura do evento.

Também indagada pelo blog, a assessoria da Secretaria Municipal de Serviços disse que a iluminação na rua Rua Luis Aires, usada por torcedores que desembarcam na estação Artur Alvim, está sob responsabilidade do Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A). Segundo a prefeitura, a empresa, ligada ao governo estadual, é responsável por instalar 11 pontos de iluminação na via.

No Dersa, a explicação é que dos 11 pontos o único em que os cabos da AES Eletropaulo não tinham chegado era justamente o que iluminaria a rua pela qual saíram parte dos corintianos, mas que ele está com energia agora.

Porém, a AES Eletropaulo afirma que no dia do jogo entre Corinthians e Figueirense seu serviço estava pronto. “As solicitações de instalação de 15 pontos de energia no entorno da Arena Corinthians, em Itaquera, feitas pelo Dersa à AES Eletropaulo foram todas concluídas entre os dias 10 e 18 de maio, dentro do prazo combinado. A instalação da iluminação pública a esses pontos de energia não é atribuição da AES Eletropaulo, cabendo ao Ilume (Departamento de Iluminação Pública da Prefeitura) e/ ou ao Dersa”.

Por sua vez, o COL respondeu que todas as áreas estarão com iluminação até a abertura da Copa e que a situação não preocupa.


Corintiano enfrenta caos em área mais barata de arena
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O corintiano pagou o pato pelos atrasos no estádio de abertura da Copa do Mundo. A situação foi caótica no jogo do clube com o Figueirense, neste domingo, em pelo menos um dos dois setores populares da arena, a arquibancada sul, com ingressos entre R$ 35 e R$ 50, dependendo do desconto dado por assiduidade.

Os problemas ficaram mais evidentes quando começou a chover. Como fazia no velho Pacaembu, parte dos torcedores se aglomerou para tentar ver o jogo na área de circulação se protegendo da chuva. Não funcionou. Ficaram embaixo das arquibancadas provisórias e se molharam do mesmo jeito. Mas não tinha iluminação no local. O piso estava esburacado. Essa combinação provocou vários tropeções.

Para ir até o banheiro, era preciso descer uma escada inacabada, com um improvisado corrimão que não inspirava confiança. Lá embaixo a chuva deixou várias poças. E havia mais evidências de que o estádio não está pronto, como uma caixa d’água fora de lugar. Havia barro em alguns pontos.

A chuva também atrapalhou quem estava nas primeiras fileiras do setor oeste inferior, vendido a R$ 250, sem contar os descontos. Vários torcedores dessa área migraram para a parte coberta, quando começou a chover. Em abril, quando questionada pelo blog sobre os vidros não instalados nas pontas da cobertura, a Odebrecht, construtora responsável pelo estádio, respondeu que não havia risco de os torcedores se molharem em caso de chuva.

Ao final do jogo, a escuridão dificultou a saída. Não há iluminação no local e orientadores mostravam o caminho com uma espécie de lanterna em forma de seta. Não é exagero dizer que foi imprudente realizar uma partida em condições tão precárias. Também não é descabido perguntar como o clube vai gastar cerca de R$ 1 bilhão num estádio que não oferece proteção contra chuva para todos os seus torcedores.


Governo Federal aparece em placa de obra que não ajudou a pagar em Itaquera
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Logomarca do Governo Federal ao lado da marca da prefitura em placa sobre obras em Itaquera

Logomarca do Governo Federal ao lado da marca da prefeitura em placa sobre obras em Itaquera

Na última quinta, dia em que Dilma Rousseff visitou o estádio do Corinthians, a Prefeitura de São Paulo exibiu na região da arena um painel que detalhava obras de mobilidade urbana já feitas em Itaquera para a Copa. Ele trazia a logomarca do Governo Federal, além da marca da administração municipal. Mas a obra foi bancada apenas pelo município e pelo Governo do Estado, segundo site da Comitê Paulista para a Copa, vinculado à gestão estadual.

A ação desagradou membros do governo estadual, que não gostaram também de ver Dilma visitando trecho viário que foi reformado sem dinheiro federal. O material não afirma que o Governo Federal investiu nas obras. Porém, normalmente, essas placas trazem a marca dos órgãos públicos que custearam os projetos. No mesmo local, o Governo do Estado instalou um paindel sobre o projeto, mas colocou só o seu símbolo, o da Prefeitura e o da Dersa, empresa ligada ao Estado de São Paulo e que trabalhou nas obras.

Por sua vez, a assessoria de imprensa da prefeitura afirmou que o painel foi colocado numa área sem visibilidade pública. E retirado em seguida.

“A Prefeitura de São Paulo esclarece que foram afixados dois painéis ilustrativos no primeiro ponto da visita da presidenta Dilma Rousseff, próximo à tenda que estava na alça viária. Esses painéis foram utilizados para mostrar para a presidenta imagens aéreas das obras viárias e demais intervenções no entorno da arena. Esses painéis não foram colocados para divulgação externa e foram removidos depois da visita”, diz nota enviada pela assessoria de imprensa ao blog.

O site do Comitê Paulista para a Copa, vinculado à administração estadual, diz que “governo e prefeitura firmaram um convênio para executar obras viárias na região de Itaquera. São cinco obras, iniciadas em 2012 e com conclusão até abril de 2014, com custo total estimado em R$ 548,5 milhões, sendo R$ 397,9 milhões do Tesouro do Estado e R$ 150,6 milhões da Prefeitura de São Paulo. Estas obras são executadas com recursos próprios, sem financiamento do governo federal, e não utilizam o Regime Diferenciado de Contratação (RDC).”

A assessoria de imprensa da presidência não respondeu ao e-mail enviado ao blog até a publicação deste post.

 

 


Fifa só deve ter uma chance de testar assentos provisórios de Itaquera
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O próximo teste no estádio do Corinthians, dia 10 de maio, ainda não terá as arquibancadas provisórias disponíveis ao público. Com isso, é grande a possibilidade de que elas só sejam testadas uma vez antes da abertura da Copa do Mundo.

A previsão de entrega dos cerca de 20 mil assentos temporários é justamente para o dia 10, quando ex-jogadores do clube vão se enfrentar no estádio. Porém, o estafe responsável pela arena alvinegra preferiu não usar essas arquibancadas no mesmo dia em que elas ficarão prontas. Um dos motivos é a venda antecipada de ingressos. Eles seriam vendidos sem que os assentos já tivessem sido entregues.

O evento seguinte será a partida entre Corinthians e Figueirense pelo Brasileirão, dia 18, já com as arquibancadas provisórias e comercialização de pelo menos 48 mil ingressos. A operação será nos moldes da Copa, sobre controle da Fifa, justamente para testes. Existe ainda a chance de o jogo contra o Atlético-PR ocorrer no estádio, antes do Mundial, mas essa possibilidade é considerada pequena pela direção alvinegra.

Para o duelo com o Figueira, pouco menos de 20 mil entradas serão negociadas a R$ 40. Esse será o preço de face do ingresso mais barato e é o mesmo praticado hoje pelo clube. Sócios-torcedores mais assíduos têm descontos.

Mas o Corinthians ainda não decidiu quanto irá cobrar pelos setores mais luxuosos no dia 18. A indefinição acontece porque o clube não sabe quais serviços poderá disponibilizar aos torcedores vips.

Até agora, responsáveis pela operação do estádio consideram que só fizeram um teste na arena, para cinco mil crianças. A festa realizada no Dia do Trabalho, nesta quinta, para funcionários e familiares, não valeu porque não foram colocados serviços à disposição dos presentes.

Em relação ao que foi testado no evento anterior, a avaliação é de que orientadores funcionaram bem, ajudando 80%  do público a ocupar o lugar marcado nos ingressos. Limpeza nos banheiros e o sistema de controle de ingressos  são outros aspectos considerados positivos. Já o número de lixeiras nos corredores foi inferior ao necessário e será aumentado.


MPT ouve testemunhas que podem esclarecer ‘vista grossa’ no Itaquerão
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Inquérito civil aberto pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) para investigar as condições de segurança no estádio do Corinthians deve esclarecer, por tabela, se o Ministério do Trabalho fez vistas grossas em relação a irregularidades na segurança dos operários que atuam na construção do estádio do Corinthians.

Na última quinta, a Folha de São Paulo publicou declarações polêmicas do superintendente do Ministério do Trabalho em São Paulo, Luiz Antonio Medeiros. De acordo com o jornal, ele disse: “Se esse estádio não fosse da Copa, os auditores teriam feito um auto de infração por trabalho precário e paralisado a obra. Estamos fazendo de conta que não vemos algumas coisas irregulares”.

De acordo com a assessoria de imprensa do MPT, o órgão “está chamando testemunhas que possam ou não reforçar a fala de Luiz Medeiros”.

O inquérito está em momento sigiloso e serão feitas vistorias de surpresa para detectar eventuais problemas. Isso só depois que acabar a interdição da área em que ocorreu, no último sábado, a morte do terceiro operário na obra da arena corintiana.

O inquérito do MPT sobre as condições de segurança no estádio corintiano já estava em curso antes de Medeiros se pronunciar.

À Folha, o superintendente também disse que o ministro do trabalho, Manoel Dias, deu respaldo à decisão da superintendência de fazer de conta que não vê irregularidades nos trabalhos a fim de não atrasar mais a entrega do palco de abertura da Copa.

Procurada pelo blog, a assessoria de imprensa do Ministério do Trabalho afirmou que “o único respaldo que o ministro deu ao superintendente Medeiros foi para fazer a fiscalização nas obras dentro do que determina a lei e, se possível, dentro de um entendimento com a empresa responsável pelas obras”. A assessoria explicou também que Dias acredita que o superintendente pode ter se expressado mal.

Atualização

Após a primeira versão do post ser publicada, o blog recebeu a seguinte nota do Ministério Público do Trabalho:

“A assessoria de imprensa do MPT em São Paulo esclarece que abriu inquérito para investigar as irregularidades de segurança e medicina do trabalho nas obras de construção da Arena Corinthians. Ao contrário do que o título sugere e o lide da matéria afirma, o MPT não investiga se houve “vista grossa” nas fiscalizações de outro órgão, mesmo porque não tem atribuição legal para isso. O MPT esclarece também que vem acompanhando as obras desde seu início e várias intervenções foram feitas desde então, não somente nos momentos de acidentes que causaram mortes de trabalhadores, mas no dia-a-dia observando e cobrando as proteções e condições ideais para evitar qualquer dano ao trabalhador”.

Abaixo, leia a primeira resposta enviada pela assessoria do MPT. O blog havia perguntado se o órgão tomaria “alguma atitude em relação às declarações do superintendente do Ministério do Trabalho”.

“O MPT já abriu inquérito civil para investigar, inclusive chamando testemunhas que possam ou não reforçar a fala de Luiz Medeiros. O inquérito está ainda em momento sigiloso, então só temos essas informações. Acrescento que o MPT não está fazendo vistorias nesse momento, pois as obras no estádio seguem embargadas (as vistorias são feitas apenas durante o expediente dos trabalhadores, de surpresa, para que sejam melhor detectados os problemas do local).”

 

 


Corinthians estima receita líquida mínima de R$ 110 mi anuais com ingressos
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As contas mais minuciosas no Corinthians a respeito da arrecadação que o clube deve ter com a venda de ingressos em seu novo estádio apontam para aproximadamente pelo menos R$ 110 milhões líquidos por ano. Isso com 20 mil lugares nas arquibancadas provisórias, negociadas a preços populares.

Na estimativa feita pelo estafe corintiano não estão as verbas relativas à venda de camarotes, naming rights e outras propriedades a serem exploradas pela área de marketing . O valor é liquido porque já estão descontadas as despesas  previstas com manutenção e operação da arena, que incluem até custos com seguros. Essa despesa está projetada entre R$ 36 milhões e R$ 40 milhões.

A maior parte do dinheiro arrecadado no começo irá para pagar a obra. Luis Paulo Rosenberg, vice-presidente corintiano, disse em recente entrevista ao blog que nos primeiros anos o clube deve pagar pelo estádio cerca de R$ 200 milhões e a metade desse valor no final.


Corinthians x Figueirense é agendado como 1º jogo ‘padrão Fifa’ em Itaquera
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A partida entre Corinthians e Figueirense está programada para ser a primeira no “padrão Fifa” realizada no novo estádio do clube paulista. O jogo está marcado para o dia 17 de maio, ainda sem local oficializado pela CBF.

Porém, de acordo com o estafe corintiano que trabalha no estádio, foi combinado com a entidade máxima do futebol que a apresentação diante dos catarinenses será o “teste de validação da Fifa”. Ou seja, será a primeira partida oficial com toda a operação nos moldes da Copa do Mundo, a menos de um mês do início da competição, na mesma arena.

O clube ainda não sabe quantos ingressos irá colocar à disposição para o jogo com o Figueira. E nem se usará as arquibancadas provisórias, instaladas para a abertura do Mundial. Para os corintianos, é importante que o evento tenha pelo menos cerca de 35 mil torcedores para simular as condições do Pacaembu. Mas para a Fifa o que interessa é ensaiar a partida inaugural da Copa.

A tabela da CBF marca para o dia 27 de abril Corinthians x Flamengo em Itaquera, entretanto, o clube ainda não tem certeza de que o estádio estará apto para receber esse confronto. Trabalha com essa data, mas tem dez dias antes do jogo para mudar o local. E, segundo os corintianos, apesar de nesta data o estádio já precisar estar à disposição da Fifa, não há previsão de que o jogo seja de “validação” para a entidade.

Pelo cronograma alvinegro, haverá um teste com público de 4 mil pessoas, outro para 14 mil e o terceiro, preferencialmente uma partida oficial, com 48 mil torcedores.

A Fifa só conta com o estádio pronto em maio, apesar de ter sido combinada a data de 15 de abril para a conclusão das obras.


Lula e PT agora são criticados no Corinthians
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As obras do Itaquerão
As obras do Itaquerão

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Outrora, a relação de Andrés Sanchez com Lula e o PT era exaltada no Corinthians. A afinidade era vista como atalho para o alvinegro alcançar seus objetivos.  Principalmente em relação ao futuro estádio do clube, dando um olé no são-paulino Morumbi como palco da Copa do Mundo.

Hoje, porém, o cenário mudou. Cartolas e conselheiros corintianos se sentem abandonados por Lula. Reclamam, principalmente, que o mais célebre petista não ajudou o clube a acelerar o financiamento para as obras do estádio junto ao BNDES. Embora jamais Lula tenha afirmado publicamente existir o compromisso de colaborar com a operação, a queixa parte até do grupo de Andrés e é feita internamente.

Lula, conselheiro vitalício do Corinthians, também é cobrado por não ter aparecido no aniversário do clube no ano passado, nas instalações da arena. A ausência seria uma prova do distanciamento, apesar de ele alegar que não compareceu por ter outros compromissos.

Para os queixosos, Lula agiu pouco depois que o time conquistou o direito de fazer a abertura do Mundial em seu estádio e ainda deixou para o Corinthians a fama de equipe ajudada pelo Governo Federal. Só a fama, pois os dirigentes alegam que se existisse colaboração o financiamento teria saído mais facilmente.

Na questão do BNDES, Lula tem a seu favor a imagem do órgão de agir apenas tecnicamente  no que diz respeito à exigência de garantias, um dos pontos que atrapalharam o alvinegro.

É sabido também, que o ex-presidente petista chegou a se irritar por ver seu nome constantemente ligado a Andrés em reportagens sobre o estádio corintiano.

Os que agora malham a relação entre o ex-presidente do clube e Lula ficaram mais descontentes com a informação publicada nesta quinta pelo Blog do Rodrigo Mattos de que Andrés admite ser do clube a responsabilidade de bancar as estruturas complementares para o Itaquerão receber jogos da Copa. Ele afirmou que busca parceiros para levantar entre R$ 50 e R$ 60 milhões para essas obras.

Os descontentes alegam que quando a prefeitura estava nas mãos de aliados do PSDB, na gestão de Gilberto Kassab (primeiro no DEM, depois pelo PSD), o clube não cogitou pagar essa despesa. Mas que mudou de postura com o petista Fernando Haddad como prefeito. Andrés chegou a fazer campanha com Haddad em Itaquera e hoje é cotado para se candidatar a deputado federal pelo PT.

Lá atrás, quando começou essa brincadeira de estádio, o Corinthians, presidido por Andrés, sustentava que não colocaria a mão no bolso para garantir o Mundial em sua arena. Só interessava o que seria usado diariamente pelo clube.


Assembleia de SP autoriza empréstimo de R$ 360 mi para região do Itaquerão
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A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou nesta terça projeto de lei que permitirá ao Governo do Estado fazer um empréstimo de até R$ 360 milhões para investir na região do futuro estádio do Corinthians.

A nova lei permite que o governo assine contratos de empréstimos com instituições financeiras internacionais e com as que são controladas pela União para investir em projetos específicos. Um deles é o Polo Institucional de Itaquera,.

O governo se comprometeu a investir na região R$ 397,9 milhões. Mas até agora, com a Copa do Mundo próxima,  só colocou R$ 37,9 milhões.  Por isso, houve esforço para aprovar rapidamente o projeto que permite os empréstimos internacionais. Ao todo, contando outras regiões, operações de R$ 3,3 bilhões devem ser feitas para permitir investimentos em transporte na cidade.

De acordo com o Diário Oficial de São Paulo desta quarta, o governo estadual avalia que 7,4 milhões de moradores serão beneficiados com as obras viárias na área em que está sendo construído o estádio corintiano.

O orçamento das obras na região já estourou em R$ 52 milhões. O custo, incluindo investimentos da prefeitura e do governo, está estimado agora em 530,2 milhões.