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Arquivo : juvenal

Governo paulista tenta colocar CTs do São Paulo na Copa
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Com Gustavo Franceschini, do UOL Esporte

Raquel Verdenacci, coordenadora executiva do Comitê Paulista para a Copa-14, almoçou nesta terça no Morumbi e entregou um contrato para Juvenal Juvêncio analisar. O documento é o termo de compromisso para entidades interessadas em alugar centros de treinamentos para seleções da Copa.

Inicialmente, o São Paulo não se inscreveu para colocar os seus CTs no mapa do Mundial. Na ocasião, Juvenal não quis assinar o contrato por considerar que tradicionalmente os acordos sugeridos pela Fifa só são bons para ela.

O presidente são-paulino entende que não precisa se credenciar para alugar seus CTs. Pretendia fazê-lo individualmente. Mas o Comitê Paulista sustenta que as seleções só podem ficar nos locais que têm contrato assinado.

E o órgão montado pelo governo está empenhado em trazer o maior número de seleções para a cidade e para o Estado. Acredita que isso dá visibilidade, principalmente se forem equipes de ponta. Os CTs de Cotia e da Barra Funda aumentariam as possibilidades paulistas.

Representantes alemães já estiveram em Cotia e demonstraram interesse. Para não perder a oportunidade, o comitê tenta convencer Juvenal a aceitar as condições do COL. O presidente são-paulino ouviu que o contrato é mais suave do que ele imagina. O documento já está com o advogado Francisco Manssur, que também participou do almoço e fará a análise para o dirigente.

O cartola obteve a garantia de que está descartada a possibilidade de ter que ceder as instalações do clube de graça. Havia essa desconfiança porque o Brasil, por exemplo, recebeu dinheiro para ficar nas sedes que escolheu nas últimas Copas.


São Paulo devolve camarote no Morumbi à Federação Paulista
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Em mais um sinal de reaproximação entre Federação Paulista e São Paulo, Juvenal Juvêncio devolveu à entidade o camarote que ela usava no Morumbi.

A decisão foi tomada no final do ano passado, depois de uma conversa entre os dois presidentes. A falta de uma área própria deixava o cartola da FPF embaraçado quando dirigentes de outros estados pediam abrigo no estádio em dias de jogos.

Juvenal disse a Del Nero que entendia a situação da federação e que seu problema com o dirigente já tinha sido resolvido quando o cartola da FPF foi suspenso pelo STJD por 90 dias.

O São Paulo retirou o camarote da FPF depois do caso Madonna, em 2008. Del Nero levou o gancho por sua participação no episódio que culminou com a troca da arbitragem do jogo entre Goiás e o time paulista na última rodada do Brasileirão daquele ano.

Na ocasião, o presidente da federação informou à CBF que o São Paulo havia enviado um envelope ao árbitro Wagner Tardelli. Nele estariam ingressos para o show da cantora Madonna na casa do tricolor paulista.

Ao entregar de volta a área nobre à FPF, Juvenal disse para Del Nero que em troca queria um favor definitivo: não ser prejudicado.


Presidente do São Paulo põe ponto final em pedido de Leão por goleiro
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Os pedidos públicos de Leão para que o São Paulo contrate um goleiro em virtude da lesão de Rogério Ceni incomodaram a diretoria a ponto de Juvenal Juvêncio intervir.

O dirigente teve uma conversa sem rodeios com o treinador para deixar claro que não vai contratar para a posição. Não quer mais ouvir Leão falando sobre o assunto.

O blog apurou que Juvenal foi convencido por diretores e outros integrantes da comissão técnica de que, guardadas as devidas proporções, Leo, hoje reserva de Dênis, tem potencial para ser o sucessor de Rogério. Assim, não faria sentido a preocupação de Leão no caso de o atual titular se machucar.


Juvenal foi pressionado a contra-atacar Andrés e ensaiou frase sobre mobral
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Fazia tempo que diretores e conselheiros do São Paulo pressionavam Juvenal Juvêncio para responder aos ataques de Andrés Sanchez. O presidente tricolor chegou, por mais de uma vez, a dizer que daria entrevista falando sobre o rival ter o “mobral inconcluso”. Mas sempre guardou a provocação na gaveta. Até minutos antes do jogo com o Inter, em Barueri.

Juvenal ouvia de seus aliados que Andrés usa o São Paulo para fazer média com a CBF e tirar os holofotes das crises corintianas. Suas declarações eram vistas também como uma maneira de perturbar um postulante ao título Brasileiro.

O fato de o são-paulino não responder aos disparos gerava críticas internas a ele. Principalmente depois de Andrés dizer que o clube estava contratando Dagoberto.

Juvenal, então, decidiu reagir. Escolheu um tema que ferve o sangue do adversário. Segundo cartolas são-paulinos, Andrés já disse para eles que não se incomoda quando falam da virgindade de seu time na Libertadores.

Mas o corintiano deixou escapar que sai do sério se dizem que ele não estudou e que comete erros de português. Sabendo disso, Juvenal fez um ataque cirúrgico e está certo de que o desafeto acusou o golpe.

Porém, no Morumbi, há quem critique o presidente afirmando que nem uma figura tão antipática para o clube merecia tamanha grosseria. O episódio destoou da imagem cavalheiresca que os são-paulinos sempre disseram fazer parte de seu DNA.


Juvenal confirma candidatura e oposição prepara W.O em eleição
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Juvenal Juvêncio publica nesta sexta em um jornal de grande circulação sua plataforma com planos para mais um mandato. É uma exigência do estatuto do São Paulo para quem quer disputar a presidência no pleito do próximo dia 20.

O opositor Édson Lapola também publicará material ratificando sua candidatura, que é vista apenas como um protesto no Morumbi. Tanto é que o maior grupo de oposição do São Paulo iniciou um movimento pedindo para que os conselheiros não compareçam à eleição.

Um manifesto foi redigido e será assinado pelos que concordarem com o W.O na votação. O documento afirma que a eleição não é legítima. Os opositores entendem que não podem participar de uma eleição que contestam em dois pleitos na Justiça. Seria legitimar algo que dizem ser irregular.

 A ação mais antiga é contra o fato de os sócios não poderem votar. Só os conselheiros participam. Outro processo contesta a tentativa de Juvenal de mudar o estatuto para poder tentar o seu terceiro mandato. Uma liminar permitiu a eleição com a condição de que o resultado fique sub judice, até a decisão da Justiça.

O cenário de protestos e abstenções dissolve a imagem de clube moderno que o São Paulo ostentou por um bom tempo.


Juvenal está a oito dias de realizar o sonho do terceiro mandato, ainda que sub judice
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O Conselho Deliberativo do São Paulo marcou para a próxima quarta, dia 20, a eleição para a presidência do clube. No mesmo dia, a equipe enfrenta o Goiás, pela Copa do Brasil. Os candidatos têm até cinco dias antes do pleito para publicarem em jornal de grande circulação as suas plataformas.

Juvenal Juvêncio e o opositor Edson Lapolla devem ser os únicos postulantes. Como o atual presidente tem a maioria no Conselho, a candidatura do oposicionista é considerada apenas como um protesto.

A data escolhida deve coincidir com o julgamento no Tribunal de Justiça de São Paulo da liminar que veta o terceiro mandato de Juvenal. O pleito foi autorizado com a condição de seu resultado ficar sub judice. O São Paulo não precisava passar por esse constrangimento. Justamente o clube que já foi símbolo de modernidade.


‘O estatuto é capenga e precisa mudar’, diz Juvenal Juvêncio
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Fiz uma espécie de visita guiada pelo Morumbi na companhia do diretor de marketing do São Paulo, Adalberto Dellape Baptista. O objetivo era conhecer as obras feitas para deixar o estádio em condições de receber jogos da Copa do Mundo.

O tour terminou com uma inesperada passagem pela sala de Juvenal Juvêncio. Assim que entrei, falei algo sobre as categorias de base para puxar assunto. O presidente pegou um bloco de notas com o escudo do São Paulo e seu nome. Rabiscou: 1 – Barra Funda, 2 – Cotia, 3 – Estádio, 4 - Torcida. Enquanto rabiscava, falava sobre o aproveitamento dos pratas-da-casa no time de cima, das receitas geradas pelo Morumbi e do fato de a torcida são-paulina ser a que mais cresceu nos últimos anos.

Em seguida, o cartola concluiu: “Quem tem esses quatro pontos, fecha o ciclo vitorioso. O São Paulo fechou o ciclo e por isso está cinco anos adiantado em relação aos adversários”. Tive a certeza de que a conversa caminhava para finalmente o cartola “confessar” que vai ser candidato ao terceiro mandato, apoiado em uma mudança estatutária a ser feita nesta terça pelo Conselho Deliberativo.

Juvenal disse ainda ter ouvido do ex-presidente Laudo Natel que o Morumbi só foi concluído porque ele foi presidente por sete mandatos e ficou por mais cinco na comissão de obras. “Se não ficasse não teria construído mesmo”. Pensei, agora ele fala que é candidato. Não falou. Então, transformei a conversa informal numa rápida entrevista.

1- O senhor já decidiu ser candidato, certo?

Não. Não desconheço que a maioria quer que eu continue na presidência. Mas não temos pressa, todos conhecem os conselheiros, sabem quem pode se candidatar. Vamos fazer a reunião do Conselho, decidir o que o clube quer com calma. O assunto eleição só deve ser definido na segunda quinzena de março [a votação será em abril].

Quem defende sua permanência diz que só o senhor pode reconduzir o Morumbi à Copa do Mundo.

Não quero falar isso porque pode soar soberano. Mas admito que sou um cidadão que sempre batalhou por isso. Trabalho há três anos nesse projeto, conheço tudo muito bem.

Mas e o desgaste de mudar o estatuto? Um novo mandato não seria antiético? 

Disputei a última eleição e ganhei. Se meu adversário [Aurélio Miguel, que prometeu acionar hoje a Justiça] tivesse vencido, ele teria direito a dois mandatos sob as regras do estatuto atual. Mas eu só tenho direito a um mandato [o outro foi com o estatuto antigo]. Ficou uma coisa capenga, que precisa ser corrigida.

A entrevista termina. Antes que eu deixasse a sala, Juvenal me entrega uma papelada: “Toma, é uma bomba”. Na verdade era uma relação de todos os presidentes do São Paulo e uma manifestação de apoio ao terceiro mandato de Juvenal assinado pelos ex-presidentes Laudo Natel e Manoel Raymundo Paes de Almeida.

O manifesto fala no tal ciclo vencedor, na importância das obras no Morumbi e conclama Juvenal a lançar sua candidatura. O tom vai ser esse. De aceitar o apelo dos conselheiros. Mesmo depois de ler o manifesto, de ouvir Juvenal e de ficar impressionado com a reforma do Morumbi, continuo avaliando que a reeleição é desnecessária. O São Paulo não precisava desse desgaste.


Juvenal obtém 1ª vitória no Conselho por permanência; estatuto será alterado
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A reunião do Conselho Deliberativo do São Paulo na próxima terça-feira não será apenas para a apreciação do parecer que aprova o terceiro mandato de Juvenal Juvêncio. Será votada uma emenda que deixará o estatuto mais claro em relação à validade da nova reeleição do presidente. A informação foi confirmada ao blog por Ademar de Barrros, presidente do Conselho.

Em outras palavras, será votada uma alteração no estatuto para tentar legitimar a reeleição e minar a estratégia da oposição de ir à Justiça. Mudança estatutária com fins eleitorias a dois meses da votação não combina com a modernidade alardeada pelo São Paulo. No Conselho, a situação tem maioria e deverá conseguir a aprovação com um pé nas costas.

 A primeira vitória de Juvenal já foi obtida na comissão legislativa do Conselho. Ela deu parecer favorável à emenda que reforça a tese da continuidade do atual presidente. Essa decisão servirá para orientar os conselheiros a votarem a favor da emenda.

Segundo Barros, a nova emenda foi apresentada por Carlos Miguel Aidar, autor também do texto que alterou de dois para três anos o mandato presidencial no clube. “Do jeito que está, o estatuto já permite a reeleição do Juvenal. Nós só vamos tornar essa situação mais clara”, disse o presidente do Conselho.

Se a candidatura de Juvenal for aprovada, Barros também ganhará o direito de ter mais um mandato como presidente do órgão. As regras valem para os dois cargos.

No encontro, Aidar explicará aos conselheiros que é possível Juvenal se candidatar porque está em seu primeiro mandato sob as regras do novo estatuto. Na gestão anterior, o estatuto era outro.

Veja abaixo a ata da convocação da reunião extraordinária. O parágrafo citado é justamente o objeto de discussão em relação a possível reeleição.

 

EGRÉGIO CONSELHO DELIBERATIVO

 

CONVOCAÇÃO

 

         ADEMAR DE BARROS, Presidente do EGRÉGIO CONSELHO DELIBERATIVO do SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE, no uso dos poderes de seu cargo e com apoio nas disposições dos artigos 54 letra “d”, 55 letra “a”, 50 letra “m”, 119 § 1º e 2º, artigo 58 e parágrafos do Estatuto Social, tem a honra de

         CONVOCAR as Senhoras e Senhores Conselheiros para as REUNIÕES ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA que serão realizadas no próximo dia 15 (quinze) de fevereiro de 2011, às 19h00, em 1ª convocação e às 19h30, em 2ª convocação, na forma do disposto no artigo 60 do Estatuto Social , no auditório “Monsenhor Doutor Francisco Bastos”, nas dependências do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, para atender a seguinte

 

ORDEM DO DIA

 

REUNIÃO ORDINÁRIA

 

1.     Abertura – Hino e Páginas do São Paulo.

2.     Leitura, discussão e votação da Ata da Reunião Ordinária realizada em 16 de dezembro de 2010.

3.     Exame do Expediente.

4.     Discussão e votação da proposta do Conselho Consultivo, de concessão de títulos de Beneméritos, aos Associados José Eduardo Mesquita Pimenta, Carlos Miguel Castex Aidar e Juvenal Juvêncio, conforme artigos 5º e 50 “e” do Estatuto Social.

5.     Tomada de conhecimento do Relatório da Diretoria sobre as atividades administrativas referentes ao último bimestre.

6.     Tomada de conhecimento do Relatório do Conselho Fiscal referente ao último bimestre.

7.     Assuntos gerais de interesse da Instituição.

 

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA

 

Discussão e votação da proposta de inclusão de parágrafo único ao Artigo 139 do Estatuto Social , de autoria do associado e Conselheiro Vitalício Carlos Miguel Castex Aidar, com parecer favorável da Comissão Legislativa.

São Paulo, 05 de fevereiro de 2011.

 

ADEMAR DE BARROS

Presidente


São Paulo marca reunião por permanência de Juvenal e incendeia oposição
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Na próxima terça, o Conselho Deliberativo do São Paulo fará uma sessão para analisar o parecer do conselheiro Carlos Miguel Aidar favorável à reeleição de Juvenal Juvêncio. A oposição promete levar mais de mil torcedores à porta do Morumbi no dia do encontro para protestar contra o que chama de golpe.

Na reunião será discutida a suposta brecha estatutária que permitiria o terceiro mandato do atual presidente, apesar de só serem autorizados dois. Os situacionistas dizem já ter a assinatura de 180 conselheiros que concordam com a candidatura.

A oposição só começou a preparar um abaixo-assinado ontem. Porém, sócios do clube já estudam uma ação na Justiça, dependendo do que acontecer na reunião de terça. Juvenal tem a maioria no Conselho, principalmente após uma aliança com o ex-presidente José Augusto Bastos Neto.

A valorização das categorias de base, graças à reforma do CT de Cotia, é um dos principais pontos da campanha de Juvenal, apesar de ele não ter oficializado ainda sua intenção.

“Não existe nada no estatuto que permita mais um mandato. Eles estão achando que todo mundo é bobo, mas não é assim. O torcedor não é bobo e vai se manifestar contra o Juvenal 1º e Único”, afirmou Edson Lapola, conselheiro que pretende concorrer contra o atual presidente.

A eleição são-paulina promete ser nada discreta, contrariando o estilo diferenciado tão alardeado por Juvenal.


São Paulo marca reunião pela permanência de Juvenal e incendeia oposição
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Na próxima terça, o Conselho Deliberativo do São Paulo fará uma sessão para analisar o parecer do conselheiro Carlos Miguel Aidar favorável à reeleição de Juvenal Juvêncio. A oposição promete levar mais de mil torcedores à porta do Morumbi no dia do encontro para protestar contra o que chama de golpe.

Na reunião será discutida a suposta brecha estatutária que permitiria o terceiro mandato do atual presidente, apesar de só serem autorizados dois. Os situacionistas dizem já ter a assinatura de 180 conselheiros que concordam com a candidatura.

A oposição só começou a preparar um abaixo-assinado ontem. Porém, sócios do clube já estudam uma ação na Justiça, dependendo do que acontecer na reunião de terça. Juvenal tem a maioria no Conselho, principalmente após uma aliança com o ex-presidente José Augusto Bastos Neto.

A valorização das categorias de base, graças à reforma do CT de Cotia, é um dos principais pontos da campanha de Juvenal, apesar de ele não ter oficializado ainda sua intenção.

“Não existe nada no estatuto que permita mais um mandato. Eles estão achando que todo mundo é bobo, mas não é assim. O torcedor não é bobo e vai se manifestar contra o Juvenal 1º e Único”, afirmou Edson Lapola, conselheiro que pretende concorrer contra o atual presidente.

A eleição são-paulina promete ser nada discreta, contrariando o estilo diferenciado tão alardeado por Juvenal.