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Kléber Gladiador gera nova polêmica no Palmeiras
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O temor de que o atacante Kléber retorne ao Palestra Itália voltou a agitar os bastidores do Palmeiras. Segundo duas fontes, uma ligada à diretoria do alviverde e outra com trânsito no Grêmio, José Carlos Brunoro tornou a negociar a contratação nos últimos 15 dias.

A informação é negada pela diretoria do Palmeiras. Mesmo assim, conselheiros protestam e integrantes do COF (Conselho de Orientação Fiscal) falam em cobrar explicações do presidente Paulo Nobre.

De acordo com as duas fontes, Brunoro procurou o Grêmio para tentar o empréstimo do Gladiador por um ano, ouvindo que o empresário do atleta só aceita a transferência  em definitivo e com um contrato por cinco anos. Kléber teria que receber mais do os cerca de R$ 650 mil atuais.

Ainda segundo os dois relatos, o Palmeiras teria oferecido um contrato de quatro anos, mantendo o salário atual do jogador. A informação também é rechaçada pelo clube.

A assessoria de imprensa palmeirense alega que quando Barcos foi pra Porto Alegre o Grêmio ofereceu Kléber por empréstimo para ser o quinto atleta cedido pelos gaúchos.

 

Foto: Lucas Uebel/Preview.com

O alviverde pagaria metade de seus salários. Porém, Pepe Dioguardi, agente do jogador, não topou o negócio e pediu os cinco anos de contrato. A informação chegou a ser divulgada pelo UOL Esporte na ocasião.

A exigência do contrato de cinco anos encerrou a conversa, e o Palmeiras nunca mais procurou o Grêmio a respeito de Kléber, assegura a assessoria de imprensa.

Os conselheiros que acreditam na nova tentativa reclamam que Brunoro teria tentado fazer uma negociação que no final só ajudaria ao amigo Vanderlei Luxemburgo. O treinador se livraria de Kléber, e o Palmeiras ficaria com um “bonde” para sustentar.


Presidente do Palmeiras diz em reunião que chance de Kléber retornar é remota; agente nega negociação
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Em reunião na noite desta segunda, o presidente do Palmeiras disse ser remota a chance de Kléber voltar ao clube. A afirmação foi feita durante sessão do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização).

A declaração se tratou de resposta ao ex-presidente Carlos Bernardo Facchina Nunes. O ex-dirigente falou que não poderia dormir com a dúvida sobre o possível retorno do Gladiador.

Nobre admitiu a negociação, porém, declarou na reunião que o atleta quer um contrato de cinco anos para ganhar R$ 500 mil mensais. As condições dificultam o retorno. Já Pepe Dioguardi, procurador do atleta, disse ao blog  que não conversou com nenhum clube. E que só fará isso se o Grêmio indicar um time para ele conversar.

O empresário afirmou também ter a indicação de que a diretoria gremista não quer se desfazer do jogador. Além disso, segundo ele, Kléber está feliz no clube e em Porto Alegre, onde comprou uma casa recentemente.

Por sua vez, membros do COF  deixaram claro na reunião que não gostam da ideia de Kléber voltar ganhando um salário tão alto depois de Barcos ser negociado com o Grêmio justamente por problemas financeiros. Parte dos “cofistas” não queria nem que o nome dele fosse aceito pela diretoria.

O Gladiador viria para completar a troca com os gremistas. Em Porto Alegre, ele recebe R$ 650 mil mensais. A informação no Palmeiras é de que o jogador aceitaria ganhar menos em troca de um contrato mais longo. Ele tem ainda quatro anos de compromisso com o Grêmio. Contudo, Pepe diz não exisitr esse interesse.


Para jogadores do Palmeiras, Valdivia é referência de salário alto e rendimento baixo
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Os cerca de R$ 500 mil mensais pagos a Valdivia pelo Palmeiras criaram um clima ruim para o chileno entre os colegas. Seus companheiros avaliam que o atacante ganha mais do que todos, porém, joga menos do que boa parte do grupo.

Por isso, os jogadores mais importantes do elenco tentam receber o mesmo que Valdivia na primeira oportunidade. Barcos já fez a sua exigência, ainda que sem criticar o companheiro para a diretoria. De acordo com a rádio Jovem Pan, o argentino se concentrou um dia depois do que o time antes do clássico contra o São Paulo justamente por querer salário semelhante ao do chileno.

Valdivia ganha cerca de R$ 500 mil; Barcos por volta de R$ 200 mil

Um diretor, dois conselheiros e uma pessoa próxima ao argentino confirmaram ao blog a intenção dele de ganhar reajuste, apesar de o atleta negar a informação.

Conforme esses relatos, Barcos, que recebe aproximadamente R$ 200 mil mensais, está em campanha salarial desde agosto, quando teve oferta do Qatar. O Palmeiras recusou a proposta, e o atacante ficou esperando uma compensação financeira.

Segundo gente com trânsito no vestiário palmeirense, ele ficou ainda mais insatisfeito ao saber que num passado recente Kléber recebeu proposta do Flamengo, não foi vendido, e o Palmeiras não cobriu a oferta.

Outro lado

Ao site oficial do Palmeiras, Barcos negou que tenha pedido aumento. Alegou que se concentrou depois porque estava cansado após viagem de volta do amistoso que não aconteceu entre Argentina e Brasil. À reportagem do UOL Esporte, o presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone, e o empresário do jogador, Marcelo Brito, também negaram o pedido de reajuste.


Após comemorar “faxina”, Palmeiras volta a conviver com problemas da era Kléber
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A “faxina” feita no Palestra Itália foi apontada por membros da comissão técnica do Palmeiras e por cartolas como um dos principais fatores que levaram o time ao título da Copa do Brasil. Porém, com o triunfo ainda fresco na memória dos torcedores, o clube já enfrenta problemas comuns antes da “limpeza”.

Voltaram a acontecer atritos entre gente da comissão técnica, jogadores e cartolas. Atletas outra vez são acusados de indisciplina, exagero nas baladas e falta de vontade. De novo, há um clima de caça aos delatores que entregam os podres do elenco para imprensa.

Curiosamente, tudo isso era dado como página virada durante a comemoração do título. As saídas de Kléber, Lincoln e até do gerente Sérgio do Prado, entre outras, eram consideradas responsáveis pelo ar puro no vestiário alviverde.

Agora eles não estão por lá. E bastou o time cair de rendimento para as mesmas queixas se multiplicarem pelo clube. Colegas de João Vítor querem saber quem vazou a informação de que ele chegou com hálito de cachaça. Como mostra reportagem do UOL Esporte, a diretoria não gostou de ler no Estado de S. Paulo que existe desconfiança de que há “chinelinhos” no grupo. E aposta que gente ligada à comissão técnica vazou a informação.

Agora ficou difícil sustentar que a turma “banida” era a única que deixava o ambiente carregado no Palestra.


‘Família Scolari’ provoca Lincoln e ‘Judas’ em comemoração
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Num dos momentos de intimidade do elenco palmeirense após a conquista da Copa do Brasil, os jogadores alfinetaram dois ex-colegas. Gritaram “Chupa, Lincoln” e “Chupa Judas”.

A primeira cutucada foi no ex-companheiro, adversário na decisão, saindo da reserva do Coritiba. Já na segunda indireta usaram o mesmo apelido que parte da torcida botou em Kléber após a sua saída para o Grêmio.

O coro entoado pelos campeões faz referência ao auge da crise vivida pelo time, tempos em que o ambiente no vesitário era carregado e nem todos os atletas se entendiam com Felipão. Lincoln e Kléber são dois exemplos.

O Gladiador foi pivô do momento mais tenso vivido pelo grupo. Liderou o movimento para o elenco não se concentrar antes do jogo contra o Flamengo no Rio, depois da briga da Mancha com João Vítor.

Ao mesmo tempo em que os campeões lembraram velhas animosidades, novos laços de união da “família Scolari” ficaram evidentes na comemoração. O argentino Barcos e o paraguaio Román, por exemplo, foram festejados por serem considerados os principais responsáveis pela reaproximação de Valdivia com Felipão e o elenco. Fizeram a cabeça do chileno para que ele continuasse no Palestra Itália.


Conselho de Fiscalização pede para diretoria do Palmeiras evitar negligência e prejuízo com Valdivia
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Com medo de o clube levar um enorme prejuízo por causa da vontade de Valdivia de deixar o Brasil, o COF (Conselho de Orientação e Fiscalização do Palmeiras) enviou carta sobre o assunto para Arnaldo Tirone. O documento pede para o presidente ficar alerta a fim de evitar que o clube leve a pior nessa história.

Na mensagem, o órgão diz que houve quebra de hierarquia e negligência quando Kléber deixou o Palestra Itália. E fala que isso não pode se repetir. Ou seja, o pedido é para que a diretoria não aceite um negócio ruim apenas para atender à vontade do jogador. No caso do Gladiador, o alviverde recebeu do Grêmio menos do que ganharia do Flamengo, se tivesse vendido o atacante antes de ele cismar que não vestiria mais a camisa do time.

Na carta, o COF diz alertar para responsabilidade com que deve ser tratada a questão. Recomenda à diretoria “austeridade na preservação dos direitos do clube”.

O documento lembra que a contratação de Valdivia gerou um grande desgaste e “um aumento substancial” para o endividamento do Palmeiras. E que ainda faltam ”48 longos meses” para o clube pagar o dinheiro que levantou num banco para a compra de Valdivia. O COF ressalta ainda que o Palmeiras tem um conselheiro como parceiro nos direitos do chileno e que ele não pode ser prejudicado. Osório Furlan é o membro do Conselho Deliberativo dono de 36% dos direitos de Valdivia.

Não está na carta, mas membros do COF temem que Valdivia seja apenas emprestado, apesar de a diretoria descartar publicamente essa possibilidade. Os dirigentes afirmam que se o jogador quiser sair terá que pagar a multa rescisória.

Os “cofistas” também trabalham com a informação de que parte do elenco já torce o nariz para o chileno por acreditar que ele não está comprometido com o clube.


Grêmio espera ter Kléber de volta um mês antes do prazo oficial de 90 dias
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Oficialmente, o Grêmio fala que Kléber irá demorar 90 dias para se recuperar da fratura sofrida no domingo. Internamente, porém, a previsão é de um retorno mais rápido, em dois meses.

A divulgação de um prazo maior serve para diminuir a pressão sobre os departamentos médico e físico do clube pela volta do atacante.

Além disso, virou moda entre os clubes brasileiros anunciar períodos de recuperação mais longos do que o previsto. A volta mais breve valoriza o trabalho de seus estafes. Assim, nos bastidores, apesar de lamentarem a contusão, os cartolas gremistas falam que o prejuízo não será tão grande.


Briga entre Kléber e Palmeiras por direitos trabalhistas atrasa registro pelo Grêmio
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O contrato de Kléber com o Palmeiras ainda não foi rescindido. O jogador já pode cobrar 15 dias de salário em dezembro, apesar de não ter mais trabalhado pelo clube. O alviverde teria que desembolsar cerca de R$ 140 mil sem usar o atacante.

Mas o Gladiador não tem interesse em receber do Palmeiras. Prefere que o mês de dezembro seja pago pelo Grêmio. Em Porto Alegre, ele ganhará cerca de R$ 600 mil, praticamente o dobro do que recebia no Palestra Itália.

Além de Kléber, o time gaúcho também tem pressa pra regularizar sua situação. Quer registrá-lo logo para a próxima temporada. Mas existe um impasse. Kléber se recusa a assinar que pediu demissão. Por outro lado, o alviverde não aceita admitir que demitiu o Gladiador.

Se assumir que dispensou o atacante, o alviverde terá que pagar entre R$ 150 mil e R$ 200 mil relativos a diretos trabalhistas, como multa referente ao FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

Há quem diga que  Kléber está mais preocupado com sua imagem do que com dinheiro. Assinar que pediu demissão seria recuar em sua versão sobre a briga com Felipão. O atleta sempre alegou que queria ficar no clube, mas foi dispensado pelo técnico.

Os advogados se encontram nesta sexta em busca de uma solução.


A pedido da direção financeira, Palmeiras suspende negociação com Kléber
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A diretoria de futebol do Palmeiras atendeu a um pedido de seu departamento financeiro e suspendeu as conversas com a DIS, detentora dos direitos do lateral Kléber, vinculado ao Internacional.

A empresa colocaria o jogador no clube sem custo, em troca de porcentagens de atletas da base. O alviverde gastaria entre R$ 11 milhões e R$ 12 milhões com salários e luvas em três anos de contrato. Esse valor foi considerado alto para o orçamento palmeirense pela área financeira. Só de luvas o jogador receberia R$ 1,5 milhão dividido em três parcelas anuais.

Como quase tudo no Palmeiras, a tentativa de trazer Kléber gerou turbulência política. Uma ala criticou o alto custo. E outra reclama que o departamento financeiro foi influenciado por corrente que queria apenas a contratação de Juninho, lateral do Figueirense. Ele já acertou salários do futuro contrato.


Palmeiras tenta lateral Kléber; custo pode chegar a R$ 12 milhões
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Roberto Frizzo, vice de futebol, e o dirigente remunerado César Sampaio, tentam contratar o lateral-esquerdo Kléber, do Internacional. O custo inicial do jogador gira em torno de R$ 12 milhões.

A dupla  tenta negociar sem fazer alarde. Outros dirigentes do clube estão assustados com o valor. Afirmam não saber se investidores irão ajudar e desconfiam que comissões a empresários fazem o preço subir.

A operação é ainda mais criticada porque o Palmeiras tem um acerto salarial com Juninho do Figueirense. Não houve ainda acordo com o time catarinense, mas o Palmeiras gastaria muito menos. Teria que pagar R$ 600 mil por 15% dos direitos.

A avaliação de parte dos cartolas alviverdes é de que o interesse por Kléber deixa o Palmeiras com duas negociações pendentes. Preferiam já ter garantido a vinda de Juninho.

Enquanto isso, Arnaldo Tirone começa a ser hostilizado por torcedores. No domingo, no Pacaembu, a torcida cobrou reforços do presidente.

Atualização

Após a primeira versão do post publicada, Juninho recebeu a informação de que o Palmeiras chegou a um acerto verbal com o Figueirense e que deve se apresentar em  janeiro. Porém, nada foi assinado. O interesse em Kléber continua.