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Arquivo : Leão

Pesquisa confirma rejeição de jogadores a técnicos durões e clubes caloteiros
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Leão veta até TV em refeitório

Dois dos resultados da série de pesquisas feitas pelo UOL Esporte confirmam que jogadores de futebol rejeitam treinadores linha dura e times caloteiros. Leão eleito como pior treinador em atividade no país, e a escolha de clubes que não têm atrasado salários como times dos sonhos refletem esse pensamento.

Repelido pelos jogadores, Leão costuma vetar mesa de bilhar na concentração e até televisão no refeitório. Acha que os atletas precisam conversar durante as refeições e não assistir à programas de TV. Ele também tem o hábito de antecipar o horário dos treinamento do dia seguinte quando um jogador chega atrasado. Todas essas práticas causam náuseas na maioria dos boleiros.

Os mesmos que detonaram Leão,escolheram, pela ordem, São Paulo e Corinthians como os melhores empregadores do futebol brasileiro. Os dois têm fama de pagar salários em dia.

Terceiro colocado, o Botafogo atrasou pagamentos até a metade do ano. Depois, ao menos publicamente, não aconteceram mais queixas. Já o Vasco, que sofreu com uma debandada de atletas descontentes por causa dos calotes, não aparece na lista dos preferidos.


Sucessão de Felipão tem Leão rejeitado por líderes, Dorival como provocação ao Fla e lobby por Narciso
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A diretoria do Palmeiras ainda tenta ficar em pé após a chacoalhada geral provocada pela saía de Felipão. A cúpula ouve conselhos de todos os lados para tentar se orientar. Leia abaixo resultados dessa “pesquisa”.

Leão vetado – Parte do elenco não gostou de saber que o treinador estava na lista de pretendidos pela diretoria. Representante da liderança do grupo disse a Arnaldo Tirone que não queria a contratação do técnico do São Caetano. Pouco depois, o presidente deu entrevista ao UOL Esporte descartando Leão. Ficou o sentimento de que os atletas consideram Leão duro demais. Do elenco de jogadores, Marcos Assunção já trabalhou com ele.

Dorival Júnior – Arnaldo Tirone foi aconselhado a trazer o técnico do Flamengo. Ex-palmeirense, ele tem boa aceitação no Palestra Itália. Mas a contratação teria também o intuito de desarrumar o Flamengo . O rubro-negro é visto como um candidato de peso na luta contra o rebaixamento. Ao mesmo tempo, o Palmeiras arrumaria a sua casa e bagunçaria a do adversário. A ideia era também saborear uma vingança. Cartolas do clube ainda não engoliram a investida do Fla em Kléber. E nem o olé que tomaram ao tentarem Ronaldinho Gaúcho. O projeto não foi adiante.

Narciso – Há um lobby pelo técnico interino. Ele passou no teste de aceitação do elenco. Os dirigentes enchem a boca para falar que ele usa a “linguagem dos jogadores”. E o ex-atleta conta ainda com a simpatia de Marcos Assunção, com quem jogou.


Medo de reforçar rival na luta contra rebaixamento faz Bahia tentar impedir ida de Jorginho ao Palmeiras
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Bahia quer evitar reforçar rival na luta contra rebaixamento, por isso tenta segurar Jorginho

A melhora de rendimento do time nas últimas rodadas não é o único motivo que faz a diretoria do Bahia tentar impedir a ida de Jorginho para o Palmeiras. Os baianos encaram o alviverde como seu rival direto na luta contra o rebaixamento. E acreditam que permitir a transferência seria reforçar um concorrente.

A equipe de Salvador tem oito pontos a mais do que a paulista, penúltima colocada no Brasileirão. Apesar da amizade entre Leão e Arnaldo Tirone, presidente palmeirense, Jorginho tem menos rejeição no Palestra Itália, por isso a investida mais pesada foi em sua direção.

Sondado, Emerson Leão sinalizou que aceita conversar. Ele não tem multa contratual no São Caetano. Porém, a diretoria tem sido pressionada até por e-mails para não contratar o ex-goleiro.

Em meio ao impasse, dirigente do clube disse ao blog defender a permanência de Narciso, caso o Palmeiras derrote o Corinthians, no domingo.


Para diretoria, Felipão perdeu controle de elenco; favorito, Leão diz que interesse é “bacana”
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A diretoria do Palmeiras entende que Felipão perdeu o controle do vestiário, por isso decidiu trocar de treinador. Em outras palavras, ele já não era respeitado como antes pelos jogadores.

Um dos fatos que contribuíram para a perda de comando foi a suspeita de atletas de que um funcionário do treinador teria vazado para o Estado de S.Paulo e  para o Jornal da Tarde a informação de que Felipão suspeitava de corpo mole no elenco. O técnico não desmentiu a reportagem, e isso deixou boa parte do elenco de cara virada.

Gente com trânsito no vestiário afirma que poucos atletas ficaram do lado do comandante, entre eles César Sampaio e Barcos. Membros desse grupo chegaram a pedir para a diretoria manter Felipão logo após a derrota para o Vasco.

Ao optar pela troca de treinador, ainda que em acordo com ele, a direção sinaliza crer que o time não corria mais por Felipão. E que agora voltará a correr.

Candidato natural à vaga por ser amigo e conselheiro de Arnaldo Tirone, Leão, do São Caetano, falou com o blog cerca de três horas antes da queda de Scolari.

Disse que há tempos não conversa com o presidente palmeirense e não foi procurado pelo clube recentemente. Ao ser questionado sobre ser o favorito no caso de demissão de Scolari disse apenas: “bacana”.

Em nova ligação, já com o cargo vago, ele novamente afirmou que não foi procurado pelos palmeirenses. Importante: seu contrato não tem multa.


Abílio Diniz vira alvo de campanha negativa no São Paulo
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As críticas feitas por Abílio Diniz a Ney Franco via twitter após as duas primeiras partidas do treinador no São Paulo ainda não foram bem digeridas no Morumbi. Aumentaram a insatisfação de uma parte da diretoria com o consultor do Conselho Consultivo do clube.

O empresário passou de pedra à vidraça. Seus críticos afirmam que ele não ajuda o São Paulo, tenta influenciar as decisões dos treinadores da equipe e expõe dirigentes com suas cornetadas.

Sob a condição de anonimato, um colaborador de Juvenal Juvêncio disse ao blog que o empresário disparou contra Ney Franco porque só quer no Morumbi técnicos que escutem seus palpites.  Afirmou também que Diniz gostava de alardear ser o responsável pela indicação de Leão, com quem tinha trânsito livre. Mas não assumiu a responsabilidade pela contratação do treinador quando as coisas começaram a dar errado.

Também incomoda a amizade de Diniz com Milton Cruz. O auxiliar-técnico se aproximou do empresário ainda na administração de Marcelo Portugal Gouvêa, a pedido do cartola, que era o presidente do clube.

Nos intervalos das partidas, Diniz costuma disparar mensagens de SMS para Cruz com sugestões de alterações no time. Tal prática rendeu uma piada entre  os dirigentes. Um dos cartolas diz que agora, com o lançamento do Fantasy Game do São Paulo, o empresário poderá brincar de técnico sem atrapalhar o time.

A proximidade com Milton Cruz também é apontada pelos detratores de Diniz como o fator que levou o empresário a sugerir no twitter que Ney Franco ouvisse mais o auxiliar. Assim, manteria sua influência sobre a comissão técnica. Dias depois da cornetada, o são-paulino famoso se reuniu com o treinador e registrou o encontro na internet.

Outra queixa ouvida pelo blog é a de que Diniz não ajuda o clube por meio das empresas do Grupo Pão de Açucar. Poderia, por exemplo, apoiar alguns dos projetos são-paulinos aproveitando a Lei de Incentivo ao Esporte.

No entanto, o blog apurou que, em conversas informais, o empresário costuma dizer ser impossível patrocinar um clube por causa da rejeição das outras torcidas. E patrocinar todos seria inviável.

Também sob a condição de não revelar a fonte, o blog ouviu que o empresário teria se recusado a abrir as portas de sua casa para uma reunião com a Lenovo. A empresa estaria interessada em esticar o contrato pontual de patrocínio feito com o tricolor. A assessoria de imprensa de Diniz, porém, nega ter existido o pedido de intermediação da negociação.

A insatisfação com o milionário já existe há algum tempo no Morumbi. A primeira crise ocorreu em fevereiro, após ele dar entrevista à revista GQ. Nela, demonstrou ter influência no clube e revelou bastidores do Morumbi, como detalhes da contratação de Leão.

Por conta de suas declarações à revista, Diniz foi surpreendido com uma carta assinada por um assessor de Juvenal Juvêncio. O documento dizia que ele não tem legitimidade para falar em nome do São Paulo. E que o clube não costuma expor assuntos internos.

 

 

Reconciliação

Trecho de post publicado por Abílio Diniz dias após criticar Ney Franco

 

De acordo com a assessoria de imprensa de Abílio Diniz, o empresário se desculpou pessoalmente com conselheiros e diretores sobre a repercussão provocada pela  entrevista.

Depois das críticas a Ney Franco, os desafetos do empresário no São Paulo aumentaram a pressão para que Juvenal dê menos espaço para ele no Morumbi. Dizem ao presidente que Diniz jogou lenha na fogueira justamente quando a diretoria mais precisava de apoio para enfrentar a crise com a torcida.


Tite inspira São Paulo em busca por novo técnico
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Tite serve de inspiração para a diretoria do São Paulo. A cúpula tricolor quer aposentar a política de trocar constantemente de treinador e escolher um técnico talhado para um trabalho de longa duração como o feito pelo corintiano. Ou como Muricy Ramalho fez em outros tempos no Morumbi.

O técnico corintiano é citado como exemplo sobre ser possível realizar um bom trabalho mesmo sem um elenco estrelado, desde que o tempo de amadurecimento da equipe seja respeitado. Por isso, os são-paulinos batem na tecla de que precisam de um treinador cascudo e respeitado pelos torcedores. Assim, teria mais respaldo dos fãs para dar sequência ao seu trabalho.

O problema, pelo histórico recente da cartolagem tricolor, no entanto, é a diretoria conseguir domar o seu ímpeto e segurar o futuro substituto de Emerson Leão se a torcida começar a protestar. No Corinthians a direção teimou com Tite até após a queda vexatória diante do Tolima.


Vitória sobre o Cruzeiro é deixa para São Paulo mudar de ideia e efetivar Milton Cruz
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A vitória por 3 a 2 sobre o Cruzeiro pode deixar no são-paulino a sensação de que a diretoria merece nota 10 por ter demitido Emerson Leão. Em tese, o time correu mais para mostrar que estava insatisfeito com o treinador (e vários jogadores estavam mesmo). O resultado também sugere que os dirigentes acertaram ao forçar a ida de Casemiro para reserva.

Mas o buraco é bem mais profundo. Não é a primeira vez que o São Paulo ou qualquer outro time vence após a troca de treinador. A reação imediata não é garantia de força prolongada. Pelo contrário. Até aqui a cúpula são-paulina só mostrou que voltou a recorrer a soluções imediatistas. Uma fórmula manjada.

Para sair do lugar comum, Juvenal Juvêncio deveria enfim efetivar Milton Cruz como técnico, algo que o auxiliar nunca quis. O triunfo em Minas deveria ser degustado pelo eterno assistente como uma dose de coragem para que ele pedisse para ficar no cargo. Chegou a hora de Milton e da diretoria saírem da zona de conforto e assumirem responsabilidades maiores. Está muito fácil para a diretoria trocar de treinador, posar de sabichona com o interino e depois voltar a viver um caos. E Milton deveria ter ambição maior. Afinal de contas, existe treinador mais afinado com a diretoria são-paulina do que ele?


Diretoria do São Paulo é criticada por “repassar culpa” ao demitir Leão
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A demissão de Emerson Leão reforça crítica feita até por integrantes da diretoria do São Paulo à direção de futebol e ao presidente. A reclamação é de que Juvenal, o diretor Adalberto Baptista e o vice João Paulo de Jesus Lopes sempre jogam a culpa em alguém. No treinador da ocasião ou nos jogadores.

Nessa toada, o clube acumula fracassos e a diretoria nunca pisa na bola, segundo os críticos. O discurso do presidente de que duas ou três peças devem ser trocadas, além do treinador, também joga fermento na tese dos descontentes de que a culpa cai nos ombros dos outros. Ainda mais porque no começo do ano Juvenal estava feliz da vida por ter feito uma faxina no elenco.

O principal alvo dos ataques é Adalberto, xodó de Juvenal e que em um ano no cargo de diretor de futebol não levantou taça e nem recolocou o tricolor na Libertadores.

Ele se defende afirmando que há sempre outros times qualificados. Para Juvenal, a equipe ainda é nova e precisa amadurecer.

No momento da queda de Leão e das novas pedradas em sua vidraça, Adalberto não está por perto. Viajou, segundo informações do UOL Esporte, para tentar acertar a permanência de Denilson e trazer um reforço de peso. Se der certo, trará na bagagem a tranquilidade, após o terremoto, sem ver sua casa cair por causa do tremor de terra.


Carrasco do São Paulo em semifinal, técnico Marcelo Oliveira já foi rejeitado duas vezes no Morumbi
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O São Paulo deveria demitir Emerson Leão e contratar Marcelo Oliveira, do Coritiba. A afirmação foi feita ao blog por um cardeal tricolor, que acredita serem pequenas as chances de vê-lo no comando do time. Isso porque, argumenta, Oliveira já foi sugerido à cúpula do clube e rejeitado pelo menos duas vezes.

De acordo com o mesmo cartola, autor da indicação (a primeira feita há dois anos), a justificativa da direção para não contrar Oliveira é a de que não se trata de um nome de impacto.

O comandante do time que eliminou o São Paulo da Copa do Brasil estaria longe de ter a aceitação por parte da maioria dos torcedores.

O nome de Oliveira esquenta a crise no Morumbi. O fato de ele estar na final da Copa do Brasil é usado como argumento dos críticos do presidente para sustentar a tese de que Juvenal Juvêncio há tempos erra nas escolhas de treinadores.


Vontade da torcida define futuro de Leão e até seu substituto, se ele cair
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Os protestos da torcida contra Leão e os jogadores do São Paulo complicaram a situação do treinador no Morumbi. Isso porque a cúpula do tricolor dizia, antes da partida contra a Lusa, que a o tamanho da insatisfação do torcedor seria um dos principais indicativos do momento certo para trocar de treinador. E os torcedores pediram com insistência a saída do técnicodurante a derrota para a Portuguesa.

Situação de Leão é delicada

A irritação da torcida pode até fazer a direção são-paulina esquecer um critério que gosta de adotar em situações de crise: já ter um substituto na manga. O problema é que os dirigentes estão certos de que não adianta trazer alguém em quem a torcida não confie.

Avaliam que sem apoio popular o substituto de Leão já chegaria pressionado. E os cartolas sentem dificuldade para encontrar nesse momento alguém que tenha o respeito dos tricolores.

Porém, vale lembrar que vira e mexe Juvenal Juvêncio degola um técnico sem ter outro na mira. Acaba se virando com um interino. Essa pode ser mais uma vez a solução, já que Leão foi um dos mais hostilizados pela torcida no sábado. Confira o que os são-paulinos gritaram na arquibancada, além de “Leão, pede demissão”:

“O time do São Paulo joga sem raça, e o Juvenal só na cachaça”

“É de morrer de rir, Jadson pior camisa 10 que jogou no Morumbi”

“Lucas mentiroso”

“Um minuto de silêncio, Casemiro está morto”

“Mão de alface” (para o goleiro Dênis)

“É Muricy”