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Arquivo : Marco Aurélio Cunha

As críticas e elogios à contratação de Ceni dentro do São Paulo
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Perrone

A contratação de Rogério Ceni dividiu opiniões no São Paulo. Abaixo, veja as principais críticas e elogios feitos à diretoria por ter transformado o ex-goleiro em treinador.

Críticas

1 – Contradição

Conselheiros que defendiam a efetivação de André Jardine, treinador da equipe Sub-20, reclamam que ele teve tratamento diferente do dado a Ceni.

A principal queixa foi feita por Sebastião Antunes Duarte, conselheiro situacionista conhecido como Tião Gouveia, sobrenome emprestado do restaurante do qual foi dono. Ele enviou mensagem cobrando Marco Aurélio Cunha. “Você disse que André Jardine nunca tinha treinado um time grande, portanto não tinha experiência para treinar o São Paulo. Mais de 80% dos conselheiros queriam André Jardine até o fim do ano. André é técnico há mais de 15 anos, entre Inter e SPFC tem quase 40 títulos, está na final do Campeonato Brasileiro e talvez (seja) bi da Libertadores da categoria. Já Rogério nunca treinou um time profissional nem de várzea. Como pode ser técnico do nosso São Paulo? Sou totalmente contra”, escreveu o situacionista para Cunha.

O executivo de Futebol disse que respondeu ao conselheiro apenas que passará pessoalmente a Rogério a opinião dada por ele. Ao blog, Marco explicou sua posição em relação ao técnico do sub-20. “Disse que treinadores da base dificilmente se sustentam por falta de respaldo. Jardine tem muita qualidade e será, se quiser, treinador de ponta. Clubes grandes fritam treinadores sem respaldo. Rogério tem de sobra”, declarou Cunha.

2 – Promessa não cumprida

Contratar Ceni depois de o presidente são-paulino assegurar a permanência de Ricardo Gomes também gerou reclamações. O argumento é de que faltou palavra a Leco e que ele ficou com a imagem desgastada. Já para a diretoria, é natural que análises mudem.

3 –  Salário

Mesmo sem saber precisamente quanto Rogério vai ganhar, os críticos da contratação afirmam que certamente ele não receberá o que Jardine ou outro iniciante embolsaria. E lembram que a diretoria prega uma política de corte de despesas. As direção não revela quanto pagará, mas sustenta que o combinado está dento da realidade do clube.

4 – Contratações

Conselheiros, incluindo situacionistas, afirmam que Ceni condicionou sua aceitação ao cargo a várias contratações e que isso vai interromper o processo de aproveitamento de jogadores da base, além de fazer o clube gastar mais do que deveria. Na visão da direção, com o elenco atual, é impossível não trazer reforços.

5 – Tempo de contrato

Os críticos afirmam que, como Rogério é uma incógnita segurando a prancheta, o mais seguro seria assinar contrato por um ano, não por dois, como a direção assinou. Ao final de 2017, sua continuidade seria avaliada.

6 – Multa

O fato de Leco ter aceitado a exigência de colocar cláusula de multa rescisória no contrato também gera críticas contra ele. A afirmação é de que o clube deveria ter uma situação mais confortável para demitir o técnico no meio do caminho, se achar necessário. Para a diretoria, a oposição é contraditória pois reclamava que os contratos de Bauza e Osorio eram sem multa, o que facilitou a saída dos dois treinadores.

7 – Eleição

A oposição diz que a escolha por Ceni foi eleitoreira. Leco vai concorrer de novo à presidência em abril e estaria usando o prestígio de Rogério junto a sócios e conselheiros para ganhar pontos. Para a direção, não há como paralisar o clube até a eleição.

Elogios

1 – Espírito vencedor

Membros da diretoria que apoiam a contratação de Ceni afirmam que nos últimos anos o clube sofreu com jogadores que não sentiam o peso das derrotas. Lembram que Ceni odeia perder e apostam que ele cobrará fortemente os atletas nas derrotas. Assim, Leco teria dado um grande passo para resgatar o espírito vencedor do time ao trazer o ex-goleiro.

2 – Ajuda em contratações

Uma das qualidades de Ceni ressaltadas por quem elogia a escolha é o fato de que desde o tempo de jogador ele se interessava em ajudar o time a buscar reforços conversando com atletas que avaliava serem bons. Aloisio Chulapa, por exemplo, diz que foi contratado por causa do aval de Rogério. A expectativa agora é de que ele não fique parado esperando a diretoria e busque diretamente bons jogadores.

3 – Limpeza

Como conhece bem o elenco são-paulino, Ceni é visto como um treinador que terá mais facilidade do que a maioria para identificar quem não serve para a equipe e fazer as dispensas necessárias antes mesmo de a temporada começar.

4 – Trabalho

Nos tempos de goleiro, Ceni era reconhecido como um dos jogadores que mais trabalhavam no clube. Assim, Leco tem sido elogiado por contratar um treinador que, em tese, será trabalhador, constantemente estudará adversários, analisará o desempenho de seu time e comandará treinos intensos. Até o fato de Rogério ter ido correr à noite no Morumbi após praticamente definir seu acerto, na última quarta, é visto como demonstração de sua obsessão por treinamentos.

5 – Modernidade

Quem conhece o projeto apresentado por Rogério ao São Paulo afirma que ele é moderno, em sintonia com as aspirações do clube, que está modernizando seu estatuto.

6 – Tática

Para rebater as críticas sobre a falta de experiência do Ceni como treinador, os apoiadores de sua contratação afirmam que ele sempre demonstrou ser um profundo conhecedor de futebol em termos táticos. Ou seja, o novo técnico tem, segundo essa tese, recursos de sobra para usar na prática.

7 – Respaldo

Leco também é elogiado pelos que aplaudiram sua escolha por trazer o único nome que poderia ter total apoio da torcida. Existe confiança de que os torcedores terão mais paciência com Rogério do que teriam se fosse qualquer outro o escolhido.


Michel Bastos rende primeiras críticas a Cunha em seu retorno ao São Paulo
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Após retornar ao São Paulo aplaudido por praticamente todas as correntes políticas do clube, Marco Aurélio Cunha tem recebido suas primeiras críticas de conselheiros de diferentes alas. O motivo é o desempenho de Michel Bastos.

Quem reclama diz que o diretor executivo de futebol não conseguiu recuperar o jogador e que errou quando, ao iniciar seu trabalho, entendeu que não deveria dispensar Bastos.

Antes da chegada de Cunha, Michel era avaliado por parte da diretoria como sem comprometimento com a equipe. Além disso era e ainda é um dos mais criticados pela torcida. Sua permanência no elenco chegou a ser colocada em dúvida também por haver o entendimento de que o lateral e meia não queria ficar.

Uma das primeiras medidas de Cunha foi conversar com Michel e definir que ele ficaria. Na ocasião, o dirigente avaliou que o jogador estava “dentro” do clube mas que precisava de proteção.

“Eu não recupero jogadores. Recupero pessoas e grupos. Dou oportunidade e sei a hora de não aumentar a pressão interna. A partir disso cada um assume a sua responsabilidade. Os melhores serão escalados segundo o treinador”, disse Cunha ao blog respondendo a respeito das críticas.

Ao falar sobre saber a hora de não aumentar a pressão interna, o dirigente se refere ao fato de entender que a dispensa de Bastos ou de outros jogadores que sofriam forte cobrança no momento de sua chegada pressionaria mais o elenco.

Ele acredita que não pegaria bem junto ao time se chegasse dispensando jogador sem dar oportunidade e também diz que não se incomoda com a primeiras críticas que recebe.

Apesar dessas reclamações, avaliação geral do trabalho de Cunha entre os conselheiros é positiva e ele segue com prestígio como quando chegou.


Opinião: Cunha terá que ser bombeiro no vestiário e na política do SPFC
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Em reunião com o presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, nesta sexta, noticiada pelo blog, Marco Aurélio Cunha acertou sua volta para o futebol tricolor, agora no lugar do executivo Gustavo Vieira de Oliveira, que caiu na última quarta.

Os desafios do novo dirigente remunerado vão além de recolocar o time nos trilhos. Ele terá também a missão de tentar abrandar a pressão política sobre Leco, que vive sob fogo cerrado da oposição e ultimamente recebia críticas até de membros de sua diretoria por manter Gustavo.

Ao contrário de seu antecessor, Marco Aurélio é profundo conhecedor da política são-paulina por ser conselheiro e apontado há anos como possível candidato à presidência. Pelo menos as ferramentas para tentar isolar o futebol da fogueira política ele tem. Por ser um colega de Conselho Deliberativo, em tese, terá mais facilidade para conversar com conselheiros e diretores descontentes do que Gustavo. O filho de Sócrates nunca teve missões políticas no clube e gostava de tocar seu trabalho sem muito papo com quem não era do departamento. Atitude, aliás, correta na opinião deste blogueiro.

Ao mesmo tempo em que tem perfil político, por ter atuado como médico e superintendente de futebol do clube, Cunha não é um alienígena no vestiário. Tem muitos amigos boleiros e sempre foi de chamar jogador para conversar em momentos de crise. Fez muito isso com o instável Adriano nos tempos do Imperador no São Paulo. Não falar a linguagem da boleirada era uma crítica dos cartolas a Gustavo.

Em sua volta ao CT da Barra Funda, Marco Aurélio terá testada toda sua habilidade para lidar com atletas. Apesar de negarem publicamente, integrantes da diretoria avaliam que o grupo está rachado e que há jogadores pouco comprometidos.

Assim, caberá ao coordenador de futebol feminino licenciado da CBF ser bombeiro no vestiário e na política.


São Paulo marca reunião para tentar contratar Marco Aurélio Cunha
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O São Paulo já iniciou as tratativas a fim de contratar Marco Aurélio Cunha para a vaga de Gustavo Vieira de Oliveira, executivo de futebol que caiu na última quarta-feira.

Nesta quinta, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente são-paulino telefonou para o coordenador de futebol feminino da CBF e marcou um encontro em São Paulo nesta sexta para tentar acertar a contratação.

Ao blog, Marco Aurélio  disse na manhã da última quinta que se o convite fosse feito seu futuro seria decidido por Marco Polo Del Nero, presidente da Confederação Brasileira, pois tem compromisso com a entidade.

Conselheiro tricolor, Cunha teve passagens marcantes pelo futebol são-paulino, foi aliado político de Juvenal Juvêncio e depois se afastou do cartola. Há anos é visto como possível candidato à presidência do clube.

 Ele teve seu nome definido como primeira opção por Leco assim que ficou decidida a saída de Gustavo, criticado por membros da diretoria e pela oposição.


Desejado pelo São Paulo, Marco Aurélio diz que Del Nero decide seu futuro
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Desejado pela diretoria do São Paulo para a vaga de Gustavo Vieira de Oliveira, Marco Aurélio Cunha disse ao blog que por enquanto não foi convidado. Porém, afirmou que ouviu de pessoas do clube que o convite para ser executivo de futebol será feito.

Coordenador de futebol feminino da CBF, ele disse que o presidente da confederação é quem vai decidir sobre seu futuro, caso o chamado aconteça.

“Difícil pra mim largar as coisas que estou fazendo nesse momento. O problema todo é o meu compromisso com a CBF. E meu patrão é o Marco Polo Del Nero, que me prestigia muito. Então, se isso acontecer, ele é quem vai falar por mim e determinar o meu futuro”, declarou Cunha, que também é conselheiro são-paulino e teve passagens marcantes pelo futebol tricolor.

Gustavo deixou o posto após forte pressão de membros da diretoria e da oposição que o consideravam o principal responsável pela má fase do time e pelo enfraquecimento da equipe no segundo semestre, já que ele centralizava as decisões do departamento de futebol.


“Tenho honra em trabalhar na CBF”, diz Marco Aurélio Cunha
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Entrevista com Marco Aurélio Cunha, coordenador de futebol feminino da CBF, sobre o escândalo de corrupção que atinge a entidade.

Como conselheiro e dirigente do São Paulo o senhor pregava transparência e lisura da administração. Como é agora trabalhar numa entidade que tem seu vice-preisdente (afastado temporariamente), José Maria Marin, preso na Suíça acusado de participar de um esquema de corrupção?

Vim para CBF como parte de uma grande mudança. Vim para fortalecer o futebol feminino dentro desse processo de transformação, de mudança de postura. Hoje, conversamos muito com os parceiros do futebol feminino, dialogamos com todos. O Marco Polo (Del Nero, presidente da CBF e que também pode ser atingido pelo escândalo) quer transparência em todos os setores.

As denúncias da Justiça americana tratam também de casos de corrupção quando Marin e Del Nero já estavam no comando. Isso não pode significar que as mudanças são apenas superficiais?

Não, converso muito com o Marco Polo, tenho certeza de que ele quer transparência, quer que a CBF mude. Ele sempre deixou isso muito claro nas nossas conversas.

O senhor pode pedir demissão se for comprovada a culpa de dirigentes da CBF?

Não. Eu me sinto muito honrado por trabalhar na CBF. Nunca vou desistir de lutar pelo que gosto, que no caso é a seleção brasileira. Meu trabalho aqui tem algo de patriótico, é como servir o país.

Isso não mudaria com a comprovação de casos de corrupção?

Não. Se isso acontecer, como faremos? Vamos fechar a CBF? Como ficaria o futebol brasileiro? Vou ficar aqui, nunca vou ter vergonha de lutar para mudar as coisas. Estamos num momento de mudanças profundas na nossa sociedade. Até as pessoas com pensamento mais tradicional perceberam que precisam  mudar. Elas estão enxergando que, se não mudarem, vão cair numa vala comum.

 


Cartolas do São Paulo imitam organizada e exibem vídeo de opositor com hino do Santos
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Dirigentes do São Paulo têm exibido para conselheiros o vídeo em que Marco Aurélio Cunha aparece numa festa cantando o hino do Santos. As “sessões” acontecem até mesmo no clube, via internet.

A estratégia é a mesma da Independente, que acusa o médico e vereador de não ser são-paulino. A mensagem da torcida com menção ao vídeo, aliás, foi distribuída pelo e-mail do programa de sócio-torcedor do clube.

Além de difundir as imagens, cartolas do clube quase sempre que falam sobre a eleição de abril de 2014 lembram o episódio  do hino santista. Culpam Marco Aurélio por antecipar a disputa eleitoral e alegam que precisam defender a atual gestão.

Por ora, a estratégia de Juvenal Juvêncio é atacar o opositor, seu ex-aliado, sem indicar candidato para disputa. Vai esperar o pleito estar mais próximo para tomar uma decisão. Enquanto isso, seu grupo tentará desgastar Marco Aurélio


Candidatura de diretor jurídico decola no São Paulo
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Ao mesmo tempo em que a crise são-paulina se agrava, a temperatura da disputa eleitoral aumenta no Morumbi. Isso apesar de a eleição estar marcada apenas para abril de 2014.

O blog apurou que mais uma candidatura está consolidada. É a do diretor jurídico Kalil Rocha Abdala, mesmo sem ele ter feito pronunciamento público sobre o tema.

Antes dele, o opositor Marco Aurélio Cunha e o vice-presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, já tinham assumido à intenção de disputar a presidência. Adalberto Baptista, diretor de futebol, e Roberto Natel, vice-presidente social e de esporte amadores, também são vistos como potenciais candidatos.

No caso de Kalil, a candidatura é vendida como sendo de consenso, sob o argumento de que ele agradaria diferentes correntes do Conselho Deliberativo, tanto na oposição como na situação.

O blog apurou que Marco Aurélio, opositor, já sinalizou que pode desistir de sua candidatura e apoiar Kalil. Mas isso dependendo da rejeição a seu nome entre os conselheiros vitalícios.

O pleito será em duas etapas. Primeiro, os sócios votarão em chapas para eleger novos conselheiros. Marco Aurélio terá que se candidatar de novo ao Conselho e não abre mão de fazer isso encabeçando uma chapa, com status de candidato à presidência.

Depois, só os conselheiros escolhem o substituto de Juvenal Juvêncio. Cada chapa precisa ter o apoio de 55 dos 160 conselheiros vitalícios, o que permite apenas duas candidaturas. É nesse estágio que Marco Aurélio pode apoiar o diretor jurídico, se notar que o nome do amigo tem apoio maior dos vitalícios.

Em caso de vitória, Marco Aurélio seria nomeado vice-presidente de futebol por Kalil.

Provedor da Santa Casa de São Paulo, o diretor jurídico é antigo colaborador de Juvenal. Recentemente, os dois tiveram uma discussão. O diretor não gostou do tom de voz com que o presidente o abordou para pedir a internação do ex-jogador Teodoro na Santa Casa. O ex-atleta foi internado e morreu em junho.

Apesar do  desentendimento, não houve um rompimento oficial entre os dois, tanto que Kalil segue como diretor.

Por sua vez, Juvenal tem como questão de honra fazer com que o nome abençoado por ele ganhe a eleição. O cartola terá que se decidir entre Leco, Natel e Baptista, chamuscado pela crise do time e por sua troca de farpas com Rogério. Seus aliados mais próximos não acreditam que ele apoie Kalil, por conta do bom relacionamento dele com Marco Aurélio.


Com PT no comando, santista e são-paulinos ganham espaço na Prefeitura e na Câmara Municipal
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Marco Aurélio foi eleito 1º vice da Câmara Municipal

Justamente no momento em que o PT, de Lula e Andrés Sanchez, retoma a prefeitura de São Paulo, políticos ligados aos rivais do Corinthians ganham força na administração e na Câmara Municipal.

Nesta terça, os conselheiros são-paulinos Marco Aurélio Cunha (PSD) e Aurélio Miguel (PR) foram eleitos, respectivamente, 1º e 2º vice-presidentes da Câmara Municipal, presidida agora pelo petista José Américo.

Enquanto foi superintendente de futebol do São Paulo, Cunha simbolizou a rivalidade com o Corinthians cortando o adversário com sua língua afiada. Ao deixar o cargo, ficou na contramão da diretoria comandada por Juvenal Juvêncio. Porém, tem auxiliado o atual presidente constantemente em questões relativas à prefeitura. O vereador é pré-candidato à presidência do clube.

Por sua vez, Aurélio Miguel é um dos mais ferrenhos opositores ao apoio da prefeitura ao estádio corintiano. Seus advogados entraram com uma ação questionando a maneira como Gilberto Kassab concedeu incentivos que ajudarão a bancar a construção do Itaquerão. Na política interna do Morumbi, o ex-judoca faz parte da atual oposição.

O estafe de Haddad ganhou pelo menos um santista roxo. Fundador da Torcida Jovem do Santos, Celso Jatene (PTB) ocupará a secretaria de Esportes e Lazer. Andrés, que fez campanha para Haddad dentro e fora do Itaquerão, era cotado para assumir o posto.

O escolhido, no entanto, é próximo do presidente santista, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, que vira e mexe tromba com o ex-diretor de seleções da CBF. Jatene teve apoio da Torcida Jovem em sua campanha.


Avança na Câmara projeto para igualar concessão de área de CT do São Paulo a terrenos de rivais
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O Diário Oficial de São Paulo Publicou nesta sexta definição importante para o São Paulo em busca de ampliar a concessão do terreno de seu CT na Barra Funda de 40 anos para 90 anos.

Foi publicada decisão da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal, tomada na última quarta, aprovando projeto do vereador são-paulino Marco Aurélio Cunha nesse sentido. A comissão liberou a proposta para ser votada em plenário. Para a aprovação, a proposta precisa da maioria dos votos dos vereadores presentes. A data em que o projeto será votado não aparece na publicação.

Em sua justificativa para dar o sinal verde, a comissão alega que o projeto visa reestabelecer a igualdade entre os clubes da cidade. Isso porque Cunha argumenta em sua proposta que o São Paulo deve ser tratado como Corinthians e Palmeiras. Explica que os dois rivais receberam terrenos por 90 anos, 50 anos a mais em relação a área do CT da Barra Funda, cedida em 1982.