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Palmeiras estuda punir conselheiro que bateu boca com pai de Bruno após frango
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Stéfano Américo Jesus Giordano, conselheiro palmeirense conhecido como Teté, enfrentará uma comissão de sindicância no Palmeiras por causa do episódio em que criticou o goleiro Bruno, gerando um bate-boca com o pai do atleta.

Colegas de Teté no Conselho, decidirão se ele merece ser suspenso por causa do incidente. Como o blog mostrou, depois da eliminação na Libertadores, diante do Tijuana, ele criticou o goleiro perto da saída do vestiário do Pacaembu. Gritou  Bruno Cocoricó por causa do frango levado contra os mexicanos. O pai do atleta ouviu e se irritou.

“Tenho o direito de me expressar, ainda mais sendo conselheiro. Não há motivo para eu ser punido. A maioria concorda comigo, Bruno não tem condições de jogar no Palmeiras”, afirmou o conselheiro.

Quem é a favor da sindicância alega que a atitude não condiz com a maneira como deve agir um conselheiro e que a crítica desvaloriza um “patrimônio” do clube.


Frango de Bruno encobre série de falhas do Palmeiras
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Bruno disse que seu erro foi “grosseiro”

Apesar da falha bisonha de Bruno no primeiro gol do Tijuana, o goleiro não pode ser considerado o único culpado pelo fracasso palmeirense nas oitavas-de-final da Libertadores.

O desastre alviverde é resultado de uma soma de erros, a maioria encobertos pelo peru de Bruno. Como a bola perdida por Henrique no lance que originou a jogada de abertura do placar.

No segundo gol, Henrique afastou mal a bola, enquanto seus colegas de defesa vacilaram na marcação.

A missão de derrotar os mexicanos talvez fosse menos árdua se Valdivia, que também tem a sua parcela de culpa, não estivesse quase sempre machucado e jogasse como a torcida gostaria. Ou se Barcos não tivesse sido negociado com o Grêmio.

As lambanças do juiz Juan Soto também atrapalharam. Aliás, o árbitro era motivo de polêmica antes mesmo de o jogo começar.

No twitter, Piraci Oliveira, ex-diretor do Palmeiras, comenta o lance de Bruno

Conselheiros que estavam no Pacaembu reclamavam de a diretoria não ter feito como o Atlético-MG. O presidente do Galo, Alexandre Kalil, foi até a Conmebol barrar, via CBF, juízes brasileiros em seus jogos.

Eles queriam que Paulo Nobre tivesse agido de forma semelhante para vetar  o árbitro venezuelano, chamado de bandido por Henrqiue na partida com o Libertad.

Ignorar tantos fatores seria simplificar demais os motivos da eliminação e fechar os olhos para tudo que não seja o erro de Bruno.

 


Kléber Gladiador gera nova polêmica no Palmeiras
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O temor de que o atacante Kléber retorne ao Palestra Itália voltou a agitar os bastidores do Palmeiras. Segundo duas fontes, uma ligada à diretoria do alviverde e outra com trânsito no Grêmio, José Carlos Brunoro tornou a negociar a contratação nos últimos 15 dias.

A informação é negada pela diretoria do Palmeiras. Mesmo assim, conselheiros protestam e integrantes do COF (Conselho de Orientação Fiscal) falam em cobrar explicações do presidente Paulo Nobre.

De acordo com as duas fontes, Brunoro procurou o Grêmio para tentar o empréstimo do Gladiador por um ano, ouvindo que o empresário do atleta só aceita a transferência  em definitivo e com um contrato por cinco anos. Kléber teria que receber mais do os cerca de R$ 650 mil atuais.

Ainda segundo os dois relatos, o Palmeiras teria oferecido um contrato de quatro anos, mantendo o salário atual do jogador. A informação também é rechaçada pelo clube.

A assessoria de imprensa palmeirense alega que quando Barcos foi pra Porto Alegre o Grêmio ofereceu Kléber por empréstimo para ser o quinto atleta cedido pelos gaúchos.

 

Foto: Lucas Uebel/Preview.com

O alviverde pagaria metade de seus salários. Porém, Pepe Dioguardi, agente do jogador, não topou o negócio e pediu os cinco anos de contrato. A informação chegou a ser divulgada pelo UOL Esporte na ocasião.

A exigência do contrato de cinco anos encerrou a conversa, e o Palmeiras nunca mais procurou o Grêmio a respeito de Kléber, assegura a assessoria de imprensa.

Os conselheiros que acreditam na nova tentativa reclamam que Brunoro teria tentado fazer uma negociação que no final só ajudaria ao amigo Vanderlei Luxemburgo. O treinador se livraria de Kléber, e o Palmeiras ficaria com um “bonde” para sustentar.


Gastos com “profissionalização” causam preocupação no Palmeiras
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Os gastos provocados pela a chamada profissionalização implantada por Paulo Nobre nos departamentos do Palmeiras preocupa o COF (Conselho de Orientação e Fiscalização). Integrantes do órgão defendem que o presidente seja orientado a brecar novas contratações. Ou pelo menos a pagar salários menores para quem chegar.

Pelas contas de “cofistas”, o gasto mensal com novos contratados, incluindo encargos trabalhistas, supera os R$ 500 mil mensais.

O desejo de botar um freio nessas despesas aumentou com informação extraoficial obtida pelos integrantes do COF de que o funcionário Marcos Bagatella, da parte administrativa do departamento de futebol, deve ser trocado por um profissional que ganharia pelo menos o dobro.

A avaliação de parte dos “cofistas” é de que contratações como a de José Carlos Brunoro não combinam com a redução de custos prometida pelo atual presidente.

A assessoria de imprensa do Palmeiras informou que a diretoria não comentará o assunto.


Palmeiras deve para Henrique e agentes; Cruzeiro está de olho
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Palmeiras tem dívida com Henrique

O Palmeiras deve luvas e direitos de imagem para Henrique. Também não pagou o combinado aos empresários do jogador. A primeira parcela prometida aos agentes, no valor de aproximadamente R$ 100 mil, vai completar um ano sem ser paga. Conforme o blog apurou, o débito total passa dos R$ 3 milhões.

A situação ameaça a permanência do zagueiro. O Cruzeiro tem interesse em sua contratação, e conselheiros temem que se repita o que aconteceu com Barcos.

O argentino foi  negociado com o Grêmio sob a alegação de que poderia ir à Justiça pedir sua liberação por causa dos atrasos nos direitos de imagem.

“Não vamos deixar que troquem o Henrique por um monte de jogador meia colher. Sabemos que ele pode ir para o Cruzeiro, e  vou fazer campanha, ligar para todos os conselheiros para impedir que o Henrique saia como saiu o Barcos”, disse ao blog o conselheiro oposicionista José Corona.

O atleta não manifestou interesse em sair e nem falou publicamente sobre o atraso, mas está incomodado com a situação, de acordo com informações obtidas pelo blog.

O Palmeiras chegou a estudar uma negociação pela qual receberia de volta a parte (inferior à metade) que já pagou pela contratação e liberaria o zagueiro, segundo fonte ligada à diretoria. Mas o clube interrompeu a discussão que era mantida com um empresário que participou da venda.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o presidente Paulo Nobre disse que não comentaria a situação de Henrique. Marcos Malaquias, um dos empresários do zagueiro, também não quis comentar. Porém, afirmou que o desejo de Henrique é permanecer no Palmeiras.

A contratação de Henrique virou alvo de investigação do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização). O órgão estranha o fato de duas empresas terem o direito de receber 2,4 milhões de euros. Ao mesmo tempo, não há registro de pagamento ao Barcelona, com quem o atleta tinha vínculo.


Clubes grandes de São Paulo têm R$ 1 mil bloqueados em suas contas por não pagarem advogada
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São Paulo, Corinthians, Palmeiras e Santos tiveram cerca de R$ 1 mil reais cada um bloqueados em suas contas pela Justiça.

O bloqueio de uma quantia irrisória perto das receitas e dívidas milionárias dos quatro foi feito porque eles não cumpriram decisão judicial para pagar honorários advocatícios em ação que perderam.

O valor total da dívida é de R$ 1.068,60. A quantia foi cobrada na Justiça pela advogada Mariza Silveira, representante de uma vidraçaria de Bauru que foi processada pelos clubes e ganhou a disputa. O quarteto alegava que a empresa usou irregularmente a imagem das equipes, mas a Justiça não deu razão aos clubes.

Não teria sido melhor pagar logo, evitar o constrangimento e não dar mais trabalho à Justiça?


Clássico na Vila tem pressão sobre Muricy e alívio palmeirense com ausência de Valdivia
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O santista Muricy Ramalho é o personagem mais pressionado no confronto deste sábado com o Palmeiras, na Vila Belmiro.

Torcedores, conselheiros e até alguns diretores consideram o treinador o principal culpado pela escassez de categoria do time. As críticas se arrastam desde a derrota para o Barcelona no Mundial de 2011. O time joga feio, falta velocidade e o treinador entrega pouco para quem recebe muito, segundo seus críticos.

Do lado alviverde, Gilson Kleina não chega estar acuado, até porque ainda está vivo na Libertadores. Basicamente, a cobrança se resume a fazer o time voltar a jogar com garra.

E, no lugar da pressão, há um alívio entre conselheiros palmeirenses com a notícia de que Valdivia não jogará. A tese é de que a entrada do chileno estragaria a equipe, hoje unida e motivada.


Construtora quer votação entre torcedores para escolher nome de nova arena do Palmeiras
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Uma votação entre torcedores na internet deve fefinir o nome do novo estádio do Palmeiras, patrocinado pela Allianz. “Devemos colocar três nomes para votarem na internet, talvez já nesta quinta”, disse Walter Torre ao blog. De acordo com reportagem do UOL Esporte, Allianz Palestra é uma opção que agrada aos parceiros.

Segundo o dono da WTorre, haverá uma opção de renovação por mais dez anos, passados os primeiros 20 anos de contrato de patrocínio. Pelo período inicial, a seguradora pagará R$ 300 milhões.

“O acerto do naming rights deve acelerar a negociação de outras propriedades da arena, como cartão de crédito e restaurante”, afirmou Walter. Segundo ele, nesta quarta, a prefeitura liberou a retomada das obras, menos na área em que um operário morreu em acidente de trabalho.


Trio de ferro sofre pressão por não produzir goleiro titular
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Lesão deve afastar Prass por seis semanas

A lesão de Fernando Prass agrava a crise no gol enfrentada ao mesmo tempo por Palmeiras, Corinthians e São Paulo. O trio de ferro vê seus goleiros titulares em apuros, e a torcida sem confiar nos reservas.

Nos três clubes conselheiros reclamam de as categorias de base não terem produzido um jogador capaz de assumir a posição e virar ídolo.

No Palestra Itália, Bruno aumentou a desconfiança em cima dele ao falhar contra o Ituano no domingo. Foi criticado nos dois lances  que resultaram em gols do adversário na derrota por 2 a 1.

O clima é de indignação não só por causa dos erros de Bruno. Pesa mais o fato de o clube não ter produzido um substituto à altura para Marcos. Contratar um goleiro, como Prass, foi praticamente uma ofensa para conselheiros palmeirenses. Eles sempre se orgulharam de o alviverde ter uma das melhores escolas da posição no país.

No Corinthians, o ídolo Cássio começou o ano abalado por erros e contusões. Sem um reserva que se destaque, Tite faz rodízio entre Júlio César e Danilo Fernandes. Os dois não têm a confiança da torcida. Principalmente o primeiro.

Internamente, conselheiros apontam que o problema é uma das demonstrações de que a administração Andrés Sachez foi descuidada com a base. O próprio ex-presidente admite que não deu a devida atenção à formação de jogadores.

Tite tem dificuldades com seu trio de goleiros

No São Paulo, Rogério Ceni falhou seguidamente neste ano, apesar de ser um dos heróis da classificação para as oitavas-de-final da Libertadores ao marcar de pênalti. Dênis, ex-Ponte, contratado em 2009 não conquistou a torcida. Isso apesar de o site oficial do clube dizer que ele “se credencia a cada dia que passa assumir a camisa 1 do São Paulo quando Rogério Ceni encerrar a carreira”.

A incapacidade do São Paulo de forjar em casa um sucessor à altura para Ceni faz com que Juvenal Juvêncio seja criticado até por situacionistas. Avaliam que o cartola gasta os tubos com as categorias de base, coloca o CT de Cotia nas alturas, mas deixa a desejar nos resultados.

O momento delicado enfrentado pelo trio paulistano coincide com a dificuldade da seleção brasileira em ter um novo jogador incontestado para a posição. Tanto que Felipão resgatou o veterano Júlio César.


DIS cobra na Justiça R$ 1,1 milhão do Palmeiras por empréstimo feito ao clube na compra de Tinga
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A DIS, braço esportivo do Grupo Sonda, entrou com uma ação na Justiça para cobrar do Palmeiras dívida que alega existir no valor de R$ 1.130.674,34.

Parceira do clube nos direitos econômicos de Vinícius, a empresa foi à Justiça por causa da negociação envolvendo Tinga, em 2010. Ela alega ter emprestado R$ 1,8 milhão para o alviverde comprar o jogador da Ponte Preta.

Para quitar parte da dívida, os palmeirenses cederam à DIS 35% do passe de Tinga. Os outros R$ 800 mil deveriam ser pagos em 16 parcelas de R$ 50 ml.

Desse valor, foram descontados R$ 90 mil de parte de uma comissão paga pelo Palmeiras a um intermediário. Sobrou uma dívida de R$ 710 mil. Segundo relata a DIS na ação inicial, nem a primeira parcela foi paga. No pedido, datado de 4  de abril, os advogados da empresa afirmam que o débito corrigido é de R$ 1,1 milhão.

O blog enviou e-mail a assessoria de imprensa do Palmeiras no último dia 12 indagando sobre a ação. Por telefone, a assessoria afirmou que aguardava posicionamento do departamento jurídico. Até agora, não enviou resposta.

Recentemente, a direção do Palmeiras não entrou em acordo com funcionário da DIS que cuidava da renovação de contrato do volante Souza. José Carlos Brunoro, diretor executivo do clube, chegou perto de um acordo, mas depois o presidente Paulo Nobre disse que o valor pedido pelo agente estava fora da realidade palmeirense.

Leia abaixo a ação inicial formulada pela DIS na Justiça.