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Palmeiras está disposto a oferecer R$ 33,8 mi e Arouca por Pratto
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Colaborou Danilo Lavieri, do UOL, em Sāo Paulo

A diretoria do Palmeiras pretende apresentar em breve uma oferta tentadora ao Atlético-MG para ter Lucas Pratto.

Falta ainda definir detalhes da proposta, porém, o blog apurou que o alviverde está disposto a acenar com cerca de 10 milhões de euros (R$ 33.830.000) mais a transferência de Arouca, volante sem espaço no atual campeāo brasileiro.

Vale lembrar que recentemente Leila Pereira, presidente da Crefisa, posou para foto segurando um prato, deixando no ar que dinheiro da patrocinadora pode ser usado na compra do jogador do Galo. A Crefisa está em avançado processo de renovação com o clube.

Depois de acertar com Guerra, Felipe Melo, Michel Bastos, Hyoran, Keno e Raphael Veiga, os cartolas palmeirenses reservaram a próxima semana para definir a contratação de um camisa 9 de peso. Além de Pratto, Borja, do Atlético Nacional (Colômbia), é opção.

O Palmeiras nāo comenta sobre reforços.

 

 

 

 


Dono da Crefisa assina ficha para ser candidato ao Conselho palmeirense
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José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa e da FAM (Faculdade das Américas), assinou a ficha de inscrição da chapa apoiada por Mustafá Contursi para concorrer a uma vaga no Conselho Deliberativo do Palmeiras.

Sócio do clube desde 1955, ele só deixará de ser candidato se resolver retirar seu nome da chapa.

Com a inclusāo dele, o grupo formado por Mustafá poderá ter na eleiçāo de 10 de fevereiro o casal que controla os principais patrocinadores do Palmeiras. Leila Pereira, presidente da Crefisa, também assinou a ficha.

Só que a empresária teve sua candidatura impugnada por Paulo Nobre no final de sua gestāo. O agora ex-presidente entendeu que ela nāo tem ao menos oito anos como associada para poder se candidatar.

Mas Mustafá entrou com um pedido de reconsideração, alegando que em 1996 agraciou Leila com um título de sócia e que assim ela está apta a se candidatar.

O pedido será analisado pelo atual presidente, Maurício Percivalle Galiotte. Aliados de Mustafá apostam que se o pedido for aceito, e o “casal Crefisa” disputar o pleito, a chapa, com 76 nomes, será imbatível.

 


Oposição do Palmeiras e Crefisa se aproximam
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Um jantar no requintado restaurante Fasano em São Paulo, no domingo retrasado, selou a aproximação dos donos da Crefisa com a oposição palmeirense.

Intermediado por Arnaldo Tirone, o encontro teve, além das presenças do ex-presidente e dos empresários José Roberto Lamacchia e Leila Pereira, a participação de membros da UVB (União Verde e Branca), importante grupo oposicionista do Palmeiras e que tem como um de seus líderes Wlademir Pescarmona.

As duas partes falaram de seus planos para o clube, mas não ficou fechado, pelo menos por enquanto, um apoio formal da UVB à presidente da empresa, Leila. Ela tenta se candidatar ao Conselho Deliberativo, mas teve sua candidatura impugnado por suposta irregularidade. A impugnação, assinada no final do mandato de Paulo Nobre, se sustenta na acusação de um documento que aumentaria ilegalmente o tempo da empresária como sócia do clube para que ela atingisse o prazo mínimo como associada para poder se candidatar. Ela nega a irregularidade.

Hoje, a posição da UVB é de apoiar a legalidade e a apuração dos fatos. Mas os líderes do grupo entendem que seria desastroso perder o apoio da Crefisa. Há o temor no clube de que o casal desista de patrocinar o Palmeiras por causa do imbróglio.

Conselheiros de diferentes correntes entendem que Leila ajuda mais financeiramente o alviverde do que Nobre. A alegação é de que ela não recebe o dinheiro que coloca no clube de volta, com correção, caso do ex-presidente. E que a Crefisa não precisa do Palmeiras para ganhar visibilidade, pois investe fortemente em patrocínio na Globo.

Já a diretoria sustenta que as empresas do casal aceitaram pagar o que acham justo pelo patrocínio na camisa alviverde. Assim, não há caridade. As contratações bancadas pelos empresários são atreladas aos contratos de anúncio.

A situação é um teste para o presidente Maurício Percivalle Galiotte, que se elegeu tendo como um dos trunfos justamente o bom relacionamento com a Crefisa.


Interesse chinês é obstáculo para Palmeiras ter Pratto
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Leila Pereira posa com prato. Alusão a Pratto?    Reprodução/Twiter

Leila Pereira, presidente da Crefisa,  posa com prato. Alusão a Pratto?                  Reprodução/Twitter

O Palmeiras e um time chinês são os principais interessados em Lucas Pratto. A expectativa de cartolas do Atlético-MG, conforme apurou o blog, é de que a equipe da China vença a disputa.

Quem acompanha as conversas diz que o alviverde conta com 9 milhões de euros (R$ 31,7 milhões) para gastar na contratação do argentino. Porém, a aposta dos mineiros é de que os chineses (o blog não teve acesso ao nome do clube) cheguem a 15 milhões de euros (R$ 52, 8 milhões).

Nesse cenário, só a preferência de Pratto por continuar no Brasil seria capaz de fazer vingar o projeto palmeirense.

Oficialmente, o Palmeiras não fala sobre reforços até que negociações sejam concluídas.

Vale lembrar que no último dia 28, em entrevista à “Folha de S.Paulo”, Leila Pereira, presidente da Crefisa, disse que pretendia seguir ajudando o Palmeiras em contratações ao afirmar que pretendia renovar o contrato de patrocínio para 2017.


Opinião: não depender do dinheiro de Nobre é desafio de novo presidente
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Eleito presidente do Palmeiras, Maurício Gagliotte tem como um dos principais desafios de sua gestão manter a independência administrativa e financeira em relação a seu antecessor.

Paulo Nobre recolocou o clube em lugar de destaque no futebol brasileiro, mas precisou botar a mão no bolso diversas. Além do empréstimo pelo qual o alviverde paga mensalmente, ele usou seu dinheiro pessoal para fazer contratações na base do se der lucro é do clube, se der prejuízo é do dirigente. Foi importante para o time fazer a campanha que fez no Nacional, mas é algo que não pode acontecer para permanentemente. Caso contrário, o Palmeiras passa a ter um dono.

Cabe a Gagliotte criar mecanismos para acabar com essa dependência e fazer o alviverde forte com recursos do clube. A independência financeira dificilmente virá sem liberdade administrativa. Manter Nobre na gestão formalmente ou informalmente sufocaria o novo presidente. Basta lembrarmos da personalidade forte de seu antecessor e de como costuma reagir ao ser contrariado.

 Tanto oposição como situação consideram Gagliotte o melhor quadro que despontou no Palmeiras nos últimos anos. E algumas de suas virtudes mais elogiadas são a capacidade de manter o diálogo, ouvir opiniões e conversar com todas as correntes políticas, características que a maioria não enxergava em Nobre.

Com essas habilidades, o novo presidente tem, em tese como se descolar de seu antecessor sem provocar uma ruptura política. Esse cenário seria o mais salutar para o Palmeiras.


Justiça determina que Palmeiras pague dívida com empresa de Valdivia
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Na última quarta (19), a 4ª Vara Cível de São Paulo deu três dias para o Palmeiras pagar dívida de R$ 166.819,30 com a Jorge Luis Valdivia Toro ME, microempresa do chileno Valdivia. O prazo começa a contar a partir do momento em que o Palmeiras for citado, o que não havia acontecido ontem.

A decisão também determina que seja feita penhora caso o pagamento não seja efetuado no prazo estabelecido.

No último dia 10, como mostrou o UOL Esporte,  a empresa entrou com a ação para cobrar comissão referente à intermediação da contratação de Valdivia em 2010. Apesar de a empresa estar no nome do jogador, quem costuma cuidar das negociações é o pai dele, Luis Valdivia.

Na ocasião ficou acordado que o clube pagaria comissão de R$ 1.840.000 em dez vezes. A alegação é de que só foram quitadas duas parcelas. Para receber o restante, a empresa aceitou um acordo pelo qual o alviverde pagaria 18 parcelas de R$ 81,7 mil.

No processo, o escritório de advocacia que representa Valdiva alega que já na primeira parcela, vencida em setembro de 2012, não recebeu o combinado. A ação atual é só para a cobrança desta prestação. “Ressalva a Exequente que o valor exequendo é parte do débito da Executada, advindo do contrato noticiado na presente (apenas da primeira parcela, que com juros chega a R$ 166,8 mil), sendo que o saldo devedor será objeto de nova ação”, diz trecho das alegações iniciais da empresa no processo.

Abaixo, a íntegra da decisão.

Reprodução

 

 

Trecho da ação proposta pela empresa de Valdivia

Trecho da ação proposta pela empresa de Valdivia

 

 

 

 

Trecho de mudança feita em contrato para que o Palmeiras quitasse dívida

Trecho de mudança feita em contrato para que o Palmeiras quitasse dívida

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Valdivia levou comissão do Palmeiras para intermediar a própria contratação


Em 5 meses, futebol corintiano gastou R$ 20,6 mi a mais que o do Palmeiras
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Dados oficiais dos dois clubes mostram que até maio o Corinthians, hoje sétimo colocado do Brasileirão, gastou R$ 20.680.638,50 a mais com seu departamento de futebol do que o Palmeiras, atual líder. Como no quinto mês do ano começou o Nacional, estão na conta os gastos com a montagem dos elencos que começaram a competição pelos dois clubes.

A comparação não pode ser mais atualizada porque o Corinthians só divulgou em seu site o balancete com os dados dos cinco primeiros meses do ano. Por sua vez, o alviverde disponibilizou relatórios até julho em sua página oficial, mas o blog teve acesso também ao balancete de agosto.

Foram R$ 148.738.000 gastos pelo Corinthians com o departamento de futebol até maio contra R$ 128.057.361,51 desembolsados pelo Palmeiras no mesmo período.

A despesa média mensal do alvinegro nos primeiros cinco meses de 2016 supera a sua própria em 2015, ano em que o clube conquistou o Brasileirão. São R$ 29,7 milhões desembolsados em média por mês até maio de 2016 contra R$ 20,8 milhões desembolsados mensalmente em média no ano passado.

De acordo com Emerson Piovezan, vice de finanças corintiano, a tendência é que os dados do segundo semestre apontem uma queda no gasto médio mensal do clube com o departamento de futebol.

“No primeiro semestre tivemos muitos gastos com os jogadores vendidos. Quando você vende, precisa pagar o 13º salário e outros encargos no ato. Isso aumenta os custos”, disse ao blog Piovezan.

A despesa corintiana com vendas e aquisições de atletas nos cinco primeiros meses de 2016 superou os gastos com essas operações no ano passado inteiro. Foram R$ 49,9 milhões na atual temporada diante de R$ 34,2 milhões desembolados na passada.

“Depois das vendas, tivemos que contratar muitos jogadores. Alguns não ficaram, nós precisamos trazer outros. Isso aumenta a despesa, mas não aconteceu nada fora do normal”, afirmou Piovezan.

A média de gastos mensais do futebol alvinegro supera também a marca do Palmeiras até agosto. O gasto médio palmeirense nos oito primeiros meses de 2016 foi de R$ 26,5 milhões. São R$ 3,2 milhões a menos em relação ao que o rival registrou até maio.

Nos cinco primeiros meses do ano, o Corinthians também superou o rival em receitas com futebol. Foram R$ 279.473.000 brutos contra R$ 152.283.290,82. Até agosto, o futebol palmeirense anotou arrecadação de 290.618.409,13.


Nobre dá cerca de R$ 4 mi de presente ao Palmeiras para construir hotel
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Com José Edgar de Matos, do UOL, em São Paulo

Em reunião do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) do Palmeiras na semana passada, Paulo Nobre afirmou que não cobrará do clube cerca de R$ 4 milhões que ele está gastando na construção do Centro de Excelência no CT localizado na Barra Funda. Assim, esse valor não entrará na conta do empréstimo de pelo menos R$ 140 milhões que está sendo pago pelo alviverde ao cartola.

A obra inclui o prédio que funcionará como hotel para os jogadores e, incialmente, seria bancada pela Crefisa. Porém, a patrocinadora abandonou o plano, e o presidente palmeirense continuou tocando a construção.

O dirigente disse aos “cofistas” que o investimento será um presente de fim de gestão ao clube. Ele deixa a presidência no final do ano. Procurado por meio de sua assessoria de imprensa, Nobre afirmou que não comenta assuntos internos no Blog do Perrone.

Neste ano, o presidente já havia tirado dinheiro de seu bolso para contratar o meia-atacante Roger Guedes e o zagueiro colombiano Yerry Mina. Se a dupla for negociada com lucro, este ficará com o Palmeiras. Em caso de prejuízo, o clube nada terá que dar a seu presidente.

 


Partido de oposição do Palmeiras decide não lançar candidato à presidência
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A UVB (União Verde e Branca), um dos principais grupos políticos do Palmeiras e que tem entre seus líderes o ex-diretor de futebol Wlademir Pescarmona, decidiu em reunião nesta terça que não lançará candidato à presidência do clube na eleição prevista para novembro.

 Os conselheiros que fazem parte da UVB devem se abster de votar no pleito que acontecerá dia 10 de outubro no Conselho Deliberativo para definir quais chapas poderão disputar o voto dos associados. Só poderá registrar a candidatura quem obtiver 15% de aprovação do conselho.

 A decisão do grupo de Pescarmona aumenta a chance de Maurício Gagliotte, primeiro vice-presidente palmeirense e escolhido por Paulo Nobre para disputar o cargo, ser candidato único.

 Defensores de Maurício trabalharam nos últimos dias junto às diferentes correntes da oposição para que ele seja o único a se candidatar.

 A UVB avaliou que demorou para se preparar para a disputa e que não teria tempo para trabalhar por uma chapa com possibilidade de vitória.

 


Opinião: Cuca deve ter orgulho do “Cucabol”
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Depois da vitória sobre o Coritiba por 2 a 1 neste sábado, Cuca desabafou na entrevista coletiva, dizendo que as pessoas precisam ter mais respeito com o trabalho feito pelo time palmeirense e que ninguém gosta de ouvir coisas como classificar o futebol da equipe de “Cucabol”. Na opinião deste blogueiro, o treinador não deveria se incomodar com isso. Pelo contrário, deve se sentir elogiado com o termo.

“Cucabol”, assim como o “Muricybol” foi no São Paulo, não é sinônimo de pobreza tática. Expressões assim remetem a times bem treinados, que executam fundamentos com perfeição na maior parte do tempo. São casos em que o suor derramado nos treinamentos faz a estratégia estabelecida dar certo.

Se alguém fala dos gols do Palmeiras a partir de cobranças de laterais ou cruzamentos, ainda que não admita, está reconhecendo o bom trabalho do treinador. Quantos técnicos da Série A treinam essas jogadas? Mérito de Cuca e de seus jogadores se o líder do Brasileirão é o clube que mais sabe usar essas armas.

A beleza do jogo alviverde está exatamente em sua simplicidade. Está no fato de todo mundo saber que o Palmeiras sufoca seus rivais no começo das duas etapas dos jogos, mas poucos conseguirem escapar ilesos dessa previsível pressão. Ou de todos adversários estarem carecas de saber que cruzamentos e cobranças de laterais são jogadas mortais do Palmeiras e muitos deles morrerem com esses golpes.

Executar coberturas com eficiência, chegar antes que o adversário em quase todas as bolas, como aconteceu contra o Corinthians em Itaquera, cruzar com maestria e cabecear de maneira certeira não desenham um  jogo feio ou chato. Longe disso. É bonito e gostoso de ver.

Ter complexos esquemas táticos e abusar de dribles e outras jogadas vistosas não são características obrigatórias para times brigarem por títulos importantes. O Palmeiras é prova disso. Só é líder graças ao “Cucabol”.