Blog do Perrone

Arquivo : maio 2013

Kléber Gladiador gera nova polêmica no Palmeiras
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O temor de que o atacante Kléber retorne ao Palestra Itália voltou a agitar os bastidores do Palmeiras. Segundo duas fontes, uma ligada à diretoria do alviverde e outra com trânsito no Grêmio, José Carlos Brunoro tornou a negociar a contratação nos últimos 15 dias.

A informação é negada pela diretoria do Palmeiras. Mesmo assim, conselheiros protestam e integrantes do COF (Conselho de Orientação Fiscal) falam em cobrar explicações do presidente Paulo Nobre.

De acordo com as duas fontes, Brunoro procurou o Grêmio para tentar o empréstimo do Gladiador por um ano, ouvindo que o empresário do atleta só aceita a transferência  em definitivo e com um contrato por cinco anos. Kléber teria que receber mais do os cerca de R$ 650 mil atuais.

Ainda segundo os dois relatos, o Palmeiras teria oferecido um contrato de quatro anos, mantendo o salário atual do jogador. A informação também é rechaçada pelo clube.

A assessoria de imprensa palmeirense alega que quando Barcos foi pra Porto Alegre o Grêmio ofereceu Kléber por empréstimo para ser o quinto atleta cedido pelos gaúchos.

 

Foto: Lucas Uebel/Preview.com

O alviverde pagaria metade de seus salários. Porém, Pepe Dioguardi, agente do jogador, não topou o negócio e pediu os cinco anos de contrato. A informação chegou a ser divulgada pelo UOL Esporte na ocasião.

A exigência do contrato de cinco anos encerrou a conversa, e o Palmeiras nunca mais procurou o Grêmio a respeito de Kléber, assegura a assessoria de imprensa.

Os conselheiros que acreditam na nova tentativa reclamam que Brunoro teria tentado fazer uma negociação que no final só ajudaria ao amigo Vanderlei Luxemburgo. O treinador se livraria de Kléber, e o Palmeiras ficaria com um “bonde” para sustentar.


Palmeiras tem investigação sobre motivos para saída de Barcos
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Versões conflitantes sobre a saída de Barcos vão gerar investigação por parte do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) do Palmeiras. Os integrantes do órgão decidiram confrontar os relatos da nova diretoria sobre a saída do argentino com declarações de seus antecessores.

Barcos já virou ídolo no Grêmio

O problema é que a atual direção diz que vendeu o principal ídolo do time porque corria o risco de perder o jogador de graça. Temia que ele entrasse com uma ação na Justiça para pedir rescisão alegando atrasos em seus vencimentos de outubro a janeiro.

Na direção oposta, o ex-presidente Arnaldo Tirone nega  atraso de quatro meses. Afirma que Paulo Nobre não tinha motivos para temer perder o atleta na Justiça.

Instalada a confusão, os membros do COF resolveram pedir documentos que ajudem a reconstruir a situação do argentino. Também querem ouvir dirigentes atuais e antigos para confrontar as versões.

A alegação de que Barcos saiu por causa das dívidas amenizou as críticas da torcida contra Nobre, que acabara de assumir a presidência. Os “cofistas” afirmam que o esclarecimento é fundamental para que seja possível analisar se a negociação foi boa ou ruim para o alviverde.


Mustafá e Mancha se fortalecem em votação no Conselho do Palmeiras
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Mustafá Contursi e a Mancha Alviverde saíram fortalecidos da eleição desta segunda no Conselho Deliberativo do Palmeiras.

A ala comandada pelo ex-presidente elegeu para a vice-presidência Hélio Esteves, derrotando Guilherme Pereira, candidato do grupo de Paulo Nobre.

O atual presidente, no entanto, viu a aliança costurada por ele vencer a disputa para presidência do Conselho com Antônio Augusto Pompeu de Toledo, também apoiado por Mustafá.

Em segundo lugar, ficou Tarso Gouveia, que é ligado à Mancha e pertence ao grupo político UVB (União Verde e Branca). Ele obteve uma votação considerada expressiva: 76 votos. Vitorio Pescosolido, terceiro colocado, teve 40. Isso mostra que a torcida aumentou sua influência no conselho do clube após a última escolha de conselheiros.

Os “mustafistas” estavam incomodados por seu candidato à vice-presidência não ter recebido o apoio dos “nobristas”, já que votaram em Paulo Nobre e abraçaram a candidatura de Antônio Augusto.

O resultado indica que a corrente de Mustafá pode complicar as pretensões de Nobre em casos que dependerem de aprovação no Conselho. Isso dá mais peso a seus pedidos. Um deles é a explicação de detalhes da venda de Barcos. Por causa da negociação, José Carlos Brunoro, o homem forte do futebol palmeirense, está na mira dos “mustafistas”.


Presidente do Palmeiras troca voo com a delegação por avião particular
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O novo presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, demonstrou na viagem do time para o Paraguai um estilo diferente da maioria dos cartolas brasileiros. Ele não embarcou com a delegação. Foi em seu avião particular.

Em sua aeronave, levou outros dirigentes, que não precisaram colocar a mão no bolso.

Indagada pelo blog sobre quem formou a comitiva presidencial, a assessoria de imprensa do Palmeiras enviou mensagem com a seguinte resposta:

“O presidente Paulo Nobre viajará para a maioria dos jogos do Palmeiras por suas expensas, em equipamento próprio. Nesta viagem a Assunção, convidou membros da diretoria executiva para acompanhá-lo. Mas entende que, por pagar a viagem do próprio bolso, tem o direito de convidar quem achar conveniente sem ter que dar explicação pela imprensa. Dessa forma, não voltará a tratar deste assunto publicamente por se tratar de alçada estritamente privada.”


Belluzzo fala em empréstimo se precisar indenizar Simon, mas ex-assessor sugere que Palmeiras pague
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Quem vai pagar a conta se o ex-presidente do Palmeiras Luiz Gonzaga Belluzzo tiver que indenizar o ex-árbitro Carlos Eugênio Simon por ofensas feitas em 2009? O cartola ou o clube?

Paulo Nobre, atual presidente palmeirense, colocou essa questão para o COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) na última terça. O órgão ficou de analisar, mas a maioria, assim como Nobre, entende que Belluzzo deve pagar. Houve, porém, quem dissesse que o ex-presidente não tem dinheiro para arcar com os cerca de R$ 50 mil pedidos. Outro argumento é o de que ele estava defendendo o clube.

A questão veio à tona porque Carlos Corcione, ex-assessor especial da presidência e que cuidava da ação, informou a Nobre que após duas derrotas na Justiça não achava interessante recorrer mais uma vez. E perguntou ao cartola se o clube pagaria.

“Disse ao presidente que, tradicionalmente, o Palmeiras paga indenizações desse tipo quando um dirigente perde. O Belluzzo, como outros, estava a serviço do clube”, explicou Corcione.

Belluzzo, que entre outras coisas chamou Simon de safado, disse ao blog que não deixará o Palmeiras pagar.

“O Paulo Nobre deveria ter me consultado antes de falar isso no COF. Nem sei se a decisão da Justiça é definitiva. Mas, se eu perder, não permitirei que o Palmeiras pague. Foi uma declaração minha, não tem nada a ver com o clube. Se precisar pagar, faço um empréstimo, alguma operação financeira e pago. A diretoria não precisa se preocupar com esse problema na Justiça, com os outros eu já não sei”, declarou Belluzzo.


Ex-gerente do Palmeiras se reúne com presidente, gera revolta, mas não retorna ao clube
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Diretoria nega volta de Prado

Ex-gerente administrativo do Palmeiras, Sérgio do Prado se reuniu nesta sexta-feiira com o presidente do clube, Paulo Nobre, e revoltou conselheiros.

Prado foi demitido na gestão de Arnaldo Tirone após longo processo de fritura comandado por influentes membros do Conselho Deliberativo. Era visto por eles como pessoa que tumultuava o vestiário alviverde.

Sua conversa com o atual presidente foi rapidamente informada por funcionários do clube a aos desafetos dele. Imediatamente, iniciou-se uma corrente contra o retorno de Prado.

Ao blog, a assessoria de imprensa do Palmeiras confirmou o encontro de Nobre com o ex-gerente, mas negou o retorno dele ao quadro de funcionários. Informou que Prado procurou o dirigente para explicar os motivos de sua saída e que os dois nem tocaram no tema retorno.

Por sua vez, Prado negou ao blog ter conversado com Nobre. Mais tarde, confrontado com a informação de que havia ido ao CT confirmou a visita. Mas disse que “infelizmente” não foi para cuidar de sua  volta.

Quando estava no clube ele barrava conselheiros que queriam se tratar no CT e era acusado de vazar informações do vestiário.

Aliados do ex-presidente Mustafá Contursi foram os que mais se indignaram ao acreditarem que Prado articulava sua volta. Também é motivo de queixa o fado de o ex-gerente se dar bem com Gilberto Cipullo, considerado hoje um dos conselheiros com mais influência na atual diretoria. As outras alas querem reduzir seu poder.


“Cardeal” palmeirense Márcio Papa ganha lobby para tentar presidência de Conselho contra candidato de Paulo Nobre
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Considerado um dos principais “cardeais” do Palmeiras, Márcio Papa é alvo de um lobby de conselheiros para se candidatar à presidência do Conselho Deliberativo.

Ex-presidente do órgão, ele é visto por eleitores de Paulo Nobre que se rebelaram contra o atual presidente como o único capaz de vencer Antônio Augusto Pompeu de Toledo na eleição no Conselho, em março.

A vitória de Toledo daria mais poder ainda ao presidente e a Gilberto Cipullo, considerado eminência parda no Palestra Itália por causa de sua influência junto a Nobre. O novo candidato seria uma alternativa para enfraquecer essa aliança.

A presidência do Conselho é um posto estratégico para colocar em votação temas como “engessar” as contratações da diretoria de futebol, algo feito no fim da gestão de Arnaldo Tirone e que descontentes já querem fazer na atual administração.

Procurado pelo blog, Papa confirmou ter recebido o convite, mas explicou que ainda não se decidiu. “Vou conversar com parentes e conselheiros antes de tomar a decisão. Mas adianto que não vou sair do meu canto, da minha condição de aposentado para lançar uma candidatura de protesto. Não quero patrocinar a cizânia. Se for candidato será para buscar a união do cube”, afirmou.


Clássico dá fôlego para nova diretoria do Palmeiras junto à torcida, mas não acalma conselheiros
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A nova diretoria do Palmeiras avalia que foi criticada antes da hora por causa da polêmica transferência de Barcos para o Grêmio. Pediu tempo para no mínimo mostrar que pode estar no caminho certo. E a forma como o time encarou o Corinthians no empate por dois gols  deu um bom fôlego para Paulo Nobre e seu estafe.

Gilson Kleina deixou no ar a impressão de que pode se virar bem sem os camarões que Felipão tanto pediu. E ser capaz de harmonizar o vestiário responsável por fritar o atual técnico da seleção.  Só o tempo dirá se pode mesmo.

O problema para a diretoria é que o clássico não foi capaz de acalmar conselheiros que pedem sindicância sobre a saída de Barcos. Querem saber o motivo para o atacante deixar o Palestra Itália antes de o Palmeiras se acertar com os atletas oferecidos pelo Grêmio. Prometem começar a semana fazendo mais pressão.


Palmeiras liberou Barcos sem contrato com Grêmio, mas diz que carta de intenções prevê R$ 2,5 mi no lugar de Moreno
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Barcos, um dia antes do anúncio de sua saída

O Palmeiras liberou Barcos antes de assinar o contrato de venda com o Grêmio. Normalmente, os clubes assinam o documento antes de permitir a transferência.

A descoberta desse fato aumentou os disparos de conselheiros de diversas alas, inclusive eleitores de Paulo Nobre, contra o dirigente remunerado José Carlos Brunoro.

Argumentam eles que faltou profissionalismo e que o alviverde deveria se acertar primeiro com os jogadores oferecidos pelo time gaúcho antes de permitir a saída de Barcos. Dizem também que a negociação foi conduzida de uma forma que só resolveu imediatamente os problemas gremistas.

Barcos estreou com gol no Grêmio

Procurada pelo blog, a assessoria de imprensa do Palmeiras afirmou que “todos os detalhes da negociação já foram tornados públicos e que a última declaração sobre o assunto foi dada pelo presidente Paulo Nobre, em Itu”.

Fonte ligada à diretoria disse ao blog que um memorando de intenções foi assinado com o Grêmio antes da liberação de Barcos. E que ele foi sendo cumprido à risca, apesar de Marcelo Moreno não ter se acertado com o time paulista.  Por essa versão, não houve risco porque uma cláusula prevê que o Palmeiras receberá R$ 2,5 milhões se Moreno não for para o Palestra Itália, além de ficar com 15% dos direitos do jogador.

Ainda há esperança de que o atacante feche com o Palmeiras. Se isso acontecer, o clube não terá 100% de seus direitos. Ficará com 30%.

Segundo a mesma fonte, aceitar uma carta de intenções foi a única forma de salvar o negócio. O Grêmio desistiria de Barcos se perdesse o prazo de inscrição na Libertadores.  E Paulo Nobre temia perder o jogador de graça, na Justiça, por causa de dívidas com ele.

O alviverde já recebeu o dinheiro prometido pelos gaúchos, mas isso não deve acalmar os descontentes. Eles querem que o COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) abra uma sindicância para apurar detalhes da negociação.


Conselho de Fiscalização do Palmeiras estuda “engessar” novo presidente como fez com Tirone
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Integrantes do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) do Palmeiras querem “engessar” as ações do presidente Paulo Nobre como aconteceu no fim da administração de Arnaldo Tirone.

A ideia do grupo é convocar uma reunião do Conselho Deliberativo para tentar aprovar uma medida controladora. Ela obrigaria o novo presidente a apresentar garantias de que tem como pagar por novas contratações. Ele também teria que pedir autorização de uma trinca de “cofistas” antes de vender jogadores, fazer empréstimos e antecipar receitas.

Nos últimos dias de Tirone no cargo, o cartola teve dificuldades para contratar por causa das exigências feitas pelo COF.

No caso de Nobre, a ideia começou a ser discutida após a polêmica transferência de Barcos para o Grêmio antes que estivessem definidos os jogadores que seriam envolvidos na negociação como parte do pagamento.