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Padrinho do Itaquerão, PT aponta falta de transparência do Governo paulista na Copa
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Padrinho político do estádio corintiano na Copa via Lula, o PT acusa o Governo do Estado de falta de transparência nas contas relativas ao Mundial.

A bancada petista votou separadamente as contas de 2011 do Governo do PSDB. O voto em separado foi feito para a apresentação de uma série de críticas.

Entre as supostas irregularidades, os petistas dizem existir falta de transparência em relação aos gastos do Estado com projetos referentes à Copa do Mundo.

O texto elaborado pelos deputados do PT afirma que existem falhas no Portal de Transparência do Governo. Aponta não haver atualização em tempo real da situação dos projetos ligados ao Mundial. Afirma ainda que faltam os valores a serem investidos pelo governo, nomes de empresas contratadas, fase atual das obras e o valor total já pago.

 Procurada pelo blog, a assessoria de imprensa do Governo do Estado afirma que não existe um rubrica apenas para a Copa do Mundo dentro da estrutura governamental. E que também não há uma secretaria específica de Copa do Mundo


Confirmação de favoritismo de Haddad alivia São Paulo e Palmeiras
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 As últimas pesquisas sobre a eleição paulistana são tranquilizadoras para dirigentes de São Paulo e Palmeiras. Os dois clubes entraram na reta final da campanha de Fernando Haddad, que, segundo o Datafolha, será o novo prefeito, e temiam uma reviravolta. Havia receio de retaliações por parte do PSDB em caso de vitória de José Serra.

Tricolores e alviverdes ainda dependem da prefeitura para concluir os projetos de reforma em seus estádios. E também para o funcionamento deles como casas de espetáculos. Esse foi um dos motivos para apoiarem o favorito. Mas nos dois clubes há cartolas que consideraram a estratégia arriscada.

No São Paulo, Juvenal Juvêncio estava ciente do risco e por isso hesitou em aceitar o convite para participar de encontro com o candidato petista. Foi convencido pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo.

Para aliados do presidente, pesou na decisão sua mágoa com o ex-governador Serra por não ajudar como poderia na batalha para colocar o Morumbi na Copa do Mundo.

Segundo Datafolha, Haddad chegou à véspera da eleição com 58% das inteções de voto, e Serra com 42%

No Palmeiras, o apoio a Haddad ainda gera polêmica. Parte dos conselheiros argumenta que Arnaldo Tirone deveria ter se mantido neutro, pois Serra é torcedor do alviverde. Talvez por isso, o presidente palmeirense tenha sido tão discreto durante o evento petista. Sua timidez até rendeu críticas de militantes do PT.

Já no Corinthians há o temor de que o esforço de Andrés Sanchez para apoiar Haddad aumente o desejo do Governo Estadual de não colocar dinheiro público nas arquibancadas provisórias do Itaquerão. Por ora, o discurso tucano é de que na falta de um patrocinador será honrado o compromisso de bancar as instalações.

Nesse cenário, os cartolas paulistanos se preocuparam como nunca com a eleição municipal. E a provável vitória do candidato escolhido por eles deve gerar uma enxurrada de pedidos à nova administração.


Terceiro lugar de Serra em Itaquera mostra que estádio corintiano não ajuda PSDB
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 As urnas de Itaquera (248º zona eleitoral de São Paulo) revelaram que o apoio do PSDB à abertura da Copa não região não atraiu votos para o partido na área.

Candidato mais bem votado no geral, o tucano José Serra ficou só em terceiro lugar na contagem de votos na sessão de Itaquera. Terminou atrás de Fernando Haddad e Celso Russomano.

Serra obteve 20,42% dos votos da região, bem abaixo dos 30,75% que registrou na cidade inteira. Em Itaquera, o candidato do PT, partido que apadrinhou o Itaquerão por meio de Lula, liderou com 32,57%. Resultado melhor do que os 28,98% obtidos por ele no geral. Tradicionalmente, o PT é mais forte na Zona Leste. Mesmo assim, Haddad foi às obras do estádio corintiano no último dia de campanha.

Terceiro colocado e fora do primeiro turno, Russomano ficou com 27,12% dos votos na zona eleitoral próxima à arena alvinegra, quase 7% de vantagem sobre Serra.

Reprodução do site do TSE com resultado em Itaquera

O desempenho ruim do candidato do PSDB em Itaquera deu força ao discurso do presidente do São Paulo. Juvenal Juvêncio disse mais de uma vez aos tucanos que o apoio ao Itaquerão não iria fortalecer o partido na Zona Leste.

O cartola argumenta ser inútil, em termos eleitorais, o esforço do PSDB em comprometer o governo com a abertura da Copa em São Paulo (o Estado é o responsável, entre outras coisas, pelas arquibancadas móveis do estádio). Ou, como diz um colaborador de Juvenal, o governo paulista coloca azeitona na empada do PT ao colaborar com a arena corintiana.


PSDB mira Ronaldo como deputado, após FHC convidá-lo como vereador
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Em fase de montagem da relação de pré-candidatos a vereador para as próximas eleições, o PSDB lamenta não ter em sua lista o nome de Ronaldo. O Fenômeno foi convidado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para se filiar ao partido, no segundo semestre de 2011, mas não aceitou o convite.

Implícito na proposta, estava o projeto para o ex-jogador se candidatar a vereador de São Paulo, onde tem domicílio eleitoral, em 2012. Amigo de FHC, o ex-atleta disse a seu parceiro de pôquer que não quer se envolver com política. Cascata, na opinião de gente do partido.

Na avaliação de integrantes da legenda, o Fenômeno começa a pegar gosto pela política e só rejeitou a oferta porque tem planos num degrau acima. Estaria tentado a começar a carreira pública como Deputado Federal.

Assim, os tucanos já planejam contar com o astro na disputa por uma vaga na Câmara em 2014, quando ele ainda deve estar sob os holofotes por causa de sua participação no COL (Comitê Organizador Local da Copa).

Até lá, o plano é estreitar mais as ligações. Além de amigo de FHC, Ronaldo faz parte do comitê de São Paulo para a Copa, controlado pelo PSDB.

 O Fenômeno é visto pelos tucanos como algluém que gosta do ambiente político e que se envolve cada vez mais com o meio, por isso sua recusa não foi convincente para o partido. Prova disso é seu relacionamento com FHC e Lula. A visita ao ex-presidente petista, fora de uma agenda oficial, reforçou essa tese.

 O problema para o partido de Fernando Henrique é que Lula pode entrar no circuito e tentar levar o passe do ex-atacante para o PT. Seria mais um duelo entre os dois às vésperas da próxima eleição presidencial.

A carreira de Ronaldo em fotos
A carreira de Ronaldo em fotos

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Delegada deixa investigação sobre torcidas para tentar ser vereadora e rejeita oportunismo
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Um dia após prender seis suspeitos de envolvimento na briga entre Mancha Alviverde e Gaviões da Fiel, que matou dois palmeirenses, a delegada Margareth Barreto deixou o caso.

Ela se licenciou para se tornar pré-candidata a vereadora pelo PSDB paulistano. O pedido de afastamento já tinha sido publicado no Diário Oficial antes de as últimas prisões serem efetuadas. Mas ela continuou trabalhando até esta quinta.

Para membros da Gaviões da Fiel, o ex-presidente da torcida, Douglas Deúngaro, detido acusado de ajudar a arquitetar a briga, serviu apenas para dar publicidade à pré-candidata.

“Fico chateada com algumas colocações. Assumi casos envolvendo futebol muito antes de o Brasil virar sede da Copa, antes dessa visibilidade toda, em 2004. Trabalhei em vários casos que chamaram a atenção da mídia, nem faço questão de aparecer. Não entrei nesse caso para me promover. O convite do PSDB veio muito antes desse caso. Não caí de para-quedas. Sou uma pessoa que tem os seus sonhos, coisas que quero fazer há muito tempo. Vou ter mais autonomia no legislativo para sugerir mudanças do que como delegada”, disse Maragareth ao blog.

Ela se filiou ao PSDB no ano e afirma ter sido convidada para formar uma nova diretoria feminina. A investigação sobre as torcidas agora fica com o delegado Arlindo Negrão.

Sua candidatura ainda não é certa porque os tucanos não definiram a lista de candidatos.