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Rosenberg pede paz para trabalhar, ganhar a Libertadores e relembra vexame do Santos em Mundial
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Perrone

Alvo de protestos de torcidas organizadas e da oposição corintiana, Luis Paulo Rosenberg se defendeu num e-mail recebido pelo blog. Sem citar nomes, ele credita os ataques que tem sofrido à “dor de cotovelo” do grupo que perdeu a eleição no Corinthians, com Paulo Garcia como candidato.

A oposição divulgou um manifesto contra Rosenberg, depois de o vice-presidente afirmar em palestra que o Corinthians tem um time medíocre, como revelou o Uol Esporte.

O cartola alega que travava um debate com o presidente do Santos, Luís Alvaro de Oliveira Ribeiro, que “estava muito irônico e bem à vontade com seu time de iluminados”. Explica ter mostrado que o Corinthians com o seu grupo conquistou o Brasileiro no mesmo mês em que o Santos tomou “um chocolate vexatório no exterior”, ao perder o Mundial para o Santos.

Leia abaixo, na íntegra, o desabafo de Rosenberg.

“Protestar quando sentimos que o Timão foi atacado é direito fundamental de todos os corintianos. Portanto, não me sinto perseguido ou injustiçado pelo ato de protesto.

O que lamento é que minha declaração tenha sido distorcida. Em primeiro lugar, não dei entrevista. Estava numa faculdade, onde se usa uma linguagem mais direta para que os alunos entendam e cresçam na profissão.

Em segundo lugar, travava um debate com o Presidente do Santos, ele muito irônico e bem à vontade com seu time de iluminados. O ponto que eu defendia e que gerou tanta celeuma era simples: ao contrário do Santos e seus ídolos, nosso time não tem jogadores badalados, mas tem a Fiel e tem Tite, e o resultado foi que em Dezembro passado, nós nos sagramos campeões do Brasil e eles tomaram um chocolate vexatório no exterior.

O estranho é que este episódio apareceu ligado a uma disputa hipotética entre [Mário] Gobbi e [Andrés] Sanches ( que o ex-presidente formalmente desmentiu).

 O saudoso Ulysses Guimarães gostava de lembrar sempre: jaboti não sobe em árvore. Se encontrar um nos galhos de uma, pode ter certeza de que alguém o colocou lá. A politização deste assunto é demonstração de dor de cotovelos dos que perderam uma eleição há poucos meses.

Deixem a gente trabalhar! Há um estádio por concluir, uma libertadores para se ganhar e é árdua a tarefa de se transformar o time que eles destroçaram no passado no Bracelona brasileiro do futuro.

A politização deste assunto é demonstração de dor de cotovelo dos que perderam uma eleição há poucos meses atrás. Deixem a gente trabalhar! Há um estádio por concluir, uma Libertadores para se ganhar e é árdua a tarefa de se transformar o time que eles destroçaram no passado no Barcelona brasileiro do futuro.”

O blog lembra que Rosenberg foi entrevistado pelo UOL Esporte após a palestra e disse que havia usado a palavra medíocre no sentido de mediano, para definir um time sem estrelas. E assim foi publicado.


Libertadores adia abaixo-assinado para pedir saída de Rosenberg da diretoria do Corinthians
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Luís Paulo Rosenberg e a suposta mediocridade do time corintiano ainda dão o que falar no Parque São Jorge. Um grupo de conselheiros começou a preparar nesta sexta abaixo-assinado para pedir a saída do vice-presidente da diretoria.

Líderes da oposição, porém, seguraram o protesto para depois da Libertadores. Temiam carregar a culpa por tumultuar o ambiente, isso em caso de fracasso no torneio continental.

A promessa, no entanto, é mandar chumbo grosso no dirigente após a competição. Ter supostamente denegrido a imagem do Corinthians é o principal argumento para pedir a saída dele. Rosenberg teria demonstrado não ter um comportamento digno de um dirigente ao chamar o time de medíocre durante palestra para estudantes, como revelou o UOL Esporte.

A ideia dos descontentes é entregar o abaixo-assinado para a presidência do Conselho Deliberativo.  O artigo 104 do estatuto alvinegro prevê a destituição de dirigentes que, entre outras coisas, acarretarem danos consideráveis à imagem do clube.

Em sua defesa, o vice-presidente diz que usou a palavra medíocre para definir a equipe como mediana, sem astros.

Opinião

Rosenberg falou a verdade que não precisava ser dita às vésperas de uma semifinal da Libertadores. Teve o mérito de ter sido sincero, mas garantiu diversão por um bom tempo para seus detratores.


“Medíocre é a gestão de Rosenberg no Corinthians”, diz ex-dirigente
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Luis Paulo Rosenberg despertou a ira de conselheiros corintianos oposicionistas e situacionistas após chamar o time alvinegro de medíocre em palestra para estudantes, conforme revelou o UOL Esporte.

“Medíocre é a atuação do Rosenberg na direção do Corinthians. Desde que Andrés Sanchez e Ronaldo saíram o clube não conseguiu um patrocinador decente”, afirmou ao blog Fran Papaiordanou. Ele é ex-diretor de futebol, um dos líderes da oposição e, ao ser indagado pelo blog, disse que pode ser candidato à presidência. Isso se seu grupo entender que deve se candidatar. Mas ainda faltam dois anos e meio para a próxima eleição.

“Nosso marketing se diz muito bom, mas não consegue nem arrumar um um patrocinador master, vamos discutir isso depois da Libertadores”, diz um influente eleitor de Mário Gobbi e Rosenberg, vice-presidente alvinegro e ainda visto como o responsável pelos contratos de patrocínio. O situacionista que falou ao blog prefere ficar no anonimato, com receio de ser acusado de tumultuar o ambiente, caso o time não conquiste o título continental.

Assim, em meio à disputa pela vaga na final com o Santos, Rosenberg virou o pivô de uma briga eleitoral antecipada no Parque São Jorge. Andrés Sanchez e Gobbi já não falam a mesma língua, porém, não chegaram a romper.

Em volta dos dois dirigentes, “andresistas” estendem a mão para a oposição, que é cordial, mas ressabiada. Coincidentemente, no mesmo momento do distanciamento entre Andrés e Gobbi, as organizadas corintianas, que não costumavam criticar o presidente anterior, protestaram contra Rosenberg no Pacaembu, no intervalo do jogo com o Figueirense.

Além de reclamarem da frase sobre o time medíocre, alguns torcedores chamaram o cartola de são-paulino.

Em entrevista ao UOL Esporte, após a já célebre palestra, Rosenberg afirmou que se referiu ao time como mediano, adjetivo que não cabe para a guerra política que ameaça estourar no Parque São Jorge, bem acima da média.


Diretor de marketing do Corinthians é contra busca de goleiro galáctico para Libertadores
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Questionado pelo blog se é entusiasta da contratação de Júlio César, da Inter de Milão, ou de outro goleiro desse porte para disputar a Libertadores, Luis Paulo Rosenberg saiu em defesa de outro JC, o atual titular do campeão brasileiro.

 ”Ao contrário: sou entusiasta da manutenção do Júlio César do Timão como goleiro da Libertadores e do Mundial. Como sou do Tite, do Fabio Santos, do Paulo André, do Taubaté, do Willian, do Marquinhos e de todos que já estão e demonstram competência, caráter e empenho. Já havia declarado: chega de velhos! Tevez, Deco, Buião, Ado…”, disse o diretor de marketing do Corinthians.

Ponto para Júlio César, o do Terrão, como é conhecida a base corintiana. Ganhou um padrinho de peso. Rosenberg será vice-presidente do clube se Mário Gobbi ganhar a eleição de fevereiro.


Diretor do Corinthians volta a pedir que Palmeiras entregue faixas, como “gesto de civilidade”
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Perguntei a Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing do Corinthians, se ele responderia às críticas que recebeu de Roberto Frizzo. O vice de futebol palmeirense afirmou que o corintiano teve um momento de insanidade ao sugerir que o Palmeiras entregue as faixas de campeão brasileiro, caso o alvinegro levante o caneco.

Roseneberg respondeu por e-mail. Disse que o gesto seria de civilidade e que só mentes menores podem achar que estimularia a violência. Frizzo acha. O corintiano, insiste na ideia e diz não estar cantando vitória antes da hora.

Leia a resposta de Rosenberg na íntegra.

 Estou achando muito estimulante o debate gerado pela minha proposta de, se chegarmos ao jogo contra o Palmeiras já sagrados campeões, recebermos dele as faixas.

Em primeiro lugar, quero esclarecer que jamais me antecipei à conquista, bazofiando uma vitória que ainda está longe de ser alcançada, como insinuaram alguns críticos superficiais, mesmo do meu grupo. O que afirmei, e a mídia registrou com precisão, é que queria muito ver resolvido o título antes do jogo do Palmeiras, por temer ter que vencer o nosso mais tradicional rival, para conquistar o troféu. Ou seja, minha manifestação foi de humildade perante o resultado ainda distante e de respeito pelas tradições do Palestra.

Isto posto, vamos à proposta da entrega das faixas. Se formos campeões, entregar-nos a faixa seria um gesto de espírito esportivo consagrado  no mundo. Prova de civilidade, o ato estreita laços, mostra respeito mútuo e elimina inimizades, portanto contribuindo para diminuir a violência, e não o contrário, como vem alegando mentes menores. Quando ganhamos a Copa Brasil, em 2009, tivemos o privilégio de receber as faixas de campeões do Fluminense, um dos clubes fidalgos do Brasil e que nos arrebataria o Brasileiro, tempos depois. Escolher o Palmeiras como o clube que partilharia da nossa alegria de eventualmente sermos campeões, entregando-nos as faixas antes do início do jogo, revela o apreço e respeito que temos por este adversário, nascido das mesmas raízes que nós, o mais antigo rival que temos. Tal gesto simplesmente complementaria a fieira de ações semelhantes que estamos desenvolvendo em conjunto recentemente, como a criação do Troféu Osvaldo Brandão, a parceria no Jogando pelo Meio Ambiente  e outras.

O Corinthians está tentando mudar a feição do futebol brasileiro, estimulando ações sociais e ecológicas, demonstrando companheirismo e solidariedade aos nossos rivais, contribuindo para eliminar a violência em todas as formas de relacionamento humano. Não é por outra razão que, no último domingo, jogamos com o nome da Lei Maria da Penha na camisa – a que pune a violência contra mulheres e meninas – em projeto conjunto com a ONU.

Que o sofrimento garantido que teremos no próximo domingo possa redundar no penta, queira São Jorge. E que este clube notável, de tradições semelhantes à nossa, que é o Palmeiras, nos faça mais felizes por nos entregar as faixas, sob aplausos das duas torcidas, adversárias sempre, inimigas jamais. E que nos 90 minutos do jogo, mostrem seu crescente futebol, no esforço sadio de “carimbar” o que nos entregaram!
 Luis Paulo Rosenberg


Diretor do Corinthians sonda patrocinadores na Arábia
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Luiz Paulo Rosenberg viajou para a Arábia Saudita e causou alvoroço no Parque São Jorge. Conselheiros do clube afirmam que ele está lá para acertar a venda do naming right do estádio.

Ao blog, o diretor de marketing corintiano disse que foi tratar de negócios particulares. Porém, entre uma reunião e outra, ele tem feito sondagens com possíveis patrocinadores. São contatos iniciais. Rosenberg voltará da Arábia sem nenhum negócio fechado, para a decepção de seus colegas de conselho.

A diretoria corintiana afirma que ainda não tem interesse em fazer um contrato de exploração do nome do futuro estádio. Isso porque o valor subirá quando a obra tiver decolado. Com tantas incertezas que cercam o projeto seria mesmo difícil conseguir interessados agora.