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Contrato de TV: cinco rivais se unem para tentar alcançar Corinthians e Fla
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Com Napoleão de Almeida, colaboração para o UOL em Curitiba

Cinco clubes da Série A que têm contrato com o Esporte Interativo para transmissão de jogos do Brasileirão por TV fechada a partir de 2019 discutiram nesta sexta durante reunião no Palmeiras uma estratégia para ficarem mais fortes nas próximas negociações de contrato. O objetivo é equilibrar o jogo com Flamengo e Corinthians, tradicionalmente donos das maiores cotas de televisão.

Além do alviverde, Santos, Coritiba, Atlético-PR e Bahia participaram do encontro. A estratégia deles é fazer as próximas negociações em bloco. Todos teriam uma só posição, o que em tese aumentaria o poder do grupo. A ideia é atrair os demais times que fecharam com o EI, que também participou da reunião para tratar de assuntos ligados ao seu acordo.

O raciocínio é que se estiverem separados no mercado, Flamengo e Corinthians continuarão tendo mais peso nas tratativas com as emissoras por terem as maiores torcidas do país.

O primeiro teste da nova tática deve ser a negociação da transmissão pelo pay-per-view. Os cinco clubes combinaram de negociar em conjunto. Eles já decidiram que não aceitam as pesquisas com assinantes como um dos critérios para dividir as cotas, método previsto no acordo atual com a Globosat. A ideia é que todos compradores de pacotes declarem seus times para dar mais precisão ao levantamento. Acreditam que dessa forma, a diferença para Flamengo e Corinthians vai cair.

Outra briga será para que a emissora que fechar contrato aumente a participação dos clubes na arrecadação obtida com o pay-per-view. Hoje, eles ficam com cerca de 30% da receita. A fatia maior beneficiaria a todos, incluindo os que não estiverem negociando em bloco.

Entre alguns dos participantes, o projeto é visto como uma tentativa de reconstruir o que foi destruído com o fim do Clube dos 13, entidade que era encarregada de negociar os contratos de transmissão pela TV. Em 2011, o Corinthians, presidido por Andrés Sanchez, liderou a implosão do C13 ao sair dele para negociar separadamente seus contratos. Dessa forma, conseguiu um trato muito mais vantajoso. O mesmo aconteceu com o Flamengo.

Outras tentativas de uma nova união entre os clubes já foram feitas, mas todas sem sucesso.

A próxima reunião para debater esse posicionamento unificado está prevista para 15 de março, em Santos.


Direção do Santos ‘absolve’ Dorival e culpa time ‘imaturo’ sem veteranos
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A direção do Santos admite que a equipe está em crise por acumular três jogos seguidos sem vencer no Campeonato Paulista, mas não culpa Dorival Júnior pelo insucesso. Na análise da cúpula do clube, o problema é que o time ficou imaturo sem veteranos que estão fora de combate.

Essa imaturidade estaria prejudicando o alvinegro dentro de campo, com um nervosismo que leva a erros, e também fora dele, como na decisão dos atletas de não falarem com a imprensa após a vitória por 3 a 2 sobre o Red Bull. Foi uma forma de protestar contra a diretoria por causa da demissão do gerente de futebol Sérgio Dimas. Além dos cartolas, alguns atletas não concordaram com a atitude.

Os jogadores experientes dos quais a diretoria sente falta são os contundidos Vanderlei, Renato, Lucas Lima e Ricardo Oliveira, que se recupera de caxumba e só atuou contra a Ferroviária.

A única queixa contra Dorival é de que ele teria demorado para tirar Lucas Lima da derrota por 3 a 1 para o São Paulo após o jogador sentir uma pancada no joelho, podendo ter agravado a contusão do meia na opinião dos críticos.


Lucas Lima volta a ser alvo do futebol chinês
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O Santos deve receber em breve uma proposta do futebol chinês por Lucas Lima. O nome do clube, porém, tem sido mantido em sigilo pelos envolvidos na tentativa de contratação.

A expectativa de intermediário que participa das conversas e pediu para seu nome não ser divulgado é de que a oferta para o jogador seja ainda melhor do que a feita pelo Hebei China Fortune no início deste ano. Na ocasião, sem confirmar o nome do clube pretendente, Lucas disse que rejeitou um salário superior a “R$ 3 milhões mensais, de quase R$ 5 milhões”.

O Santos tem pouco interesse em liberar o meia já que possui apenas 10% de seus direitos econômicos e tenta a renovação contratual.

Caso a proposta se confirme e Lucas dessa vez goste da ideia de atuar na China, a tendência é de que o estafe dele tente convencer a Doyen, empresa detentora de uma fatia de 80% dos direitos econômicos, a dar um percentual maior para o Santos a fim de facilitar a negociação. O argumento seria de que o contrato do atleta termina no fim de 2017 e que seis meses antes ele já poderá assinar um pré-contrato com outro clube. Nesse caso, o alvinegro e a Doyen nada receberiam pela transferência.

Os outros 10% dos direitos econômicos pertencem ao empresário Edson Khodor.


Santos sofre nova derrota em processo movido por ex-presidente
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O Santos sofreu nova derrota na Justiça de São Paulo em processo movido por Odílio Rodrigues, ex-presidente do clube. Em 2º grau, foi rejeitado pedido do alvinegro para anular decisão que lhe negou recurso contra a suspensão da expulsão do ex-dirigente até que o processo movido por ele seja julgado definitivamente.

A defesa do Santos alegou que a Justiça deixou de analisar regras estatutárias do clube e ignorou um dos artigos do estatuto ao suspender a expulsão.

Porém, a Justiça entendeu que o novo pedido santista nada mais é do que a reprodução de outros embargos apresentados no mesmo dia e proferiu que ser “inadmissível interpor mais de um recurso da mesma decisão, salvo exceções”. Assim, não aceitou o embargo em questão.

Odílio foi expulso do Santos pelo Conselho Deliberativo após ter suas contas reprovadas e ser acusado de irregularidades em sua gestão. Em seguida, ele entrou com uma ação para tentar anular a punição.


Presidente do Santos diz que Chape não pagará salários de emprestados
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Modesto Roma Júnior, presidente do Santos, afirmou ao blog que seu clube vai pagar integralmente os salários de jogadores que eventualmente emprestar para a Chapecoense como parte de uma ação coletiva de agremiações brasileiras para ajudar o time catarinense a se recuperar do desastre aéreo ocorrido na Colômbia.

“Não é uma decisão só do Santos. Inicialmente, foi conversado que todos que participam do movimento vão pagar os salários dos atletas que emprestarem para que a Chapecoense não tenha custos”, disse o dirigente. Os empréstimos também serão gratuitos.

Nesta terça, clubes brasileiros lançaram um pacote de medidas em solidariedade ao time de Chapecó. Até o início da tarde, Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Portuguesa, Joinville, Coritiba, Cruzeiro, Vasco, Fluminense, Botafogo, Atlético-PR e Tupi tinham aderido ao movimento, além do Santos. Porém, o blog não conseguiu confirmar com os demais se pagarão na totalidade os salários dos jogadores que emprestarem.

Ainda existem pontos a serem acertados, como por exemplo quantos atletas serão emprestados e quantos cada time vai oferecer. “Está tudo muito recente ainda, mais para frente vamos conversar para definir os detalhes”, disse Modesto.


Prisão? ‘Neymar já tem idade para responder pelo que faz’, diz executivo
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Entrevista com José Barral, presidente do Grupo Sonda, detentor da DIS, empresa que pede na Justiça cinco anos de prisão para Neymar, seus pais e demais envolvidos na venda do jogador do Santos para o Barcelona.

Blog – A empresa não teme ficar com uma imagem antipática junto ao público ao pedir a prisão de um ídolo de tantos torcedores?

José Barral – Eu até tinha essa dúvida. Mas é básico, se eu ou você fizermos algo errado, temos que responder por isso. Por que o ídolo não tem que responder? Tem que responder também. E é importante dizer que não somos nós que queremos a prisão do Neymar. A lei pede isso. Espero que as pessoas entendam que não é a nossa vontade. Os advogados me explicaram que não poderíamos denunciar os crimes que denunciamos sem pedir a prisão porque a legislação espanhola prevê a prisão. Não é uma questão simples de a DIS se sentir prejudicada. Quando Neymar fez esse contrato (acordo para se transferir) impediu negociações futuras de outros clubes. Isso é chamado na Espanha de estafa de mercado, ele atrapalhou o mercado.

Blog – Como imagina que será a reação dos torcedores à decisão da empresa de pedir a prisão do Neymar e que, independentemente disso, ele seja impedido de jogar?

Barral – Não sei te dizer como as pessoas vão reagir. Estamos num momento diferente no Brasil, em que as pessoas estão vendo tudo de errado que acontece no país. E a inabilitação dele para jogar vale só para a comunidade europeia. Fizemos isso para não afetar totalmente o Neymar. Mas também tivemos que fazer porque a legislação exige. É uma lei nova essa de corrupção privada na Espanha. Está sendo usada pela primeira vez. Não sabemos como será a reação (dos espanhóis).

Blog – Então mesmo se for condenado a não jogar e se não for preso ele pode defender a seleção brasileira numa Copa do Mundo?

Barral – Não sei te explicar os detalhes, os advogados é que sabem. Mas só pedimos a inabilitação para o mercado europeu.

Blog – A transferência foi tocada pelo pai do Neymar. O processo não poderia ser contra ele sem envolver o jogador?

Barral – Ninguém aqui está questionando o Neymar como jogador, que é fantástico. Discutimos o que foi feito fora de campo. Tenho uma filha que tem a mesma idade do Neymar. Ela é psicóloga. Não consigo controlar minha filha, você acha que o pai conseguia controlar o Neymar? Ele tem que assumir a responsabilidade do que fez como homem. Ele é pai de família, não está na idade de dizer que a culpa é dos outros. Vivemos num mudo em que as pessoas assumem responsabilidades muito cedo. Ele era emancipado com 17 anos. Não acredito que hoje alguém consiga decidir por um jovem de 17, 18 anos, ainda mais um jovem com a independência financeira que ele tem. (Neymar está com 24 anos e sua transferência começou a ser negociada quando ele tinha 19).

Blog – Então vocês se sentem enganados pelos dois, pai e filho.

Barral – Claro, pelos dois. A gente se sentiu enganado, ludibriado por tudo o que aconteceu. Não estamos fazendo nada diferente do que buscar nosso direito. Cabe à Justiça dizer se temos razão. (Neymar, seus pais e os demais envolvidos negam irregularidades na negociação).

Blog – Quanto a DIS pede para receber pela transferência do Neymar?

Barral –  Entre 24,8 milhões e 25 milhões de euros. Os valores superiores a isso comentados pela imprensa são cobrados como multa pelo Ministério Público e não são para nós.

Blog – Não teme que o risco de ser preso ou de ser impedido de jogar atrapalhe o desempenho do Neymar?

Barral – O Sonda não pode se preocupar com isso. Ele como profissional tem que saber o que foi feito de errado ou não e assumir a responsabilidade. Cabe a ele saber lidar com isso. Espero que não prejudique porque como jogador ninguém tem nada a reclamar dele.

Blog – Ainda é possível um acordo para que a ação seja retirada, se a família do Neymar aceitar pagar uma quantia para a DIS, por exemplo?

Barral – Nesse momento não porque não depende só da DIS e do Neymar. O Ministério Público está envolvido e teria que aceitar.


Neymar, Gabigol e agora Giva: por que a briga Barcelona x Santos não para
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Uma transferência complexa, envolvendo vários contratos, incluindo amistoso, prioridade em jogadores das categorias de base, acordo antes da final do Mundial de Clubes de 2011 e 40 milhões de euros repassados a empresa comandada pelo pai de Neymar é a origem da guerra sem fim vivida por Barcelona e Santos.

Já são pelo menos três ações na Fifa, uma movida pelo clube brasileiro contra o espanhol e Neymar e duas dos catalães em face do Santos.

Desde que Modesto Roma Júnior, presidente santista, foi à Fifa para questionar os valores da venda de Neymar, o Barcelona passou a examinar as cláusulas da negociação com lupa e a tomar medidas consideradas pelo Santos como retaliação. Além de Neymar, o imbróglio já envolveu Gabigol e Giva. A disputa ainda tem reflexos na política santista. A seguir, entenda melhor esse embate milionário e envolto em rancor.

Declaração de guerra

Em maio de 2015 o Santos interpôs uma demanda arbitral na Fifa contra Barcelona e Neymar para pedir indenização equivalente a diferença entre os 17 milhões de euros que cobrou para vender o jogador e 80 milhões de euros, que seria a quantia verdadeiramente desembolsada pelo Barcelona. No entender do clube brasileiro, o time espanhol e o pai do jogador montaram uma operação para beneficiar a família do jogador financeiramente em detrimento ao alvinegro. Barcelona e Neymar pai negam esse procedimento.

Contra-ataque

Sete meses após ser questionado na Fifa, o Barça deu o troco respondendo ao Santos que não pagaria bônus de 2 milhões de euros previsto em contrato pelo fato de Neymar ter sido finalista do prêmio de melhor do mundo dado pela federação internacional. Os espanhóis alegaram que se os santistas contestam o contrato de transferência, não podem exigir o cumprimento de cláusulas dele.

Gabigol

Em setembro deste ano, foi a vez de o Barcelona reclamar na Fifa de o Santos não ter dado o prazo de três dias, previsto em contrato, para os catalães responderem se exerceriam o seu direito de preferência e cobririam a oferta da Inter de Milão por Gabigol. A prioridade havia sido dada na venda de Neymar. Em carta endereçada ao Barcelona, o Santos deu um dia para o clube se posicionar, alegando que havia recebido a proposta dos italianos na véspera e que se esperasse três dias a janela de transferências se encerraria. Só que Gabriel já tinha feito exames médicos na Inter e se despedido na Vila Belmiro antes de a correspondência ser enviada.

Giva

O episódio mais recente é a queixa do Barcelona na Fifa pelo fato de o Santos, ao vender Neymar, ter dado preferência ao Barça na compra de Giva sem ser o dono majoritário dos direitos dele. O Santos detinha apenas 20% direitos econômicos do jogador, que acabou saindo do clube de graça. Agora, os espanhóis pedem na federação internacional que os brasileiros devolvam a quantia paga pela prioridade em Giva, Gabigol e Victor Andrade.

Rixa política

Para dirigentes do Barcelona e membros do estafe de Neymar o imbróglio todo começou por rixa política no Santos. Entendem que os últimos presidentes do clube se acostumaram a contestar decisões de seus antecessores. Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, ao assumir a presidência, rompeu com a DIS, parceira do clube na gestão de Marcelo Teixeira, que apadrinha o atual presidente. Modesto brigou com a Doyen, considerando, com o apoio do Conselho Deliberativo, que a gestão anterior negociou jogadores com a empresa de maneira irregular. Em seguida, o cartola atacou Neymar e Barcelona depois de a DIS questionar os valores da transação.

Jogo duro

Após ser denunciado na Fifa, o Barcelona entendeu que não poderia facilitar a vida do Santos. Foi assim na venda de Gabigol. Se a relação entre os clubes fosse boa, como não tinha interesse em contratar o atacante, o clube poderia ter respondido no prazo exigido pelo Santos que não exerceria seu direito, sem fazer questão do período de três dias. Exigir o cumprimento de cada linha dos contratos passou a ser prioridade para os catalães.

Retaliação

A diretoria do Santos não fala abertamente, mas nos bastidores os cartolas dizem que o time espanhol está esperneando por causa da ação na Fifa sobre a venda de Neymar e passou a retaliar o clube brasileiro com ações como o não pagamento de bônus e as queixas referentes a Neymar e Gabigol.

Problema interno

A guerra com o Barcelona pode ter ao menos uma consequência interna para o Santos. Influentes membros do Conselho Deliberativo avaliam que o Barça está certo em sua queixa sobre o prazo para responder a respeito de Gabigol não ter sido respeitado. Só que se o Conselho Deliberativo punir Modesto por poder causar prejuízo financeiro ao Santos, o órgão dará munição ao Barça para receber indenização. Não há consenso sobre o que deve ser feito.


Santos avalia comportamento de Bastos e não vê contratação de risco
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Preocupada com o tom das críticas que Michel Bastos tem recebido no São Paulo, o Santos buscou informações sobre o comportamento do jogador e avaliou que ele não é problemático. Não se trata, na opinião da cúpula santista, de uma contratação de risco, caso o negócio seja concretizado.

A pesquisa feita sobre o lateral e meia não detectou falta de comprometimento e problemas de relacionamentos com colegas, diagnóstico exatamente oposto ao feito sobre ele hoje no São Paulo.

Os dirigentes tricolores avaliam que já deram todas as chances para Bastos mostrar que está comprometido com o clube, mas que ele não aproveitou as oportunidades. Os são-paulinos também entendem que a maioria dos companheiros gosta de Michel, mas lamenta o fato de, no entendimento de membros do elenco, ele não demonstrar dentro e fora de campo estar mais comprometido com o clube. Episódio marcante aconteceu em outubro, quando, segundo Ricardo Gomes, Bastos errou o horário de um treinamento e faltou à atividade. A diretoria disse que sabia antecipadamente que o atleta não poderia comparecer ao trabalho.

Antes mesmo desse caso, a direção do São Paulo havia decidido que Michel não continuaria na equipe e esperava que interessados aparecessem. Nas palavras de um dirigente tricolor, os clubes esquecem atitudes negativas de jogadores quando vão às compras, por isso havia a certeza de que pretendentes se apresentariam, e o Santos se apresentou, porém, a negociação ainda está longe de um final.

Ao mesmo tempo em que não se preocupa com o comportamento de Bastos, o Santos vê como obstáculo o salário atual do jogador, que precisa aceitar ganhar menos do que recebe no Morumbi para desembarcar na Vila Belmiro.


Por arbitragem e status de quem briga pelo título, Santos vai à CBF
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Um dia após o Santos se tornar vice-líder do Brasileirão, Modesto Roma Júnior esteve na CBF para fazer pedidos em relação à arbitragem, reclamações e dar status de time que briga pelo título ao seu clube.

 “Os presidentes de Palmeiras, Flamengo e Atlético-MG posicionam seus clubes diante da CBF com a importância de quem briga pelo título. Eu fiz o meso”, afirmou o dirigente santista.

Ele se encontrou com Marcos Cabral Marinho de Moura, presidente da Comissão Nacional de Aribitragem, Sérigo Corrêa, ex-chefe do juízes e agora responsável por implementar o programa de uso de vídeos na arbitragem, e Marco Polo Del Nero.

Aos homens do apito, o presidente do Santos reclamou de um impedimento inexistente de Thiago Maia marcado no final da vitória por 2 a 1, sobre a Ponte Preta, e pediu que a comissão privilegie os times que estão brigando por algo na reta final do Brasileiro com os melhores árbitros em suas partidas. Porém, o cartola ouviu que não será atendido.

“Eles explicaram que praticamente todo mundo ainda está brigando por alguma coisa no campeonato, então não podem privilegiar ninguém com os melhores juízes. Entendi a posição deles. O cobertor é curto, faltariam árbitros bons em jogos importantes”, disse Modesto.

Ao presidente da CBF, o dirigente santista voltou a reclamar do fato de a partida contra a Ponte ter sido alterada de sábado à noite para domingo de manhã em cima da hora, prejudicando a preparação de sua equipe. “Ele me disse que (por causa de pedido da PM) passou a partida para o horário mais próximo ao que estava marcada, mas não me convenceu. Continuo achando que fomos prejudicados.”

 A Polícia Militar pediu a alteração com medo de um possível encontro entre torcedores de Ponte Preta e Guarani, caso o alviverde campineiro conquistasse o título da Série C, o que não ocorreu.

Irritado, o Santos jogou com a frase “faltou respeito” nas costas de sua camisa. Modesto disse não temer represálias da CBF por conta da atitude. “Não ouvi reclamação e nem senti um clima favorável a retaliações”, declarou o cartola.


R$ 9,3 milhões atrapalham planos de Corinthians, Santos e Flu por Pottker
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Diante do interesse de grandes clubes no atacante Willian Pottker, vice-artilheiro do Brasileirão, a Ponte Preta mandou um recado para o mercado: só aceita vender o jogador pelo valor de sua multa rescisória: 3 milhões de dólares (R$ 9.363.900,00).

Na avaliação do estafe do jogador, o preço assustou as equipes que desejam o atleta, como Corinthians, Santos e Fluminense. Nenhum dos três demonstrou disposição para pagar pela rescisão contratual do jogador, que tem 100% dos direitos econômicos vinculados à sua equipe atual.

Por enquanto, os interessados não avançaram nas conversas com a Ponte. A tendência é de que nada aconteça antes do final do Campeonato Brasileiro.

A alternativa mais viável, de compra de parte dos direitos econômicos, por enquanto é descartada pelos dirigentes do time campineiro.