Blog do Perrone

Arquivo : Wesley

Preço e lembrança de “quebra-quebra” com Wesley criam rejeição a Robinho no Santos
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Primeiro nome da lista de reforços do Santos, Robinho enfrenta resistência dentro da própria diretoria. Gente que ajuda o presidente alvinegro a tomar decisões considera o atacante caro para um jogador de 28 anos e festeiro demais.

Na tentativa anterior que fez para repatriar o atleta, o Santos ofereceu 10 milhões de euros ao Milan, que pediu 15 milhões de euros.

Quem é contrário à volta de Robinho prefere que o presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro invista em jogadores mais jovens e com maior poder de revenda. A oposição já compara o atual presidente ao antecessor Marcelo Teixeira, que gostava de trazer medalhões.

Os críticos do retorno do atacante lembram do episódio em que Robinho foi acusado por Wesley de atirar o celular do colega na parede. Como vingança, teve seu carro danificado pelo companheiro. Querem evitar esse clima no vestiário e pregam a contratação de jogadores mais concentrados em atingir o auge da carreira.


Para Conselho de Fiscalização do Palmeiras, diretoria obstrui investigação sobre contratações
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Integrantes do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) do Palmeiras reclamam que a diretoria do clube estaria sabotando investigação feita pelo órgão sobre a contratação de 15 jogadores.

Segundo os cofistas, a direção entrega documentos incompletos para a análise do órgão. Na maioria deles faltam assinaturas. Isso não permite saber se foi entregue a última versão dos contratos. Os valores podem estar desatualizados.

 É o caso da papelada referente às contratações de Henrique e Wesley. Nas duas negociações, há suspeita de desperdício de dinheiro com altas comissões pagas a empresários.

A intenção do COF é saber quanto foi gasto com comissões e com a compra de direitos. Os “fiscais” se sentem menosprezados pela diretoria, o que só aumenta a crise política. Cresce também a necessidade de blindar o time. Enquanto as situações não forem esclarecidas, jogadores estarão sob risco de verem seus nomes usados no tiroteio entre os cartolas. Nada bom para quem precisa de paz na luta contra o rebaixamento.

O blog telefonou para Arnaldo Tirone, mas o celular do presidente palmeirense estava desligado.


Em meio ao caso Ganso, DIS recupera direito de bloquear receitas do Santos
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 Em meio à novela Ganso, a DIS conseguiu anular uma vitória jurídica do Santos em outro caso. O Diário Oficial de São Paulo publicou nesta segunda decisão com a qual a empresa retoma o direito de bloquear até 20% das receitas do Santos para cobrar uma dívida que alega existir em relação à venda de Wesley para o Werder Bremen.

O Santos havia suspendido o bloqueio, mas perdeu em novo julgamento. O bloqueio substitui a penhora do CT Meninos da Vila, que não foi aceito pela DIS como pagamento.

Patrocinadores e outros parceiros do Santos serão avisados da decisão. O bloqueio é uma garantia de pagamento. O dinheiro fica retido e só vai para a empresa se houver uma decisão final favorável à ela.

O clube contesta a fatia de 25% dos direitos do jogador obtidos pela DIS durante a administração anterior. Já o braço esportivo do Grupo Sonda calcula que a dívida está hoje na casa dos R$ 6 milhões.


Time alemão recebe primeira parcela por Wesley e polêmica no Palmeiras termina
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Na terça-feira, o Werder Bremen recebeu 2 milhões de euros referentes a primeira parcela da venda do volante Wesley, de acordo com a diretoria do Palmeiras.

Havia uma polêmica sobre o pagamento, já que o alviverde recebeu o dinheiro de um investidor que comprou parte dos direitos de Wesley e de outros jogadores, mas não repassou a quantia ao Werder.

Na última segunda, os palmeirenses tiveram uma reunião com representantes do MOP, empresa que organizou a vaquinha por Wesley, e esclareceram o assunto.

O Palmeiras entendia que a empresa era responsável pelo pagamento, já que gente ligada a ela enviou carta de crédito para o clube da Alemanha. Em entrevistas, representantes do MOP disseram que não assumiriam a dívida. Porém, de acordo com os palmeirenses, durante a reunião, prevaleceu a versão do clube brasileiro.

Assim, o Palmeiras pagará reembolsará o MOP apenas em 2013. O Werder não corria o risco de calote, pois  já tinha a carta de crédito para descontar. O problema era diplomático entre o clube brasileiro e a empresa.

Apesar de sair no prejuízo na operação, já que não receberá nada em troca, o MOP planeja reeditar a vaquinha com outros grandes clubes.


Wesley ajuda Palmeiras a pagar contas, após compra fiada e venda antecipada
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Wesley mal jogou pelo Palmeiras e sofreu uma grave contusão. Além disso, o pagamento da primeira parcela ao Werder Bremem virou alvo de disputa entre clube e agentes do MOP, a empresa que fez a vaquinha para tentar a compra. Mesmo assim, cartolas alviverdes falam em negócio da China.

E não é pra menos. Os palmeirenses compraram fiado, venderam parte do jogador antes de começar a pagar a compra e arrumaram dinheiro para quitar em dia suas contas.

Como o Werder aceitou receber a prazo, em três parcelas, e o clube conseguiu uma carta de crédito sem botar a mão no bolso, o dinheiro dado por um investidor para a compra foi usado para honrar compromissos.

 O clube pena para não atrasar salários dos atletas. Por isso, correu para vender parte dos direitos de Wesley a um investidor, que ficará também com porcentagens de outros jogadores. A verba (mais de 1 milhão de euros e menos do que 2 milhões) foi usada para pagamentos. Nada foi destinado ao acerto com os alemães. E aí começa a confusão com o MOP.

Os palmeirenses admitem que, incialmente, o clube seria responsável pelo pagamento da primeira parcela. O MOP, então, enviou ao Werder uma carta de crédito, assegurando as segunda e terceira prestações.

Pela versão da diretoria, o Palmeiras informou aos parceiros que não teria como arrumar uma fiança bancária para a primeira parcela. Em seguida, o MOP apresentou também a carta de crédito para a entrada. Nesse momento, o time alemão colocou em seu site que Wesley estava liberado.

Assim, as três cartas de crédito, segundo os palmeirenses, foram obtidas pelo MOP, com a ajuda de um dos parentes dos donos. O alviverde ficou de pagar à empresa duas parcelas em 2013 e uma em 2014.

Já o MOP nega que tenha a responsabilidade de fazer o primeiro pagamento ao Werder ou ao banco. Isso não muda a situação do volante, já que o time alemão, na pior das hipóteses, receberá da instituição bancária.

Pela versão dos dirigentes palmeirenses, o pessoal do MOP vai ter que se entender com o banco, se não efetuar o primeiro pagamento. Além disso a empresa terá que arcar com pagamento de juros. Para o Palmeiras, essa despesa fica por conta da exposição que o MOP teve com a operação. Como se fosse um gasto com publicidade.

O episódio já gera turbulência no clube. A aliados o presidente Arnaldo Tirone diz que não é o responsável e que está insatisfeito. Assim, responsabilidade cai no colo do principais dirigentes do futebol, Roberto Frizzo e César Sampaio. A oposição define o caso como uma caixa-preta.


Palmeiras quer prorrogar contrato de Wesley por tempo em que volante ficar parado
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A diretoria do Palmeiras quer estender o contrato de Wesley pelo tempo em que ele ficar parado para se recuperar de lesão no joelho. A ideia dos cartolas é esperar uma ou duas semanas para o jogador iniciar a recuperação e depois se reunir com seus representantes.

O clube avalia que o atleta ainda está muito abalado para tratar do assunto agora. Por outro lado, os dirigentes não querem perder de seis a oito meses de contrato, tempo em que ele deverá ficar sem jogar. Pelo plano da diretoria, ele receberia normalmente durante a lesão, mas compensaria o clube aumentando o prazo de validade do compromisso.

O problema é que o Palmeiras também quer esticar o acordo de três para cinco anos. Se fizesse as duas alterações agora, o contrato ultrapassaria o limite de 60 meses previsto pela legislação. Por isso, devem ser sugeridas duas alterações em momentos diferentes, evitando o estouro do prazo.

Em meio à discussão, o Werder Bremem ainda aguarda o pagamento da primeira parcela de 2 milhões de euros referente à negociação. O investidor responsável pela quantia já enviou o dinheiro ao Palmeiras. Por sua vez, o alviverde diz que o repasse ainda não foi feito apenas por entraves burocráticos. A compra não está ameaçada.


Lesão emperra de vez prorrogação contratual de Wesley
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A diretoria do Palmeiras ainda não entrou em acordo com Wesley para esticar seu contrato de três para cinco anos. Na semana passada, o clube havia combinado com o volante que faria uma avaliação de seu desempenho nos próximos três meses para depois retomar as conversas. Como o atleta poderá ficar até oito meses parado para se recuperar de lesão no joelho, a negociação está suspensa.

Azar do investidor que topou colocar 2 milhões de euros no negócio em troca de uma participação nos direitos de Wesley. Ele queria um contrato de cinco anos para ter mais chances de vender o jogador e lucrar. A lesão provoca uma demora maior numa eventual valorização do volante.

Pelo contrato atual, Wesley ganha cerca de R$ 220 mil livres de impostos. Ele quer um aumento no quarto e no quinto ano para esticar o compromisso. E o Palmeiras queria esperar para ver se o desempenho compensa um gasto maior.


Salário de Wesley e eternos problemas de Valdivia minam vestiário palmeirense
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Dirigentes e parte da comissão técnica do Palmeiras sentem que o clima azedou no vestiário do time, invicto no Campeonato Paulista até perder o clássico para o Corinthians.

De acordo com essa análise, Wesley e Valdivia são os protagonistas da mudança de humor no elenco. Cartolas e integrantes da comissão acreditam que há no grupo jogadores olhando torto para os dois.

O problema com Wesley seria o fato de ele chegar ganhando cerca de R$ 220 mil mensais livres de impostos. Mais do que quem já estava roendo o osso no clube, menos do que seu currículo recente sugere e muito para um time com dificuldades financeiras (o último pagamento a Felipão atrasou).

 Há o receio de que os colegas do volante não queiram correr pelo colega por acharem seu salário injusto.

Já em relação a Valdivia, a insatisfação com a sequência de lesões é notada por cartolas no grupo e na própria comissão técnica. Seus críticos dizem que quando está bem de saúde ele não rende o suficiente para justificar os altos salários. E que não se cuida como deveria fora de campo.


Palmeiras e Wesley divergem sobre salário para esticar contrato até 2017
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Wesley foi registrado pelo Palmeiras com um contrato de três anos. O compromisso termina no dia 27 de fevereiro de 2015. Porém, o clube concluiu que o ideal é assegurar os direitos sobre o volante até 2017, isso aumentaria a chance de o investidor que ajudou na compra ter lucro numa futura venda.

Mas para esticar o acordo o Palmeiras precisa se acertar com o jogador. Inicialmente, o clube sugeriu uma prorrogação simples, mantendo o salário do atleta inalterado. Assim, tanto no quarto como no quinto ano ele receberia os mesmos cerca de R$ 220 mil livres de impostos acertados agora.

Não deu certo. Os representantes do jogador entendem que para aumentar o vínculo ele merece ganhar mais nos dois últimos anos. Nesta terça, houve uma longa reunião entre as duas partes sem que um acordo fosse feito.

A diretoria trata a divergência como uma negociação comercial natural e acredita num acordo sem traumas. A discussão não afeta o que já está acertado: os três primeiros anos de compromisso.


Palmeiras corre risco de perder Wesley para Grêmio
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Representantes do volante Wesley foram sondados por um cartola do Grêmio. O fraco desempenho da campanha palmeirense para arrecadar dinheiro de torcedores a fim de contratar o jogador motivou os gremistas.

Até ontem à noite, as doações somavam menos de R$ 500 mil. Pouco perto dos R$ 21,3 milhões necessários para a conclusão do negócio. Se a vaquinha não atingir toda a quantia, o Palmeiras irá desistir do jogador.

Mesmo sabendo disso, Wesley está decidido a não voltar para o Werder Bremen da Alemanha. Isso aumenta as chances do Grêmio. A tendência é de o volante ficar mais barato para os gaúchos. O Werder estava negociando o brasileiro por 4,5 milhões de euros com o Atlético-MG até o Palmeiras entrar na disputa. Segundo cartolas atleticanos, foi do alviverde a iniciativa de oferecer 6 milhões de euros pelo atleta. Arnaldo Tirone, porém, diz que esse era o valor pedido pelos alemães.

O blog apurou que os responsáveis pela carreira de Wesley não descartam também voltar a negociar com o Atlético-MG.

Nem os dirigentes palmeirenses acreditam ser possível evitar um fiasco na operação. Já começa nos bastidores um jogo de empurra em relação à culpa pela desastrosa negociação. O temor é de que devolver o jogador depois de colocá-lo para treinar no CT desperte a ira da torcida.