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Interesse do Palmeiras faz críticos chamarem Lucas Lima de “novo Valdivia”
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O interesse do Palmeiras em Lucas Lima já rende críticas de conselheiros ao meia e até um apelido pejorativo para o jogador. Temendo a combinação de alto investimento com rendimento irregular há quem chame o atleta de ''Valdivia do presidente Mauricio Galiotte''.

A alcunha é uma referência à última passagem do chileno pelo alviverde, considerada por muitos no clube a pior contratação da história palmeirense. Ela foi feita na gestão de Luiz Gonzaga Belluzzo.

As críticas atuais partem de conselheiros de diferentes alas. Mas há uma divisão, pois Lucas Lima também tem defensores em correntes políticas distintas.

Conforme mostrou o UOL Esporte, o Palmeiras está disposto a investir entre R$ 47 milhões e R$ 50 milhões durante cinco anos para contar com o meio-campista. A patrocinadora Crefisa pode ajudar, mas não integralmente. Na conta estão salários, luvas, bonificações e comissões para empresários. Mesmo sem terem recebido oficialmente a informação de quanto a diretoria pretende investir, os críticos da negociação afirmam que o desempenho do jogador no Santos não justifica altos gastos. Avaliam que Lucas Lima pode repetir a história de Valdivia em seus últimos anos no clube, com raras atuações de gala e pesadas despesas.

O blog conversou com seis conselheiros sobre o tema. Quatro deles se posicionaram contra a ideia de contratar Lucas Lima. Desses quatro, três acreditam que, se contratado, o meia não dará retorno compatível com o investimento e um classificou a possível contratação como muito arriscada por causa da irregularidade recente do atleta. Desses críticos, dois são ligados ao grupo de Mustafá Contursi, um tem atuação mais independente, porém mantém boa relação com Galiotte, e o outro é desafeto do ex-presidente.

Um dos consultados, Carlos Degon, do grupo de oposição UVB (União Verde e Branca), não quis se manifestar por não conhecer os valores exatos que o Palmeiras pretende investir em Lucas Lima. Por sua vez, Wlademir Pescarmona, líder da UVB, vê com bons olhos a iniciativa. ''Acho um excelente jogador. Agora o futebol está tão inflacionado que não sei mais o que é caro ou preço de mercado. Se ele estiver focado faz a diferença. O Palmeiras está precisando de um meia. Depois do Valdivia ficou faltando'', disse o conselheiro.

Em 25 jogos com a camisa santista no Brasileirão deste ano, Lucas Lima marcou só um gol. De acordo com o site Footstats, ele é o segundo jogador da equipe em assistências na competição com cinco. Perde para Bruno Henrique, que fez 11 em 26 apresentações.

 

 


Antes chamado de estudioso, Valentim agora é visto como teórico sem prática
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Assim que Cuca deixou o comando do Palmeiras, após empate em dois gols com o Bahia, o então auxiliar Alberto Valentim ganhou um lobby feito por conselheiros de diferentes alas do clube para assumir o posto. Na ocasião ele era descrito como estudioso e moderno. Porém, nove jogos depois, passou a ser chamado de teórico e inexperiente por parte significativa dos mesmos membros do Conselho Deliberativo que o apoiavam.

Logo depois da derrota para o Avaí por 2 a 1, na última segunda (20), o ex-assistente foi detonado por conselheiros num aplicativo de troca de mensagens. Mas os críticos logo receberam a informação de que o presidente Maurício Galiotte havia decidido buscar um novo treinador para a próxima temporada.

Numa avaliação diferente da feita no momento da saída de Cuca, Valentim agora é citado como quem conhece bem a teoria, mas não consegue usar esse conhecimento na prática por falta de rodagem. Na opinião dos que não o querem treinando o alviverde em 2018, ele não conseguiu emplacar um esquema tático eficiente. A principal queixa é em relação ao sistema defensivo. Nas nove partidas sob seu comando, o Palmeiras levou 13 gols, média de 1,40 por partida. Antes de o ex-assistente treinar a equipe, o alviverde levava em média 1,07 gol por jogo no Brasileirão.

A definição de que Valentim não será o treinador em 2018, evita pressão em dose dupla sobre o presidente do clube. Ele já é cobrado por uma parte dos conselheiros, principalmente os ligados a Mustafá Contursi, para demitir Alexandre Mattos. O planejamento feito pelo executivo para 2017 é alvo de críticas. Especialmente pelo fato de o time ser caro e render abaixo do esperado. A busca por reforços nada baratos para o ano que vem já aumentou as queixas. Um dos casos citados é o de Lucas Lima, que sairá do Santos de graça, mas  que quer do seu próximo clube gordas luvas para compensar sua ''liberdade''.

 

 


Candidatura de Andrés ameaça permanência de Alessandro no Corinthians
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O lançamento da candidatura de Andrés Sanchez à presidência do Corinthians, feito na semana passada, deixou o gerente de futebol do clube, Alessandro Nunes, em situação delicada. Entre o final da temporada passada e parte da atual, o grupo do ex-presidente fez pressão pela demissão do ex-lateral. Por isso, é grande a chance de saída dele caso o deputado federal vença o pleito marcado para fevereiro do ano que vem.

Ao mesmo tempo, é normal nos clubes a oposição fazer mudanças no departamento de futebol quando vence a eleição. O discurso interno do opositor Antonio Roque Citadini é de avaliar o trabalho do gerente depois da eleição, caso sua chapa triunfe. Porém, a avaliação inicial é de que as informações a respeito do trabalho do funcionário são boas.

De acordo com pesquisas encomendadas por diversos grupos políticos corintianos,  Citadini e Andrés são os favoritos para assumir o posto de Roberto de Andrade. Assim, Alessandro dificilmente será mantido no caso de vitória do situacionista e tem futuro incerto se o opositor mais cotado ganhar. Isso apesar da campanha vitoriosa do alvinegro neste ano, com as conquistas dos campeonatos Paulista e Brasileiro.

Outro candidato de oposição, Romeu Tuma Júnior, disse ao blog que, se for presidente, pelo menos no início manterá Alessandro. ''A eleição é só em fevereiro, então não vou mexer no futebol para não atrapalhar o time. Depois, vou avaliando o trabalho de cada funcionário. Quem for competente fica'', declarou o oposicionista.

Posição semelhante tem o outro postulante à presidência, Felipe Ezabella, ex-integrante do Renovação e Transparência, grupo liderado por Andrés. ''Nossa avaliação do trabalho dele é de que tem sido muito bom.  Mas uma avalição definitiva só conseguiremos depois de trabalharmos juntos. De início, Alessandro permanece, sim'', disse o candidato.

As rusgas da ala comandada por Sanchez com Alessandro começaram no ano passado. Um dos principais pontos de atrito foi o fato de o gerente atuar com Andrade na contratação de Oswaldo de Oliveira sem informar Eduardo Ferreira, então diretor de futebol e homem de confiança do deputado federal.  O ex-dirigente se sentiu traído pelo ex-lateral por não ter sido avisado sobre a contratação e pediu demissão. Oliveira não era um nome que agradava a Ferreira e a Andrés. A dupla havia apostado em Cristóvão, que acabou demitido por conta dos maus resultados. Ferreira é cotado para voltar a dirigir o futebol corintiano, se Andrés ganhar.

 


Opinião: times precisam agir sobre acusações contra Globo e cartolas da CBF
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As recentes denúncias de propinas pagas por emissoras de TV para adquirir direitos de transmissão de jogos na América do Sul deixam claro que os clubes brasileiros estão entre os principais prejudicados. Isso se as acusações forem comprovadas.

Se cartolas de entidades nacionais e da Conmebol receberam suborno na venda de direitos da Libertadores, por exemplo, obviamente, os times perderam dinheiro. Eles sempre reclamaram de cotas baixas na competição continental. O dinheiro que deveria ir para os clubes, teria abastecido contas pessoais de corruptos.

Nesse cenário, dirigentes demoram para agir no sentindo de resguardar os direitos de suas agremiações. Na opinião deste blogueiro, representantes dos clubes brasileiros deveriam primeiro se apresentar à Justiça dos Estados Unidos como parte interessada no julgamento de José Maria Marin e de outros cartolas, no qual acusações têm se tornado públicas.

Domesticamente, eles precisam solicitar à cúpula da Globo detalhes da investigação interna que a empresa afirma ter feito para apurar supostas irregularidades com resultado negativo.

Em outra esfera, deveriam cobrar explicações da CBF e pessoalmente de Marco Polo Del Nero, presidente da entidade e um dos suspeitos.

Também é necessário cobrar Marcelo Campos Pinto, ex-executivo da Globo, tratado como parceiro pelos dirigentes de clubes nacionais, e que estaria envolvido no esquema.

O ex-diretor da Globo Esportes foi acusado por Alejandro Burzaco, da empresa Torneos y Competencias, de participar de reunião na Argentina com Marin, então presidente da CBF, e Marco Polo Del Nero, atual mandatário, para discutir o pagamento de subornos na compra de direitos da Libertadores e de outras competições sul-americanas. Ele diz que a Globo, além de outras empresas, pagou propinas. A emissora, assim como a CBF, Marin e Del Nero, nega ter cometido irregularidades.

Tais medidas seriam preparatórias para uma eventual ação dos clubes para serem ressarcidos, no caso de comprovadas as irregularidades e prejuízos decorrentes dela. Também seriam uma demonstração pública de que as agremiações repudiam tais atos. Porém, por enquanto, nenhum sinal público de indignação foi dado por pare dos cartolas.


Acusado de negociar propinas, ex-diretor da Globo segue influente na CBF
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Acusado de negociar pagamentos de propina em nome da TV Globo por direitos de transmissão de competições sul-americanas, Marcelo Campos Pinto segue com trânsito e uma dose  de influência na CBF.

Afastado da emissora em novembro de 2015, depois de estourar o escândalo de corrupção na Fifa, o ex-executivo ''global'' mostrou que não é carta fora do baralho na confederação em maio deste ano. Ele participou ativamente de uma reunião na entidade com a presença de representantes de clubes da Série A sobre comercialização de direitos de transmissão de jogos para o exterior.

Na ocasião, parte dos dirigentes deixou o encontro afirmando que Pinto lideraria as negociações dos direitos de televisionamento do Brasileirão com empresas estrangeiras. Desligado da Globo sob a alegação de que se aposentaria, o ex-executivo da emissora negou ao blog na semana da reunião que participaria do projeto internacional. ''Conheço um essoal que está trabalhando com produção (em transmissões) e que me pediu para apresentar (à CBF). Só fui (à reunião) para acompanhar esse pessoal'', disse Pinto na ocasião. Porém, dirigentes de clubes que estiveram no encontro elogiaram uma apresentação sobre o tema atribuída a ele. Além disso, relataram sua participação como prova de que ainda é influente na entidade.

O ex-funcionário da maior emissora brasileira, foi acusado durante o julgamento de José Maria Marin e outros cartolas em Nova York. De acordo com Alejandro Burzaco, da empresa Torneos y Competencias, Pinto participou de uma reunião na Argentina com a presença de Marin, então presidente da CBF, e Marco Polo Del Nero, atual mandatário, para discutir o pagamento de subornos na compra de direitos da Libertadores e de outras competições sul-americanas. Ele diz que a Globo, além de outras empresas, pagou propinas.

A emissora, Marin, Del Nero e CBF negam o envolvimento em esquema de suborno. Procurado pelo blog, o ex-executivo da Globo não atendeu ao celular.

Enquanto trabalhava na emissora, Pinto era um dos personagens mais influentes do futebol brasileiro. Ele chegou a ser cotado para suceder Ricardo Teixeira, de quem era próximo, na presidência da CBF. Participava de reuniões com dirigentes de clubes na entidade e chegou a ter destaque em festas de premiações de campeonatos. Em 2015, durante cerimônia do Paulistão, distribuiu elogios a Marin, Del Nero e Reinaldo Carneiro Bastos, atual presidente da Federação Paulista.

O ex-diretor da Globo Esportes também ficou conhecido por oferecer mimos a dirigentes. Em 2014, por exemplo, distribuiu a eles ingressos para jogos da Copa do Mundo.


Sem receber propostas, Lucca vê indefinição do Corinthians
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O Corinthians quer um atacante para se reforçar na próxima temporada. Mesmo assim, não existe certeza no clube em relação ao aproveitamento de Lucca, emprestado até dezembro para a Ponte Preta.

De acordo com a diretoria, a palavra final sobre todos os jogadores que voltarão de empréstimo será de Fábio Carille, mas o treinador não quer pensar nisso agora, antes de o Brasileirão acabar, mesmo com o título já conquistado pelo alvinegro.

Pelo menos parte da direção entende que a melhor opção é negociar o atacante, autor de 11 gols pela Ponte no Nacional. Porém, até agora nenhuma proposta apareceu para ele. Assim, Lucca vive uma indefinição sobre sua próxima temporada, apesar do bom desempenho.

Na janela europeia no meio do ano, o Nantes, da França, acenou com  cerca de US$ 3 milhões pelo jogador, mas a direção alvinegra achou pouco. O clube do Parque São Jorge tem 60% dos direitos econômicos do atleta.


Ingresso em nome de candidato a vice do Corinthians é revendido na arena
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Nesta quinta, o blog ouviu o relato de um torcedor corintiano que afirma ter comprado ingresso para o jogo com o Fluminense de um homem que se dizia conselheiro e candidato a vice-presidente do Corinthians. Para comprovar sua versão, enviou fotografia da entrada. Nela aparece o nome de Augusto Melo. É como se chama o postulante à  vice-presidência pela chapa do opositor Antonio Roque Citadini.

O preço de face registrado no tíquete é de R$ 125, mas o torcedor conta que o vendedor cobrou R$ 100. Ou seja, agiu de maneira diferente da prática adotada por cambistas que aumentam o preço em relação à comercialização oficial. A venda, de acordo com o relato, foi feita perto do portão de acesso de um dos setores da arena e pouco antes de a bola começar a rolar.

O bilhete é de meia-entrada do setor oeste inferior. No espaço destinado à identificação do cliente está escrito: ''Augusto Melo – Conselho''.

Indagado pelo blog, o candidato a vice-presidente negou que tivesse revendido para um desconhecido entrada para o jogo em que o Corinthians confirmou a conquista do título brasileiro. ''Comprei dois ingressos dentro da cota que cada conselheiro pode comprar, por R$ 125. Repassei para dois amigos pelo mesmo preço. Talvez um deles não tenha ido e decidiu vender o ingresso. Não vejo problema. Se ele vendeu por um preço inferior, pra mim tá ótimo. Não agiu como cambista'', disse Melo.

Abaixo, veja a fotografia do bilhete.

 

Foto: Arquivo pessoal

 


Forma de pagamento é o que falta para Pablo renovar
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Com Diego Salgado, do UOL, em São Paulo

Pablo aceitou a quantia oferecida pelo Corinthians para renovar contrato com o clube, mas o negócio ainda não foi fechado. Fernando César, empresário do jogador, apresentou uma contraproposta por escrito sugerindo apenas mudanças na forma de pagamento do montante total previsto para os próximos 48 meses em relação a salários e luvas. Por sua vez, a diretoria ainda não respondeu se aceita a alteração. O blog não teve acesso aos números.

Flávio Adauto, diretor de futebol alvinegro, confirmou que recebeu a contraproposta, mas não revelou detalhes. Ele disse ainda que a negociação avançou.

A oferta corintiana representa uma redução de aproximadamente 30% no valor de salários, luvas e comissão para o agente em relação ao que o alvinegro estava disposto a pagar anteriormente, quando o acordo quase foi selado. Ainda assim, o zagueiro receberá mais do que ganha atualmente.

Pablo está emprestado pelo Bordeaux, e o Corinthians tem até o final de novembro pra dizer se vai pagar os 3 milhões de euros (cerca de R$ 11,5 milhões) pedidos pelos franceses para liberar o jogador definitivamente.

Assegurar a permanência do beque é uma das prioridades da diretoria, que busca manter a base do time campeão brasileiro deste ano.


Corinthians reduz proposta para Pablo, mas está otimista sobre renovação
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Em reunião na última terça-feira, o Corinthians remodelou a proposta que havia feito de um novo contrato para Pablo. O blog apurou que o clube ofereceu redução de cerca de 30% nos valores que tinha apresentado ao jogador. Mesmo assim, ele terá aumento em comparação com o que ganha hoje.

No encontro, o empresário Fernando César aceitou estudar as novas condições, por isso há otimismo na diretoria em relação a um acerto rápido. ''As conversas estão caminhando e ficamos de conversar de novo ainda nesta semana'', disse ao blog Flávio Adauto, diretor de futebol corintiano.

Pablo está emprestado pelo Bordeaux, e o Corinthians tem prioridade até o fim deste mês para dizer se vai pagar 3 milhões de euros (R$ 11,5 milhões) para ficar definitivamente com o beque.

Os franceses permitiram as conversas entre a direção alvinegra e o jogador sobre um novo contrato. O acerto esteve perto de acontecer, mas a negociação travou. O Corinthians decidiu tentar a redução de valores e está perto de conseguir. As quantias envolvidas têm sido mantidas em sigilo.


Campeão, Corinthians ensinou nova fórmula para vencer o Brasileirão
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Consagrado como campeão brasileiro de 2017 nesta noite diante do Fluminense, o Corinthians deixa como principal legado uma nova forma de disputar o principal torneio do país. O alvinegro provou que é possível praticamente assegurar a conquista já no primeiro turno, ainda que o rendimento da equipe despenque na etapa final.

O desempenho quase perfeito do time de Fábio Carille na primeira ''perna'' da competição entrou para a história e sustentou os corintianos na liderança mesmo com a perda de gás na metade final da disputa. Fica a lição para os próximos anos. Concentração total na primeira parte do Nacional pode tornar o triunfo irreversível. Principalmente com a Libertadores mais longa, como foi esse ano.

Não estar na competição sul-americana e não ter ido longe em outros torneios ajudou o Corinthians, mas o título veio muito mais por méritos do clube do que por adversários terem escalados reservas em determinados momentos. Os corintianos também sofreram baixas e superaram os problemas com elenco mais modesto do que os favoritos Flamengo e Palmeiras.

Outra herança deixada pelos alvinegros foi seu estilo de jogo,  que acabou sendo adotado por parte significativa das equipes. A estratégia de recuar a marcação, minimizando a importância da posse de bola, e apostando em contra-ataques, virou tendência.

Porém, seria injusto lembrar do novo campeão nacional como um time que joga na retranca ou por uma bola. Dos pés dos alvinegros  também saíram golaços, dribles desconcertantes e fulminantes triangulações.

Para escolher um imagem que simbolize o campeão, fico com a de dois ou três jogadores rodando perto da bola para da opção a um colega marcado. Esse carrossel, frequente na etapa inicial do Brasileirão, costumava desorientar rivais. Mas a cena rareou no segundo turno.