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Justiça suspende liminar que impedia votação de impeachment de Peres
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A 3ª Vara Cível de Santos suspendeu a liminar que havia considerado suspensa a assembleia de sócios para decidir sobre o impeachment de José Carlos Peres no próximo sábado (29).

A informação foi confirmada ao blog pelo juiz Frederico Santos Messias, que concedera a liminar. Ele explicou que pediu a redistribuição do caso para a 1ª Vara, pois lá já tramitava processo semelhante. ''Consta daquele processo (na 1ª vara) outra liminar já indeferida'', disse Messias. Segundo ele, a 1ª Vara irá decidir sobre a liminar suspensa e todas as outras questões sobre o caso.

O juiz tinha concedido liminar para um conselheiro do Santos que alega falha na forma como foram calculados os votos na reunião do Conselho Deliberativo do Santos que aprovou dois pedidos de impeachment do presidente do clube. Peres e seus aliados acreditam que o número mínimo de votos não foi tecnicamente atingido. O afastamento precisa ser referendado pelos sócios.

Com Marcello De Vico, do UOL, em Santos


Atacado, vice do Santos diz que presidente é quem deve pensar em renúncia
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Em depoimento ao blog, por meio de aplicativo de troca de mensagens por celular, Orlando Rollo, vice-presidente do Santos, rebateu declarações de José Carlos Peres. Nesta segunda (24), em entrevista ao canal ''Bandsports'', o presidente santista, alvo de dois pedidos de impeachment, sugeriu que seu desafeto renuncie. Ainda disse que o vice nada fez na administração e que teve que buscar sozinho recursos no mercado financeiro. Afirmou também que a votação entre sócios no sábado (29) é uma nova eleição entre ele e o vice.

Abaixo, leia a resposta de Rollo.

''Sábado é o julgamento de dois processos administrativos (de impeachment) em que ele se colocou como réu. Não sou candidato a nada.

Ele é centralizador. Não foi eleito sozinho. Eu e os membros do Comitê de Gestão queremos ajudar, mas ele se acha onipotente. E não é.

Acho estranho ele falar em renúncia minha já que ele se colocou como réu em dois processos de impeachment. Ele que poderia estar pensando nessa possibilidade pelo bem do clube, já que não existe mais governabilidade.

Cogito a renúncia apenas no caso de assumir a presidência e constatar não haver a mínima governabilidade para poder administrar o clube. Neste caso, consultaria as forças vivas do Santos, que decidiriam sobre eventual renúncia. Essa é a prova de que não tenho apego ao poder. O Santos está acima de tudo e de todos.''

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‘Best’: Modric eleito é reconhecimento ao jogo coletivo
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A escolha de Modric como melhor do Mundo no prêmio ''Best'', promovido pela Fifa, indica a valorização do jogo coletivo em relação ao talento individual.

Na última temporada, o croata brilhou menos com jogadas individuais do que os concorrentes Cristiano Ronaldo e Salah, vencedor na categoria gol mais bonito. Porém, as estatísticas mostram que Modric participou mais das partidas de suas equipes. Foi maestro, carregador de piano, correndo incansavelmente, e habilidoso.

Obviamente, a premiação não levou em conta só a Copa do Mundo da Rússia, mas a principal competição da modalidade ajuda a entender as diferenças entre os principais postulantes ao posto de melhor jogador do momento.

CR7 foi o artilheiro de Portugal com 4 gols. Salah, que só jogou duas partidas, deixou o Mundial como goleador máximo do Egito após balançar as redes duas vezes. Modric foi apenas o terceiro a marcar mais gols pela Croácia com dois tentos.

Cristiano Ronaldo e Salah foram ainda os jogadores que mais acertaram finalizações em média por suas seleções. Modric ficou em quinto entre os atletas de seu país no Mundial.

O croata, no entanto, assume o topo da lista de sua seleção em quesitos que indicam maior participação no jogo. Ele foi quem mais acertou passes pela equipe com média de 55,3 acertos por jogo. CR7 e Salah foram superados por nove companheiros nesse quesito.

Modric ainda mostra sua importância para a Croácia liderando o ranking de cruzamentos certos de sua seleção durante o Mundial com média de 1,4 por jogo.

Os números (do site Footstats) ajudam a demonstrar como o croata consegue equilibrar talento e espírito coletivo. Ele foi menos agudo do que CR7, Salah e outros concorrentes. Mas foi mais constante. Sua vitória no ''Best'', assim como o segundo lugar da Croácia no Mundial, resgata a importância do jogador habilidoso que sabe usar seu talento em prol do time.


Acusações de irregularidades ameaçam Santos de encarar nó jurídico
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A série de acusações de irregularidades no processo de impeachment de José Carlos Peres, feitas pelos dois lados, ameaçam o Santos de encarar um nó jurídico.

Às vésperas da votação dos sócios para selar o destino do dirigente, situacionistas e opositores enxergam argumentos para questionar o pleito na Justiça.

Do lado de Peres, há uma queixa sobre a reunião do Conselho Deliberativo que aprovou dois pedidos de afastamento dele. A reclamação é relacionada ao fato de os membros da Comissão de Inquérito e Sindicância, sem direito a voto, terem assinado a lista de presença. Seus nomes, porém, não contaram para calcular o quórum.

O presidente do clube entende que a participação deles deveria ser contabilizada. Se isso tivesse ocorrido, o número mínimo de votos exigidos para o impeachment não teria sido alcançado. O grupo do dirigente estuda se irá à Justiça para tentar anular o resultado da reunião.

Outro motivo de confusão está ligado à relação de sócios que poderão votar no próximo sábado. O presidente vê suspeitas de irregularidades na habilitação de associados para participar do pleito. A diretoria registrou um boletim de ocorrência e entregou documentos à polícia.

Em tese, a investigação policial pode dar motivo para Peres contestar um eventual resultado negativo nas urnas, questionando a habilitação de diversos sócios.

Desconfiando que gente interessada no impeachment estava pagando mensalidades de sócios em atraso em dinheiro para não deixar rastros, Peres proibiu a quitação em cash. Associado inconformado acionou o Procon, que considerou a prática ilegal. Mesmo assim, a diretoria manteve a proibição.

O episódio dá margem para quem não conseguiu pagar as taxas ir à Justiça na tentativa de impedir a votação ou questionar o resultado. Os opositores são os principais interessados no questionamento sobre o veto a dinheiro nos pagamentos.

''Por enquanto, nada interfere na assembleia'', disse ao blog o presidente do Conselho Deliberativo do Santos, Marcelo Teixeira, em relação ao risco de ações prejudicarem a votação.

Se o resultado da votação ou da reunião do conselho forem questionados, o Santos deverá amargar uma dura disputa nos tribunais sobre quem comanda o clube.

A oposição diz ainda estudar pelo menos mais um pedido de impeachment, além dos dois atuais, caso Peres saia vitorioso no sábado.

Outro fator que ameaça a governabilidade no clube é uma crise no Comitê de Gestão (CG). Com nove cadeiras disponíveis, o órgão tem hoje apenas cinco membros, após quatro renúncias. É o número mínimo para que o grupo possa se reunir e tomar decisões.  Os novos indicados precisam ser aprovados pelo Conselho Deliberativo. Sucessivas recusas de nomes podem travar o funcionamento do CG.

De acordo como o estatuto do Santos, o comitê é o órgão responsável pela administração e gestão executiva do Santos.

Nesse caldeirão ainda ferve a briga entre Peres e seu vice-presidente, Orlando Rollo. Com frequência ambos se atacam publicamente.

Para muitos conselheiros, o alvinegro vive a pior crise da sua história. ''As crises políticas ocorrem em quase todos os clubes, com maiores ou menores proporções. A questão é em tão pouco tempo de gestão ter divergências e problemas de relação entre presidente e vice, além dos erros que geraram processos que estão sendo avaliados pelo quadro associativo'', analisou Teixeira. Presidente do conselho e ex-presidente do clube, ele é uma das principais lideranças políticas na Vila Belmiro.

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Opinião: Tite erra ao dizer que Neymar entendeu responsabilidade de capitão
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''Coloquei em Neymar o apoio e a responsabilidade. Ele conseguiu ler os dois. O apoio como jogador e a responsabilidade pela capitania.''

A afirmação de Tite, nesta sexta (21), durante entrevista coletiva, mostra uma leitura equivocada do treinador da seleção brasileira sobre o recente comportamento do astro como capitão.

No amistoso contra os Estados Unidos, de fato, ele se comportou bem, sem arrumar confusões inadmissíveis para quem ostenta a braçadeira da seleção brasileira.

Porém, contra El Salvador, no último dia 11, o atleta do PSG recebeu cartão amarelo por simulação. Ou seja, foi punido por um vício que Tite espera corrigir com a faixa de capitão. Evidentemente, a estratégia não funcionou nesse jogo.

É difícil acreditar que o treinador da seleção brasileira tenha sido tão míope em relação ao episódio. Mais plausível é crer que ele tentou tapar o sol com peneira ao dizer que Neymar entendeu a responsabilidade embutida na capitania. Entendeu coisa nenhuma. O cartão amarelo mostra isso.

Da mesma forma, o técnico parece não ter compreendido que não vai ajudar o jogador a evoluir passando a mão na cabeça dele. E muito menos usando a faixa de capitão da seleção para pressionar um atleta que não é o mais indicado ao posto e já se sentia muito pressionado.

Neymar vive cercado de gente que não o ajuda a enxergar seus defeitos. Cabe aos técnicos dele apontar as falhas, indicar as soluções e trabalhar com ele para o acerto.

Proteger o mundo imaginário no qual todos querem ferrar Neymar, o ''milionário de vida digna de pena'',  fará o principal jogador da seleção brasileira ficar estagnado. Ou até regredir. Ao mesmo tempo, Tite vai desgastando sua imagem, já desbotada diante de parte de imprensa e torcida. Mas ele terá problemas mesmo se a cegueira em relação ao camisa 10 o desmoralizar perante os demais jogadores.

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Procon vê irregularidade do Santos com veto a pagamento em dinheiro
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O Procon considerou ilegal a decisão do Santos de não aceitar nos últimos dias pagamentos de mensalidades de seus sócios em dinheiro.

Por isso, o clube recebeu neste sábado uma autuação de notificação.

''Agora o Santos tem até o próximo dia 28 para nos mandar comprovantes dos pagamentos feitos nos dias 21 e 22. Se ficar comprovado que não aceitaram dinheiro, receberão uma autuação de infração e podem ser multados'', disse ao blog Rafael Quaresma, diretor do Procon em Santos.

A assessoria de imprensa do clube informou que a medida foi tomada por conta de suspeitas de tentativas de habilitação irregular de sócios. Os associados precisam estar em dia com suas obrigações para votar sobre o pedido de impeachment do presidente José Carlos Peres, no próximo dia 29.

A diretoria registrou um boletim de ocorrência relatando suas suspeitas. Em tese, na opinião da direção, utilização de dinheiro pode facilitar que interessados em derrubar o presidente banquem sócios em troca de voto.

O departamento jurídico santista sustentou a manutenção do veto. Porém, o Procon afirma que não aceitar pagamento em dinheiro é prática ilegal.


Opinião: atitudes da Gaviões destoam de tese democrática contra Bolsonaro
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O teste é moleza. Assinale a alternativa condizente com uma instituição democrática:

( ) Hostilizar homens que tentam participar dos eventos com brincos.

( ) Infernizar quem veste verde até que ele tire a camisa.

( ) Proibir os outros de gritarem gol antes da hora.

( ) Forçar torcedores a não apoiarem o time de coração quando seu grupo decide protestar fazendo silêncio.

( ) Silenciar quem decide vaiar o time durante o jogo.

( ) Cobrar e até mostrar a porta da rua para quem escolhe votar num candidato odiado pelo presidente da agremiação.

Nenhuma foi assinalada, certo? Claro, todas são incompatíveis com uma associação que diz ser pautada pela democracia.

Quem já conviveu minimamente com a Gaviões da Fiel num estádio sabe que todos esses itens fazem parte do cotidiano da principal torcida organizada do Corinthians. Não só dela, mas da maioria das uniformizadas brasileiras.

O exemplo é relacionado a Gaviões por causa da manifestação do presidente da torcida, Rodrigo Gonzalez Tapia, o Digão, depois reforçada em nota oficial da instituição, contra o voto de seus associados em Jair Bolsonaro.

É inegável que a organizada apoiou o movimento ''Diretas Já''. Há até registros de observadores do regime militar sobre a presença de membros da Gaviões em comício na Praça da Sé pelas eleições diretas.

Mas a uniformizada amplamente democrática construída nas linhas traçadas por Digão está mais para utopia do que para a realidade. A manifestação expressa contrária ao voto dos associados em um determinado candidato já bastaria para implodir esse castelo de areia democrático. Porém, o pacote é muito maior. A intolerância demonstrada pela Gaviões e demais uniformizadas com quem torce para outro time ou para o mesmo mas tem jeito diferente de torcer não combina com democracia.

Não dá para querer ser a torcida democrática só na hora de tentar impedir o voto em um candidato de direita, por quem, aliás, este blogueiro não nutre simpatia. Se a Gaviões quer posar como bastião da liberdade, deveria rever seus conceitos. Poderia começar não olhando torto para cara que vai torcer de brinco, de camisa verde ou se comporta na arquibancada de maneira diferente do padrão de seus sócios. Antes disso, não dá para brincar de democracia.

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Mais um membro do Comitê de Gestão do Santos pede desligamento
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O Comitê de Gestão do Santos sofreu mais uma baixa nesta sexta (21). José Carlos de Oliveira entregou seu pedido de desligamento. Ele confirmou a decisão ao blog, porém não revelou seus motivos.

''Entreguei a carta da minha saída para o presidente do Conselho Deliberativo, Marcelo Teixeira, e disse a ele que, como foi o conselho que me indicou para o cargo, vou explicar os motivos primeiro para o órgão'', declarou Oliveira. Ele informou que enviou uma cópia do documento para José Carlos Peres, presidente do clube e alvo de dois pedidos de impeachment.

O Comitê de Gestão, criado para auxiliar os presidentes santistas na administração, tem nove cadeiras. Com a saída de Oliveira, apenas cinco estão ocupadas por causa de uma série de pedidos de afastamento. É o número mínimo permitido pelo estatuto.

Entre os componentes estão Peres e seu vice e desafeto Orlando Rollo. Também permanecem Pedro Henrique Dória Mesquita, Estevam André Robles Juhas e Fábio José Cavanha Gaia.

Antes de Oliveira, tinham saído do comitê Andrés Rueda Garcia, Urubatan Helou e Hanie Hissa.


MP encaminha para polícia suspeita de desvio de ingressos no Palmeiras
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Após receber denúncias de membros de torcidas organizadas do Palmeiras, o Ministério Público de São Paulo pediu para a Polícia Civil abrir investigação sobre suposto desvio de ingressos de jogos do clube para permitir venda acima do preço de bilheteria.

O pedido foi feito pelo promotor Paulo Castilho para a DRADE (Delegacia de Polícia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva).

A denúncia é de que funcionários do clube estariam desviando bilhetes destinados aos sócios-torcedores do setor em que ficam as uniformizadas para a revenda por preços superiores. Com isso, integrantes das organizadas estariam ficando sem ingresso, mesmo tentando a compra logo no início da venda pela internet.

''A denúncia é grave. Tem nomes, áudios. Eles afirmam que funcionários do Palmeiras ajudam uma agência de turismo a ficar com os ingressos para vender por um preço maior. Se comprovado o crime, a pena pode chegar a seis anos. Como promotor, eu tenho que abrir uma investigação ou pedir para a polícia investigar sob pena de cometer prevaricação'', declarou Castilho.

No último dia 14, o perfil da Mancha Alviverde publicou uma série de questionamentos sobre a venda de ingressos no setor gol norte, em que ficam as organizadas. Os torcedores reclamaram que a venda de bilhetes nessa área pelo Avanti, programa de sócio-torcedor, acaba em poucos minutos.

Porém, de acordo com a organizada, a Palmeiras Tour, agência licenciada pelo clube, tem os mesmos bilhetes por preços mais altos. Segundo o relato, no último clássico contra o Corinthians, a empresa vendeu bilhetes que custariam R$ 100 por R$ 150. Eles pediram explicações ao presidente palmeirense, Maurício Galiotte.

Indagada sobre o tema pelo blog, a assessoria de imprensa do clube afirmou que a manifestação que o Palmeiras tinha para fazer sobre o tema está em nota publicada em seu site no último dia 15. Abaixo, leia o comunicado na íntegra.

''A respeito das declarações veiculadas sobre a empresa Palmeiras Tour nas redes sociais, a Sociedade Esportiva Palmeiras vem a público esclarecer:

A Palmeiras Tour é a agência oficial de viagens e eventos do Palmeiras, licenciada pelo clube, com autorização para explorar comercialmente a sua marca na produção e viabilização de atividades promocionais, experiências exclusivas e eventos relacionados ao Palmeiras.

Dentre os serviços oferecidos pela Palmeiras Tour, há diferentes pacotes para o atendimento de agências parceiras e torcedores que desejam assistir aos jogos do Palmeiras. Para este fim, é destinada uma quantidade limitada de ingressos, em diferentes setores do estádio. Cabe ressaltar que, por força de decisão de autoridade arbitral competente, os assentos oferecidos nos pacotes da Palmeiras Tour para o setor Gol Norte não podem ser disponibilizados para venda no Programa Avanti.

Os valores dos pacotes comercializados mediante emissão de nota fiscal, podem contemplar, além do custo do ingresso, serviços de receptivo, guia, logística de chegada e saída do estádio, bem como transporte, hospedagem e traslado.''


MP arquiva inquérito sobre final do Paulistão por falta de provas
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O Ministério Público de São Paulo arquivou nesta quinta (20) por falta de provas inquérito sobre a final do Campeonato Paulista deste ano, entre Palmeiras e Corinthians. A informação foi confirmada ao blog pelo promotor Paulo Castilho, responsável pelo caso.

''Esperei o TJD e depois o STJD se pronunciarem. Agora pedi o arquivamento'', afirmou o promotor.

A decisão foi tomada um dia depois de o Superior Tribunal de Justiça Desportiva rejeitar pedido palmeirense para impugnar a final vencida pelos corintianos. Os advogados do clube alegavam irregular interferência externa na anulação de um pênalti favorável à equipe alviverde. O STJD entendeu não haver provas suficientes para a impugnação.

Castilho havia aberto o procedimento em abril para atender a pedido da ouvidoria do Ministério Público.