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Fagner e Pedrinho estão entre os que o Corinthians corre risco de perder
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Depois de o Corinthians vencer o Botafogo-RJ por 2 a 0, na última quarta (18), Andrés Sanchez afirmou que não poderá impedir mais jogadores que queiram deixar o clube na atual janela de transferência europeia. A afirmação reflete o sentimento da diretoria de que outros atletas podem sair, como aconteceu recentemente com o paraguaio Balbuena, agora zagueiro do West Ham, da Inglaterra.

O alvinegro corre o risco de perder pelo menos mais dois atletas: Fagner e Pedrinho. Ambos têm sido alvo de sondagens de agremiações do exterior.

Um dos que estão de olho no lateral-direito da seleção brasileira é o Napoli. Nos bastidores, a cartolagem alvinegra admite que há mais de uma sondagem sobre o atleta que terminou a Copa da Rússia como titular de Tite.

Por sua vez, Pedrinho fez o Ajax se movimentar. Giuliano Bertolucci, um dos agentes mais influentes na Europa e amigo do presidente corintiano, foi o responsável por fazer a sondagem. A informação foi dada inicialmente pelo Globoesporte.com. Conforme o blog apurou, o agente acenou com 20 milhões de euros (cerca de R$ 90,1 milhões) a serem pagos pelos holandeses. O Corinthians respondeu que só libera o meia-atacante pelo valor da multa rescisória, que é de 50 milhões de euros (aproximadamente R$ 225,3 milhões).

Apesar da negativa, pessoa próxima ao jogador afirma existir a possibilidade de o time europeu reabrir a conversa, mas ainda com valor inferior à multa.

O Ajax não foi o primeiro a manifestar interesse em Pedrinho. No mês passado, a Udinese sondou o estafe do jogador. Até agora, porém, a equipe italiana não reapareceu para fazer uma proposta.

O Corinthians possui 70% dos direitos econômicos do meia-atacante. A fatia restante pertence a empresa do agente do jogador, Will Dantas.


Pedidos de impeachment de Peres pressionam ex-presidente do Santos
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Por tabela, os pedidos de impeachment do presidente do Santos, José Carlos Peres, pressionam o ex-mandatário do clube Marcelo Teixeira. Hoje na presidência do Conselho Deliberativo, ele é cobrado por pelo menos parte dos membros do órgão para dar celeridade ao processo. A justificativa é de que enquanto o caso não for resolvido o clube será prejudicado porque a diretoria terá que se dividir entre gerir a agremiação e se defender. Há o receio de que o departamento de futebol seja afetado.

Dois requerimentos que pedem o afastamento já foram apreciados pela comissão de inquérito e sindicância e entregues à mesa diretora do conselho, que agora deve marcar uma reunião extraordinária para que os pareceres sejam votados pelos conselheiros. Uma reunião ordinária está prevista para o dia 14 de agosto. Nela não serão votados os pareceres sobre o impeachment. O fato de ainda não existir previsão sobre quando acontecerá o encontro específico para discutir o futuro de Peres, gera a pressão de sobre Teixeira.

''São centenas de conselheiros, todos falam disso o tempo inteiro. A demora para resolver isso atrapalha a vida do clube. Ele (Teixeira) tem que tratar isso da maneira mais célere possível, adiar o que é ordinário e resolver essa questão prioritariamente. Não sei qual é a posição dele, mas acredito que vai ser isenta. E ser célere é ter isenção nesse caso'', disse o conselheiro Esmeraldo Soares Taquínio de Campos Neto. Ele é autor de um dos pedidos de impeachment.

O presidente do conselho confirmou que os pareceres sobre os requerimentos relativos ao possível afastamento foram recebidos pela direção do conselho e que não há previsão de quando haverá encontro do órgão para tratar do tema. Ele não disse se ambos são favoráveis à destituição do presidente, como asseguram conselheiros alvinegros.

''Ainda não analisamos (o segundo parecer), foi protocolado após a reunião da mesa (diretora). Não há previsão de pauta para o Conselho Deliberativo já que estão definidos os assuntos prioritários para a próxima reunião, que será no dia 14 de agosto'', disse Teixeira ao blog.

Para Tarquínio, mesmo sem estar na pauta, o tema do afastamento de Peres vai dominar a reunião ordinária. ''O que você acha que vão falar quando chegar a hora dos assuntos de interesse geral do clube? Vão falar do impeachment, eu vou falar, todo mundo vai falar. Atrasar essa discussão não vai diminuir a fervura, isso vai é jogar álcool no carvão'', disse o conselheiro. Ele presidiu o conselho entre 2000 e 2001, quando Teixeira ocupava o cargo máximo do clube.

Por sua vez, Teixeira argumenta que está seguindo os trâmites regulares. ''Nossos procedimentos são coerentes e seguem um rito normal. Para você organizar uma reunião do Conselho Deliberativo deve ter antecedência. As pautas já estão definidas, inclusive com assuntos prioritários, como o novo parecer do balanço de 2017. Não funcionará pressão porque somos imparciais e não queremos privilegiar ninguém, a não ser os interesses do clube e as bases estatutárias'', declarou o ex-presidente santista.

As normas estatutárias do Santos não estipulam um prazo para ele marcar a sessão após receber os pareceres. As recomendações da comissão serão votadas pelos conselheiros, mas o afastamento de Peres ainda teria que passar pelo voto dos associados.

No pedido de impeachment que encabeçou, Tarquínio alega, principalmente, que Peres feriu o estatuto por ter assumido a presidência do clube e de seu Comitê de Gestão enquanto era sócio da Saga Talent Sports & Marketing, empresa criada para, entre outras atividades, gerir a carreira de jogadores e intermediar negociações de atletas. As regras estatutárias do Santos vetam que membros do comitê sejam sócios de empresas que atuem com jogadores.

Peres nega que tenha cometido irregularidades. Ele sustenta que a Saga Talent, apesar de aberta até o blog revelar a participação do dirigente nela, não exercia atividades.

Outro pedido de impeachment elaborado pelo conselheiro Alexandre Santos e  Silva também cita a ligação com a empresa de marketing esportivo como suposta irregularidade cometida por Peres.

 


Palmeiras descarta conversar com Dudu sobre felicidade
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A recente postagem de Dudu em rede social dando margem para a interpretação de que ele está infeliz por não ter sido vendido para a China causou revolta entre parte dos torcedores, mas será ignorada pela diretoria do Palmeiras.

A direção alviverde descarta chamar o jogador para conversar sobre o assunto. Procurar saber se ele de fato está infeliz, explicar a importância de jogar em alto nível ou até mesmo mostrar descontentamento com o post, modificado na sequência, são  temas que não estão na pauta da diretoria. Um aumento para o atacante com o objetivo de compensar a oferta rejeitada também está fora de cogitação.

Na análise da direção a proposta chinesa por Dudu faz parte do passado (a janela de transferências para o país asiático está encerrada) e não faz sentido conversar com um atleta para pedir que ele dê o seu melhor. É obrigação de todo jogador e pronto.

''Feliz ou não, é a lei da vida. Seguir em frente com a cabeça erguida. Superando tudo o que está por vir'', escreveu o camisa 7. Minutos depois, ele apagou a parte da mensagem que tratava sobre felicidade.

O Shandong Luneng acenou para Dudu com R$ 2 milhões por mês e luvas de aproximadamente R$ 30 milhões por um contrato de quatro anos. Imediatamente, o Palmeiras avisou Dudu que não aceitaria a proposta, pois em janeiro planejou sua permanência pelo menos até o final de 2018.

Se Dudu ficou infeliz com o desfecho da investida chinesa, o sentimento da diretoria palmeirense foi inverso. O clube comemora ter mantido um de seus principais jogadores e ainda negociado Roger Guedes, que estava no Atlético-MG, com o Shandong. A agremiação paulista desfalcou um rival e ainda recebeu cerca de R$ 20,4 milhões.


Folga
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Este blogueiro está de folga após cobrir a participação da seleção brasileira na Copa da Rússia e retoma suas atividades normais no próximo dia 18.


Quase ausência de fãs brasileiros negros e pardos na Rússia constrange
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Foi muito bonita a festa da torcida brasileira na Copa da Rússia. Músicas novas, batucada e animação. Mas um olhar atento revela algo constrangedor: as quase ausências de negros e pardos. Era assim sempre que havia uma aglomeração de brasileiros. Quase todos eram brancos. Muitas vezes todos eram. Nos estádios, a maior parte das exceções fazia parte das famílias dos atletas.

Em Kazan, um dia antes da derrota para a Bélgica, este blogueiro demorou cerca de 10 minutos para encontrar um negro na torcida que fazia festa para os jogadores na chegada ao hotel. No grupo de 23 atletas que retribuía protocolarmente à calorosa recepção aparentemente havia mais negros do que nas centenas de torcedores.

A quase totalidade de brasileiros brancos em Mundiais fora do país não é novidade. Mas indica nossa incapacidade de diminuir o abismo social e econômico que faz o Brasil sangrar. Já vivemos copas do Mundo com nossa economia forte, fraca e mais ou menos. Sempre fomos representados quase só por brancos. Mas parar, olhar e pensar diante de uma multidão de turistas praticamente sem negros e pardos nos constrange e preocupa como cidadãos. Ou pelo menos deveria causar sentimentos que nos façam refletir sobre isso.

A presença quase que totalitária de brancos não reflete a cara do país. Segundo dados disponíveis no site do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Pesquisa), em 2017 a maioria dos brasileiros declarava se considerar parda. Foram 96.946.000 moradores de diferentes regiões do país se dizendo pardos, e 90.379.000 afirmando serem brancos. Outros 17.835.000 se identificaram com a cor preta (é assim que está na pesquisa, cor preta, não raça negra).

O fato de os brancos terem mais condições de fazer uma viagem cara como essa não é culpa de quem teve dinheiro para realizar um sonho e seguir a seleção em território russo. Esse cara não merece ser demonizado, rotulado de coxinha ou levar na cara outras expressões preconceituosas. A culpa é do país como um todo, que cotidianamente dá de ombros para a desigualdade social dramática instalada em nossas cidades. O mais triste é que não há como vislumbrar mudança nesse cenário nem a longo prazo.

 


Opinião: Tite terá que lidar com pressão maior se ficar na seleção
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A CBF quer continuar com Tite. Por sua vez, o treinador já indicou que a ideia de permanecer na seleção brasileira o agrada. Porém, caso renove seu contrato, o técnico viverá uma fase de mais pressão do que enfrentou até aqui.

Tite é um dos comandantes do time nacional menos criticados após uma queda em Copa do Mundo. Aparentemente, a maior parte da torcida e da imprensa aprovam a sequência de seu trabalho.

Mas as críticas existem. Como por exemplo por não dar a vaga de Gabriel Jesus para Firmino. Os deslizes em solo russo serão anotados por torcedroes e profissionais da imprensa no prontuário de Tite. Assim, ao contrário de quando assumiu a seleção com a ''ficha limpa'', ele carregará alguns desgastes desta Copa do Mundo para a sua nova fase no comando da equipe nacional, se de fato ficar.

Isso significa que sua margem de erro sem fortes cobranças será menor. A situação fica mais difícil pelo fato de a Copa América de 2019 ser no Brasil. O fator casa aumenta a cobrança por um título.

Na CBF, a pressão também deve crescer já que ele teve praticamente tudo o que quis e não trouxe o caneco.

É natural que a capacidade de resistir à pressão seja menor depois de uma eliminação em quartas de final de Mundial. Agora é bem maior a parcela da torcida que vê Tite como o melhor ou um dos melhores treinadores brasileiros, mas não como um dos mais eficientes do mundo.

O tom professoral e a fala que parece ensaiada, também tendem a enjoar o torcedor a longo prazo. Tite precisará mudar seu jeito de se comunicar com a torcida, principal referência da cúpula da CBF para tomar decisões.

Dentro de campo, o técnico terá como uma de suas dificuldades renovar a equipe em alguns setores, principalmente nas laterais. Não será fácil preparar substitutos para Daniel Alves e Marcelo, dois dos maiores joadores da posição na seleção em todos os tempos. Reformular também representa risco de bater de frente com parte dos atletas que defenderam o Brasil na Rússia. E não é segredo que Tite gosta de ficar abraçado com jogadores de sua confiança. Ele precisará aumentar a sua dose de desapego.

Existe também o outro lado da relação de confiança entre jogadores e treinadores. Será que depois dos erros que cometeu na Rússia e da difculdade em sair da armadilha peparada pelos belgas nas quartas de final não abalaram a fé dos jogadores no técnico? Confiança no treinador é algo fundamental para um time ser vencedor.

Toda essa combinação fará de Tite, caso renove com a CBF, um técnico da seleção brasileira mais semelhante a seus antecessores. Sem a beatificação que ganhou até chegar à Copa do Mundo, ele ficará mais exposto às cobranças.


Opinião: insistência com Jesus e Marcelo. Os erros de Tite
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Provavelmente você já ouviu que acidente de avião não tem uma causa. É consequência de vários fatores. Assim foi com a queda do Brasil diante da Bélgica nas quartas de final da Copa da Rússia. Abaixo, veja as falhas cometidas por Tite e que resultaram na eliminação da seleção brasileira.

Intensidade

Em sua entrevista coletiva antes do jogo pelas quartas de final , Tite voltou a falar sobre a importância dos treinos intensos. Horas depois, foi anunciado o corte de Danilo por ter se machucado sozinho na véspera do duelo com os belgas. Talvez, o trabalho no dia anterior à partida decisiva devesse ser mais leve, sem movimentações que colocassem em risco a integridade dos jogadores. Danilo já havia se machucado em outro treinamento. Renato Augusto ficou bom tempo no estaleiro por causa de uma sobrecarga muscular. Douglas Costa também sofreu lesão. Claro que ter jogadores lesionados atrapalhou a seleção. Douglas Costa, convocado em fase de recuperação, por exemplo, voltou a se machucar depois de entrar bem no time. Renato se destacou ao entrar no segundo tempo contra os belgas. Se não tivessem enfrentado lesões, eles teriam sido mais úteis.

Reação tardia

Tite demorou a reagir após o Brasil levar dois gols da Bélgica. Ele já deveria ter mexido no time no primeiro tempo para corrigir as falhas. Só fez alterações após o fim da etapa inicial, e a reação ficou pela metade. Fernandinho, por exemplo, deveria ter sido sacado antes de ir para o vestiário.

Insistência com Gabriel Jesus

Tite acreditou demais no discurso de que o centroavante brasileiro era muito importante taticamente sem a bola, marcando os adversários, mesmo sem fazer gols. Jesus foi mal em todos os jogos. Firmino sempre entrou bem. Deveria ter virado titular. O treinador não colocou em prática a meritocracia que tanto prega.

Insistência com Marcelo

O lateral-esquerdo titular do Brasil não fez partida boa na Rússia. Sua participação no desastre em Kazan foi crucial. Os belgas cansaram de explorar o lado esquerdo da defesa do Brasil. No primeiro tempo, quase sempre sobrou um belga por lá. Filipe Luís foi bem quando jogou. Atuou melhor do que Marcelo defensivamente e não foi pior do que o titular no ataque. Tite errou ao não fazer a troca.

 

 

 


Derrota para Bélgica teve momentos de 7 a 1 e reação tardia
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A eliminação brasileira nas quartas de final da Copa da Rússia com a derrota por 2 a 1 para a Bélgica teve momentos que lembraram a goleada por 7 a 1 sofrida para a Alemanha nas semifinais de 2014. Foi assim no primeiro tempo, desde o gol de abertura do placar. Na etapa final, após as mudanças feitas por Tite, o Brasil reagiu, algo que não aconteceu em 2014. Mas não foi o suficiente.

O nervosismo após o primeiro gol lembrou a tremedeira brasileira na tragédia no Mineirão. De novo a equipe entrou em pane. Mas dessa vez levou apenas mais um gol.

A facilidade com que os belgas chegavam na defesa brasileira foi digna dos alemães de quatro anos atrás. A repetição de erros sem que o Brasil conseguisse corrigir seu posicionamento também foi angustiantemente semelhante ao que aconteceu na Copa de 2014. Em Kazan, no primeiro tempo, os belgas sempre tinham dois atacantes pelo lado esquerdo da área brasileira. Um deles sempre livre.

Outro ponto que trouxe à mente o jogo fatídico de Belo Horizonte foi a demora para o treinador reagir, mexer na equipe e corrigir erros.

A diferença é que Tite acordou. Suas substituições deram resultado, o Brasil fez seu gol de honra e esteve muito perto de empatar. Aproveitando o espaço dado pelos belgas, a seleção atacou como nunca neste Mundial. Não adiantou.

Como Felipão, Tite caiu diante de uma forte equipe europeia. No caso do atual treinador, pelo menos, não é possível dizer que ele tenha subestimado a força do adversário. Desde antes de a Copa começar, ele ressaltou o poderio belga. Diferentemente deste blogueiro, que só acreditou na possibilidade de vitória da Bélgica depois do segundo gol em Kazan. Foi um erro.


Opinião: eficiência defensiva do Brasil dobra dificuldade belga
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Perrone

A Bélgica viverá uma situação bem diferente da que está acostumada ao encarar a seleção brasileira, assim como a maioria das seleções que batem de frente com o time de Tite.

Em confrontos anteriores, os belgas tinham que se preocupar basicamente em defender. Historicamente, com exceções como na Copa de 1994, o poder ofensivo brasileiro deixava a defesa vulnerável. Jogar para encaixar um contra-ataque e balançar as redes era algo bem possível para os rivais.

Agora, a preocupação de quem enfrenta o Brasil é dobrada. Além de trabalhar para não tomar gols, os adversários suam para penetrar na fortaleza em que se transformou a defesa brasileira.

As estatísticas da Fifa relacionadas aos dois goleiros que se enfrentarão nesta sexta (6) em Kazan dão essa noção. Alisson tomou um gol e fez apenas três defesas até aqui na Copa da Rússia. Já o belga Courtois defendeu nove bolas e tomou quatro gols. Ou seja, ele fica muito mais exposto.

Em termos ofensivos, Bélgica e Brasil finalizaram 77 vezes cada durante o Mundial. A eficiência ofensiva dos europeus é maior, pois eles fizeram 12 gols contra 7 do time de Tite.

Porém, na opinião deste blogueiro, o equilíbrio brasileiro entre defesa e ataque pesa a favor da equipe nacional. Será interessante ver os belgas com essa nova tarefa de furar a defesa verde e amarela ao mesmo tempo em que tentam não tomar gols.


Opinião: evolução faz Brasil ter obrigação de vencer a Bélgica
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Perrone

Para parte considerável da imprensa mundial e torcedores, a Bélgica está entre as favoritas para vencer a Copa da Rússia. Este blogueiro discorda.

Os belgas têm sua melhor geração em todos os tempos. Reúnem talentos individuais, são fortes ofensivamente e coletivamente de modo geral.

O Brasil tem tudo isso em maior quantidade e com mais qualidade. Por isso, em minha opinião, a seleção de Tite tem a obrigação de vencer o duelo desta sexta (6) pelas quartas de final.

Além do talento individual de costume, desta vez, o Brasil é sólido taticamente e uma fortaleza na defesa.

Normalmente, a Bélgica entra contra o Brasil mais preocupada em não tomar gols. A preocupação continua, mas agora furar a defesa brasileira é missão complexa. Alisson só tomou um gol no Mundial. Os belgas levaram quatro. Dois só do Japão.

O Brasil empatou um jogo (Suíça), e a Bélgica venceu todos. Mas os brasileiros evoluíram de tal forma que são favoritos no confronto na opinião deste blogueiro.