Grupo de ex-presidente do Palmeiras quer demissões de desafetos e já se irrita com Paulo Nobre
O grupo de conselheiros liderados por Mustafá Contursi já se irritou com o novo presidente do Palmeiras. A queixa é de que Paulo Nobre ainda não demitiu três funcionários que sobrevivem no clube desde a gestão de Affonso Della Monica. Dois deles atuam na assessoria de imprensa. O outro cuida de dados históricos. O trio é considerado desafeto do ex-dirigente.
O ex-presidente Arnaldo Tirone começou a ter problemas políticos para administrar o clube justamente por manter gente que a turma de Musafá queria no olho da rua. O ex-presidente passou a fazer oposição, alegando que Tirone se distanciou das metas estabelecidas durante a campanha.
Agora há o risco de o mesmo acontecer com Nobre. Durante a campanha, Mustafá não pediu diretamente as demissões. Mas seus aliados deixaram clara a exigência. Por sua vez, o atual presidente tem dito que todos os funcionários estão sendo avaliados.
O caso tem potencial para atingir o departamento de futebol, onde trabalham os dois assessores jurados pelo grupo do ex-presidente. Na administração anterior, Roberto Frizzo bancou a permanência da dupla. Desde então, o vice de futebol ficou sob fogo cerrado dos "mustafistas". Tirone não conseguiu blindar o vestiário dos disparos.
Entre os colaboradores de Nobre há quem defenda a permanência dos funcionários como um sinal de que o grupo do ex-presidente não mandará no clube, apesar do apoio dado durante a campanha eleitoral. Também argumentam que a assessoria de imprensa do clube foi premiada como a melhor em 2012 pela Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo.
Outra ala acredita que o melhor é sacramentar as demissões para evitar confusão.
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