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Com verba gasta em comissão na venda de Jô, Corinthians brigaria por Love

Perrone

22/01/2018 08h50

Confira abaixo o que o Corinthians poderia fazer com os cerca de R$ 9,6 milhões em comissões pagas a dois agentes na venda de Jô para o Nagoya Grampus, do Japão. Giuliano Bertolucci ficou com aproximadamente R$ 6,4 milhões. Por volta de R$ 3,2 milhões foram para Beto Fedato. O atacante foi vendido por cerca de R$ 31,9 milhões. Ou seja, o clube comprometeu perto de 30% do que recebeu com pagamentos de comissões. Normalmente, empresários levam 10% do valor do negócio. O alvinegro ainda ficou encarregado dos impostos referentes às comissões.

Proposta por Vágner Love

Segundo o jornal turco "Fanatik", o Besiktas está disposto a pagar cerca de R$ 7,8 milhões pelo atacante do Alanyaspor, também da Turquia. Assim, com a quantia paga a agentes na venda de Jô, o Corinthians poderia oferecer R$ 1,8 mi a mais pelo atleta. Segundo a mesma publicação, a equipe do brasileiro o avalia em R$ 15,6 milhões.

Pagar pouco menos do que a multa cobrada pelo Vitória por Tréllez

O Corinthians desistiu da contratação do atacante da equipe baiana porque se recusou a bancar a multa rescisória de R$ 10 milhões, R$ 400 mil a mais do que aceitou pagar em comissões na transferência de Jô.

Fazer oferta melhor do que a do Santos por Gabigol

O alvinegro do litoral alinhavou o empréstimo de seu ex-jogador por uma temporada, por cerca de R$ 6,6 milhões. Ou seja, a Inter de Milão deve receber para emprestar o atleta aproximadamente R$ 3 milhões a menos do que embolsaram os empresários envolvidos na venda de Jô.

Aumentar a proposta por Henrique Dourado

Enquanto negociava com o Fluminense, o Corinthians estava disposto a pagar R$ 8 milhões por 50% dos direitos econômicos do artilheiro. O tricolor carioca, no entanto, pedia o pagamento da multa de cerca de R$ 17,7 milhões equivalente a 100% dos direitos.

Sobre o Autor

Ricardo Perrone é formado em jornalismo pela PUC-SP, em 1991, cobriu como enviado quatro Copas do Mundo, entre 2006 e 2018. Iniciou a carreira nas redações dos jornais Gazeta de Pinheiros e A Gazeta Esportiva, além de atuar como repórter esportivo da Rádio ABC, de Santo André. De 1993 a 1997, foi repórter da Folha Ribeirão, de onde saiu para trabalhar na editoria de esporte do jornal Notícias Populares. Em 2000, transferiu-se para a Folha de S.Paulo. Foi repórter da editoria de esporte e editor da coluna Painel FC. Entre maio de 2009 e agosto de 2010 foi um dos editores da Revista Placar.

Sobre o Blog

Prioriza a informação que está longe do alcance das câmeras e microfones. Busca antecipar discussões e decisões tomadas por dirigentes, empresários, jogadores e políticos envolvidos com o futebol brasileiro.

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