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Seis desafios de Aguirre no São Paulo

Perrone

12/03/2018 07h53

1 – Fazer reforços renderem

Uma das principais missões de Diego Aguirre como novo técnico do São Paulo é fazer decolar Nenê, Diego Souza e Valdivia, contratações consideradas importantes pela diretoria. Dorival Júnior entrou em rota de colisão com a direção, entre outros motivos, por considerar Nenê e Diego lentos para seu esquema de jogo.

2 – Domar Cueva

Grande desafio para o novo técnico tricolor será lidar com o furacão peruano. Tirar a imagem que pelo menos parte da diretoria tem de falta de comprometimento do atacante e arrancar dele uma regularidade em alto nível são as missões.

3 – Calibrar a pontaria do time

Os erros nas finalizações prejudicaram o São Paulo sistematicamente nesta temporada. Dorival chegou a dizer que técnico não faz gol. Ele caiu sem solucionar o problema.

4 – Driblar a falta de paciência da diretoria

A julgar pelo histórico recente da direção tricolor, Aguirre corre contra o tempo para se estabilizar no cargo. Rogério Ceni foi demitido com seis meses de trabalho. Dorival durou dois meses a mais. Ou seja, os resultados precisam vir logo.

5 – Voltar a vencer clássicos

O São Paulo perdeu os três jogos que fez contra Corinthians, Palmeiras e Santos nesta edição do paulista. Os fracassos seguidos contra o principais rivais constrangem a torcida. Já a diretoria vê falta de confiança dos atletas diante dos adversários mais ferrenhos.

6 – Reconstruir a relação com a torcida

Em 2017, o apoio vindo das arquibancadas foi o ponto alto tricolor na luta contra o rebaixamento no Brasileiro. Em 2018 as vaias e protestos têm sido constantes. Para estancar a irritação dos fãs, Aguirre precisa rapidamente fazer com que as atuações do time seduzam os torcedores.

Sobre o Autor

Ricardo Perrone é formado em jornalismo pela PUC-SP, em 1991, cobriu como enviado quatro Copas do Mundo, entre 2006 e 2018. Iniciou a carreira nas redações dos jornais Gazeta de Pinheiros e A Gazeta Esportiva, além de atuar como repórter esportivo da Rádio ABC, de Santo André. De 1993 a 1997, foi repórter da Folha Ribeirão, de onde saiu para trabalhar na editoria de esporte do jornal Notícias Populares. Em 2000, transferiu-se para a Folha de S.Paulo. Foi repórter da editoria de esporte e editor da coluna Painel FC. Entre maio de 2009 e agosto de 2010 foi um dos editores da Revista Placar.

Sobre o Blog

Prioriza a informação que está longe do alcance das câmeras e microfones. Busca antecipar discussões e decisões tomadas por dirigentes, empresários, jogadores e políticos envolvidos com o futebol brasileiro.

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