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Rejeitado no Santos, Cléber custou mais de R$ 11,5 mi, segundo balanço

Perrone

06/04/2018 04h00

O balanço financeiro do Santos referente a 2017, contestado pelo conselho deliberativo do clube e que pode sofrer alterações, dá a dimensão do que representa para o time alvinegro o fato de o zagueiro Cléber não ter vingado na Vila Belmiro.

De acordo com o documento, o custo de 60% dos direitos econômicos do defensor, emprestado nesta semana gratuitamente ao Paraná Clube, foi de R$ 11.506.000,00. A compra foi feita junto ao Hamburgo e oficializada em janeiro de 2017.

Na parte destinada a "contas a pagar", referente a 31 de dezembro do ano passado, porém, aparece um valor maior. São registrados R$ 11.908.000,00 que devem ser pagos ao Hamburgo "pela negociação, penalidade e honorários" de Cléber. Como referência, é citada a quantia em euro:  2.774.000,00.

O zagueiro já tinha sido emprestado no segundo semestre do ano passado para o Coritiba. No retorno ao Santos, acabou fora dos planos do técnico Jair Ventura. Para acertar a permanência do jogador até o final do ano no Paraná, o time paulista aceitou pagar parte do salário do zagueiro.

Abaixo, veja trechos do balanço do Santos e compare os custos dos direitos econômicos de Cléber com os de outros atletas da equipe.

 

 

 

 

 

 

Sobre o Autor

Ricardo Perrone é formado em jornalismo pela PUC-SP, em 1991, cobriu como enviado quatro Copas do Mundo, entre 2006 e 2018. Iniciou a carreira nas redações dos jornais Gazeta de Pinheiros e A Gazeta Esportiva, além de atuar como repórter esportivo da Rádio ABC, de Santo André. De 1993 a 1997, foi repórter da Folha Ribeirão, de onde saiu para trabalhar na editoria de esporte do jornal Notícias Populares. Em 2000, transferiu-se para a Folha de S.Paulo. Foi repórter da editoria de esporte e editor da coluna Painel FC. Entre maio de 2009 e agosto de 2010 foi um dos editores da Revista Placar.

Sobre o Blog

Prioriza a informação que está longe do alcance das câmeras e microfones. Busca antecipar discussões e decisões tomadas por dirigentes, empresários, jogadores e políticos envolvidos com o futebol brasileiro.

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