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Ex-presidente do Palmeiras se envolve em briga. Conselho vai analisar caso

Perrone

O ex-presidente do Palmeiras Arnaldo Tirone se envolveu numa briga no clube no último sábado. Segundo o ex-dirigente, houve um empurra-empurra porque um sócio o chamou de ladrão, entre outras ofensas. O presidente do Conselho Deliberativo, Seraphim Carlos Del Grande, aguarda um relatório da segurança do local para analisar o caso e tomar eventuais medidas.

''Sempre que tem algo assim, a segurança envia um relatório. Vamos esperar chegar. Conforme for, o caso do Tirone, que é conselheiro, vai ser visto pelo Conselho, e o do sócio pela diretoria, como manda o estatuto'', afirmou Del Grande.

O associado envolvido no entrevero conversava com o presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, no momento em que a confusão se iniciou. ''Eu saí da mesa em que eu estava e quando voltei o Maurício estava nela. Ele estava conversando com um rapaz de uns 35 anos,  com a camisa do Palmeiras. Esse cara me agrediu verbalmente, foi muito forte. Ladrão foi só uma das ofensas. Eu me assustei, levantei e reagi com ofensas verbais. Teve empurra-empurra, agarra-agarra, mas eu não agredi e nem fui agredido. Niguém se machucou'', declarou Tirone ao blog.

Ele afirmou não conhecer seu desafeto e nem saber o nome completo dele. ''Acho bom que a segurança faça um relatório sobre o que aconteceu. Não tenho nada a temer. Estou com a consciência tranquila. Ele atacou minha moral e eu me alterei. Não sou ladrão, não estou na Lava-Jato, saí do Palmeiras com menos dinheiro do que entrei, usei do meu dinheiro no clube. Não vou aceitar calúnia'', disse o ex-drigente.

O estatuto alviverde prevê punições para sócios (o que inclui conselheiros) que praticarem agressão, rixa, atentarem contra decoro ou produzirem abalo moral dentro do clube. As sanções não são especificadas para cada falta cometida, mas variam de advertência à seliminação do quadro associativo.