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Sem querer, Ronaldinho faz Paraguai reformar área de emissão de documentos

Perrone

11/03/2020 07h55

O caso Ronaldinho Gaúcho ganhou proporções inimagináveis no começo. À medida que as investigações avançam, funcionários de órgãos públicos são colocados sob suspeitas e alguns são presos. Setores de do Governo sentem o abalo.

O que começou como falsificação de documentos públicos chegou a suspeitas de associação criminosa e lavagem de dinheiro, entre outros crimes.

Ronaldinho fez o governo paraguaio olhar para o próprio umbigo e decidir fazer uma plástica nele. Ao mesmo tempo em que as investigações avançam em ritmo acelerado, novos protocolos são discutidos para dificultar as falsificações.

A ideia é, além de punir responsáveis, promover uma reestruturação profunda no setor de emissão de documentos públicos.

Assim,mesmo sem ter a intenção, Ronaldinho colabora para os paraguaios tirarem a sujeira debaixo do tapete. Só que o brasileiro paga um preço alto por isso até aqui: a prisão preventiva ao lado de Assis, seu irmão.

Sobre o Autor

Ricardo Perrone é formado em jornalismo pela PUC-SP, em 1991, cobriu como enviado quatro Copas do Mundo, entre 2006 e 2018. Iniciou a carreira nas redações dos jornais Gazeta de Pinheiros e A Gazeta Esportiva, além de atuar como repórter esportivo da Rádio ABC, de Santo André. De 1993 a 1997, foi repórter da Folha Ribeirão, de onde saiu para trabalhar na editoria de esporte do jornal Notícias Populares. Em 2000, transferiu-se para a Folha de S.Paulo. Foi repórter da editoria de esporte e editor da coluna Painel FC. Entre maio de 2009 e agosto de 2010 foi um dos editores da Revista Placar.

Sobre o Blog

Prioriza a informação que está longe do alcance das câmeras e microfones. Busca antecipar discussões e decisões tomadas por dirigentes, empresários, jogadores e políticos envolvidos com o futebol brasileiro.

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