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Arquivo : Alexandre Mattos

Declarações de Cuca respingam em Alexandre Mattos
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As declarações de Cuca sobre o time titular do Palmeiras de hoje ser mais fraco em comparação com o do ano passado e a respeito de o clube precisar contratar mais um atacante respingaram em Alexandre Mattos. O treinador acabou colocando em xeque o planejamento feito para 2017, e o diretor-executivo de futebol é o principal responsável por ele.

Só que Mattos convive há tempos com pedidos de demissão feitos por conselheiros situacionistas, de diferentes correntes. A fala de Cuca fez com que a pressão voltasse. A maioria dos críticos considera que o dirigente gasta muito. Além dos valores desembolsados em troca de novos jogadores, eles também reclamam de pagamentos de comissões para empresários que consideram altos e foram negociados pelo cartola .

Na última quinta, motivado pela entrevista de Cuca após a derrota por 2 a 1 para o Internacional, que fez o time paulista avançar na Copa do Brasil, essa pressão ficou evidenciada com novo pedido para a diretoria demitir Mattos feito por Gilto Avallone, conselheiro da situação e membro do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização).

Em sua página na internet (“Nosso Palmeiras”), depois de escrever que Mattos tem que ser demitido imediatamente, ele diz que o clube está ultrapassando a marca de R$ 80 milhões em gastos com contratações nesta temporada, responsabiliza o diretor pela despesa e emenda: “como explicar a declaração do técnico de que o time do ano passado era melhor?”.

Gilto já havia cobrado a saída de Mattos quando Eduardo Batista foi demitido. Também na ocasião, internamente, mais membros do conselho faziam pressão interna pela demissão. O blog, então, procurou o diretor para ouvir sua opinião sobre as críticas e até hoje não obteve resposta.

O efeito que a nova pressão terá depende em muito da atuação de Mustafá Contursi, nome mais influente da política palmeirense e que apoia a atual gestão, mas historicamente é contra altos gastos. Por enquanto, ele se mantém em silêncio em relação ao diretor. O mesmo não acontece com alguns de seus aliados políticos, caso de Gilto.


Barça resiste à proposta do Palmeiras para impedir saída de Mina em julho
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Maurício Galiotte e Alexandre Mattos foram para a Espanha em busca de um acordo com o Barcelona para alterar a data da preferência que o time espanhol tem para contratar Mina de julho de 2017 para o mesmo mês do ano que vem, conforme apurou o blog. O objetivo da mudança é assegurar que o colombiano dispute a atual Libertadores até o fim.

Porém, a negociação não vai ser fácil. Segundo fonte ligada ao clube espanhol, o Barça não está disposto a aceitar a prorrogação proposta por presidente e diretor remunerado do Palmeiras. Prefere manter o direito de decidir a questão em julho deste ano. A tendência neste momento é de fazer valer a cláusula, mas o Palmeiras ainda não jogou a toalha.

A opção de compra do time catalão vale desde que sejam pagos 9 milhões de euros (cerca de R$29,2 milhões) pelo atleta.

A assessoria de imprensa do Palmeiras afirmou ao blog que o clube não se manifestaria sobre o assunto.

Além da negociação por Mina, os dirigentes palmeirenses querem estreitar a relação com o Barcelona.


Crises de Palmeiras e SPFC têm em comum situações de cartolas remunerados
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As crises enfrentadas por Palmeiras e São Paulo têm ao menos um ponto em comum: as situações dos executivos de futebol dos rivais.

Tanto o palmeirense Alexandre Mattos quanto o são-paulino Gustavo Vieira de Oliveira têm suas demissões cobradas por conselheiros da oposição e da situação. No caso do funcionário tricolor, até parte dos diretores pede a saída.

Uma das queixas contra eles é igual: ambos são considerados por seus críticos profissionais que têm dificuldade de comunicação com os jogadores. Por isso, não conseguem fazer uma rápida e correta leitura do vestiário, dificultando a identificação de problemas, de acordo com as reclamações.

Porém, com a mesma intensidade das cobranças, Mattos e Gustavo são defendidos por seus presidentes, noutro ponto em comum nessa história.

O alviverde Paulo Nobre e o tricolor Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, dão seguidas demonstrações de confiança em seus executivos, sem sinais de pretenderem demitir os profissionais.

No Palmeiras, desde o ano passado, o presidente banca Mattos contra os críticos. Demitiu o treinador Marcelo Oliveira, mas manteve o dirigente remunerado.

No São Paulo, Leco e Luiz Cunha, novo diretor de futebol, traçaram planos para a recuperação do time. Definiram a demissão de Milton Cruz, que trabalhava havia 22 anos no clube. Em suas conversas, nem tocaram na possibilidade de demitir Gutavo, filho de Sócrates e sobrinho de Raí. Vale lembrar que até o ex-vice de futebol do clube, Ataíde Gil Guerreiro, não resistiu aos maus resultados e às críticas ao seu trabalho, sendo remanejado para a diretoria de relações institucionais.


Derrotas fazem Nobre ser criticado de forma inédita durante sua gestão
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Presidente do Palmeiras desde 2013, Paulo Nobre nunca enfrentou tantas críticas de conselheiros do clube como agora. Até então, o cartola se diferenciava de seus antecessores Arnaldo Tirone e Luiz Gonzaga Belluzzo por ser pouco atacado por membros do conselho. Porém, os recentes maus resultados da equipe mudaram o status do dirigente.

Chama atenção o fato de grande parte das críticas partir de conselheiros situacionistas. Os descontentes já falam que pode haver uma ruptura com Nobre na próxima eleição afetando o candidato escolhido pelo presidente, que fica no cargo até o final do ano. Os vice-presidentes Mauricio Percivalle Galiotte e Genaro Marino Neto são os mais cotados para se candidatar com o apoio de Nobre.

O fraco desempenho da equipe que sofreu quatro derrotas em 11 jogos do Paulista e duas em quatro partidas da Libertadores é o ponto de partida paras críticas. O baixo rendimento é visto até por aliados do presidente como consequência de uma série de decisões do presidente consideradas equivocadas. A principal delas é manutenção de Alexandre Mattos como executivo de futebol.

Os críticos avaliam que Nobre demorou para demitir Marcelo Olvieira e que quando o fez deveria ter degolado Mattos também. Eles reclamam que o presidente deu demasiado poder para o executivo, sem controlar os gastos dele com contratações e nem a qualidade dos jogadores contratados.

Porém, o que mais incomoda é o fato de Nobre não se incomodar com as seguidas contratações de jogadores ligados ao empresário Eduardo Uram, como Vagner, Roger Carvalho, Erik, Rodrigo, Vitor Hugo e Egídio. O agente também foi o responsável por negociar com o clube o técnico Cuca.

Para montar o contestado time atual, Nobre emprestou mais cerca de R$ 8,9 milhões ao clube em janeiro, alegando que houve um descompasso entre receitas e despesas que seria corrigido nos meses seguintes. Ele já havia emprestado pelo menos R$ 140 milhões ao Palmeiras.

Membros do COF (Conselho de Oreintação e Fiscalização) reclamam dos gastos e não querem mais que o presidente tire dinheiro do bolso para tocar o clube.

O acordo aprovado pelo Conselho Deliberativo para pagar o dirigente com 10% da receita mensal palmeirense começa a ser visto com preocupação. Relatório do Itaú BBA que questiona a fórmula palmeirense de buscar equilíbrio financeiro por meio de empréstimos de seu presidente é usada para ilustrar a situação.

Dinheiro é também o motivo para conselheiros já estarem com o dedo no gatilho, preparados para um novo disparo. O fato de Cuca admitir pedir novas contratações já gerou novas queixas. Se elas se concretizarem, haverá mais barulho, pelo menos internamente, contra Nobre.

 


Na Justiça, Palmeiras diz que conselheiro fez investimento ruim em Valdivia
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Em sua defesa na ação movida por Osório Henrique Furlan Júnior, o Palmeiras alega que colocar dinheiro em Valdivia foi um investimento ruim feito pelo conselheiro do clube. Ele cobra R$ 15 milhões do alviverde na Justiça e pede a exibição de uma série de documentos.

Furlan alega que a atual diretoria descumpriu cláusulas contratuais ao supostamente não comunicar a ele seu interesse de não renovar o contrato de Valdivia, não o convidar para participar das reuniões com o pai do jogador sobre o futuro do atacante e permitir que seu vínculo terminasse.

Com a transferência do chileno de graça para o futebol árabe, Furlan perdeu 2,2 milhões de euros que usou para comprar 36% dos direitos econômicos do atleta. Além desse valor, ele cobra uma multa de R$ 5 milhões por quebra de contrato.

Porém, em sua contestação, apresentada no último dia 10, o Palmeiras nega ter descumprido o acordo e afirma que Furlan sabia dos riscos quando tirou dinheiro do bolso para a compra de Valdivia.

“A verdade é que o autor (Furlan) fez um investimento ruim, como ele próprio admitiu em diversas entrevistas destacadas. Misturou a paixão por um time de futebol com negócios e não analisou corretamente os riscos do negócio. De forma ilícita, pretende que o Palmeiras ressarça todo o investimento ruim que ele próprio assumiu”. Assim, o clube contra-ataca no processo, marcado por expressões duras usadas por uma parte para atacar a outra.

Tanto que advogados palmeirenses pediram a retirada de termos considerados ofensivos pelos advogados de Furlan, como trecho em que se referem ao dirigente remunerado Alexandre Mattos da seguinte forma: “bazofeiro diretor, com pouca experiência, que foi ludibriado pelo pai do atleta, que somente prorrogou a esperada renovação (do contrato de Valdivia)”.

Em outra parte da ação, os advogados de Furlan falam em provar que os dirigentes do Palmeiras, “tanto no momento da tomada do dinheiro (na gestão de Luiz Gonzaga Belluzzo)”, como na atual diretoria, agiram por “desídia ou má fé”.

Os palmeirenses respondem acusando o conselheiro de litigância de má fé e afirmando que, “talvez, insatisfeito pela saída do atleta do clube, em razão do término de seu contrato de trabalho, queira transferir suas frustrações pessoais para o Palmeiras em flagrante tentativa de enriquecimento ilícito”.

Os representantes do conselheiro dizem que um dos motivos para o contrato ser considerado quebrado é o fato de ele prever que o clube tome  todas as providências para preservar a fatia de seu cliente nos direitos econômicos de Valdivia. Alegam que o presidente Paulo Nobre se recusou a dar para ele participações em outros atletas para compensar o prejuízo com o chileno.

Por sua vez, o clube sustenta que não descumpriu o acordo pois tinha interesse e tentou renovar o contrato de Valdivia.

A próxima etapa do processo é a resposta do autor da ação à contestação.


Em meio a críticas, presidente do Palmeiras fortalece Mattos
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No momento de maior pressão para demitir Alexandre Mattos, Paulo Nobre fortalece o dirigente remunerado do Palmeiras. A pessoas próximas, o presidente do alviverde afirma confiar em seu funcionário e não ver motivos para mudança.

Porém, o maior fortalecimento vem da decisão de contratar Cuca para a vaga deixada por Marcelo Oliveira. De acordo com o Blog do PVC, quem negocia com o Palmeiras por Cuca é o empresário Eduardo Uram, justamente o nome que mais provoca críticas a Mattos.

Conselheiros e integrantes do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) reclamam da quantidade de atletas ligados ao agente contratados pelo clube. São os casos de Vagner, Roger Carvalho, Erik, Rodrigo, Vitor Hugo e Egídio, entre outros.

Nobre, porém, como forma de apoio a Mattos, já afirmou publicamente que não vê problema no fato de muitos jogadores terem vínculo com o mesmo empresário.

Mas, a insistência em trazer jogadores (e agora técnico) representados por Uram, não é o único argumento contra Mattos. Além disso, os críticos afirmam que ele não soube avaliar o trabalho dos treinadores que passaram pela equipe deixando de cobrar as mudanças necessárias.

Esse cenário gera uma situação desconfortável para a chegada de Cuca, que deve ser anunciado nas próximas horas como treinador do clube. Já há pressão para  tentar evitar eventuais contratações de aletas indicados por Cuca e que sejam clientes de Uram.

 


Após queda de Oliveira, Mattos é alvo principal de críticos no Palmeiras
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Concretizada a demissão de Marcelo Oliveira, os canhões no Palmeiras agora miram, principalmente, Alexandre Mattos, executivo de futebol do clube.

Conselheiros e membros do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) alegam que o cartola não sabe avaliar o trabalho da comissão técnica e fazer as cobranças necessárias. Mattos também é cobrado por fazer contratações consideradas caras e pela quantidade de jogadores ligados ao empresário Eduardo Uram. Entre eles estão Vagner, Roger Carvalho, Erik, Rodrigo,Vitor Hugo e Egídio.

“Tomaram a atitude pela metade, esqueceram o Alexandre Mattos. Preparem-se, quem vier não vai mudar nada, tudo continuará da mesma maneira, pois quem deveria acompanhar Marcelo Oliveira e ser dispensado também está confortavelmente sentado em sua cadeira”, escreveu Gilto Avallone, integrante do COF, em seu site (“Nosso Palmeiras”).

Os “cofistas” batem na tecla de que os gastos com a folha salarial do clube não condizem com o desempenho do time e colocam a situação nas contas de Mattos e do presidente Paulo Nobre.

O balancete de janeiro mostra aumento de R$ 572.485 nos gastos com pagamentos a jogadores na comparação com dezembro do ano passado. No primeiro mês de 2016, as remunerações de 77 atletas consumiram R$ 6.341.999. Em dezembro, com 74 jogadores, foram gastos R$ 5.769.514,17. Nas contas estão todos atletas profissionais que recebem do Palmeiras, não apenas os que são aproveitados pelo time principal.

 


Palmeiras incomoda rivais na briga por reforços
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Veloz na montagem de seu time para 2016, o Palmeiras virou uma pedra no sapato dos rivais. Dirigentes adversários estão incomodados com a concorrência alviverde.

No Santos, os cartolas decidiram até aumentar o sigilo em relação aos jogadores que interessam para se protegerem dos palmeirenses. “Sobre reforços não falo mais nada. Se eu falo, o Alexandre Mattos (dirigente remunerado do Palmeiras) vai lá e contrata”, disse Modesto Roma Júnior, presidente do Santos.

O alvinegro do litoral tinha interesse nos meias Régis e Moisés, que assinaram com o alviverde.

Entre os clubes que trombaram com o Palmeiras ao procurar reforços está o Fluminense. “Em toda ligação que eu faço para tentar um jogador, escuto que o Palmeiras já está tentando”, afirmou Peter Siemsen, presidente do Flu.

O atacante Erik e o volante Rodrigo estavam na mira do Fluminense, porém foram anunciados pelo Palmeiras. Rodrigo também interessava ao São Paulo.

Já o Corinthians não reclama, mas perdeu o zagueiro reserva Edu Dracena para o Palmeiras. Ciente do interesse alviverde, o jogador fez um acordo para rescindir seu contrato e se transferir.

 


Cinco personagens do Palmeiras criticados após a derrota por 5 a 1
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A goleada sofrida por 5 a 1 para a Chapecoense no último domingo deixou na berlinda pelo menos cinco personagens palmeirenses. Parte deles já era alvo de críticas feitas por conselheiros. O vexame, porém, fez com que eles aumentassem o volume. Confira abaixo quem pagou o pato.

Gabriel Jesus

Tratado até então como principal revelação das categorias de base, o jovem atacante foi considerado pelos corneteiros um dos piores em campo contra a Chapecoense. Foi criticado por conselheiros por ter desperdiçado pelo menos três ataques do time com falhas individuais.

Marcelo Oliveira

Cobrado por não conseguir reorganizar a equipe em Santa Catarina, permitindo que o adversário tivesse espaço para armar sus jogadas, e por não corrigir as falhas de marcação da equipe. Em seu site (“Nosso Palmeiras”), Gilto Avallone, membro do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização), pediu a demissão do treinador nesta quinta. “Com essa comissão técnica não vamos a lugar nenhum”, escreveu ele.

Lucas Barrios

Já é chamado de cone por conselheiros. Sua atuação em Chapecó foi considerada apática e apontada como um dos motivos para o alviverde não conseguir esboçar uma reação.

 Alexandre Mattos

Mesmo com o time na semifinal da Copa do Brasil e com chances de conquistar uma vaga na Libertadores pelo Campeonato Brasileiro, o dirigente remunerado voltou a ter o seu pacote de contratações contestado. Barrios e Alecsandro são as contratações mais detonadas. Agora, Mattos é comparado pelos críticos a seu antecessor, José Carlos Brunoro, que também despejou um caminhão de atletas no clube. A diferença, dizem, é que Mattos ganhou status de pop star.

Paulo Nobre

Contestado por supostos amplos poderes que teria dado a Mattos nas contratações e por não frear gastos como o COF esperava. A despesa com comissões pagas a empresários e considerada alto demais e entrou na mira do órgão que quer examinar todos os pagamentos. Outra crítica é em relação ao temperamento esquentado do presidente. Recentemente, ele se envolveu numa apimentada discussão com seu antecessor, Arnaldo Tirone, além de se desentender com torcedores corintianos que estavam num camarote de um dos parceiros do clube no clássico entre os dois times. Os críticos dizem que, no final do ano, Nobre pode no máximo se igualar a Tirone, que ganhou uma Copa do Brasil, nada além disso.

 


‘Popstar’, Mattos incomoda principal aliado de presidente do Palmeiras
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O apoio de Mustafá Contursi tem sido fundamental para Paulo Nobre administrar o Palmeiras sem graves conflitos políticos. Mas o ex-presidente agora está incomodado com a atuação de Alexandre Mattos e quer debater no COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) o desempenho do funcionário.

Nos bastidores do clube, Mustafá tem contestado o número de reforços trazidos pelo dirigente (25 desde que chegou no começo do ano) e principalmente a contratação de veteranos, como Zé Roberto e Alecsandro.

“Acabamos com o Palmeiras B, que revelava alguns jogadores, e estamos montamos um time máster”, diz Mustafá a aliados políticos numa crítica à gestão de Mattos. Vale lembrar que quando o executivo chegou ao clube a equipe b já tinha sido extinta.

Outro ponto que desagrada a Mustafá e seu grupo político é o fato de Mattos ser o protagonista de uma propaganda de TV para divulgar o programa de sócio-torcedor alviverde. Por conta da atuação, Mattos ganhou o apelido de “popstar”.

Mustafá costuma pregar no clube que executivos não marcam gols, por isso não podem ser contratados a peso de ouro. Ele também diz a seus seguidores no clube que dirigentes remunerados menos badalados foram mais eficientes, na opinião dele, como Américo Faria e Sebastião Lapola.

Apesar do descontentamento, Mustafá não tem falado em romper com Nobre. Mas a cobrança por menos gastos e a pressão sobre Mattos vão aumentar.

A assessoria de imprensa do Palmeiras afirmou que o diretor remunerado não iria se manifestar sobre o assunto.