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‘Bom mas desgastado’, Guedes é ‘problema a ser resolvido’ pelo Palmeiras
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Muito bom jogador mas que não serve para o Palmeiras neste momento. Assim é definido Róger Guedes pela direção do clube.

A avaliação é de que o meia está desgastado com parte do elenco, torcida e direção. Nesse cenário, a situação do atacante é tratada como um problema a ser resolvido. A solução preferencial é a venda do jogador, mas o negócio mais viável até agora é a troca por empréstimo de um ano com Marcos Rocha, do Atlético-MG.

Apesar de não ter espaço no elenco, Róger é avaliado pelos palmeirenses como um dos atletas mais cobiçados do time no mercado brasileiro. Além do Galo, o Internacional também se interessa por ele. O Fluminense chegou a aceitar Guedes numa negociação que colocaria Gustavo Scarpa no Palmeiras, mas o atleta não quis ir para as Laranjeiras.

O desgaste que torna inviável o aproveitamento do atacante se deu principalmente pela suposta falta de aplicação dele em treinos. Durante o Brasileirão, ele foi cobrado por jogadores e direção por conta dessa análise. Chegou a ser afastado da equipe para passar por uma reciclagem.

A intenção dos palmeirenses é definir o futuro de Róger nesta semana.

 


Agente fala em sondagem da China por R. Guedes, mas não anima Palmeiras
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Com José Edgar de Matos, do UOL, em São Paulo

Na última terça, Fernando César, agente do zagueiro Pablo, sondou o Palmeiras sobre Roger Guedes. Conforme apurou o blog, o empresário disse para Alexandre Mattos, diretor palmeirense, apenas que há um clube chinês interessado no jogador. Não apresentou uma proposta e nem falou o nome do time. Apenas quis saber da possibilidade de o atacante ser vendido.

A direção alviverde tem interesse em negociar o atleta, mas não se animou com a procura. A avaliação é de que o contato foi muito superficial.

Os palmeirenses acreditam que Guedes vale pelo menos oito milhões de euros. Porém, o clube aceita analisar propostas inferiores. A equipe paulista tem apenas 25% dos direitos econômicos. O restante pertence ao Criciúma.

Paulo Pitombeira, empresário do jogador, diz desconhecer a sondagem feita pelo agente de Pablo.

César não quis dar entrevista ao blog sobre o assunto.

Ao conversar com o agente de Pablo, Mattos não fez proposta pelo zagueiro, fora dos planos do Corinthians para a próxima temporada. O entendimento da diretoria do Palmeiras é de que não há a necessidade de contratar alguém para a posição neste momento. Por sua vez, Pablo recebeu proposta do Atlético-MG.


Pablo recebe proposta do Atlético-MG e gosta da oferta
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Com Thiago Fernandes, do UOL em Belo Horizonte

O Atlético-MG apresentou proposta para o zagueiro Pablo, que não acertou sua permanência no Corinthians. Os valores, mantidos em sigilo, agradaram ao jogador, que tem contrato com o alvinegro paulista até o fim do ano.

Além de esperar o encerramento desse compromisso, o Galo depende do resultado de sua eleição presidencial e de um acerto com o Bordeaux, dono dos direitos econômicos do zagueiro.

O novo presidente atleticano será definido no próximo dia 11. Para a proposta vingar, é necessária a vitória do candidato situacionista Sérgio Sette Câmara. Conforme apurou o blog, os contatos com Fernando César, empresário de Pablo, foram feitos por Alexandre Gallo, que deve ser diretor de futebol remunerado do clube, caso Câmara vença o pleito. Mesmo sem certeza da vitória, o candidato tenta antecipar o planejamento da equipe para a próxima temporada.

Apesar das conversas com o representante do atleta, o Atlético-MG ainda não enviou oferta oficial ao Bordeaux. Isso só deve acontecer depois que houver o acerto verbal com Pablo. O clube francês venderia o zagueiro para o Corinthians por 3 milhões de euros (cerca de R$ 11,4 milhões). Mas não houve acordo principalmente porque Pablo e seu empresário queriam o pagamento de cerca de 40% das luvas à vista, além de outras medidas que diminuíssem o risco de calote.

Procurado pelo blog, César não quis dar entrevista sobre o assunto.

 


Presidente do Santos faz campanha por fim de assistentes atrás dos gols
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Modesto Roma Júnior, presidente do Santos, está em campanha pelo fim dos auxiliares de arbitragem que ficam atrás dos gols nas partidas do Brasileirão e dos outros campeonatos no país. O dirigente disse ao blog que já expressou sua opinião para Marco Polo Del Nero, presidente da Confederação Brasileira de Futebol, mas não obteve resposta.

“Precisamos tirar aqueles dois mancebos que ficam atrás dos gols. Eles servem como cabides. Não ajudam em nada”, disse o dirigente ao blog.

O cartola não é o primeiro a levantar bandeira contra os árbitros assistentes adicionais. “Gostaria de saber diretamente da comissão de arbitragem o que eles fazem. Se ganham, eles precisam ajudar. Se eles não veem, não precisam (estar lá)”, afirmou Renato Gaúcho em setembro, após derrota para o Bahia. Ele reclamava de suposta omissão de um dos assistentes adicionais em pênalti marcado contra o Grêmio.

O lance mais polêmico envolvendo os assistentes atrás adicionais no Brasileirão foi o gol de braço feito por Jô no Vasco.

As principais ligas do mundo, como as da Espanha, Inglaterra, Itália e Alemanha não usam esses assistentes. Porém, eles estão presentes na Champions League.

Além da campanha pelo fim dos auxiliares atrás dos gols, Modesto está entre os dirigentes que defendem a implantação do árbitro de vídeo só no Brasileirão de 2018. “É uma questão de isonomia. Já fizeram o campeonato até aqui sem o recurso do vídeo e muitos clubes foram prejudicados. O modelo tem que ser o mesmo no campeonato inteiro”, declarou o santista.

O cartola também teme que falte preparo para colocar o sistema em operação e que em caso de falhas a ideia fique queimada.

Mas não há consenso entre os dirigentes de clubes da Série A sobre quando o Brasileirão deve começar a contar com o árbitro de vídeo. Eduardo Bandeira de Mello, do Flamengo, e Daniel Nepomucento, do Atlético-MG, por exemplo, defendem a novidade tecnológica ainda neste Brasileirão.

“Sou a favor (do árbitro de vídeo) o quanto antes. Tecnologia só ajuda”, disse Nepomuceno.

 


MP pede que SPFC e FPF paguem R$ 8,2 milhões por acidente no Morumbi
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São Paulo e Federação Paulista de Futebol são alvos de uma ação civil pública proposta pelo promotor Marcus Vinicius Monteiro dos Santos (Habitação e Urbanismo) por conta da queda de torcedores no Morumbi provocada pelo rompimento de uma grade em 2016. Ele pede que clube e FPF sejam condenados a pagar solidariamente indenização por danos sociais igual ao dobro da receita bruta gerada pela partida entre o time paulista e o Atlético-MG em 11 de maio do ano passado, quando aconteceu o acidente. A arrecadação com a venda de ingressos foi de R$ 4,1 milhões.

O MP teve negado em primeira instância, no dia 18 de abril, pedido de interdição do Morumbi por meio de liminar até que São Paulo e federação apresentassem laudos comprovando que o estádio oferece segurança aos torcedores.

A segunda Vara Cível da capital paulista entendeu que não havia provas de que as partes não tinham tomado providências em relação à segurança do local e determinou que elas se manifestassem.

Caso a justiça conceda o pagamento de indenização por dano social (quando há lesão ao bem-estar coletivo), o valor irá para o Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos.

O promotor também pede que São Paulo e FPF indenizem todos os torcedores que caíram de um dos setores do Morumbi no dia do acidente por danos materiais e morais sofridos, mas não estipula o valor. Pelo menos três entraram com ações individuais contra o clube. Foram cerca de 30 envolvidos.

Renato Acacio de Azevedo Borsanelli, juiz responsável pelo caso, pediu que o promotor justificasse a inclusão da federação como ré, pois o estádio pertence ao São Paulo. Entre os motivos, ele alegou que a entidade tinha à sua disposição um laudo técnico demonstrando existir problemas de segurança no Cícero Pompeu de Toledo e deixou de tomar providências. Na inicial, o promotor já havia citado laudo de vistoria de engenharia feito no Morumbi em 2015 por um engenheiro civil e disponível no site da FPF que apontava irregularidades em guarda-corpos semelhantes ao que se rompeu no acidente mas em outro setor do estádio.

Procurado pelo blog, o departamento de comunicação da FPF emitiu a seguinte nota:

“A federação Paulista de Futebol Interdita ou libera estádios com base única e exclusivamente nos laudos técnicos elaborados pelas autoridades competentes, como de PM, engenheiros responsáveis e do Corpo de Bombeiros. No caso do estádio do Morumbi, todos os laudos emitidos pelas autoridades à época do acidente autorizavam o estádio para a realização de jogos com a liberação total do espaço”.

Por sua vez, a assessoria de imprensa do São Paulo disse que o clube ainda não havia sido citado pela Justiça e por isso não se manifestaria. Porém, listou uma série de medidas tomadas após o acidente, como a instalação de hastes adicionais nos guarda-corpos e reforçou todas as estruturas, chumbando as hastes no concreto e garantido que elas fossem devidamente enterradas. A queda de torcedores aconteceu após o rompimento de um guarda-corpo que havia sido soldado.


Cartolas tentam união contra CBF, mas são vistos com descrença por colegas
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Dirigentes dos principais clubes do país batem cabeça na tentativa de reagir à mudança estatutária na CBF que reduziu o poder de voto deles diante das federações.

Parte dos cartolas tenta marcar reunião para decidir uma postura coletiva contra Marco Polo Del Nero, mas é vista com descrença por outros colegas. Os descrentes não enxergam capacidade de união na classe, além de entenderem que não há como fazer a entidade voltar atrás na decisão que deu peso três aos votos das federações, dois aos dos times da Série A e um aos da B. Isso sem convocar as equipes para a assembleia que definiu a alteração.

O ato foi irregular, segundo o deputado federal Otávio Leite (PSDB), porque, de acordo com sua interpretação, a Lei Pelé obriga a convocação das agremiações para as assembleias da confederação presidida por Del Nero.

No grupo de dirigentes que tentam combinar uma estratégia também existem divergências. Elas estão basicamente concentradas entre entrar com uma ação na Justiça para anular a assembleia ou fazer pressão política para tentar minar o presidente da CBF. A segunda opção é a preferida pelos que defendem uma postura firme, mas não acreditam em mudança pela via judicial.

Flamengo e Santos estão entre os clubes que tentam marcar um encontro de dirigentes para discutir o assunto. Atlético-MG e Grêmio fazem parte dos que não acreditam na capacidade dos clubes de se unirem a fim de tentar mudar a situação, embora estejam indignados com a CBF.

O gremista Romildo Bolzan Júnior, descontente com o fato de os clubes não terem sido chamados para a assembleia, avalia que era previsível que Del Nero fosse tentar mudar o estatuto para manter as federações com mais poder, mas acredita que os dirigentes não se mobilizaram para tentar impedir a manobra. Agora é tarde, na opinião dele. “Esta conversa de mudança estava correndo havia mais de um ano. Mas nós (clubes) não soubemos reagir. Antes de reclamarmos precisamos identificar nossos defeitos”, declarou Bolzan ao blog.

Para o presidente do Grêmio, mais do que uma ação pontual contra a CBF, sua classe precisa mudar a cultura de desunião que já resultou na implosão do Clube dos 13 e causou praticamente o mesmo na Primeira Liga.

Enquanto os dirigentes não se acertam, Otávio Leite, relator do Profut, lei que refinanciou a dívida fiscal dos clubes e alterou a Lei Pelé dando poder de voto na CBF também aos times da Série B, estuda como ir à Justiça para anular a assembleia. Antes da alteração na legislação só votavam times da primeira divisão e entidades estaduais, todos tinham o mesmo peso. Porém, as federações estavam em maior número no colégio eleitoral, o que assegurava mais poder a elas.


Em dois meses, Marlone vai de jogador de mais de R$ 10 mi a moeda de troca
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Com Dassler Marques, do UOL, em São Paulo

No começo do ano, o Atlético-MG ofereceu 3 milhões de euros (cerca de R$ 9,9 milhões na cotação atual) por Marlone com pagamentos em parcelas semestrais. O time paulista bateu o pé para receber o montante à vista e o negócio não foi feito. Os corintianos ficariam com a metade do valor, pois possuem 50% dos direitos econômicos.

Na noite desta segunda, ficou bem encaminhada a troca do meia pelo atacante Clayton, do Galo. Os dois empréstimos serão sem cobrança em dinheiro.

Procurado pelo blog para explicar o motivo de agora o Corinthians aceitar emprestar sem dinheiro na negociação um jogador que não vendeu recentemente por 3 milhões de euros, o diretor de futebol Flávio Adauto não respondeu à mensagem enviada.

Porém, alguns fatos são claros. No começo do ano, a maior parte da Fiel era contrária à saída de Marlone, visto como uma das esperanças da torcida num momento em que o time não tinha contratado nenhum reforço de peso, ficando atrás dos rivais. Os torcedores ainda reclamavam de a equipe não ter conseguido vaga na Libertadores deste ano.

Além disso, o presidente Roberto de Andrade sofria um processo de impeachment. Nesse cenário, tomar uma medida impopular como vender um jogador importante sem conseguir um reforço notável seria arriscado.

O tempo passou, o alvinegro apresentou Jadson como sua principal contratação, aos poucos Marlone perdeu espaço no time e a torcida se esqueceu dele. O Galo continuou interessado no atleta, o Corinthians quer um atacante veloz (característica de Clayton) para dar mais poder de fogo ao seu econômico ataque e para Marlone é uma boa jogar onde terá mais espaço. Clayton também deve ter melhores oportunidades em São Paulo. Esse cenário deixou o negócio perto de ser concretizado.

Do lado mineiro, a negociação envolve um jogador que foi alvo de investimento considerável e agora é usado como moeda. Clayton foi comprado no ano passado junto ao Figueirense por 3 milhões de euros, mas hoje está longe de render o que o Galo esperava.


Pedida de R$ 5 milhões à vista emperra ida de Marlone para o Galo
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O Corinthians aceitou a oferta do Atlético-MG de 3 milhões de euros (cerca de R$ 10,1 milhões) e mais o perdāo da dívida referente à compra de Giovanni Augusto por Marlone. Porém, o negócio ainda nāo saiu por causa do pedido alvinegro de receber 1,5 milhāo de euros (cerca de R$ 5 milhões à vista).

A oferta inicial do Galo, rejeitada pelo clube paulista, foi de R$ 1 milhāo no ato da assinatura do contrato. Os mineiros agora tentam subir esse valor, mas nāo estāo dispostos a pagar a quantia exigida.

Em dificuldades financeiras, os corintianos enxergam no recebimento à vista por Marlone um reforço importante de caixa para os compromissos de início de ano.

Por 3 milhões de euros, o time de Belo Horizonte ficaria com 100% dos direitos econômicos de Marlone. O Corinthians é dono de 50%, mas ainda deve para o Penalolense pela compra. Quatro prestações estão atrasadas.


Palmeiras está disposto a oferecer R$ 33,8 mi e Arouca por Pratto
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Colaborou Danilo Lavieri, do UOL, em Sāo Paulo

A diretoria do Palmeiras pretende apresentar em breve uma oferta tentadora ao Atlético-MG para ter Lucas Pratto.

Falta ainda definir detalhes da proposta, porém, o blog apurou que o alviverde está disposto a acenar com cerca de 10 milhões de euros (R$ 33.830.000) mais a transferência de Arouca, volante sem espaço no atual campeāo brasileiro.

Vale lembrar que recentemente Leila Pereira, presidente da Crefisa, posou para foto segurando um prato, deixando no ar que dinheiro da patrocinadora pode ser usado na compra do jogador do Galo. A Crefisa está em avançado processo de renovação com o clube.

Depois de acertar com Guerra, Felipe Melo, Michel Bastos, Hyoran, Keno e Raphael Veiga, os cartolas palmeirenses reservaram a próxima semana para definir a contratação de um camisa 9 de peso. Além de Pratto, Borja, do Atlético Nacional (Colômbia), é opção.

O Palmeiras nāo comenta sobre reforços.

 

 

 

 


Atrasos obrigam Corinthians a pagar à vista R$ 2,1 mi por Marlone
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Na virada do ano, venceu e nāo foi paga pelo Corinthians mais uma parcela de R$ 150 mil referente à compra de 50% dos direitos econômicos de Marlone junto ao Penapolense.

Sāo quatro prestações em atraso. A dívida chegou a R$ 600 mil.

O contrato firmado entre as partes determina que, a partir da quarta parcela em atraso, a dívida, incluindo as prestações futuras, deve ser cobrada à vista. Faltam outros dez pagamentos de R$ 150 mil. Ou seja, o Corinthians pode ter que pagar de uma só vez R$ 2,1 milhões (R$ 600 mil atrasados mais R$ 1,5 milhāo a vencer).

O blog nāo conseguiu localizar a diretoria do Penapolense para saber se o débito será cobrado à vista.

Emerson Piovezan, diretor financeiro corintiano, nāo atendeu às ligações e nem respondeu mensagem enviada pelo blog.

A dívida pode ser usada como instrumento de pressāo para a venda de Marlone para o Atlético-MG, já que o Galo assumiria pelo menos as parcelas futuras.