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Por que chance de reaproximação entre Neymar e Santos é pequena?
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A eleição presidencial no Santos, em dezembro, promove na Vila Belmiro a discussão sobre a relação do clube com Neymar. Pelo menos dois candidatos, Nabil Khaznadar e José Carlos Peres, declaram ser favoráveis à reaproximação da instituição com o atacante. Ambos afirmaram essa intenção ao blog, por isso são citados. Aliado do presidente Modesto Roma Júnior, candidato à reeleição, disse ao blog que a direção também tem interesse em fazer as pazes. Nos bastidores, porém, a diretoria não confirma a intenção.

Apesar do desejo de parte dos conselheiros de que o relacionamento seja reconstruído, hoje a chance de isso acontecer mesmo se Modesto perder a eleição é pequena.

O estafe do jogador considera a reaproximação inviável, ainda que Nabil Kaznadar, amigo do atacante e do pai dele, seja eleito. O entendimento é de que a instituição feriu Neymar ao pedir sua suspensão na Fifa (a entidade rejeitou o pedido) por suposta irregularidade na transferência para o Barcelona e que não houve mobilização no clube para defender o ídolo. O gesto não é visto como atitude isolada de um dirigente e que possa ser esquecida facilmente com sua saída.

Ao mesmo tempo, a atual diretoria avalia que não há um fato novo que justifique uma aproximação. O sentimento na cúpula ainda é de que Neymar e seu pai agiram com intenção de fazer o Santos receber menos do que deveria com a transferência. A direção também se defende afirmando que seu alvo principal na Fifa foi o Barcelona e que o pedido de suspensão para o atacante era uma obrigação formal decorrente das regras da entidade. Em entrevista ao UOL Esporte, Modesto diz não ver problema no distanciamento em relação a Neymar.

O cenário atual aponta como tendência que, se o atual mandatário for eleito, a situação ficará como está. E se ele perder a eleição, seu substituto terá trabalho para tentar apagar as mágoas carregadas por Neymar e seu pai.

 


Conheça os números da guerra milionária entre Neymar e Barça na Justiça
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Na Justiça do Trabalho da Espanha, Neymar espera receber do Barcelona 43 milhões de euros (cerca de R$ 158,3 milhões) e mais 10% de juros ao ano relativos ao período que levar para obter o dinheiro. De acordo com o estafe do jogador, essa porcentagem é estabelecida pela lei espanhola em casos nos quais o empregado alega não ter recebido o que o empregador deveria ter repassado.

O atacante sustenta que o pagamento dessa quantia fazia parte de seus vencimentos, mas foi bloqueado pelo Barça após a imprensa divulgar que ele estaria negociando com o PSG. O clube alega que o valor se referia ao cumprimento integral do contrato, o que acabou não acontecendo. Além disso, os catalães, acionaram o brasileiro na Justiça do Trabalho pedindo a devolução de 8,5 milhões de euros (R$ 31,29 milhões) mais 10% de juros anuais também apontando o compromisso não foi cumprido até o final.

Na última segunda, houve uma audiência de conciliação sem sucesso, também conforme informação da equipe que trabalha para o jogador.

Pelas contas do estafe de Neymar, os 43 milhões de euros representam o valor bruto a que ele tem direito. Descontados impostos, a quantia sobrariam 26 milhões de euros (R$ 95,7 milhões).

No entendimento dos representantes do jogador, o valor compunha o salário dele, independentemente do tempo de contrato. E, além disso, existe a alegação de que a multa de 222 milhões (R$ 817,3 milhões) de euros paga pelo PSG serviu para indenizar o Barcelona de eventuais prejuízos, incluindo o fato de o atacante não cumprir o contrato, apesar de eventuais pagamentos feitos.


Opinião: Tite mudou rumo da carreira de Paulinho com nova chance na seleção
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A contratação de Paulinho pelo Barcelona simboliza quanto uma convocação para a seleção brasileira pode mudar a vida de um jogador. Quase esquecido na China, o volante voltou a atuar pelo Brasil mais pela confiança depositada nele por Tite do que pelo seu rendimento naquele momento.

O jogador aproveitou a chance e se transformou num dos principais jogadores da equipe. Virou fundamental para a seleção e fez por merecer sua volta à elite do futebol.

Apesar de seus enormes méritos pessoais, o ex-corintiano deve agradecer a Tite pelo fato de aos 29 anos ter a maior oportunidade de sua vida. Se suas atuações estivessem restritas ao futebol chinês, por melhor que fossem, dificilmente ele chamaria a atenção do Barça ou de outro gigante europeu. Certamente não encontraria alguém disposto a pagar 40 milhões de euros (cerca de R$ 151 milhões).

Agora Paulinho terá o maior desafio de sua carreira. Depois de não decolar no Tottenham, tem o que pode ser sua derradeira chance de mostrar ser um jogador de ponta na Europa.

A missão é mais desafiadora do que brilhar na seleção brasileira porque no time nacional ele conta com um técnico que conhece muito bem suas virtudes e defeitos e que montou um esquema no qual ele tem papel fundamental. No Barcelona tudo será novo. A cobrança será diária, enquanto a seleção se reúne de tempos em tempos. Pela solidez de esquema tática que o Barça já possui, a tendência é que ele seja menos decisivo do que é na seleção. Ou seja, terá que lutar mais para se destacar.

Porém, se conseguir brilhar tanto no Barcelona como tem feito na seleção, Paulinho vai alcançar um patamar que talvez ele mesmo não esperasse mais.

Para Tite, a transferência pode ser ótima ou péssima. Se o volante deslanchar na Catalunha, a seleção brasileira ganha pelo fato de ele trocar o futebol chinês por competições de primeira linha. Se ficar na reserva, poderá perder ritmo de jogo e ter seu desempenho pelo Brasil afetado perto da Copa do Mundo da Rússia.


Opinião: Neymar perde sem o brilho de Messi por perto
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No PSG, sem a sombra de Messi, Neymar terá mais chances de realizar o sonho de ser eleito o melhor do Mundo pela Fifa? Não acredito.

Na minha opinião, a transferência não livra o atacante da sombra do argentino, que continuará brilhando no Barça e sendo um adversário dificílimo a ser batido, assim como Cristiano Ronaldo, pra ficar em dois nomes.

Mais que isso. Em vez de fugir da sombra de Lionel, vejo Neymar perder o brilho de seu ex-companheiro. Por mais forte que fique o Paris Saint-Germain, o brasileiro não terá ao seu lado um colega com a mesma qualidade de Messi para transformar seus passes em gols ou para lhe servir. Essa parceira era boa para os dois. Um ajudava o outro a se destacar.

Conquistar grandes títulos, em especial a Liga dos Campeões da Europa, também é importante na construção do melhor jogador do mundo. Acredito que Neymar estaria mais perto desses triunfos no Barça. Claro que tem uma Copa do Mundo no ano que vem que pode ajudar o brasileiro a chegar o topo. Mas ele também teria essa chance se continuasse na Catalunha.

Vale lembrar que desde 2008, quando Cristiano Ronaldo defendia o Manchester United, um jogador que não atua na Espanha não é eleito melhor do mundo. Desde então, ele e Messi se revezam no primeiro lugar.

Não significa que este blogueiro entenda que o ex-camisa 11 do Barcelona errou ao  se mudar para Paris. Ninguém é capaz de fazer esse julgamento. Só ele sabe o quanto estava feliz ou não em sua ex-equipe. E apenas o próprio jogador pode medir o que atende melhor a seus anseios.

O ponto aqui é que se afastar de Messi não parece ser uma vantagem. Assim como sair do Barcelona também não parece. Será que Neymar seria a grife que é se nos últimos anos tivesse jogado pelo PSG? Teria ele tantos fãs no Japão e na China como tem?

O Barça é um dos clubes com mais seguidores no Mundo. Isso ajuda quem esta lá a ter mais visibilidade e a ganhar mais dinheiro com publicidade. O tamanho do clube catalão também serve para inflar os contratos publicitários de seus atletas. Certamente mais do que o PSG pode fazer. Se bem que pelos valores do contrato, Neymar não tem com o que se preocupar em termos financeiros.

O aumento de seus vencimentos será proporcional ao crescimento da responsabilidade. Ter que liderar o PSG rumo a uma guinada em sua história trará muita pressão. Como ele disse que precisava de desafios, encontrou o que queria.


Neymar vai à Fifa contra Barcelona por R$ 96,3 milhões bloqueados
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Com João Henrique Marques, do UOL, em Barcelona

Segundo o estafe de Neymar, o jogador notificou a Fifa para a entidade analisar o bloqueio de bônus de 26 milhões de euros (aproximadamente R$ 96,3 milhões) que deveria ter sido pago ao jogador pelo Barcelona. O pedido é para que a federação internacional determine que o Barça desbloqueie a quantia.

De acordo com a equipe do atleta, a Fifa é o foro eleito no contrato para decidir  sobre divergências como essa.

Nesta quinta, representante do atacante se reuniu com o departamento jurídico do clube e entregou uma contranofiticação questionando o bloqueio. Não houve acordo.

Os catalães depositaram a verba em juízo alegando a iminência de o jogador se transferir para o PSG e o fato de ele não se manifestar sobre o assunto desde que os rumores começaram a surgir. A saída oficial do Barça e a ida ao time francês foi anunciada nesta quinta pela equipe de Paris após o estafe do jogador ir ao Camp Nou e entregar o cheque com o valor da multa rescisória ao clube catalão.

O dinheiro havia sido prometido na última renovação contratual de Neymar em duas parcelas iguais. O bloqueio foi feito na segunda prestação.

No entendimento do clube, a quantia era devida pelo cumprimento do contrato inteiro, de cinco anos. Diante do risco de o jogador se transferir antes desse período decidiu fazer o depósito em juízo. Segundo o clube, o dinheiro ficaria lá até a situação do atleta ser resolvida, o que de fato aconteceu.

Por sua vez, o estafe do atacante entende que o montante faz parte do salário dele e alega que o contrato não condicionava o pagamento ao cumprimento do compromisso até o final.

Há também a queixa de que o Barcelona teria feito o depósito em juízo com um dia de atraso, em 31 de julho.

Outra alegação do estafe de Neymar é a de que o jogador não quis mais atuar pelo Barcelona por causa do dinheiro bloqueado.

 

 

 


Estafe de Neymar agora diz que ele deixa o Barça por ter dinheiro bloqueado
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Até o Barcelona confirmar que Neymar se despediu dos colegas de time, o estafe do jogador mantinha o discurso de que ele não pretendia deixar o time. Agora o rumo da conversa mudou. A afirmação nos bastidores é de que o atleta e seu pai não aceitam o fato de o clube ter bloqueado um bônus de 26 milhões de euros (R$ 96 milhões) a que tinham direito pela renovação contratual. E são categóricos: por conta disso o atacante não joga mais no Barça.

Essa quantia é a metade do que havia sido prometido na prorrogação do contrato. O valor foi divido em duas parcelas e faltava pagar a última.

O estafe de Neymar considera o dinheiro como parte do salário do jogador. Está sendo estudada a possibilidade de alegar falta de cumprimento contratual por parte do Barcelona. Seria uma forma de tentar na Justiça a liberação sem que o jogador pagasse a multa rescisória e ainda tentando impor sanções ao clube. Mas por enquanto o caminho é o de tentar o diálogo.

Os catalães fizeram o bloqueio alegando que o prêmio se referia ao contrato inteiro do jogador. Como ele estava na iminência se transferir para o Paris Saint-Germain, preferiram depositar o dinheiro em juízo até a solução do caso. Com a saída, entendem que não precisam pagar.

Apesar de todas as informações que colocam Neymar em Paris, seu estafe ainda nega acerto com os franceses. Diz que agora é que ele vai procurar um novo clube.

No entanto, é certo que a principal pendência agora é o PSG conseguir bancar a multa de 222 milhões de euros ou arrancar um desconto dos espanhóis. O estafe de Neymar também tenta convencer os franceses a pagar o bônus bloqueado, como mostrou o blog do Marcel Rizzo.

 

 


Neymar tem vitória, e Justiça proíbe entidade de arranhar imagem de atleta
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A 5ª Vara Cível de Brasília concedeu liminar pedida por Neymar e uma das empresas de sua família para impedir que a FAAP (Federação das Associações dos Atletas Profissionais) envie comunicados aos patrocinadores do jogador sugerindo que se afastem dele por conta de processo na Espanha.

A decisão foi tomada no último dia 14 pelo juiz Wagner Pessoa Vieira e pode ser revertida já que será contestada pela ré.

Na ação, a Neymar Sport e Marketing e o atacante acusam a FAAP de enviar carta para pelo menos um patrocinador do atleta argumentado que a empresa pode sofrer dano por associar sua imagem a um jogador que foi acusado de crime na Espanha. A entidade participa como autora, ao lado da DIS (empresa do grupo Sonda), de ação que acusa Neymar, sua família, Santos e Barcelona de cometerem irregularidades na transferência do jogador para o Barça. A tese da FAAP é de que houve simulação para diminuir o valor a ser repassado ao Santos e, consequentemente, a ela. Por lei, a entidade tem direito a 0,8% do valor de cada transferência de jogador do país. A quantia deve ser paga sempre pelo vendedor.

Como prova de que a federação sugeriu que a parceira de Neymar o abandonasse, os advogados do atacante usam no processo uma carta endereçada a um dos patrocinadores (o blog não teve acesso ao nome da empresa).

Trecho do comunicado enviado pela FAAP ao patrocinador diz o seguinte: “Gostaríamos de enfatizar a conduta pouco exemplar da parte de Neymar no curso de todo esse processo. É razoável se perguntar sobre o possível dano à reputação dos patrocinadores, que seria muito maior em caso de sua condenação. Entendemos que as políticas de responsabilidade social corporativa, cada vez mais importantes, são incompatíveis com a manutenção de uma associação com figuras públicas cuja conduta envolve infrações criminais. Estamos convencidos de que a conduta de Neymar é eticamente errada e iremos trabalhar para demonstrá-la. O patrocínio somente pode ser ético e bem-sucedido quando celebrado com pessoas exemplares. Neymar não merece essa descrição, como esperamos demonstrar perante o tribunal”.

No processo citado na correspondência enviada pela federação, a Justiça espanhola rejeitou a denúncia por simulação contratual contra Neymar, seus pais e uma empresa da família. Mas foi determinado que eles sejam julgados por suposto crime de corrupção em negócios.

Para a Justiça de Brasília, a FAAP cometeu ato ilício ao fazer suas considerações sobre Neymar para um patrocinador por ferir o dever genérico de abstenção. Ou seja, não poderia se intrometer em um contrato alheio. Ainda de acordo com a decisão, não cabe à FAAP questionar à empresa se as condutas do jogador estão de acordo com o que ela espera dos atletas profissionais com os quais tem contrato.

Também no entendimento da Vara, a atitude da entidade ligada aos atletas pode fazer com que patrocinadores não renovem seus contratos com o atacante ou que rescindam os compromissos atuais. Por isso, ele atendeu ao pedido de Neymar para obrigar a FAAP a informar se enviou comunicado semelhante a outras empresas e identificar os eventuais destinatários.  A Justiça deu 15 dias, a partir da notificação, para a entidade cumprir essa ordem sob pena de multa diária de R$ 1 mil acumulativa até R$ 20 mil.

Caso não cumpra a decisão de se abster de enviar comunicados semelhantes aos parceiros do atacante do Barcelona, a federação terá de pagar multa de R$ 20 mil por correspondência.

Outro lado

Márcio Tannús de Almeida, superintendente da FAAP, disse que a entidade não quis denegrir ou prejudicar o jogador. “O pessoal do Neymar pode ter interpretado errado a nossa intenção. Tentamos apenas fazer com que o patrocinador sensibilizasse o Neymar para fazermos um acordo. Só queremos receber o dinheiro que o Santos tem que nos repassar”, afirmou o dirigente.

Por sua vez, o assessor jurídico da entidade, José Cácio Tavares da Silva, declarou que não se manifestaria porque o processo está protegido por segredo de justiça. Porém, ele confirmou que a decisão será contestada.


Barcelona vê como certa contratação de Paulinho
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Após seguidas recusas do Guangzhou Evergrande em negociar Paulinho, o Barcelona vê uma reviravolta na situação e já dá como certa a contratação do volante.

O clube catalão se recusa a pagar a multa rescisória de 40 milhões de euros (R$ 146,6 milhões), mas se vê perto de fechar a operação na casa dos 30 milhões de euros (R$ 109,9 milhões).

A conversa entre as duas agremiações evoluiu após a postura inicial dos chineses de só aceitarem a liberação mediante o pagamento da multa. O volante da seleção brasileira insistiu com seus patrões que quer jogar no Barça, o que pesa na negociação.

O clube asiático chegou a recusar uma oferta de 20 milhões de euros (R$ 73,3 milhões) e outra de 27 milhões de euros (R$ 98,9 milhões).

Entre Paulinho e Barcelona nunca houve entraves. O jogador mostra entusiasmo pela oportunidade de atuar ao lado de alguns dos principais atletas da atualidade, como Messsi e Neymar, desejado pelo PSG.

Jogar no Barcelona representaria para ele a chance de se preparar para a Copa do Mundo da Rússia em um nível mais alto do que disputando o Campeonato Chinês.

 


Nova proposta do Barcelona por Paulinho pode chegar a R$ 100,4 milhões
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O Barcelona prepara uma nova proposta para o Guangzhou Evergrande por Paulinho que pode chegar a 27 milhões de euros (aproximadamente R$ 100,4 milhões). O número final ainda não tinha sido fechado até a conclusão deste post.

Os chineses já recusaram 20 milhões de euros (R$ 70,3 milhões) propostos pelos espanhóis. Desde então, como mostrou o UOL Esporte, o volante passou a esperar por uma nova tentativa de 25 milhões de euros (R$ 92,9 milhões).

A favor do Barça está a vontade do jogador, que deixou claro seu desejo de se mudar para a Espanha. Lá ele se prepararia em um nível mais elevado para disputar a próxima Copa do Mundo. Além disso, o volante falou da vontade de atuar ao lado de alguns dos melhores jogadores do mundo.

Porém, a avaliação no Barcelona é de que os chineses são negociadores duros e de que não será fácil dobrá-los. “Paulinho, que renovou seu contrato em janeiro de 2017, é um jogador muito importante para nosso projeto a longo prazo”, escreveu a direção do clube chinês ao anunciar que recusou a oferta do Barça.

A multa rescisória do brasileiro é de 40 milhões de euros (cerca de R$ 140,7 milhões), quantia que os espanhóis não cogitam desembolsar.

 

 


Nos bastidores, Barcelona só admite monitorar Lucas Lima
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Mesmo longe dos microfones, o Barcelona nega ter acertado a transferência de Lucas Lima para o fim do ano ou estar em negociação com o jogador. O discurso é de que o meia do Santos tem um estilo de jogo que se encaixa no Barça e que por isso está sendo monitorado.

Além de ele ainda ter contrato com o clube brasileiro, outro argumento para sustentar que não existem conversas é o de que neste momento o time catalão não tem espaço para jogadores extracomunitários. Assim, seria precipitação definir a contratação sem saber o que vai acontecer na equipe no final do ano. Por essa linha de raciocínio, o ideal seria esperar dezembro chegar e tomar uma decisão.

O problema é que em julho Lucas Lima já pode assinar um pré-contrato com outra agremiação. E seu estafe afirma existirem muitas sondagens, negando também o acerto com o Barcelona. Esperar até lá seria um risco.

Oficialmente, o Santos diz não ter motivos para acusar os espanhóis de assédio na Fifa por não ter provas da existência de uma negociação e aguarda o jogador responder se aceita a oferta feita para a renovação contratual.

Porém, existe uma corrente na Vila Belmiro que acredita já haver um acordo fechado e crê que a prova será a transferência do meia para o Barcelona no final do ano.

Um fator  pode atrapalhar a ida de Lucas Lima para o Barcleona. O clube negocia também com Paulinho, que poderia ocupar assim uma vaga de jogador extracomunitário.