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Arquivo : Caio Campos

Homem de confiança de Rosenberg vira número 1 da Arena Corinthians
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Com o pedido de demissão de Lúcio Blanco, ex-superintendente da Arena Corinthians, aumenta o poder do gerente de marketing corintiano Caio Campos no estádio alvinegro. Ele é o principal responsável pelas decisões referentes à casa corintiana.

Ver a arena administrada pelo departamento de marketing do clube era antigo desejo de Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing do Corinthians desde a volta de Andrés Sanchez à presidência.

Sem Lúcio e com Caio, a Arena Corinthians deixa de ser um núcleo praticamente independente do restante da agremiação. Rosenberg acredita que a unificação permitirá redução dos custos operacionais do estádio. Essa será uma das principais metas de Caio. Outra é a implantação de um estilo de marketing mais agressivo para aumentar as receitas geradas pelo estádio. O principal desfio é conseguir negociar os naming rights.

Um dos primeiros feitos da nova administração pode ser a troca da Omini pela Indigo na gestão do estacionamento da arena. O contrato para a exploração do local pela Omni, que terceirizou o serviço, é um dos mais contestados no clube.

A diretoria alvinegra considera bem encaminhados os acordos para a saída da atual gestora e a chegada da nova.

Campos é homem de confiança de Rosenberg. Ambos trabalharam juntos na primeira passagem de Andrés Sanchez pela presidência alvinegra e retornaram no começo do ano.


Nova administração planeja uso diário para Arena Corinthians render mais
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Um dos idealizadores do projeto de marketing da Arena Corinthians, ao lado de Luis Paulo Rosenberg, Caio Campos volta ao clube tendo entre suas missões ajudar o estádio a se tornar mais rentável. Ele atuará como funcionário do departamento de marketing, tanto na arena como no clube em geral, incluindo o futebol.

Ao blog, Campos afirmou que, junto com Rosenberg, de volta ao posto de diretor de marketing do alvinegro, pretende dar um uso diário à casa corintiana para melhorar sua arrecadação. A dificuldade em gerar receitas para pagar a dívida pela construção do local é um dos principais problemas do estádio.

“O corintiano tem que se sentir em casa na arena. Isso no sentido de que ele precisa ir mais vezes lá, não só no dia do jogo. Mas pra isso, ele precisa ter o que fazer na arena”, afirmou Caio. Entre as possibilidades está a abertura de lojas em espaços atualmente ociosos. Outra meta é colocar em funcionamento o restaurante projetado, mas nunca ocupado.

Campos deixou o Corinthians e, consequentemente a arena, em 2014, após atuar nas gestões de Andrés Sanchez e Mário Gobbi. Por causa do tempo afastado, disse que não pode falar sobre os motivos que fizeram o marketing do estádio não decolar. “Entreguei o projeto e saí. Primeiro precisamos saber o que foi feito na arena, qual a estrutura, como ele funciona para depois podermos analisar”, contou Campos.

Antes de aceitar o convite de Andrés e Rosenberg para voltar ao clube, ele atuava como diretor da Kappa. A empresa italiana de material esportivo é representada no Brasil pela SPR, que controla a franquia de lojas oficiais do Corinthians. O contrato com a agremiação é criticado por conselheiros que o consideram lesivo ao clube.

O escudeiro de Rosenberg também deve atuar com ele na tentativa de formalizar um acordo com a Caixa Econômica. O novo diretor passou a tarde da última segunda reunido com representantes do banco discutindo uma solução para as dificuldades do clube em pagar o financiamento de R$ 400 milhões feito junto ao BNDES por intermédio da Caixa, que pode executar garantidas de pagamento dadas na operação. O cartola saiu do encontro otimista, vendo avanço nas tratativas.

 


Após distanciamento de Rosenberg, gerente de marketing corintiano vira alvo de torcedores
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Sócios-torcedores do Corinthians tentam organizar manifesto contra o gerente de marketing do clube, Caio Campos. Funcionário de carreira no Parque São Jorge, ele virou alvo após o vice-presidente do clube, Luis Paulo Rosenberg, se afastar do departamento de marketing.

Os torcedores protestaram contra Rosenberg por ele ter chamado o time de medíocre e por causa da demora para conseguir um patrocinador principal fixo em 2012, entre outras coisas.

Caio herda parte das críticas, como a dificuldade em assinar o principal contrato de patrocínio. Mas o estopim para os torcedores pedirem a sua saída foi o aumento na anuidade do plano mais barato do programa Fiel Torcedor. O valor pulou de R$ 100 para R$ 180, ao mesmo tempo em que a categoria mais cara teve redução de R$ 300.

Na opinião dos descontentes, Caio sobrecarrega os torcedores para buscar os recursos que não consegue no mercado. Ele também é criticado por supostamente elitizar a Fiel com preços altos.

Por meio da assessoria de imprensa do Corinthians, o presidente Mário Gobbi disse que a responsabilidade do reajuste é dele, pois foi o dirigente quem autorizou a mudança. Ressaltou também que Caio é funcionário do clube.

Leia abaixo depoimento de Caio Campos ao blog.

“Não aumentamos a anuidade, foi uma retomada de preço já que esse valor foi cobrado antes. Não fiz nada sozinho, da minha cabeça, da noite para o dia. Foi tudo muito planejado. Fizemos uma pesquisa com os sócios-torcedores antes de tomar essa decisão.

É importante lembrar que o programa agora dá uma série de benefícios por causa da nova parceria (com uma série de empresas). Ficou mais valorizado.

Não sei o motivo para se manifestarem contra mim, contra um funcionário, não sei se existe motivação política. O fato é que essa avaliação não corresponde com a visão do mercado em relação ao marketing do Corinthians. E os valores dos contratos que conseguimos mostram a qualidade do trabalho. A demora no ano passado foi uma situação especial, mas conseguimos um excelente contrato.

Respeito a opinião dos torcedores, mas discordo das críticas. Não existe processo de elitização. 70% das nossas ações são voltadas para as classes C e D. Temos uma política definida por nosso presidente de não aumentar o preço dos ingressos.

Alguns dos que reclamam fazem vistas frequentes aqui e conversam sempre com a gente. Talvez estejam insatisfeitos porque em alguns pontos o clube pensa diferente deles”.


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