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Arquivo : Cássio

Opinião: Corinthians amplia pressão sobre reserva ao tentar volta de Cássio
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O Corinthians deu um passo arriscado ao tentar a liberação de Cássio junto à CBF. A frustrada iniciativa coloca pressão extra nos ombros do jovem Caíque França. O terceiro goleiro do time herdou temporariamente a posição com a ausência do titular e a contusão de Walter.

A manobra fracassada soa como uma demonstração pública de falta de confiança no novato. Imagine no seu trabalho, você saber que assumirá temporariamente um cargo importante no lugar de um colega. Se preparar para isso, mas descobrir que a direção da empresa tentou trazer outro profissional que estava de férias para que você não tenha que assumir uma responsabilidade maior? Como ficaria sua confiança na hora de executar a nova missão? Você não questionaria o seu preparo ou o que seus chefes pensam do seu potencial? Esses questionamentos devem estar passando pela cabeça de Caíque.

A postura mais adequada da diretoria teria sido abraçar o reserva imediatamente visando aumentar sua confiança. Seria bem melhor do que pedir um privilégio para a CBF.

O plano escolhido poderia também desagradar a Cássio. Será que o titular, brigando por uma vaga na Copa do Mundo da Rússia, gostaria antecipar seu retorno da seleção por conta de uma desconfiança do clube no reserva? Acredito que não.

Falhou não só a diretoria, na opinião deste blogueiro. Mas também Fábio Carille. O treinador deveria ter sido o primeiro a fortalecer Caíque publicamente.


Em meio à tensão, falta calma para jogadores experientes do Corinthians
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Diretoria, comissão técnica e torcida esperam que os jogadores mais experientes do Corinthians ajudem a controlar os nervos do time na reta final do Brasileirão. O clube está pressionado pela má campanha no segundo turno e tem um jogo decisivo contra o Palmeiras no próximo domingo. Se perder, verá o rival ficar a só dois pontos de diferença, na segunda posição na tabela. Porém, recentemente, os mais rodados do elenco têm mostrado falta de tranquilidade em momentos cruciais. Confira abaixo.

Jô, 30 anos

Chutou Rodrigo, da Ponte Preta, no último domingo, sem bola, e vai ser julgado pelo STJD. Pode pegar de quatro a 12 jogos de suspensão. Já tinha sido expulso por cometer falta violenta no empate sem gols com o Rancing, em Itaquera, na eliminação corintiana na Copa Sul-Americana.

Rodriguinho, 29 anos

Também na queda diante do Racing ficou apenas três minutos em campo após sair do banco de reservas. O tempo foi suficiente para dar uma entrada violenta num adversário e levar cartão vermelho.

Jadson, 34 anos

O meia se envolveu em polêmica no último jogo, contra a Ponte, ao se recusar a deixar Clayson cobrar falta. O companheiro não escondeu a irritação com o colega.

Cássio, 30 anos

Numa atitude de desespero, deixou sua meta no final da partida contra o Bahia em Salvador, para tentar ajudar o ataque. Nada conseguiu. O alvinegro perdeu a bola e, com a meta abandonada, tomou o segundo gol, marcado por Régis, que decretou a vitória baiana por 2 a 0.

Fagner, 28 anos

Também em Salvador, falhou no primeiro gol do Bahia. Em vez de jogar a bola para fora, tentou passar por um adversário com ela nos pés. Acabou entregando a bola de graça. “Fui tentar limpar o lance e falhei, foi falta de fazer o simples. Fui responsável pelo resultado. Foi erro meu”, afirmou o lateral após a derrota.


Grama de Itaquera está no limite, mas Corinthians só vai trocar em dezembro
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A Arena Corinthians (Crédito: Ronny Santos/Folhapress)

Outrora considerado modelo, o gramado da Arena Corinthians apresenta neste ano queda de qualidade. O alerta foi dado em maio pelo goleiro Cássio, que em entrevista se queixou de excesso de umidade por baixo da grama.

Ao blog, Roberto Gomide, presidente da World Sports, responsável pelo campo corintiano, confirmou o problema. Segundo ele, por falta de tempo para deixar o estádio sem jogos por pelo menos um mês, de preferência em período de temperaturas mais baixas, não foi feito um trabalho que retira substâncias causadoras da umidade.

“O ideal é que essa manutenção específica seja feita uma vez por ano, mas nunca houve tempo para isso. Avisamos ao clube que o problema chegou no limite.  Estamos tentando conseguir uma data. Existe um consenso (entre empresa e Corinthians) de que o trabalho é necessário, mas é difícil encontrar espaço no calendário. Não há recusa do clube em fazer”, afirmou Gomide.

O Corinthians não pretende deixar de jogar na Arena para arrumar o gramado antes do final do ano. “A revitalização do campo será feita em dezembro”, disse Lúcio Blanco, gestor da arena, ao ser indagado sobre o assunto.

“Vamos fazer testes, ver a reação da grama e levaremos até onde der”, disse Gomide sobre a intenção corintiana de não executar o trabalho agora.

O acúmulo de umidade torna a grama escorregadia. “Isso dificulta até para você ter uma segurança de se manter firme”, afirmou Cássio no momento em que criticou o campo.

Se a manutenção for feita apenas em dezembro, além de adiar a solução do problema, ela acontecerá fora do período ideal, que é pouco antes do inverno ou durante ele, como agora. Isso porque praticamente toda a grama natural será retirada para a limpeza e a que será replantada se desenvolve melhor no inverno. Só os fios sintéticos irão permanecer.

Sobe críticas como as de Cássio, Gomide diz que os jogadores precisam entender que  “a grama é um ser vivo e precisa de cuidados”.

Depois que conseguir fazer a manutenção, a World Sports irá tentar repetir o trabalho a cada dois anos, já que fazer essa limpeza anualmente parece ser impossível por causa do pouco tempo sem jogos durante as temporadas.

O problema no gramado não parece afetar o desempenho do time alvinegro em sua casa. Neste ano, a equipe só foi derrotada em Itaquera pelo Santo André, por 2 a 0, no Campeonato Paulista.

 


Após superar críticas, Denis vira ‘plano A’ do São Paulo para 2017
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A diretoria do São Paulo nunca esteve tão satisfeita com Denis como está agora. Depois de passar a maior parte da temporada sendo cobrada por conselheiros e torcedores para contratar um goleiro, a direção tem convicção de que o sucessor de Rogério Ceni merece ser o titular da equipe em 2017.

A avaliação é de que Denis, enfim, atingiu regularidade e que conseguiu superar a pressão vinda principalmente da arquibancada. Seu desempenho é visto como um dos principais fatores para o clube ostentar até o início da partida desta segunda contra o América-MG o status de quarta defesa menos vazada do Brasileirão.

Para diretoria, não faz sentido sair em busca de um novo goleiro justamente no melhor momento da carreira de Denis.

Nesse cenário, outros jogadores da posição que são classificados no mercado como candidatos a mudar de clube em 2017 estão descartados no Morumbi. É o caso de Cássio, que perdeu a condição de titular absoluto no Corithians. O corintiano não anima os dirigentes tricolores. Eles asseguram não existir possibilidade de tentar trazer Cássio.

Atualização

Justamente no momento em que a diretoria mais demonstrava confiança em seu trabalho, Denis foi um dos personagens principais da derrota do São Paulo para o América-MG, nesta segunda. Após Wesley perder a bola, proporcionando um contra-ataque, Maicon não conseguiu cortar lançamento pelo alto, e Michael aproveitou o mal posicionamento do goleiro para chutar de longe e marcar o gol da vitória americana.


Nova falha de Cássio vira prova de fogo para Cristóvão
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 O treinador acabou de chegar no clube. Veio sob desconfiança da torcida pela falta de grandes conquistas em sua carreira. Em seu segundo jogo ele se depara com um ídolo do clube em má fase e que já se queixou publicamente quando foi sacado do time pelo técnico anterior, também idolatrado nas arquibancadas.

Esse é o cenário que deixa Cristóvão numa sinuca de bico no Corinthians diante da nova falha de Cássio ao errar na reposição de bola na vitória por 2 a 1 sobre o Santa Cruz e levar o gol. É claro o momento de queda técnica do goleiro, que não justifica mais sua titularidade.

Mas, fazer o que parece ser melhor para a equipe mandando Cássio de volta para a reserva não será fácil para Cristóvão. Primeiramente por causa das contusões de Walter e Matheus Vidotto que deixam o jovem Caíque França, 21 anos, como primeiro substituto. Em segundo lugar, porque, se Cássio peitou, Tite o que fará com um treinador que ainda está tateando Itaquera?

Seu histórico leva a crer que Cássio não reagiria bem a uma nova ida para o banco de reservas. Cristóvão mexeria num vespeiro e correria o risco de enfrentar uma terrível turbulência logo no início do trabalho.

Por outro lado, manter o goleiro como titular significa se arriscar a ver o time perder pontos por falhas individuais e  pode mostrar fraqueza do técnico diante do elenco. Há o risco também de a pressão da torcida sobre o goleiro contaminar o time. Contra o Santa, após o gol, a cada reposição de bola parte dos torcedores mostrava sua apreensão de forma barulhenta, o que certamente não passa tranquilidade à equipe.

A resposta para esse dilema se transforma na primeira prova de fogo de Cristóvão no Corinthians.


Opinião: Cássio erra e fica fragilizado no Corinthians
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Na opinião deste blogueiro, Cássio deu um passo em falso ao criticar o fato de ter perdido a vaga de titular no Corinthians, com queixas indiretas ao preparador de goleiros Mauri Lima.

Numa tacada só, o ídolo corintiano bateu de frente com Tite, com seu preparador, foi deselegante com o novo titular, Walter, gerou um atrito após a vitória sobre a Ponte Preta, num momento em que o time buscava  paz e ainda desagradou a pelo menos parte da torcida corintiana. Foram muitas as críticas a ele feitas por torcedores nas redes sociais.

Talvez, Cássio tenha avaliado que teria a torcida a seu lado. Se foi isso, fez uma aposta errada e agora fica numa situação incômoda no clube além de da noite para o dia ter desenhado para ele mesmo uma imagem um tanto arrogante.

A postura foi de quem não aceita críticas. E o saldo é uma rusga com a comissão técnica e a relação estremecida com a torcida. Assim, de estrela do time, o goleiro passou a viver uma situação fragilizada no clube. Certamente, quando tiver nova chance de jogar, será muito cobrado pela torcida. Já entrará mais pressionado do que o normal.

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Pagou Pato, mas não o time? Presidente corintiano se explica para 4 atletas
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 Na última terça, Roberto de Andrade se reuniu no CT do Corinthians com Cássio, Renato Augusto, Jadson e Vágner Love. Na pauta estavam dois assuntos tensos para um time atormentado por atrasos nos pagamentos: gastos com Alexandre Pato e contratações.

O presidente corintiano explicou ao quarteto a decisão de colocar em dia os direitos de imagem de Pato, que atua no São Paulo, antes de acertar suas dívidas com os jogadores que estão no clube.

Em outra parte da conversa, o cartola deu a palavra de que não vai gastar com reforços antes de agosto. As despesas significativas com contratações, como pagamentos de direito de econômicos e luvas, serão feitas a partir do oitavo mês do ano. E as despesas serão parceladas, com a primeira prestação agendada para depois de julho.

Rildo, por exemplo, veio por empréstimo gratuito.

Agosto foi o mês escolhido porque a direção espera conseguir até lá um novo empréstimo, de pelo menos R$ 45 milhões, e acertar suas dívidas com o elenco. Assim, não ficaria brecha para os atletas torcerem o nariz por causa de gastos com novos jogadores, enquanto os atuais não recebem.

O blog apurou que parte dos atletas ficou incomodada com o fato de Pato receber antes que os demais jogadores com direitos de imagem atrasados. A diretoria, no entanto, diz que a reunião de terça foi rotineira e que o presidente resolveu falar sobre o tema apesar de já ter  conversado a respeito do mesmo assunto na semana passada com outros jogadores. Os quatro escolhidos desta vez são credores do clube.

Numa só tacada, Pato recebeu cerca de R$ 4 milhões em direitos de imagem atrasados após tentar rescindir seu contrato na Justiça. Ele teve um pedido de liminar negado e nesta quinta retirou a ação.

Para zerar seu débito com o atacante, o Corinthians usou receita referente a contratos de licenciamento. O dinheiro entrou no caixa justamente quando Pato acionou a Justiça. Se não fosse pela ação do atacante, a verba seria usada para pagar parte dos débitos com os atletas do elenco. Por isso o tema é delicado e exige tanta conversa.

 


Após desabafo, Cássio divide opiniões no Corinthians
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Ídolo da torcida, Cássio virou um dos personagens centrais da crise corintiana após dizer que há jogadores que não estão preparados para atuar pelo clube. A declaração dividiu as opiniões sobre o goleiro no Parque São Jorge e gerou diferentes diagnósticos a respeito do vestiário alvinegro.

Parte dos conselheiros do clube alega que Cássio errou ao criticar os companheiros, principalmente por deixar a impressão de que atacou os mais jovens, justamente a turma mais carente de proteção. Mas há também a corrente que defende o goleiro. Esse grupo entende que ele só explodiu porque está cansado de se doar em campo por um time que teria sido mal montado pela diretoria e mal treinado por Mano Menezes.

Já para membros da comissão técnica, Cássio falou a verdade sobre a falta de qualidade de alguns colegas. Embora reprovem a atitude do atleta de lavar roupa suja em público, eles acreditam que o ataque do goleiro a outros atletas serve como defesa para o trabalho do técnico, que estaria fazendo o melhor que pode com o elenco que tem. Essa análise é contestada por uma ala da diretoria. A justificativa é de que de todos os pedidos de Mano só a contratação de Nilmar não foi atendida. Assim, o treinador não pode reclamar, pois escolheu os reforços, ainda que dentro das limitações financeiras do clube.

Além do desabafo de Cássio, as idas do goleiro ao ataque contra o Botafogo e o Atlético-MG também geram interpretações no Parque São Jorge. Para parte dos conselheiros é uma demonstração de que ele não confia mais no técnico, por isso foi desobediente. Mano havia proibido Cássio de atacar na derrota para o Flamengo, no Maracanã.

No entanto, a explicação na comissão técnica é de que não houve desobediência, pois Mano autorizou que ele tentasse o gol nos dois últimos jogos, o que não deu certo.

Apesar da polêmica que gerou, Cássio continua em alta com conselheiros e dirigentes. Só o goleiro e Guerrero do elenco atual recebem elogios, assim como acontece na maior parte da torcida.


Trio de ferro sofre pressão por não produzir goleiro titular
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Lesão deve afastar Prass por seis semanas

A lesão de Fernando Prass agrava a crise no gol enfrentada ao mesmo tempo por Palmeiras, Corinthians e São Paulo. O trio de ferro vê seus goleiros titulares em apuros, e a torcida sem confiar nos reservas.

Nos três clubes conselheiros reclamam de as categorias de base não terem produzido um jogador capaz de assumir a posição e virar ídolo.

No Palestra Itália, Bruno aumentou a desconfiança em cima dele ao falhar contra o Ituano no domingo. Foi criticado nos dois lances  que resultaram em gols do adversário na derrota por 2 a 1.

O clima é de indignação não só por causa dos erros de Bruno. Pesa mais o fato de o clube não ter produzido um substituto à altura para Marcos. Contratar um goleiro, como Prass, foi praticamente uma ofensa para conselheiros palmeirenses. Eles sempre se orgulharam de o alviverde ter uma das melhores escolas da posição no país.

No Corinthians, o ídolo Cássio começou o ano abalado por erros e contusões. Sem um reserva que se destaque, Tite faz rodízio entre Júlio César e Danilo Fernandes. Os dois não têm a confiança da torcida. Principalmente o primeiro.

Internamente, conselheiros apontam que o problema é uma das demonstrações de que a administração Andrés Sachez foi descuidada com a base. O próprio ex-presidente admite que não deu a devida atenção à formação de jogadores.

Tite tem dificuldades com seu trio de goleiros

No São Paulo, Rogério Ceni falhou seguidamente neste ano, apesar de ser um dos heróis da classificação para as oitavas-de-final da Libertadores ao marcar de pênalti. Dênis, ex-Ponte, contratado em 2009 não conquistou a torcida. Isso apesar de o site oficial do clube dizer que ele “se credencia a cada dia que passa assumir a camisa 1 do São Paulo quando Rogério Ceni encerrar a carreira”.

A incapacidade do São Paulo de forjar em casa um sucessor à altura para Ceni faz com que Juvenal Juvêncio seja criticado até por situacionistas. Avaliam que o cartola gasta os tubos com as categorias de base, coloca o CT de Cotia nas alturas, mas deixa a desejar nos resultados.

O momento delicado enfrentado pelo trio paulistano coincide com a dificuldade da seleção brasileira em ter um novo jogador incontestado para a posição. Tanto que Felipão resgatou o veterano Júlio César.


Cássio é corintiano mais pressionado na altitude boliviana
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Pela primeira vez em sua história o Corinthians estreia na Libertadores sem  o peso de nunca ter vencido a competição. A pressão pelo bicampeonato é infinitamente menor do que era pelo título inédito.

Até os 3.700 metros de altitude de Oruro reduzem a cobrança por uma largada irretocável. Mas nem tanto para Cássio. Um dos heróis das conquistas em 2012, o goleiro é o único dos titulares que vai a campo com uma dose extra de pressão.

Ele não foi bem contra o Palmeiras. Recebeu críticas no segundo gol do rival. E como o tal do “tempo de bola” é diferente na altitude, Cássio se torna automaticamente o mais ameaçado pelo jogo nas alturas, apesar de não ter que gastar tanto os pulmões como os colegas.

Além disso, será sua segunda partida na temporada. Normalmente, goleiros levam mais tempo para recuperar a forma depois das férias. E Cássio acaba de cuidar de de uma tendinite no ombro. Pelo menos em tese, é o corintiano para quem o San Jose mais pode fazer mal.