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Choro e silêncio: ‘Não consegui consolar ninguém’ diz Ederson sobre Copa
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A tristeza no vestiário da seleção brasileira após a queda do Brasil nas quartas-de-final da Copa da Rússia diante da bélgica marcou Ederson, goleiro do Manchester City e reserva de Tite no Mundial. Depois de uma pelada com amigos no local em que o Audax treina, em Osasco, ele falou com o blog também sobre o colega Gabriel Jesus e o retorno triunfal de Cássio após a Copa do Mundo.

Blog do Perrone- Você consegue descrever como foi o vestiário da seleção depois da eliminação diante da Bélgica? Teve mais silêncio ou choro?

Ederson – Silêncio, choro. É difícil ser eliminado de uma Copa do Mundo. Então, todos nós sentimos, foi momento de silêncio total. É difícil você procurar consolo ou consolar um amigo nessa hora.

Blog – Conseguiu consolar alguém?

Ederson – Não consegui. Não tem palavra que conforte alguém numa eliminação de Copa do Mundo, um campeonato que acontece a cada quatro anos.

Blog – O que mais te marcou naquele vestiário?

Ederson – A tristeza dos meus companheiros, mas temos que procurar levantar a cabeça.

Blog – Os três goleiros da seleção na Rússia cobravam pênaltis nos treinos, e você continua cobrando nos treinamentos que tem feito durante as férias. Vai virar cobrador?

Ederson – A gente estava se preprapando para se tivesse cobrança de penaltis na Copa, era para todos estarem preparados para bater. Acho que foi importante. Mas não é coisa que projeto pra mim. Continuo treinando, mas como brincadeira. Deixo as cobranças para meus companheiros.

Blog –  Viu as defesas do Cássio no jogo do Corinthians contra o Botafogo? Ficou surpreso como ele voltou em alto nível depois de ficar todo esse tempo na seleção sem jogar?

Ederson – Vi as defesas, ele foi muito bem, mas não surpreendeu. Goleiro de alto nível fica um mês sem jogar e não sente muito. Ele chegou muito bem no Corinthians e ajudou o time dele a vencer com defesas espetaculares.

Blog – Como são seus treinos nas férias antes de voltar para o Manchester City?

Ederson – Estou treinando pra manter o ritmo. Não vou fazer a pré-temporada com eles, vou chegar quase no início da temporada. Estou treinando entre uma hora e meia e duas horas por dia, bem cedo, lá pelas 7h30, quando o sol tá pensando em acordar ainda pra aproveitar a família e os amigos.

Blog – Conversou com Gabriel Jesus, seu companheiro de time na Inglaterra, sobre as críticas que ele sofreu por causa da atuação na Copa?

Ederson – Conversei, mas não sobre Copa. Acho que tá no momento dele de descansar, tentar esquecer um pouco isso. Ele é um garoto novo, mas tem experiência de seleção. Começou na seleção muito bem, se não me falha a memória é o artilheiro na era Tite. Ele foi infeliz, só faltou fazer o gol, se olhar o trabalho todo dele foi muito bom, o posicionamento dele. Mas como não fez o gol todo mundo critica. Acho que se o Brasil fosse campeão, ninguém criticaria o Gabriel.


Opinião: Tite acerta ao priorizar versatilidade na seleção brasileira
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Não há jogador na lista de convocados de Tite para a Copa do Mundo que não mereça estar nela.

Como o treinador da seleção brasileira argumentou, existem atletas que mereciam ser chamados, mas perderam espaço para outros que, no entendimento dele podem ser mais úteis à equipe. Afinal, a seleção brasileira não é apenas uma competição entre quem é melhor no país em cada posição. E o técnico foi didático ao explicar seus critérios para formar a lista de 23 atletas. Nos casos de dúvida, ele priorizou os mais versáteis para aumentar seu leque tático. A decisão é acertada. A capacidade de mudar o esquema de jogo até sem precisar fazer substituições e contar com um atleta que possa atuar na posição de um companheiro lesionado, por exemplo, valem muito num Mundial.

Arthur, por exemplo, na minha opinião, é melhor do que Taison, escolhido por Tite. Mas o jogador do Shakhtar Donetsk pode ser mais útil taticamente do que o gremista, justamente por ser mais versátil, qualidade citada pelo treinador na entrevista seguinte ao anúncio dos convocados. Ele também usou a experiência como um dos critérios de desempate entre os concorrentes, pois mencionou o currículo internacional de Taison. Outra explicação compreensível.

Entre os outros jogadores que ficaram com as últimas vagas disponíveis, Geromel merecia estar na Rússia muito mais do que Rodrigo Caio. Faz tempo que ele é mais regular do que o são-paulino. Cássio está no mesmo nível do santista Vanderlei, mas de novo encontramos uma coerência na opção feita por Tite. Como em uma série de casos, ele escolheu um jogador com quem conviveu mais, portanto, conhece melhor. Fagner está na mesma situação. O lateral corintiano e Danilo eram as melhores opções a partir da ausência de Daniel Alves, na opinião deste blogueiro.

Nesse cenário, não vejo motivos para criticar a convocação feita por Tite. E ficou evidente o esforço do comandante para tentar evitar uma onda de críticas pela não convocação de um determinado atleta, embora não tenha deixado claro quem ele crê que pudesse causar tal sentimento. Graças ao seu didatismo ao justificar a montagem da seleção, ele deve alcançar o objetivo.

 


Festa na Gaviões em meio à ‘maratona’? Corinthians diz que só durou 1 hora
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Em meio a uma “maratona” de jogos fora de casa, parte dos jogadores do Corinthians participou na noite da última sexta (27) de uma festa na quadra da Gaviões da Fiel para comemorar o bicampeonato paulista. A presença foi autorizada pela diretoria, que viabilizou a exibição do troféu conquistado na final com o Palmeiras no local.

Já na manhã deste sábado, os atletas treinaram para depois embarcarem a Belo Horizonte. Na capital mineira, neste domingo, a equipe enfrenta o Atlético-MG tentando manter seu aproveitamento de 100% no Brasileiro.

O desgaste provocado por viagens e jogos pode fazer Fábio Carille, que também esteve no evento, poupar titulares. Antes do Galo, o alvinegro paulista atuou como visitante diante de Independiente, na Argentina, Paraná Clube, em Curitiba, e Vitória, em Salvador. Os duelos aconteceram entre os dias 18 e 25 de abril.

Cássio, Romero, Balbuena, Henrique, Gabriel,  Sheik, Kazim e Pedro Henrique estão entre os corintianos que participaram do festejo.

Indagada sobre a participação de jogadores na festa da Gaviões num momento de desgaste provocado por seguidos deslocamentos e jogos, a assessoria de imprensa do Corinthians afirmou que eles ficaram pouco tempo na comemoração.

“A torcida em questão fez uma recepção para os bicampeões paulistas e alguns membros do clube permaneceram no local durante uma hora. A programação de treinos e viagem não foi alterada”, respondeu o departamento de comunicação corintiano.


O que está em jogo para o Corinthians diante do Bragantino
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1 – Tranquilidade de Fábio Carille

Com as conquistas do Paulista e do Brasileiro no ano passado, o treinador ganhou fôlego no clube. Não se fala em demissão no caso de eliminação diante do Bragantino, nesta quinta, pelas quartas de final do Estadual. Porém, a queda precoce faria ele começar a ser pressionado. A decisão dele de fazer mudanças radicais no time aumenta sua responsabilidade no resultado da partida. Está em jogo sua tese de que vale tirar Gabriel, um dos mais regulares da equipe, para colocar Ralf, ainda uma incógnita em seu retorno ao clube, para ganhar altura. Será colocada à prova a aposta de que centímetros a mais podem estancar os gols sofridos em jogadas pelo alto. Isso mesmo sendo a maioria deles causada por falhas de marcação.

2 – Dinheiro

A eliminação representaria o adeus à chance de obter a arrecadação de até dois clássicos decisivos em Itaquera. Pelo menos uma, na semifinal, estaria garantida com a classificação diante do Bragantino. A receita é importante para o alvinegro em termos de pagar parcelas do financiamento de R$ 400 milhões para a construção de seu estádio.

3 – Caldeirão

Está em jogo também a fama da arena corintiana sustentada pelo slogan “caiu em Itaquera já era”. A pressão da torcida em seu estádio é uma das armas alvinegras para alcançar a vitória por dois gols de diferença e a classificação sem precisar dos pênaltis. O fracasso na missão abalaria a reputação da Arena Corinthians.

4 – Recuperação de Cássio

O camisa 12 entra pressionado a ter uma atuação fundamental para a classificação. Ele falhou pelo menos em um dos gols do Bragantino na derrota por 3 a 2 e faz uma temporada irregular até aqui. O goleiro precisa reverter a situação para não deixar escapar a chance de disputar a Copa da Rússia. Além disso, ele tem a sombra de Walter na reserva.


Opinião: Corinthians amplia pressão sobre reserva ao tentar volta de Cássio
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O Corinthians deu um passo arriscado ao tentar a liberação de Cássio junto à CBF. A frustrada iniciativa coloca pressão extra nos ombros do jovem Caíque França. O terceiro goleiro do time herdou temporariamente a posição com a ausência do titular e a contusão de Walter.

A manobra fracassada soa como uma demonstração pública de falta de confiança no novato. Imagine no seu trabalho, você saber que assumirá temporariamente um cargo importante no lugar de um colega. Se preparar para isso, mas descobrir que a direção da empresa tentou trazer outro profissional que estava de férias para que você não tenha que assumir uma responsabilidade maior? Como ficaria sua confiança na hora de executar a nova missão? Você não questionaria o seu preparo ou o que seus chefes pensam do seu potencial? Esses questionamentos devem estar passando pela cabeça de Caíque.

A postura mais adequada da diretoria teria sido abraçar o reserva imediatamente visando aumentar sua confiança. Seria bem melhor do que pedir um privilégio para a CBF.

O plano escolhido poderia também desagradar a Cássio. Será que o titular, brigando por uma vaga na Copa do Mundo da Rússia, gostaria antecipar seu retorno da seleção por conta de uma desconfiança do clube no reserva? Acredito que não.

Falhou não só a diretoria, na opinião deste blogueiro. Mas também Fábio Carille. O treinador deveria ter sido o primeiro a fortalecer Caíque publicamente.


Em meio à tensão, falta calma para jogadores experientes do Corinthians
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Diretoria, comissão técnica e torcida esperam que os jogadores mais experientes do Corinthians ajudem a controlar os nervos do time na reta final do Brasileirão. O clube está pressionado pela má campanha no segundo turno e tem um jogo decisivo contra o Palmeiras no próximo domingo. Se perder, verá o rival ficar a só dois pontos de diferença, na segunda posição na tabela. Porém, recentemente, os mais rodados do elenco têm mostrado falta de tranquilidade em momentos cruciais. Confira abaixo.

Jô, 30 anos

Chutou Rodrigo, da Ponte Preta, no último domingo, sem bola, e vai ser julgado pelo STJD. Pode pegar de quatro a 12 jogos de suspensão. Já tinha sido expulso por cometer falta violenta no empate sem gols com o Rancing, em Itaquera, na eliminação corintiana na Copa Sul-Americana.

Rodriguinho, 29 anos

Também na queda diante do Racing ficou apenas três minutos em campo após sair do banco de reservas. O tempo foi suficiente para dar uma entrada violenta num adversário e levar cartão vermelho.

Jadson, 34 anos

O meia se envolveu em polêmica no último jogo, contra a Ponte, ao se recusar a deixar Clayson cobrar falta. O companheiro não escondeu a irritação com o colega.

Cássio, 30 anos

Numa atitude de desespero, deixou sua meta no final da partida contra o Bahia em Salvador, para tentar ajudar o ataque. Nada conseguiu. O alvinegro perdeu a bola e, com a meta abandonada, tomou o segundo gol, marcado por Régis, que decretou a vitória baiana por 2 a 0.

Fagner, 28 anos

Também em Salvador, falhou no primeiro gol do Bahia. Em vez de jogar a bola para fora, tentou passar por um adversário com ela nos pés. Acabou entregando a bola de graça. “Fui tentar limpar o lance e falhei, foi falta de fazer o simples. Fui responsável pelo resultado. Foi erro meu”, afirmou o lateral após a derrota.


Grama de Itaquera está no limite, mas Corinthians só vai trocar em dezembro
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A Arena Corinthians (Crédito: Ronny Santos/Folhapress)

Outrora considerado modelo, o gramado da Arena Corinthians apresenta neste ano queda de qualidade. O alerta foi dado em maio pelo goleiro Cássio, que em entrevista se queixou de excesso de umidade por baixo da grama.

Ao blog, Roberto Gomide, presidente da World Sports, responsável pelo campo corintiano, confirmou o problema. Segundo ele, por falta de tempo para deixar o estádio sem jogos por pelo menos um mês, de preferência em período de temperaturas mais baixas, não foi feito um trabalho que retira substâncias causadoras da umidade.

“O ideal é que essa manutenção específica seja feita uma vez por ano, mas nunca houve tempo para isso. Avisamos ao clube que o problema chegou no limite.  Estamos tentando conseguir uma data. Existe um consenso (entre empresa e Corinthians) de que o trabalho é necessário, mas é difícil encontrar espaço no calendário. Não há recusa do clube em fazer”, afirmou Gomide.

O Corinthians não pretende deixar de jogar na Arena para arrumar o gramado antes do final do ano. “A revitalização do campo será feita em dezembro”, disse Lúcio Blanco, gestor da arena, ao ser indagado sobre o assunto.

“Vamos fazer testes, ver a reação da grama e levaremos até onde der”, disse Gomide sobre a intenção corintiana de não executar o trabalho agora.

O acúmulo de umidade torna a grama escorregadia. “Isso dificulta até para você ter uma segurança de se manter firme”, afirmou Cássio no momento em que criticou o campo.

Se a manutenção for feita apenas em dezembro, além de adiar a solução do problema, ela acontecerá fora do período ideal, que é pouco antes do inverno ou durante ele, como agora. Isso porque praticamente toda a grama natural será retirada para a limpeza e a que será replantada se desenvolve melhor no inverno. Só os fios sintéticos irão permanecer.

Sobe críticas como as de Cássio, Gomide diz que os jogadores precisam entender que  “a grama é um ser vivo e precisa de cuidados”.

Depois que conseguir fazer a manutenção, a World Sports irá tentar repetir o trabalho a cada dois anos, já que fazer essa limpeza anualmente parece ser impossível por causa do pouco tempo sem jogos durante as temporadas.

O problema no gramado não parece afetar o desempenho do time alvinegro em sua casa. Neste ano, a equipe só foi derrotada em Itaquera pelo Santo André, por 2 a 0, no Campeonato Paulista.

 


Após superar críticas, Denis vira ‘plano A’ do São Paulo para 2017
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A diretoria do São Paulo nunca esteve tão satisfeita com Denis como está agora. Depois de passar a maior parte da temporada sendo cobrada por conselheiros e torcedores para contratar um goleiro, a direção tem convicção de que o sucessor de Rogério Ceni merece ser o titular da equipe em 2017.

A avaliação é de que Denis, enfim, atingiu regularidade e que conseguiu superar a pressão vinda principalmente da arquibancada. Seu desempenho é visto como um dos principais fatores para o clube ostentar até o início da partida desta segunda contra o América-MG o status de quarta defesa menos vazada do Brasileirão.

Para diretoria, não faz sentido sair em busca de um novo goleiro justamente no melhor momento da carreira de Denis.

Nesse cenário, outros jogadores da posição que são classificados no mercado como candidatos a mudar de clube em 2017 estão descartados no Morumbi. É o caso de Cássio, que perdeu a condição de titular absoluto no Corithians. O corintiano não anima os dirigentes tricolores. Eles asseguram não existir possibilidade de tentar trazer Cássio.

Atualização

Justamente no momento em que a diretoria mais demonstrava confiança em seu trabalho, Denis foi um dos personagens principais da derrota do São Paulo para o América-MG, nesta segunda. Após Wesley perder a bola, proporcionando um contra-ataque, Maicon não conseguiu cortar lançamento pelo alto, e Michael aproveitou o mal posicionamento do goleiro para chutar de longe e marcar o gol da vitória americana.


Nova falha de Cássio vira prova de fogo para Cristóvão
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 O treinador acabou de chegar no clube. Veio sob desconfiança da torcida pela falta de grandes conquistas em sua carreira. Em seu segundo jogo ele se depara com um ídolo do clube em má fase e que já se queixou publicamente quando foi sacado do time pelo técnico anterior, também idolatrado nas arquibancadas.

Esse é o cenário que deixa Cristóvão numa sinuca de bico no Corinthians diante da nova falha de Cássio ao errar na reposição de bola na vitória por 2 a 1 sobre o Santa Cruz e levar o gol. É claro o momento de queda técnica do goleiro, que não justifica mais sua titularidade.

Mas, fazer o que parece ser melhor para a equipe mandando Cássio de volta para a reserva não será fácil para Cristóvão. Primeiramente por causa das contusões de Walter e Matheus Vidotto que deixam o jovem Caíque França, 21 anos, como primeiro substituto. Em segundo lugar, porque, se Cássio peitou, Tite o que fará com um treinador que ainda está tateando Itaquera?

Seu histórico leva a crer que Cássio não reagiria bem a uma nova ida para o banco de reservas. Cristóvão mexeria num vespeiro e correria o risco de enfrentar uma terrível turbulência logo no início do trabalho.

Por outro lado, manter o goleiro como titular significa se arriscar a ver o time perder pontos por falhas individuais e  pode mostrar fraqueza do técnico diante do elenco. Há o risco também de a pressão da torcida sobre o goleiro contaminar o time. Contra o Santa, após o gol, a cada reposição de bola parte dos torcedores mostrava sua apreensão de forma barulhenta, o que certamente não passa tranquilidade à equipe.

A resposta para esse dilema se transforma na primeira prova de fogo de Cristóvão no Corinthians.


Opinião: Cássio erra e fica fragilizado no Corinthians
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Na opinião deste blogueiro, Cássio deu um passo em falso ao criticar o fato de ter perdido a vaga de titular no Corinthians, com queixas indiretas ao preparador de goleiros Mauri Lima.

Numa tacada só, o ídolo corintiano bateu de frente com Tite, com seu preparador, foi deselegante com o novo titular, Walter, gerou um atrito após a vitória sobre a Ponte Preta, num momento em que o time buscava  paz e ainda desagradou a pelo menos parte da torcida corintiana. Foram muitas as críticas a ele feitas por torcedores nas redes sociais.

Talvez, Cássio tenha avaliado que teria a torcida a seu lado. Se foi isso, fez uma aposta errada e agora fica numa situação incômoda no clube além de da noite para o dia ter desenhado para ele mesmo uma imagem um tanto arrogante.

A postura foi de quem não aceita críticas. E o saldo é uma rusga com a comissão técnica e a relação estremecida com a torcida. Assim, de estrela do time, o goleiro passou a viver uma situação fragilizada no clube. Certamente, quando tiver nova chance de jogar, será muito cobrado pela torcida. Já entrará mais pressionado do que o normal.

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