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Por Cruzeiro, Rodriguinho rejeitou interesse árabe
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Além do Cruzeiro, Rodriguinho foi procurado por outra equipe brasileira e uma do futebol árabe. As duas têm seus nomes mantidos em sigilo pelo estafe do meia, que descartou ambas possibilidades.

Fora da lista de inscritos pelo Pyramids para o campeonato do Egito, o meia passou a analisar as opções que tinha em mãos. Gostou do que ouviu do Cruzeiro e avaliou que o melhor para sua carreira neste momento seria o retorno ao futebol brasileiro. Assim, rejeitou o interesse do futebol árabe. A outra equipe do Brasil também ficou para atrás. Logo o atleta informou ao Pyramids que seu desejo é se transferir para o Cruzeiro.

O estafe do jogador esperava que o acerto entre cruzeirenses e cartolas do Egito acontecessem no último fim de semana. O acordo não ocorreu no prazo esperado, mas o otimismo em relação ao acerto continua. E expectativa é de que nas próximas horas o martelo seja batido.


Opinião: Corinthians diz não priorizar novo zagueiro, mas deveria
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O discurso da diretoria do Corinthians depois de interromper as negociações por Manoel, do Cruzeiro, é de que o clube não tem outro zagueiro na mira. E que trazer alguém para a posição não é prioridade. Só virá um reforço para a defesa ou outro setor do time se aparecer uma oportunidade no mercado.

Pode ser apenas estratégia para tentar manter em sigilo negociações em andamento. Mas, se for verdade, a direção alvinegra deveria repensar sua posição. Trazer um zagueiro deveria estar entre as prioridades do alvinegro na opinião deste blogueiro. Só há mais urgência na lateral esquerda.

Carille não tem hoje à disposição um zagueiro de primeira linha, capaz de ser referência para os demais. Alguém como foi Balbuena num passado recente.

Não significa que as opções atuais sejam todas ruins. Mas falta alguém que passe segurança ao time incontestavelmente, o que não seria o caso de Manoel. Se não der para buscar um beque desse nível, é necessário pelo menos contar com mais um bom reserva.

Dos que fazem parte do elenco atual, Henrique é experiente, tem condições de ser titular, não é inferior em relação a Manoel, mas está longe da eficiência de Balbuena. Léo Santos é uma boa promessa, merece a titularidade, porém evoluiria mais rapidamente com um parceiro de primeira linha. Pedro Henrique é irregular e Marllon ainda não provou poder ser titular. Tal cenário não deveria deixar os dirigentes corintianos se sentirem confortáveis em relação à zaga.

 


Bastidores da venda de Arrascaeta têm 246 mil mensagens hostis e tensão
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De Arrascaeta se transformou na contratação mais cara da história envolvendo clubes brasileiros depois de três dias de reuniões, momentos de tensão e alegação de centenas de milhares de mensagens ofensivas. Os encontros aconteceram em Montevidéu, no Uruguai, com os vários interessados na negociação que tirou o jogador do Cruzeiro e o colocou no Flamengo.

No ápice da polêmica, Arrascaeta e Daniel Fonseca, um de seus empresários, alegaram terem recebido em seus celulares cerca de 246 mil mensagens hostis de torcedores do time mineiro. Conforme apurou o blog, eles chegaram a falar em pedir a liberação do atleta na Fifa apontando falta de segurança para continuar em Belo Horizonte.

O argumento foi rebatido por André Cury, empresário que representou o Cruzeiro nas tratativas. Ele respondeu que, se fosse “fácil assim”, ninguém precisaria desembolsar uma fortuna para tirar Neymar do PSG, por exemplo. Bastaria vazar  o número de telefone dele para os torcedores e esperar a reação em cadeia.

O blog não conseguiu localizar Arrascaeta e Fonseca para falar sobre o assunto. Mas, no início do rompimento com seu ex-clube, o meia emitiu nota reclamando de mensagens ofensivas. Ele afirmou que depois da reunião em que Itair Machado, vice de futebol cruzeirense, e seu empresário se desentenderam por conta da primeira oferta do Flamengo, os números dos celulares de ambos se tornaram públicos. Imediatamente teriam virado alvos de milhares de mensagens com insultos e ameaças. Na ocasião, o uruguaio também disse que estava avaliando com seu estafe o que seria melhor para sua segurança.

Depois da discussão entre o vice do Cruzeiro e o empresário do meia, o clube de Belo Horizonte chamou Cury para representá-lo na tentativa de acordo. Então, o empresário foi para o Uruguai onde estava o jogador.

Das reuniões realizadas a partir de então, também participaram o outro agente de Arrascaeta, Javier Manzo, e Bruno Spindel, CEO do Flamengo, entre outras pessoas. De acordo com um dos participantes, até o representante de uma financeira que seria credora de um dos envolvidos no negócio chegou a ter assento numa das tratativas. Também foi apontada a presença de guarda-costas.

Na última segunda, por volta da 1h, uma das reuniões terminou com o negócio praticamente fechado. Na manhã seguinte, porém, houve nova divergência em relação a um valor que o Club Atenas, do Uruguai, tinha a receber do Cruzeiro. O impasse adiou o fechamento da transferência, que aconteceu após nova rodada de discussões.


Palmeiras e Flamengo no topo. As projeções para 2019
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Palmeiras e Flamengo são disparadamente favoritos para vencer o Brasileirão. Também estão entre os candidatos ao título da Libertadores, mas com menos vantagem sobre outros concorrentes. O formato de mata-mata dá mais chances a times com elencos menos robustos de encarar os melhores.

Ainda bem organizados, Grêmio, Cruzeiro e Internacional serão muito fortes nas Copas. Ou seja, estão na briga pela Libertadores.

Com Hernanes e Pablo o São Paulo ganha força para brigar por todos os títulos que disputar. O problema, na opinião deste blogueiro, é a inexperiência de André Jardine. Controlar o vestiário, tenso em 2018, será uma prova de fogo para o novato

O Corinthians enfrentará mais um ano de reestruturação. Até agora, Ramiro é seu reforço mais interessante. Forte candidato ao título da Copa do Brasil. Se vencer o Brasileirão surpreenderá este blogueiro.

Atlético-MG também é forte candidato ao título da Copa do Brasil. Para brigar por Libertadores e Brasileirão precisa se reforçar.

Sampaoli precisará de tempo e de uma organização fora de campo que o Santos não teve na última temporada. Sem uma boa estrutura e reforços de qualidade será difícil pensar em algo além da Copa do Brasil.

Botafogo, Fluminense e Vasco começam o ano sem mostrar nada que que dê esperança de títulos para suas torcidas.


De olho em Pedrinho, Borussia planeja deixar atleta até 3 meses sem jogar
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Interessado em Pedrinho, o Borussia Dortmund tem um projeto para deixar o jogador entre dois e três meses praticamente sem atuar, caso a contratação do corintiano se concretize.

Nesse período, o meia-atacante faria trabalhos físicos para ganhar massa muscular. O plano foi apresentado para o atleta e seu estafe na reunião que tiveram no dia seguinte à final da Copa do Brasil, vencida pelo Cruzeiro. Ainda de acordo com o discurso dos alemães, Pedrinho ganharia força sem perder velocidade.

A ideia agradou a Will Dantas, empresário do meia-atacante. A avaliação é de que o clube teria paciência com o brasileiro para que ele pudesse estrear mais forte. Não há receio de o jovem perder ritmo de jogo.

Esse planejamento, em tese, encerra a chance de o Borussia adquirir Pedrinho e permitir que ele fique no Corinthians até a janela europeia de transferências no meio do ano.

Apesar do minucioso plano apresentado para Pedrinho, o Borussia não voltou a se reunir com o representante do atleta e nem informou a ele se está em negociação com o alvinegro.

Tal situação frustra a expectativa do estafe do meia-atacante, que apostava numa rápida investida dos alemães para levar o jogador.

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Opinião: Libertadores tem a final que merece
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A vergonhosa final da Libertadores entre River Plate e Boca Juniors parece até ter sido encomendada para simbolizar décadas de decadência e descaso com o torneio sul-americano.

Conmebol, clubes, torcedores,  jogadores e árbitros merecem a final que têm. Foram anos valorizando a batalha campal como se fosse sinônimo de garra.

A cada edição, jogadores (claro que há exceções) estufam o peito para falar que a Libertadores é diferente, tem que ter raça, e dentro de campo vários se estapeiam.

Muitos dos juízes são molengas, demoram para expulsar brigões, perdem o controle dos jogos e cometem erros inadmissíveis, contribuindo para afundar o torneio na lama.

Parte dos torcedores colabora para o clima bélico. São chuvas de cadeiras, rojões e sinalizadores na direção de torcedores rivais. Cusparadas e uma infinidade de objetos lançados em jogadores adversários.

A Conmebol quase sempre age como a mãe que tenta minimizar os erros de seus filhos. Punições irrisórias são distribuídas aos montes a cada ano.

Basta olhar a ridícula pena dada ao River depois de seus torcedores atacarem o ônibus do Boca antes do segundo jogo da decisão deste ano. Multa de US$ 400 mil (cerca de R$ 1,5 milhão) e dois jogos em torneios promovidos pela entidade como mandante com portões fechados.

É pouco pelo estrago feito por parte dos torcedores do clube. Mas é muito perto da pena cumprida pelo Corinthians após sinalizador disparado por sua torcida matar o boliviano Kevin Espada em 2013. Depois de recorrer, o alvinegro fez só um jogo em casa com portões fechados, pagou US$ 200 mil (aproximadamente R$ 772,5 mil em valores atuais) e ainda conseguiu anular decisão que vetava seus torcedores como visitantes por 18 meses.

Tudo isso é assistido pela maioria dos dirigentes de clubes sem fazer cobranças para que a Conmebol acabe com o circo de horrores. A inércia sugere que cada um espera o momento de seu time ser favorecido pela falta de pulso da confederação sul-americana.

Uma parcela da imprensa também tem culpa no cartório por romantizar a corroída Libertadores.

De forma caprichosa, quase que toda essa corrosão foi resumida na temporada 2018. Teve praticamente de tudo. Erro grosseiro de arbitragem, como na expulsão do cruzeirense Dedé, jogador do Santos atuando suspenso, o clube sendo punido no mesmo dia em que jogaria por sua permanência na competição com a partida interrompida por falta de segurança e torcedores chilenos vandalizando a Arena Corinthians, entre outros fatos lamentáveis.

As cerejas no bolo são os acontecimentos envolvendo a decisão, com direito a adiamentos, indefinições e agendamento da final fora do continente.

Nada espelha melhor a cara da Libertadores do que tal desfecho. Ao mesmo tempo, a situação é um convite para que clubes sérios se recusem a disputar o certame, a menos que uma mudança radical aconteça. Mais fácil vexame maior rolar em 2019 do que isso acontecer.

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Após Copa do Brasil, Corinthians vê temperatura política subir
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O encerramento da Copa do Brasil foi a senha para opositores de Andrés Sanchez no Corinthians voltarem a fazer barulho no clube. A promessa é de que uma série de cobranças seja feita nos próximos dias.

Havia o entendimento entre oposicionistas de que o debate de temas espinhosos antes da final, vencida pelo Cruzeiro, poderia se ser usado como justificativa da direção para uma eventual derrota.

Na mira do oposicionistas estão contratações questionadas por conselheiros e torcedores, como as de Jonathan, Danilo Avelar e Roger. O plano é pedir esclarecimentos sobre os critérios usados para a montagem do time, valores gastos e pagamentos de comissões a empresários.

Outro alvo é o departamento de marketing, criticado por não ter conseguido patrocinador máster fixo, não resolver o impasse com a Odebrecht sobre obras que não teriam sido feitas na Arena Corinthians e nem negociar os “naming rights”. Sanchez destacou Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing alvinegro, para cuidar da relação com a construtora.

O plano de opositores é cobrar do presidente os resultados do trabalho da diretoria de marketing neste ano. A questão é sensível pois Rosenberg é o principal diretor de Andrés.

Em outra frente há quem queira ressuscitar no clube a discussão sobre a eleição vencida por Sanchez. Segundo o Ministério Público, as urnas eletrônicas utilizadas eram vulneráveis. Até agora, porém, não houve contestação do resultado na Justiça e no Conselho Deliberativo.

Caso o pacote de pressão seja realmente despejado sobre Andrés, o dirigente terá que lidar com a turbulência política ao mesmo tempo em que o time tenta se distanciar da zona de rebaixamento do Brasileirão. Hoje, o alvinegro tem cinco pontos de vantagem sobre o Ceará, 17º colocado.


Opinião: VAR falha por não reduzir pressão no juiz e poder de interpretação
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O uso do VAR na finalíssima da Copa do Brasil entre Corinthians e Cruzeiro, nesta quarta (17), foi tão vergonhoso que parece obra de quem é contra a tecnologia com o objetivo de descartá-la.

Porém, na verdade, é reflexo do fato de a novidade não explorar os principais benefícios que poderia trazer para o futebol. São eles: acabar com a pressão de jogadores sobre os árbitros e reduzir o poder de interpretação dos juízes.

Tanto no pênalti marcado contra o Cruzeiro, como no golaço de Pedrinho, Wagner do Nascimento Magalhães foi pressionado por atletas para consultar o VAR. Em seguida, com a cabeça cheia de argumentos despejados pelos jogadores, foi interpretar o lance no vídeo. E interpretou de maneira errada nas duas ocasiões.

Ou seja, a vantagem da precisão e da frieza que a tecnologia trouxe para o jogo sucumbiu diante de um juiz sujeito a pressões.

 

Nada mudou. E é difícil mudar a cultura centenária do jogador brasileiro de infernizar o árbitro. Mas dá para obter um resultado imensamente melhor. Basta buscar inspiração em outros esportes.

No vôlei e no tênis os competidores têm direito a pedir a verificação por vídeo por um determinado número de vezes. Se a reclamação faz sentido, o pedido não conta como usado. Caso a decisão do juiz não seja alterada pela tecnologia, o solicitante passa a ter um “desafio” a menos para fazer.

No caso do futebol, método semelhante diminuiria o poder da equipe de arbitragem de decidir quando o VAR deve ser acionado. Ao mesmo tempo, poderia reduzir drasticamente a pressão sobre o juiz. Já que no lugar de reclamar bastaria ao capitão do time fazer o desafio eletrônico.

Utopicamente, o ideal seria os jogadores praticamente não terem contato com o árbitro, já que não sabem se comportar. Na Fórmula 1, por exemplo, por conta das características do esporte, o piloto que infringe as regras recebe a notícia da punição por rádio depois que ela já foi tomada, sem chance de espernear.

Outras medidas de transparência poderiam ser tomadas para ajudar a salvar o olho eletrônico no futebol. Colocar nos telões dos estádios, em tempo real, o lance examinado pelo VAR é fundamental para o público ser respeitado.

Enquanto ajustes não forem feitos, o valioso recurso será apenas uma maneira teatral de manter antigos vícios. No final, o torcedor é feito de palhaço, como aconteceu com corintianos e cruzeirenses em Itaquera. Quem pagou ingresso foi lesado, mesmo que tenha sido um erro grave para cada lado. Prejudicado também foi Pedrinho. Quanto não valeria para seu futuro e evolução assinar uma pintura de gol em final de campeonato?


Título da Copa do Brasil tem marcas de simplicidade e eficiência de Mano
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A conquista da Copa do Brasil pelo Cruzeiro com a vitória por 2 a 1 sobre o Corinthians, em Itaquera, tem as marcas da simplicidade e eficiência dos times de Mano Menezes.

Avesso a esquemas táticos mirabolantes, o treinador levou o clube mineiro ao seu sexto título na competição apostando numa equipe compacta e eficiente nos contra-ataques.

Mano fez do Cruzeiro uma equipe fria, que sabe sofrer na defesa, para usar uma expressão da moda, e que costuma ser perigosa quando tem a chance de matar as partidas.

O título mostra que no futebol cheio de novas definições táticas, muitas usadas para renomear antigas práticas, a velha guarda de treinadores ainda pode triunfar. Que o diga Mano, campeão das duas últimas edições da Copa do Brasil e que neste ano já tinha levado o Campeonato Mineiro.


A diferença para os cofres corintianos entre título e vice da Copa do BR
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Bem antes de o Corinthians chegar à final da Copa do Brasil Andrés Sanchez declarou ser esta a competição prioritária para o clube em 2018. Especialmente por causa do prêmio de R$ 50 milhões para o campeão, sem contar os bônus dados nas fases anteriores. Quem sair derrotado da decisão desta quarta (17) entre o alvinegro e o Cruzeiro vai faturar apenas pelo segundo lugar R$ 20 milhões.

Mas o que representa para o clube paulista, que tanto valorizou a cota dada ao campeão, essa diferença de R$ 30 milhões? Uma análise no último relatório financeiro relativo a 2018 disponível no site corintiano ajuda na resposta. Os números são de julho deste ano.

Os R$ 30 milhões a mais dados a quem se sair melhor na finalíssima em Itaquera seriam suficientes, por exemplo, para cobrir o deficit das áreas social e de esportes amadores até julho e ainda sobraria dinheiro. O prejuízo desses departamentos foi de R$ 21,1 milhões. O deficit total do Corinthians, juntando todas as áreas até julho, incluindo o futebol, ficou em aproximadamente R$ 17,3 milhões. A diferença se explica com o superavit apresentado pelo futebol isoladamente. Ele foi de R$ 3.785.000.

Os R$ 30 milhões de diferença entre o bônus para o campeão e o dado ao vice ainda superaria toda a receita corintiana obtida com patrocínio e publicidade nos sete meses iniciais do ano. Foram arrecadados R$ 20.878.000.

O verba superior para o primeiro colocado também representa quase o triplo do que o alvinegro amealhou com premiações, seu programa de sócio-torcedor e participação em loterias (essas receitas são calculadas juntas) até julho. Foram cerca de R$ 10,2 milhões. No primeiro semestre, o alvinegro foi campeão paulista.

A quantia se aproxima de cobrir a despesa registrada no item “futebol” dentro do departamento profissional e que foi de R$ 38.198.000 até o final do sétimo mês de 2018.

Por fim, embolsar R$ 30 milhões a mais com um resultado positivo nesta noite em Itaquera representaria ganhar quase oito vezes mais do que o superavit acumulado pelo departamento de futebol corintiano até julho. Foram R$ 3.785.000 no azul.

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