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Dívida por Arena Corinthians cresceu R$ 100 mi em 6 meses, segundo comissão
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De acordo com dados obtidos pela comissão de conselheiros responsável por analisar auditorias na Arena Corinthians, a dívida pela construção do estádio subiu R$ 100 milhões nos últimos seis meses.

Pelo levantamento, o débito era de cerca de R$ 1,2 bilhão em fevereiro deste ano. Mas em agosto o número chegou a aproximadamente R$ 1,3 bilhão. O acréscimo se deve basicamente a pagamentos não feitos com autorização da Caixa e  juros.

Por considerar o montante impagável nos moldes do acordo vigente, a comissão sugeriu em reunião do Conselho Deliberativo na última segunda (25), a formatação de um novo acordo com as partes envolvidas:  Odebrecht, BNDES, que financiou R$ 400 milhões, e Caixa Econômica Federal, intermediária, desse financiamento. A diretoria já tenta um acordo para mudar a forma de pagamento.

Em relação à construtora, a sugestão é que seja negociado um abatimento levando-se em conta auditoria feita pelo escritório Cláudio Cunha Engenharia Consultiva.

Como antecipou o blog, o  estudo aponta que a Odebrecht deixou de realizar cerca de R$ 151,4 milhões em obras e que o custo para refazer trabalhos que teriam sido malfeitos chegaria a aproximadamente R$ 63,5 milhões. Além disso, a Odebrecht teria que pagar por volta de R$ 23 milhões em multa por atrasar a entrega do estádio. A construtora, no entanto, diz que cumpriu na íntegra o contrato e seus aditivos. Afirma ainda não ter recebido o resultado da auditoria.

Em abril do ano passado o Arena Fundo de Investimento Imobiliário, que fica com as rendas dos jogos na arena para efetuar os pagamentos, foi autorizado pela Caixa a suspender a quitação das parcelas por conta da negociação de um novo formato para pagamento.  Só juros passaram a ser pagos.  Em novembro de 2016, a Caixa autorizou que nada fosse pago até abril de 2017.

Em sua apresentação ao conselho, a comissão afirmou que teve dificuldades para receber documentos da Odebrecht e que a diretoria não entregou parte dos papéis solicitados. Isso teria limitado o estudo.

Às 16h09 desta terça, o blog enviou mensagem de celular para o diretor financeiro do Corinthians, Emerson Piovezan, indagando sobre o aumento de R$ 100 milhões da dívida, mas não obteve resposta até a publicação deste post. Ele também não respondeu qual a situação atual do acordo com a Caixa e dos pagamentos.


Corinthians não acata ordem para pagar agente de Elton e deve ter penhora
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O Corinthians não cumpriu determinação da Justiça para quitar dívida com empresa do agente do atacante Elton, Marcelo Robalinho, e agora deve sofrer penhora em suas contas para pagar o débito. Na última terça, a 1º Vara Cível do Tatuapé determinou que a empresa Think Ball pague as despesas para as pesquisas a fim de que o valor cobrado seja localizado em contas corintianas. O caso está em primeira instância, logo cabe recurso.

A Think Ball alega que o alvinegro não cumpriu distrato referente à cessão por parte da empresa dos direitos de imagem de Elton, campeão da Libertadores de 2012 com clube e hoje no Ceará. A dívida era de R$ 270.750 e deveria ter sido paga parceladamente em 2014. De acordo com a ação, nenhuma parcela foi quitada. Em 26 de julho a Justiça havia determinado que o Corinthians pagasse o débito.

Com atualização e juros, a credora calculou o valor atual da dívida em R$ 420.547,56, quantia que será buscada nas contas do clube assim que as taxas para a pesquisa forem pagas.

Luiz Alberto Bussab, diretor jurídico do Corinthians, disse que ainda não tinha conhecimento da decisão na noite desta sexta-feira.

A Think Ball também representa os corintianos Jadson e Leo Príncipe.


Corinthians termina reunião com Caixa sem assinar acordo sobre dívida
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Nesta quinta, nova reunião com a Caixa terminou sem acordo definitivo sobre as mudanças que o Corinthians pede nos pagamentos das prestações do financiamento de R$ 400 milhões feito junto ao BNDES por meio de sua patrocinadora, segundo Emerson Piovezan, diretor financeiro do clube.

Inicialmente, em setembro do ano passado, o alvinegro pediu uma nova carência de 17 meses para pagar a dívida, alegando que teve prazo inferior em relação a outros estádios usados na Copa do Mundo. Recentemente, o clube passou a pleitear uma mudança no plano de negócios da arena para poder vender camarotes abaixo dos preços mínimos estipulados atualmente. Assim, acredita que conseguirá desencalhar os espaços mais nobres do estádio e agilizar a quitação do débito.

No caso da carência, o BNDES também precisa dar seu aval.

Apesar de o martelo não ter sido batido, o clima no clube é de otimismo em relação a ter sua proposta atendida pelo banco.

Desde maio, com dificuldades financeiras para honrar o compromisso, o Corinthians paga apenas os juros do débito com o consentimento da Caixa.


Justiça determina que Palmeiras pague dívida com empresa de Valdivia
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Na última quarta (19), a 4ª Vara Cível de São Paulo deu três dias para o Palmeiras pagar dívida de R$ 166.819,30 com a Jorge Luis Valdivia Toro ME, microempresa do chileno Valdivia. O prazo começa a contar a partir do momento em que o Palmeiras for citado, o que não havia acontecido ontem.

A decisão também determina que seja feita penhora caso o pagamento não seja efetuado no prazo estabelecido.

No último dia 10, como mostrou o UOL Esporte,  a empresa entrou com a ação para cobrar comissão referente à intermediação da contratação de Valdivia em 2010. Apesar de a empresa estar no nome do jogador, quem costuma cuidar das negociações é o pai dele, Luis Valdivia.

Na ocasião ficou acordado que o clube pagaria comissão de R$ 1.840.000 em dez vezes. A alegação é de que só foram quitadas duas parcelas. Para receber o restante, a empresa aceitou um acordo pelo qual o alviverde pagaria 18 parcelas de R$ 81,7 mil.

No processo, o escritório de advocacia que representa Valdiva alega que já na primeira parcela, vencida em setembro de 2012, não recebeu o combinado. A ação atual é só para a cobrança desta prestação. “Ressalva a Exequente que o valor exequendo é parte do débito da Executada, advindo do contrato noticiado na presente (apenas da primeira parcela, que com juros chega a R$ 166,8 mil), sendo que o saldo devedor será objeto de nova ação”, diz trecho das alegações iniciais da empresa no processo.

Abaixo, a íntegra da decisão.

Reprodução

 

 

Trecho da ação proposta pela empresa de Valdivia

Trecho da ação proposta pela empresa de Valdivia

 

 

 

 

Trecho de mudança feita em contrato para que o Palmeiras quitasse dívida

Trecho de mudança feita em contrato para que o Palmeiras quitasse dívida

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Valdivia levou comissão do Palmeiras para intermediar a própria contratação


São Paulo tem previsão de estourar orçamento de 2016 em R$ 33 milhões
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O raio x das finanças do São Paulo mostra que no começo de 2016 o clube gastou mais do que o previsto em seu departamento de futebol. Neste momento, a previsão é de um estouro no orçamento de R$ 33 milhões no ano.

O assunto foi tratado na última reunião do Conselho Deliberativo pela PricewaterhouseCoopers, que faz uma auditoria no Morumbi paga pelo empresário e consultor do Conselho Consultivo Abilio Diniz.

De acordo com a diretoria, a situação é momentânea porque existe um descasamento entre contratação e venda de jogadores, pois o clube contratou em janeiro e o melhor período para vendas acontece no início do segundo semestre, durante a janela de transferências para a Europa. Assim, a expectativa dos dirigentes é de que o estouro orçamentário seja corrigido.

“O valor de R$ 33 milhões é uma projeção anual de aumento da despesa anual, mas esta situação é simplesmente um descasamento temporal que será regularizado no transcurso do ano mediante projetos orientados a diminuir despesas, aumentar receitas e eventualmente negociar jogadores”, disse ao blog, por e-mail, Adilson Alves Martins, diretor financeiro do São Paulo.

Com dificuldades financeiras, o clube tem atrasado o pagamento de direitos de imagem, mas prometeu aos jogadores que tudo seria pago em dia a partir da assinatura da renovação de contrato com a Globo. A emissora se comprometeu a dar R$ 60 milhões em luvas pelo direito de transmitir os jogos do time em TV fechada a partir de 2019.

Porém, o dinheiro das luvas não ficará reservado para pagar os atletas. Ele será usado para pagar dívidas em bancos.

“Sobre a questão das luvas, os recursos serão utilizados para amortizar dívida bancária, com isso teremos maior tranquilidade na renegociação do alongamento da dívida e também ajudarão para melhorar os resultados orçados”, afirmou Martins. O diretor afirma que ao alongar o débito haverá um ajuste no fluxo de caixa que permitirá o pagamento das remunerações dos atletas em dia.

A principal preocupação do departamento financeiro tricolor é com compromissos bancários que vencem a curto prazo. Por isso a ideia é aproveitar o dinheiro da Globo para pagar esses empréstimos.

O São Paulo tem hoje, de acordo com Martins, uma dívida de R$ 170 milhões, além de R$ 77 milhões em débitos fiscais parcelados em 240 meses pelo Profut, programa de refinanciamento criado pelo Governo Federal.

 


Corinthians paga dívida com empresa de Ronaldo e encerra processo
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O Corinthians pagou sua dívida com a 9ine, empresa que tem Ronaldo como um dos proprietários, e encerrou ação de cobrança de R$ 120.368,53. Nesta segunda, o Diário Oficial de São Paulo publicou a homologação do pedido desistência do processo por parte da credora.

A empresa confirmou ao blog que o débito foi pago.

A dívida, incluindo correção, se referia a valores que a 9ine tinha direito em virtude do contrato do lutador Anderson Silva, que representava o clube.

 


Saiba por que o Corinthians está otimista com suas finanças em 2016
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Depois de passar o ano inteiro pintando um quadro financeiro feio, a diretoria do Corinthians mudou o tom e já fala com uma dose de otimismo sobre suas finanças em 2016. Veja abaixo cinco motivos para essa sensação de alívio.

Patrocínio de campeão

Apesar da crise financeira no país, os cartolas acreditam que, se confirmar o título brasileiro, o clube vai conseguir patrocinadores com mais facilidade e por valores melhores. “Se for campeão, vai existir uma valorização. O departamento de marketing está trabalhando, e temos expectativas boas para espaços menores do uniforme”, disse Emerson Piovezan, diretor financeiro corintiano.

Globo

As renovações dos contratos com a Globo para transmissão dos jogos do Campeonato Paulista e do Brasileirão representam uma significativa injeção de dinheiro. Só pelo Estadual, o clube, assim como Santos, Palmeiras e São Paulo, já recebeu luvas de R$ 20 milhões pela assinatura do acordo.

Pato de saída?

A diretoria corintiana não fala publicamente, mas conta com a venda de Pato na próxima janela de transferências para a Europa. Além de não ter o peso de um jogador que ganha R$ 800 mil em sua folha de pagamento, o alvinegro receberia pelo menos 10 milhões de euros.

Corte de despesas

“Desenvolvemos um importante programa de redução de gastos que nos deixa numa situação mais confortável”, disse Piovezan. Até agosto, como mostrou o blog, a dívida corintiana cresceu R$ 32,5 milhões. Em 2014, o débito tinha aumentado R$ 119,8 milhões em relação ao ano anterior

Naming Rights

A direção acredita que está perto de concretizar a venda dos naming rights de sua arena. A negociação deixaria o clube mais tranquilo em relação ao pagamento do estádio de aproximadamente R$ 1,2 bilhão, contando juros de empréstimos..

 

 


Dívida do Corinthians cresceu R$ 32,5 mi até agosto. É pouco perto de 2014
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Nos oito primeiros meses de 2015, a dívida do Corinthians aumentou R$ 32,5 milhões de acordo com balancete publicado no site do clube. Por mais incrível que pareça, não é muito se comparado com o crescimento do débito no ano anterior inteiro. Em 2014, o aumento em relação a 2013 foi de R$ 119,8 milhões.

Na média, a dívida cresce cerca de R$ 4 milhões por mês neste ano. Em 2014, eram, em média, R$ 9,9 milhões.

“Nós ainda gastamos mais do que arrecadamos, temos déficit (de R$ 30,5 milhões até agosto), e achamos que só vamos conseguir equilibrar a situação no ano que vem. Mas já conseguimos reduzir muito a velocidade do crescimento da dívida graças a uma série de ações”, explicou ao blog Emerson Piovezan, diretor financeiro do alvinegro.

Até agosto, o Corinthians devia R$ 346,1 milhões. Em dezembro do ano passado, o débito era de R$ 313,5 milhões.

A diferença entre o aumento do rombo nos dois últimos anos deve diminuir no final de 2015 por causa das despesas com 13ª salário. A expectativa de Piovezan é de que o crescimento do endividamento fique perto dos R$ 60 milhões em dezembro. Ainda assim, seria uma brusca freada na velocidade da dívida.

“O futebol é um dos principais responsáveis por essa queda no aumento do endividamento. Se você pensar que são cerca de R$ 2 milhões a menos na folha de pagamento por mês, o departamento vai deixar de gastar R$ 26 milhões no ano”, disse Piovezan.

As despesas do futebol corintiano até cresceram em relação a agosto do ano passado. Elas foram de R$ 157,2 milhões para R$ 159,6 milhões. Até agosto de 2015, o departamento de futebol anotava déficit de R$ 17,2 milhões.

“Mas tivemos um incremento em algumas receitas que ajudaram a compensar esses gastos”, disse Piovezan. Em agosto de 2014, o balancete do futebol alvinegro registrava R$ 138,3 milhões no item receita operacional liquida (já descontados impostos). Nos oito primeiros meses de 2015 esse número saltou para R$ 172,5 milhões. Os principais responsáveis pelo incremento das receitas foram o dinheiro recebido pela transmissão de jogos na TV (pulou de R$ 77,3 milhões para R$ 92,2 milhões) e a arrecadação com o programa de sócio-torcedor (foi de R$ 4,2 milhões a R$ 13 milhões).

 


Aidar não se arrepende de vendas de atletas após ‘descobrir’ dívida menor
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Depois de encerrada a janela de transferências para o mercado europeu, Carlos Miguel Aidar disse que tinha calculado errado a dívida do São Paulo. Após promover um desmanche no time, o cartola afirmou que o débito não é de R$ 270 milhões, como chegou a falar, mas de R$ 137 milhões.

Ou se seja, enquanto vendia jogadores em busca de um alívio financeiro e desagradava ao técnico Juan Carlos Osório, o clube devia bem menos do que seu presidente imaginava. O enfraquecimento do time fortaleceu os cofres em R$ 53,4 milhões. O que dizer agora ao treinador, que perdeu oito jogadores desde a sua chegada? Se a diretoria soubesse o valor exato do débito não seria necessário aceitar todas as propostas que vieram do exterior? O técnico poderia ter um time mais robusto para brigar pelo Brasileiro e pela Copa do Brasil?

Segundo Aidar, a dívida menor não teria diminuído a necessidade de vender jogadores. “Nada a ver. São oportunidades (as vendas)”, disse o dirigente ao blog por mensagem via celular.

Horas antes, ele havia dito, em entrevista coletiva, que foi induzido a erro ao calcular uma dívida maior. E quem induziu o presidente? “Fui induzido porque confundiu necessidade futura de caixa com dívida. A dívida é de R$ 137 milhões, toda bancária. Isso explica a diferença”, respondeu o dirigente.

A inusitada declaração admitindo que o débito não é tão grande quanto ele mesmo havia dito, provocou a reação imediata de Juvenal Juvêncio, que lançou Aidar para a presidência, mas hoje é seu principal opositor. “Essa entrevista foi a constatação do mais absoluto descrédito da gestão desse sujeito”, disse o ex-presidente a pessoas próximas. Carlos Miguel não comentou a afirmação.

O rompimento dos dois aconteceu em setembro do ano passado depois de Aidar atacar numa entrevista para a Folha de S. Paulo a gestão de seu antecessor. O principal motivo foi justamente a grave situação financeira.


Déficit contábil do São Paulo em 2014 foi de cerca de R$ 54 milhões
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A diretoria do São Paulo apresenta nesta segunda para aprovação no Conselho Deliberativo seu balanço de 2014 com um déficit contábil de aproximadamente R$ 54 milhões no ano.

Assim como praticamente todos os clubes brasileiros, o time do Morumbi enfrenta forte crise financeira. Logo depois de assumir a presidência, em abril do ano passado, Carlos Miguel Aidar reclamou principalmente das dívidas bancárias feitas por seu antecessor. São gastos por volta de R$ 2,7 milhões mensais com juros bancários. Nesse cenário, o débito com instituições financeiras subiu de R$ 92,8 milhões em 2013 para cerca de R$ 150,4 milhões no ano passado.

A atual administração cortou os gastos em R$ 5 milhões em 2014. Mas as receitas despencaram. Foram R$ 112,8 milhões a menos em 2014 na comparação com o ano anterior.

No último ano completo de gestão de Juvenal Juvêncio, o clube arrecadou R$ 362,8 milhões. Nessa conta entra o dinheiro da venda de Lucas para o PSG (R$ 86,5 milhões). A transferência do jogador fez o clube fechar 2013 com um superávit de R$ 23,5 milhões.

Sem uma grande negociação no ano passado, a receita foi de cerca de R$ 250 milhões. A falta de um patrocinador principal também fez a entrada de dinheiro diminuir e ajuda a explicar o déficit superior a R$ 50 milhões.