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Arquivo : Dudu

Palmeiras descarta conversar com Dudu sobre felicidade
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A recente postagem de Dudu em rede social dando margem para a interpretação de que ele está infeliz por não ter sido vendido para a China causou revolta entre parte dos torcedores, mas será ignorada pela diretoria do Palmeiras.

A direção alviverde descarta chamar o jogador para conversar sobre o assunto. Procurar saber se ele de fato está infeliz, explicar a importância de jogar em alto nível ou até mesmo mostrar descontentamento com o post, modificado na sequência, são  temas que não estão na pauta da diretoria. Um aumento para o atacante com o objetivo de compensar a oferta rejeitada também está fora de cogitação.

Na análise da direção a proposta chinesa por Dudu faz parte do passado (a janela de transferências para o país asiático está encerrada) e não faz sentido conversar com um atleta para pedir que ele dê o seu melhor. É obrigação de todo jogador e pronto.

“Feliz ou não, é a lei da vida. Seguir em frente com a cabeça erguida. Superando tudo o que está por vir”, escreveu o camisa 7. Minutos depois, ele apagou a parte da mensagem que tratava sobre felicidade.

O Shandong Luneng acenou para Dudu com R$ 2 milhões por mês e luvas de aproximadamente R$ 30 milhões por um contrato de quatro anos. Imediatamente, o Palmeiras avisou Dudu que não aceitaria a proposta, pois em janeiro planejou sua permanência pelo menos até o final de 2018.

Se Dudu ficou infeliz com o desfecho da investida chinesa, o sentimento da diretoria palmeirense foi inverso. O clube comemora ter mantido um de seus principais jogadores e ainda negociado Roger Guedes, que estava no Atlético-MG, com o Shandong. A agremiação paulista desfalcou um rival e ainda recebeu cerca de R$ 20,4 milhões.


Palmeiras descarta protestar contra CBF por erro que prejudicou Dudu
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Prejudicado pelo erro da CBF em relação à pré-lista de 35 jogadores convocados para a Copa do Mundo, o Palmeiras decidiu não protestar contra entidade.

Além de evitar críticas públicas, o clube também não pretende reclamar diretamente com a confederação.

A CBF perdeu a data para pedir à Fifa que pré-convocados fossem liberados  para disputar suas competições. Diante disso, recomendou ao Palmeiras que não escalasse Dudu na última quarta-pela Copa do Brasil.

A equipe de Roger Machado sentiu a ausência do atacante, só empatou em casa mas se classificou para a próxima fase.

Nesta sexta (25), a CBF enviou a lista final para a Fifa, com 23 convocados e conseguiu a liberação dos 12 que estavam impedidos de atuar no período pré-Copa.

Assim, Dudu está liberado para enfrentar o Sport neste sábado.

Em vez de reclamar do erro da CBF, a diretoria palmeirense preferiu adotar o discurso de que ficou feliz pela presença de Dudu na lista.

Ao optar pro não protestar contra a confederação, o Palmeiras evita o risco de um novo desentendemto com uma entidade de peso. O clube está em pé de guerra com a Federação Paulista desde a final do Estadual.

A diretoria alviverde alega que foi prejudicada por suposta influência externa na arbitragem na decisão com o Corinthians. E acusa a FPF de não ter interesse em investigar o caso.

A entidade paulista é comandada por Reinaldo Carneiros Bastos, que planejava se candidatar à presidência da CBF, mas não conseguiu registrar sua chapa. Apesar de afirmar apoiar a atual diretoria, Bastos ficou rotulado como opositor na confederação.


Diretoria do Palmeiras decide ignorar críticas de Andrés Sanchez
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A diretoria do Palmeiras decidiu ignorar as críticas feitas pelo corintiano Andrés Sanchez sobre como o atual vice-campeão paulista administra seu departamento de futebol. Internamente, o discurso é de que o ataque do adversário é irrelevante.

Andrés, em recente entrevista, afirmou que acha injusto Dudu ganhar a metade do que outros palmeirenses recebem, segundo ele. “O Palmeiras tem que entender que não adianta pagar R$ 1 milhão para um jogador, e o capitão ganhar R$ 400 mil, R$ 500 mil. Ofereceram R$ 50 mil por jogo mais R$ 1,5 milhão para o Ricardo Goulart, é isso que faz perder campeonato”, disparou o presidente do Corinthians em trecho da entrevista.

A diretoria palmeirense, no entanto, tomou a decisão de não rebater o cartola e assegura a quem pergunta que não procurou Dudu para comentar o assunto. A conversa no Palmeiras é de que o deputado federal deu uma demonstração de receio e respeito pelo rival com suas declarações.

Os disparos de Andrés foram comparados no alviverde com as cutucadas que ele costumava dar no São Paulo, na ocasião presidido por Juvenal Juvêncio, em sua primeira passagem pela presidência no Parque São Jorge.

Os valores supostamente oferecidos a Goulart são negados. O discurso palmeirense é de que neste momento não há interesse em sua contratação já que é considerado impossível o chinês Guangzhou Evergrande liberar o jogador por um preço que o alviverde possa pagar.

Andrés também falou que Corinthians e rival brigam por Gil, mas o Palmeiras nega estar tentando o zagueiro agora.

 


De olho no exterior, Dudu assina com agente que levou Neymar ao Barcelona
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Com Danilo Lavieri, do UOL, em São Paulo

O palmeirense Dudu decidiu trocar seus empresários. Após não renovar contrato com a OTB Sports, dos agentes Bruno Paiva e Marcelo Goldfarb, o atacante assinou compromisso com André Cury. Seu novo empresário é representante do Barcelona no Brasil e atuou na transferência de Neymar para a equipe catalã.

Cury confirmou a negociação ao blog. Sua empresa, a Link Assessoria Esportiva, assegurou o direito de representar o jogador nos próximos dois anos.

“A única coisa que o Dudu me pediu foi para trazer uma proposta boa do exterior no final do ano, de preferência da Europa. Uma proposta que seja boa para ele e para o Palmeiras. Mas antes ele quer ganhar tudo pelo Palmeiras neste ano”, afirmou Cury.

Além de trabalhar para o Barça, o agente tem trânsito em outros clubes. Ele intermediou a transferência de Paulo Henrique Ganso para o Sevilla, por exemplo.

O vínculo de Dudu com a OTB terminou no último dia 23. A proximidade do final do acordo havia despertado o interesse de outros agentes em contar com o atleta.

Valorizado, o jogador não chegou a um acordo com a empresa para a renovação. A reportagem procurou a OTB e a assessoria de imprensa de Dudu, porém as duas partes disseram que não se manifestariam sobre o assunto.


Novo acordo com Crefisa preocupa órgão do Palmeiras, mas não a diretoria
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O novo acordo entre Palmeiras e Crefisa, que obriga o clube a ressarcir a patrocinadora por todo investimento feito por ela em contratações, preocupa pelo menos parte dos membros do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) do clube, enquanto a diretoria demonstra segurança.

O maior temor dos “cofistas” é de que a agremiação tenha um considerável prejuízo caso não consiga vender com lucro alguns dos atletas trazidos pela parceira. Há também incômodo com o fato de o novo formato tornar impossível calcular quanto o alviverde terá de repassar aos donos da empresa e da FAM (Faculdade das Américas), José Roberto Lamacchia e Leila Pereira. Na opinião deles, a nova situação bagunça a previsão orçamentária do clube.

Pelo acordo antigo, alterado por exigência da Receita Federal, o Palmeiras só precisava devolver a mesma quantia investida pela parceira em cada jogador se conseguisse vender o atleta. Se vendesse por mais, o lucro seria da agremiação. Caso a negociação ocorresse por menos, o prejuízo seria só da empresa. Agora o Palmeiras fica com eventuais lucros, mas é obrigado a ressarcir os empresários pelo valor injetado. Assim, se um atleta ficar sem contrato e sair de graça, o alviverde tem até dois anos para pagar a patrocinadora.

Como mostrou o UOL Esporte, o presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte afirmou que a sociedade esportiva  terá que devolver R$ 120 milhões para a parceira.

Inseguros, alguns membros do COF querem examinar todos os contratos referentes a contratações bancadas pelo casal de milionários para avaliar os riscos. Na contramão dessa insegurança, a diretoria se apoia em uma série de motivos para sustentar que o novo formato não é ruim.

Um dos principais argumentos é de que a diretoria espera quitar a dívida com o ex-presidente Paulo Nobre até o fim deste ano. Isso daria um alívio de aproximadamente R$ 50 milhões anuais para o acerto com a Crefisa.

A recente rotina de aumentos de receita do clube também faz a direção adotar um discurso confiante. De acordo com o balancete de dezembro, o Palmeiras fechou 2017 com arrecadação recorde de aproximadamente R$ 531,1 milhões.

Outro ponto de apoio da diretoria é a avaliação de ser praticamente impossível que todos os atletas contratados pela Crefisa deixem o clube de graça, o que geraria o prejuízo de R$ 120 milhões. O calculo é de que alguns jogadores vão sair com lucro, outros por menos do que foi investido e ainda que talvez alguém vá embora de graça. Nessa conta, uma negociação compensa a outra e acaba sobrando dinheiro para ressarcir o casal de empresários.

Os cartolas também apostam na valorização da maior parte dos atletas contratados. Dudu é o principal exemplo dado. Ele chegou com preço total de 6 milhões de euros e já teve oferta recusada de aproximadamente 14 milhões de euros.

Somando todas essas análises, a direção palmeirense conclui que o acordo antigo com a Crefisa era excelente e que o novo é ainda muito bom. Ou seja, na opinião dos cartolas não há motivo de desespero.


Medo de reservas irritados? Palmeiras vê trabalho para controlar vestiário
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Lucas Lima, Gustavo Scarpa, Dudu, Felipe Melo, Borja, Guerra… Para parte dos conselheiros do Palmeiras tantos jogadores de bom nível fazem o time correr o risco de ter um vestiário tumultuado nesta temporada. O temor é de que quem ficar na reserva reclame e azede o ambiente.

O desentendimento entre Felipe Melo e Cuca em 2017 depois de o volante perder espaço entre os titulares é citado como exemplo do que pode acontecer.

No entanto, a diretoria não demonstra preocupação. O discurso é de que há convicção no trabalho da direção e da comissão técnica para manter o vestiário sob controle. E que não seria sensato perder oportunidades de mercado, como a contratação de Scarpa, pensando num eventual efeito colateral provocado pela quantidade de bons atletas.

Outro argumento é de que o problema no ano passado não foi a falta de harmonia no elenco e nem entre jogadores e comissão técnica. A avaliação é de que a maior dificuldade foi um atraso no planejamento provocado pela demora na definição se Cuca iria continuar no clube. A partir daí, a montagem da equipe atrasou.

Para começar a última temporada como técnico alviverde, Eduardo Baptista foi anunciado na metade de dezembro de 2017. Roger Machado, treinador atual, foi definido em 22 de novembro. O clube começou 2018 com o grupo quase fechado.

Apesar do receio de problemas com jogadores insatisfeitos, a maioria dos conselheiros elogia o nível dos atletas contratados. Mas há novas críticas em relação aos gastos, em especial por parte de aliados do ex-presidente Mustafá Contursi, que prega austeridade financeira.

A direção, considera o elenco pronto, mas afirma que novos reforços podem chegar se aparecerem boas oportunidades. Ricardo Goulart ficar disponível seria uma.


Cobranças no Palmeiras atingem de jogadores ao presidente
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No final da noite da última quarta-feira, celulares de conselheiros do Palmeiras começaram a tocar freneticamente. Do outro lado da linha colegas de clube indignados coma derrota por 3 a 1 para o Vitória, sacramentada pouco antes em Salvador.  As conversas madrugada adentro sinalizavam uma pressão em efeito dominó capaz de atingir jogadores, comissão técnica e dirigentes. Mostravam também como o clima no clube foi da euforia motivada pela esperança do título brasileiro à revolta em apenas dois jogos. O vento havia começado a mudar no revés no clássico de domingo vencido pelo Corinthians por 3 a 2.

A cúpula palmeirense, no entanto, minimiza no clima de cobrança. Acredita existir na verdade apenas uma movimentação política por parte de militantes do ex-presidente Mustafá Contursi, que tem pontos de divergência com a atual administração.

Em campo, Egídio, Juninho, Mayke e Erik viraram alvo de conselheiros de diferentes correntes políticas que pedem que eles não sejam mais escalados. Também há insatisfeitos com Dudu. Um deles passou a chamar o atacante de Pikachu da Água Branca. A junção do nome da criatura fictícia criada pela Nintendo com o bairro na vizinhança do Allianz Parque é uma maneira de protestar contra o jogador. A crítica é de que neste Brasileiro ele só estaria desequilibrando jogos contra adversários de menor expressão, preferencialmente em casa, não fazendo o mesmo em clássicos decisivos.

Se os atletas mal avaliados por conselheiros não deixam o time, a insatisfação passa a ser também com o técnico. Mas a bronca com a Alberto Valentim não é só por ele manter na equipe jogadores criticados. A lista é extensa. Os nove gols sofridos e oito marcados nas últimas quatro partidas viraram argumento para dizer que o treinador joga a equipe pra frente desordenadamente e expõe a defesa. O ex-auxiliar é “cornetado” por não conseguir arrumar o sistema defensivo  e nem cobrir brechas deixadas por seus laterais.

Um dos principais motivos de descontentamento é a ausência de Felipe Melo entre os titulares. Os críticos do substituto de Cuca ainda lamentam o fato de o volante não ter jogado em Itaquera. Argumentam que o clássico é pra jogadores cascudos como ele. O meio-campista também é usado para sustentar a tese de que Valentim não fez mudanças radicais após a saída de seu ex-chefe para buscar uma melhora acentuada de desempenho. Por tudo isso, os insatisfeitos fazem coro para que outro treinador seja contratado depois do final do Brasileirão.

E se o treinador não breca a repetição de erros do time e nem troca quem está mal logo a diretoria passa a ser responsabilizada. As duas últimas derrotas fizeram conselheiros que são antigos críticos de Alexandre Mattos, a maioria alinhada com  Mustafá, retomar os ataques ao dirigente remunerado. O novo barulho acontece porque ele não estaria cobrando o técnico, apontando falhas e sugerindo mudanças.

E se o diretor remunerado não enquadra o treinador, as flechas atingem o presidente do clube. Maurício Precivalle Galiotte é criticado por supostamente não exigir que Mattos atue para corrigir a rota. O dirigente teria deixado, assim como Paulo Nobre, o funcionário ter muita autonomia. Isso se estende a contratações. Para os críticos, o poder aumentou pelo fato de ele estar entrosado com Leila Pereira e José Roberto Lamacchia, conselheiros e patrocinadores que ajudam o clube a investir em reforços.

Sob a argumentação de que é necessário alguém do clube supervisionado os profissionais do departamento de futebol, um grupo de conselheiros, liderados por “mustafistas”, planeja pedir ao presidente que nomeie um conselheiro como diretor não remunerado. Além de fazer esse papel, ele seria os olhos e ouvidos de Galiotte junto à equipe.

Política

Integrantes da atual gestão minimizam as críticas. Atribuem, principalmente as feitas a Mattos e a Galiotte ao grupo de Mustafá. Avaliam que a pressão acontece porque o ex-dirigente estaria insatisfeito por não ter sugestões atendidas pelo presidente. Entre elas estariam o corte de profissionais considerados caros pelo veterano cartola. O ex-presidente nega que seja contra o profissionalização de todos os setores do clube defendida por Galiotte. Mas admite ser contra gastos que considera altos e ineficientes. Publicamente, já criticou a grande quantidade de jogadores contratados no início de cada temporada desde a chegada de Mattos.

Galiotte não dá sinais de se incomodar com a pressão. O discurso interno do dirigente é de que continuará tocando o plano de contar com profissionais especializados em cada área. Se a palavra for mantida, a demissão do diretor de futebol e a nomeação de um conselheiro para acompanhar seu trabalho estão descartadas.

O blog procurou falar com Mattos e Galiotte por meio da assessoria de imprensa do Palmeiras, mas não obteve resposta até a publicação deste post.


Ofertas recusadas pelo Palmeiras pegam mal com agentes credores do clube
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A decisão do Palmeiras de recusar ofertas milionárias por alguns de seus jogadores pegou mal entre parte dos empresários que têm pagamentos atrasados a receber do clube. Nenhum deles se queixa publicamente, mas nos bastidores há os que tratam o gesto alviverde como contraditório. Na visão deles, o clube não está em condições de rejeitar grandes negócios, pois tem débitos para quitar.

O sentimento é de que o Palmeiras deveria ter feito ao menos uma venda e usado fatia da bolada para reduzir suas dívidas com eles.

Curiosamente, entre os jogadores que poderiam ser vendidos estão atletas ligados a empresários credores do clube. Em tese, se eles fossem negociados, seus agentes receberiam os atrasados.

É o caso do zagueiro Vitor Hugo. O Palmeiras, dono de metade dos direitos econômicos dele, recusou 7 milhões de euros oferecidos pela Fiorentina por ele ao mesmo tempo em que deve três parcelas referentes à comissão pela intermediação de sua contratação ao escritório que representa o jogador. Nesse caso as duas partes seguem negociando amigavelmente o pagamento da dívida, pois não houve manifestação de revolta do estafe do atleta com a recusa.

Episódio semelhante envolve Dudu, que interessava ao futebol chinês, mas teve sua transferência descartada pelo presidente Paulo Nobre. No final de abril, a empresa Think Ball & Sports Consulting entrou na Justiça cobrando mais de R$ 560 mil referentes a pagamentos atrasados de comissão pela intermediação da negociação.

Outro que tem prestações atrasadas por ter levado um jogador ao clube é o ex-atleta Lincoln, empresário de Leandro Almeida, emprestado ao Internacional.

O Palmeiras ainda recusou proposta do Spartak de Moscou por Róger Guedes, que tem 25% de seus direitos econômicos vinculados ao alviverde.

Indagada sobre o motivo dos atrasos, a diretoria do Palmeiras respondeu por meio de sua assessoria de imprensa que o clube “não se manifestará por entender que o Blog do Perrone não é o foro adequado para discutir seus assuntos financeiros”.


O que Tite viu no empate entre Palmeiras e Santos
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Cumprindo sua promessa de acompanhar o maior número possível de jogos no Brasileirão, Tite, treinador da seleção brasileira, foi ao Allianz Parque assistir ao empate em um gol entre Palmeiras e Santos. E ele viu…

… o alviverde abrir o placar antes dos 15 minutos do primeiro tempo pela quarta vez seguida no Brasileirão. Mina fez com seis minutos de jogo. As outras foram aos 7 minutos diante do Figueirense, 14 minutos contra o Sport e 10 minutos no duelo com o Cruzeiro.

… como será  importante marcar Mina na bola aérea quando o Brasil enfrentar a Colômbia. O zagueiro saiu machucado ainda no primeiro tempo após fazer seu primeiro gol pelo Palmeiras. E de cabeça.

… o time da casa cair de produção no segundo tempo depois de marcar no começo do jogo, como ocorreu contra o Sport. A diferença é que diante dos pernambucanos os comandados de Cuca acordaram depois de sofrerem o gol de empate e venceram com tranquilidade, por 3 a 1.

… a falta que Gabriel Jesus e Roger Guedes fizeram ao Palmeiras.

… Gabigol ser vital para o Santos, mesmo sem ser brilhante, ao fazer a jogada do gol de empate.

…. Dudu tentar um ou outro lance de efeito. Pouco para o potencial que tem.

… Gabigol e Dudu discutirem por bobagem, como ele não gosta de ver seus jogadores fazerem.

… o goleiro da seleção olímpica Fernando Prass ser pouco exigido e não ter culpa no gol que sofreu numa bola desviada na zaga alviverde.

… Lucas Lima ter uma atuação discreta.

… Thiago Maia desperdiçar execlente chance de gol num chute bizarro no segundo tempo, decretando o empate.


Palmeiras mistura força coletiva e talento individual para seguir líder
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Pegue dois ou três jogadores com talento para desequilibrar uma partida e os coloque para jogar num time aplicado taticamente e bem treinado contra uma equipe de inferior qualidade técnica. Essa combinação resultou na vitória por 4 a 0 do Palmeiras nesta quinta sobre o Figueirense no Allianz Parque.

A força coletiva foi vista logo de cara com um gol aos 8 minutos do primeiro tempo numa demonstração de obediência do time em relação a Cuca, que pede para seus comandados sufocarem os rivais desde o início jogando em casa.

Bem treinado e entrosado, o Palmeiras marcou dois gols de cabeça após cruzamentos. Falando assim, parece até que o alviverde foi um time de soldadinhos de chumbo que se limitaram a seguir automaticamente o que Cuca pediu.

Nada disso. Também teve criatividade e alguns importantes lances individuais, principalmente com Moisés, que saiu machucado, Dudu e Gabriel Jesus, não por acaso autores dos gols.

Assim, salpicando uma pitada de talento individual na força coletiva, na obediência tática, no pragmatismo, o Palmeiras se manteve na liderança do Brasileirão.