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Empresa confirma acordo para gerir estacionamento da Arena Corinthians
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Por meio de sua assessoria de imprensa, a Indigo confirmou ao blog que fechou acordo para administrar o estacionamento da Arena Corinthians. O clube pretende anunciar oficialmente a troca da Omni, antiga gestora da área, pela nova parceira na próxima semana.

A mudança deveria ter acontecido faz mais de um ano. Em fevereiro de 2017, o alvinegro anunciou a Indigo no telão de seu estádio. Porém, a Omni não aceitou a rescisão unilateral do contrato negando que tenha cometido falhas contratuais e acabou permanecendo no negócio.

A assessoria da Indigo afirmou ainda não ter detalhes de como será a operação na casa corintiana. Já os cartolas alvinegros classificam a troca como mais vantajosa financeiramente, além de exaltarem a substituição de uma empresa que não tinha experiência no ramo por outra especializada. Em seu site, a Indigo declara administrar mais de 5,4 mil estacionamentos em 16 países.

O contrato com a Omni para a gestão do estacionamento da arena é um dos mais criticados pelo clube. Sem nunca ter atuado no ramo, a parceira terceirizou o serviço. No ano passado, o acordo foi usado como munição para conselheiros que pediam o impeachment do presidente Roberto de Andrade. Pouco antes da votação sobre o afastamento, o clube anunciou a troca que não se concretizou. O dirigente se manteve no poder.

A Omni presta outros serviços para o Corinthians. O principal deles é a administração do programa de sócio-torcedor, que também terá seu contrato revisto.

Vale lembrar que a empresa chegou ao clube na primeira passagem de Luis Paulo Rosenberg pela diretoria de marketing e de Andrés Sanchez pela presidência para implantar o Fiel Torcedor. Agora as mudanças são preparadas com os dois dirigentes de volta aos cargos.

Marta Alves de Souza Cruz Ravaglio, sócia da Omni, não respondeu ao blog sobre o assunto.


Corinthians volta a encaminhar troca de gestora do estacionamento da arena
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Mais de um ano depois de ser anunciada como nova gestora do estacionamento da Arena Corinthians, a Indigo voltou a negociar sua entrada no estádio. Da primeira vez, em fevereiro do ano passado, a parceria não foi concretizada porque a Omni, atual gestora, não aceitou a rescisão unilateral de seu contrato por supostas falhas.

Agora a diretoria alvinegra considera bem encaminhados o distrato com a Omini e o acerto com sua substituta. “A Indigo informa que as negociações foram retomadas e nos próximos dias devemos ter boas notícias”, afirmou ao blog a empresa por meio de sua assessoria de imprensa.

Antes de avançar com a Indigo, o Corinthians chegou a ter contato com a Estapar, outra conhecida empresa do ramo, mas a conversa não evoluiu.

A tentativa de  troca faz parte do plano da diretoria de marketing, comandada por Luis Paulo Rosenberg, para tornar a arena mais eficiente em termos financeiros.

O contrato com a Omni, é um dos mais criticados no clube e foi usado entre os argumentos de conselheiros que queriam o impeachment de Roberto de Andrade no ano passado. Pouco antes da reunião para votar seu afastamento, ele anunciou a Indigo como gestora. O cartola se manteve no cargo.

A Omni chegou ao Corinthians também com Rosenberg dirigindo o marketing e Andrés Sanchez na presidência, como agora. Na ocasião, no entanto, a empresa apenas geria apenas o programa de sócio-torcedor do clube. Ela nunca havia trabalhado com estacionamentos e terceirizou o trabalho. Hoje, a Omni, além de continuar com o Fiel Torcedor, presta outros serviços na arena e eles devem ser mantidos.

 


Conheça as suspeitas que envolvem o estacionamento da Arena Corinthians
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Cláusulas contratuais mais favoráveis à parceira do que ao clube e suspeitas de irregularidades na operação transformaram o contrato de gestão do estacionamento da Arena Corinthians numa metralhadora para conselheiros tentarem derrubar Roberto de Andrade. O afastamento será julgado nesta segunda no Conselho Deliberativo e se for aprovado terá que ser ratificado pelos sócios.

Os problemas vão além do fato de o presidente alvinegro ter assinado o contrato com a Omni com data anterior à sua posse. Esse fato foi visto pela comissão que julgou o pedido de destituição como insuficiente para tirar Andrade do trono, pois não teria sido provado que o episódio causou dano à imagem do Corinthians, como alegam membros do conselho.

A oposição, porém, sustenta que existem outros elementos que indicam prejuízo material ao clube, o que também daria motivo para o impeachment, além da alegada sonegação de informações por parte do dirigente aos conselheiros. O cartola nega ter cometidos falhas que permitam seu afastamento.

O estacionamento ganhou até um dossiê feito pelo conselheiro Romeu Tuma Júnior e seu grupo na tentativa de sustentar que Andrade assinou um contrato lesivo ao clube.

De cara, o fato de o Arena Fundo de Investimento Imobiliáro, responsável pelas contratações do estádio e do qual o Corinthians faz parte, ter contratado uma empresa que não tinha objeto social ligado à operação de estacionamentos é usado para indicar o prejuízo. O contrato, que desde a sexta retrasada o fundo tenta rescindir unilateralmente, prevê que a Omni fica com 30% da receita liquida obtida com o estacionamento durante os jogos.

A empresa contratou prestadores de serviço para fazer a operação, como admitiu Andrade em sua defesa por escrito no processo de impeachment. Quem discorda do acordo afirma que deveria ser contratada diretamente uma empresa para operar a área, como está sendo feito agora com a Indigo. Assim, haveria economia. O argumento é de que a contratação da Omni só beneficiou a intermediária.

Apenas no segundo semestre do ano passado a parceira corintiana criou outra empresa especializada em estacionamentos, mas ela ainda não começou a funcionar.

Nota Fiscal

O dossiê sobre o caso traz cópia de reclamação feita por torcedor junto à prefeitura por não ter recebido Nota Fiscal Paulistana ao comprar seu tíquete para o estacionamento em 5 de outubro do ano passado.  O caso está sendo analisado pela prefeitura.

Se não emitir Nota Fiscal Paulistana for mesmo praxe na arena, a dúvida passa a ser se a empresa recolhe corretamente o ISS (Imposto Sobre Serviços). O recolhimento dele está previsto no contrato, diminuindo a receita que fica com o Fundo. Ou seja, se não ocorrer o pagamento do imposto, o Corinthians, membro do fundo, tem prejuízo porque o valor do tributo é descontado da receita bruta, diminuindo o que sobra para a arena. Também há o temor de possíveis sanções ao clube.

O relatório feito por Tuma Júnior e seu grupo também traz documentos para mostrar que a Omni paga seus impostos pelo sistema Simples Nacional, válido para empresas que têm faturamento bruto anual de até R$ 3,6 milhões. A questão aqui também é se a gestora do estacionamento recolhe corretamente seus tributos ou está pagando a menos. Vale lembrar que ela também fatura com Fiel Torcedor, além de outros contratos ligados ao Corinthians.

Seguro vencido?

Há ainda no dossiê cópia do tíquete do estacionamento fornecido no jogo contra o Santo André, o primeiro do Corinthians em casa neste Campeonato Paulista, com apólice de seguro vencida em 26 de agosto de 2016.

O blog procurou Marta Alves de Souza Cruz, sócia e diretora da Omni. Por mensagem de celular ela disse que houve um erro de gravação na data do seguro e que ele vale até 2017. A empresária, porém, não respondeu às perguntas sobre as outras supostas irregularidades.

Eterna?

Um dos pontos mais criticados do trato com a Omni é o fato de o acordo ter sido assinado por dez anos com opção por renovação por outros dez, invadindo a administração de futuros presidentes. Mas há outra controvérsia ligada ao prazo no contrato para locação da área em que funciona o estacionamento. A lei 8.245 diz que em aluguéis comerciais o inquilino tem direito à renovação pelo mesmo prazo do contrato anterior desde que o acordo seja por pelo menos cinco anos. Como foi firmado com a Omni compromisso de dez anos, em tese, caso o clube quisesse colocar outra empresa no local, como quer agora, seria praticamente impossível fazer a mudança sem alegar descumprimento contratual. A renovação nesses termos também impede que sejam cobradas luvas.

O novo contrato com a Indigo será por quatro anos. Assim, ela não terá direito à renovação.

Mistério

E quanto o estacionamento da arena gera de receita? A resposta é difícil de ser obtida porque os relatórios financeiros enviados pelo clube para Federação Paulista e CBF não trazem essa informação. Documento feito pela empresa que auditou o balanço da arena de 2015 também não cita as receitas arrecadadas com carros estacionados no estádio.

O número ainda ficou de fora de apresentação das metas da arena para 2016 ao Conselho Deliberativo do clube em março do ano passado.

Entre os pontos considerados lesivos ao Corinthians por conselheiros está a cláusula 1.2, na qual a Omni declara que os parâmetros de operação serão regulados diretamente com o clube, sem qualquer espécie de vínculo ou solidariedade entre Corinthians e fundo. Para conselheiros, esse item faz o alvinegro se responsabilizar sozinho por eventuais problemas.

Outros pontos polêmicos do acordo são o fato de só a Omni poder rescindir o compromisso sem falha da outra parte e a validade retroativa do contrato. Datado de janeiro de 2015, ele começou a valer na prática em 2014.

O blog enviou perguntas sobre o tema para as assessorias de imprensa do Corinthians que cuidam da arena e do presidente, mas nenhuma respondeu até a publicação deste post. Rodrigo Cavalcante, representante do fundo, também não atendeu ao blog.


Troca em estacionamento da arena gera novo problema para Roberto de Andrade
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A troca da Omni, empresa do Omnigroup, pela Indigo como responsável pelo estacionamento da arena Corinthians trouxe mais problemas para a diretoria comandada por Roberto de Andrade, alvo de um processo de impeachment.

Agora a dor de cabeça para a direção é que a troca foi feita sem que o Conselho Deliberativo fosse consultado. “Na última reunião (em 30 de janeiro), ficou estabelecido que contratos relevantes envolvendo a arena não poderiam ser feitos sem passar pelo conselho. Então, agora estou pedindo o distrato com a Omni e o contrato com a Indigo, se eles foram de fato feitos”, afirmou ao blog, Carlos Guilherme Strenger, presidente do conselho.

Como há uma comissão criada no conselho para discutir tudo que envolve a casa alvinegra, o conselheiro Romeu Tuma Júnior sugeriu que nenhum documento importante relativo a arena fosse assinado sem prévia autorização dos integrantes do órgão. A medida foi aprovada na presença de Andrade. “Se um contrato foi rescindido, e outro foi assinado, ele (presidente do clube) descumpriu duas vezes a decisão unânime do conselho”, afirmou Tuma Júnior.

O caso se torna mais sensível porque o contrato com a Omni é um dos atos de Andrade que embasam o pedido de impeachment. Ele foi assinado com uma data na qual o cartola ainda não era presidente. Além disso, o acordo era considerado lesivo ao clube por conselheiros. O dirigente alega que assinou a papelada depois de tomar posse e que houve apenas um erro na data.

Procurada, a assessoria de imprensa do Corinthians responsável pela arena afirmou que o “tema (mudança na operação do estacionamento) foi conduzido pelo Arena Fundo de Investimento (que tem Corinthians e uma das empresas da Odebrecht como cotistas)”. Ou seja, a iniciativa não teria partido de Andrade ou de sua diretoria.

Porém, no site da arena, quem deu declaração sobre a troca foi o presidente corintiano, não um representante do fundo. Ele deixou clara a participação do clube na formalização da nova parceria. “Pensamos sempre em proporcionar a melhor experiência aos torcedores que vem à Arena Corinthians, seja por um jogo ou simplesmente para visitação. Por isso, estamos muito satisfeitos em formalizar este acordo, que vem sendo discutido desde o ano passado”, disse o dirigente à página oficial.

Ao revelar que as conversas com a nova responsável pelo estacionamento acontecem desde 2016, Andrade joga um ponto de interrogação em sua defesa por escrito contra o impeachment, pedido no final do ano passado. Na peça, o presidente e seu advogado, Alberto Bussab, diretor jurídico alvinegro, defendem o contrato com o Omnigroup. Eles escreveram que a escolha da antiga parceira foi feita com a concordância dos cotistas do fundo em “razão da plataforma tecnológica já utilizada pela empresa na venda de ingressos e no controle de acesso aos jogos do SCCP, envolvendo inclusive o plano Fiel Torcedor, o que facilita a operação com a utilização da mesma plataforma pelos interessados em estacionar seus veículos”.

Apesar de esse argumento ter sido escrito recentemente, agora o presidente avalia, como disse ao site do estádio, que a nova parceria trará muitos benefícios aos torcedores que vão aos jogos de carro. E, pelo barulho feito pela mudança, muitos pedidos de explicação feitos por conselheiros à diretoria e acusações de desrespeito ao órgão.

 


Como Andrade defende acordo considerado lesivo por conselheiros corintianos
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Pense num contrato válido por dez anos com opção de renovação por mais dez anos desde que seja igualada eventual proposta de terceiros. Apesar da vida longa do compromisso, a empresa pode rescindir quando quiser sem pagar multa. Já o contrante só tem o mesmo direito se comprovar falhas da outra parte. Além disso, a contratada não tem experiência na área relativa ao acordo.

Esse é o caso do compromisso firmado entre o Ominigroup e o fundo que administra a Arena Corinthians, com o clube como anuente, para a locação do estacionamento do estádio alvinegro. O trato é crivado de críticas por conselheiros do clube que o consideram lesivo para a agremiação. Mas o acordo é defendido por Roberto de Andrade. Em sua defesa por escrito no processo que pede o impeachment do cartola, o presidente corintiano defendeu também o contrato que assinou com data anterior à eleição da qual saiu vencedor.

A cláusula 4.3 diz que o Omnigroup poderá rescindir o contrato “a qualquer momento e sem incidência de qualquer tipo de multa”. Para isso basta comunicar o fundo com 90 dias de antecendência em relação à data pretendia para o encerramento do compromisso.

Por sua vez, o Arena Fundo só pode pedir a rescisão sem multa em quatro casos: falta de pagamento do aluguel por 30 dias, se ao final do ano os valores repassados pela locação não atingirem o mínimo combinado (R$ 1.350.000 por exercício fiscal), descumprimento ou cumprimento irregular de qualquer cláusula do contrato por parte da empresa, desde que a falha não seja sanda em até dez dias, e falta de acordo com o Corinthians sobre os parâmetros para a operação do estacionamento.

O valor do aluguel é de 70% da receita líquida obtida com a operação do estacionamento.

Outro ponto polêmico do acordo é o que determina que o contrato, assinado em janeiro de 2015, tem validade retroativa e é considerado em vigência desde outubro de 2014. Ou seja, até então, o estacionamento operava sem um compromisso formal entre as partes.

Ao se defender contra o impeachment, Andrade, primeiro, ressalta que quem loca o estacionamento para a empresa é o fundo, não o clube, que aparece como interveniente e anuente.

Em seguida, o presidente faz uma série de colocações para rebater a alegação dos autores do pedido de afastamento de que o objeto social do Omnigroup é inadequado para a exploração de estacionamentos.

Andrade e Alberto Bussab, diretor jurídico corintiano, afirmam que o contrato “não implica que a Omnigroup opere diretamente os espaços de estacionamento existentes na Arena Corinthians, ficando a operação a cargo de empresa de gestão regularmente registrada” para a função. Mas essa explicação alimenta mais críticas sob a alegação de que não havia a necessidade de se contratar um intermediário que fica com 30% das receitas liquidas. Poderia ter sido contratada diretamente uma empresa especializada no ramo.

No documento o presidente ainda diz que “a escolha da Omnigroup foi feita de comum acordo entre os quotistas do fundo em rezão da plataforma tecnológica já utilizada pela empresa na venda de ingressos e no controle de acesso aos jogos do SCCP, envolvendo inclusive o plano Fiel Torcedor, o que facilita a operação com a utilização da mesma plataforma pelos interessados em estacionar seus veículos” na arena.

Andrade também sustenta que a empresa abriu recentemente uma filial para operação comercial de estacionamento com o objetivo de explorar o local diariamente quando houver “autorização dos órgãos públicos competentes”.

O presidente, no entanto, não dá explicações sobre só a parceira ter o direito de rescindir o contrato sem que a outra parte não tenha cometido falhas. E nem em relação ao fato de o compromisso poder chegar a vinte anos, invadindo gestões de vários dirigentes.


Prefeitura se nega a dar rua ao Corinthians e manda área virar zona azul
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Está lembrado da história da avenida que o Corinthians transformou em estacionamento em frente ao Parque São Jorge, sede do clube? A Prefeitura negou pedido para formalizar a escritura de concessão de uso em favor do alvinegro. E informou que o espaço continuará sendo aproveitado como estacionamento, mas no sistema de zona azul, ou seja, local público para se estacionar.

A decisão, publicada pelo Diário Oficial de São Paulo no último dia 6, foi tomada pelo Departamento de Gestão do Patrimônio Imobiliário, que fez questão de ressaltar o futuro uso do estacionamento por alunos de instituições de ensino da região.

Se a medida for concretizada, sócios do clube também continuarão podendo usar o local. A diferença é que o Corinthians não poderá mais cobrar pelo estacionamento, que hoje tem até uma cancela definindo a área como privativa. A cobrança passará a ser feita pela prefeitura por meio da venda de talões.

Procurada pelo blog, a assessoria de imprensa da Prefeitura não soube dizer se cabe recurso. No entanto, informou também que o pedido de concessão foi indeferido porque questões jurídicas impedem a manutenção da concessão. Luiz Alberto Bussab, diretor jurídico do Corinthians, não atendeu aos telefonemas do blog.

Paralelamente a um processo na Justiça, o Corinthians vinha negociando com a prefeitura para ficar com o terreno.

A avenida em questão é a Condessa Elizabeth Robiano, pista local da Marginal Tietê. Em 1996, a concessão da área foi feita pela prefeitura. Só que o município entrou com uma ação de reintegração de posse em 2009, durante a administração de Gilberto Kassab. Na ocasião, entre outros motivos, foi alegada falta de respaldo jurídico para a lei que permitiu a concessão.

O Corinthians recorreu e, em 2013, a Justiça voltou a autorizar a prefeitura a reaver o terreno. A diretoria do clube, então, publicou em seu site que tinha a palavra das autoridades municipais de que não haveria execução imediata para a retomada da avenida. Explicou também que negociaria com os setores responsáveis na prefeitura para encontrar uma forma de o clube adquirir o terreno de forma definitiva, desconsiderando a cessão precária feita anteriormente”.

Nesta quarta, a assessoria da prefeitura também não soube dizer quando o estacionamento privativo será transformado em zona azul.


Com medo de bombas e depredações Palmeiras pede para que seu estacionamento seja evitado
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Colaborou Danilo Lavieri, do UOL Esporte

Medo de bombas e depredações fez a direção do Palmeiras orientar funcionários e conselheiros a não deixarem seus carros no estacionamento da sede social. O clube diz aos donos dos veículos que o risco é grande e que não tem com evitar possíveis danos.

Na última segunda, dia em que só áreas administrativas funcionam, o estacionamento ficou vazio.

Dirigentes também temem tentativas de agressão a quem vai ao clube. Segundo relatos de funcionários, torcedores ficam num bar próximo e esperam a aproximação de veículos para hostilizar conselheiros, funcionários e dirigentes na entrada e na saída.

Como mostra reportagem do UOL Esporte, no último domingo, coquetéis molotov foram arremessados no CT alviverde.

Funcionários e cartolas já estão em estado de alerta por causa do jogo de domingo contra o Fluminense. Avaliam que a sede do Palmeiras será alvo de novos protestos logo após a partida, em caso de nova derrota.

Atualização

Também com medo de atentados a seus carros, os jogadores do Palmeiras evitaram usar o estacionamento reservado para eles no CT nesta terça. Deixaram seus veículos na área reservada para a imprensa, que fica mais longe da rua.

 


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