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Ala de organizada do São Paulo cita reuniões secretas com Leco. Clube nega
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O racha entre membros da Independente do interior e da capital abriu uma ferida que incomoda conselheiros do São Paulo: a relação da diretoria com a direção da torcida.

Em publicação numa rede social, a filial de Campinas da organizada apontou existirem encontros sigilosos entre a direção da uniformizada e o presidente são-paulino, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. O objetivo do post era comentar problemas ocorridos entre as duas alas na estreia da equipe na Copa São Paulo na semana passada.

“Só porque não concordamos com vocês somos os errados da história? E as reuniões secretas com o Leco e a diretoria do SPFC? Qual o fundamento?”, diz trecho da postagem da Independente Campinas. O texto não dá explicações sobre os supostos encontros.

Procurada, a assessoria de imprensa do São Paulo negou que tenham ocorrido reuniões sigilosas  do presidente do clube e de diretores com a cúpula da torcida.

Por meio de mensagem de celular, o blog perguntou ao presidente da Independente, Henrique Gomes de Lima, o Baby, se as reuniões secretas com Leco aconteceram e qual o tema delas. Porém, ele não respondeu. Apenas encaminhou postagem na qual a diretoria da uniformizada dá sua versão para o desentendimento com associados do interior e faz críticas a ele.

No clube, conselheiros oposicionistas têm criticado o que chamam de proximidade entre a direção e a maior uniformizada tricolor. Sustentam que os cartolas deveriam manter neutralidade em relação à torcida uniformizada, que já invadiu o centro de treinamento da equipe sendo acusada de roubar material esportivo e agredir jogadores.

O bom relacionamento do clube com torcedores organizados foi simbolizado na última rodada do Brasileirão do ano passado. Antes do empate em um gol com o Bahia, as escolas de samba da Independente e da Dragões da Real desfilaram em volta do gramado do Morumbi. Leco e Baby foram fotografados juntos. O registro navegou nos celulares de conselheiros legendado por críticas da oposição à boa relação do cartola com o torcedor que estava envolvido na invasão do CT.

Em novembro, a diretoria tricolor já havia recepcionado a Independente e outros torcedores no Centro de Treinamento para ouvir sugestões deles para o clube. O encontro, porém, não teve nada de secreto.


Membros da Independente voltam a se provocar e aumentam tensão na Copa SP
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Integrantes da Independente, maior torcida do São Paulo, voltaram a se atacar nas redes sociais e aumentaram a tensão para o jogo da equipe neste sábado contra o Sergipe. Válido pela Copa São Paulo de Juniors, o duelo acontece em Ribeirão Preto, às 21h.

Por conta de problemas entre membros da uniformizada na estreia da equipe no torneio, na última quarta, também em Ribeirão, a Independente está proibida de entrar com uniforme, bandeiras e faixas. A Polícia Militar afirma ter descoberto que havia sido marcado pela internet um confronto entre sócios da capital e do interior antes da vitória por 6 a 2 sobre o Cruzeiro-DF. Também segundo a PM, houve um princípio de tumulto e mais de 150 torcedores chegaram a ser detidos. Um arsenal de armas brancas foi apreendido.

O veto imposto à organizada pela Federação Paulista não evitou que os dois grupos confirmassem suas caravanas para o jogo deste sábado. E nem inibiu a troca de provocações.

Em seu perfil no Facebook  o BDI (Bonde do Interior Americana convocou sócios a saírem de cima do muro e disparou contra o presidente da organizada, Henrique Gomes de Lima, o Baby.

“Chegou a hora de quem está em cima do muro escolher. Abraçar mentiras como verdade ou dar um basta nisso. Não somos palhaços virtuais igual ao presidente que provocou nós a semana inteira pela internet. E depois quebra ônibus vazio e fala merda. ‘Tamo’ aí pro que der e vier”, diz postagem do BDI Americana.

No mesmo texto, a ala interiorana acusa a direção da Independente de irregularidades: ” A grande maioria que está hoje com eles já teve os mesmos problemas que nós no passado. Porém, seguiram por outro caminho. E estão com eles (diretoria) mesmo cientes de todas mentiras, safadezas e pilantragens”.

Por sua vez, a direção da Independente se refere aos rebelados do interior de maneira ofensiva ao convocar associados para o jogo em Ribeirão. Em parte de nota publicada em rede social, a diretoria diz que “… devido à atitude errada dos micróbios do interior na última quarta, estamos de novo proibidos de utilizar camisas, bandeiras, camisas e adereços”.

Em seguida, o comunicado afirma que a diretoria não generaliza todos os associados do interior e culpa “micróbios isolados” pelos “transtornos causados à nossa instituição”. Também na mesma publicação a direção diz que “estávamos dentro do estádio, não causamos nenhuma confusão, entramos e saímos normalmente. Nada justifica essa punição generalizar a torcida.”

De acordo com a PM, um dos motivos do racha é o fato de filiais do interior não concordarem mais em pagar mensalidades para a sede na capital.


Para ‘segunda’ torcida organizada do São Paulo, Ceni é fiasco como técnico
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Em sua página na internet, a Dragões da Real, segunda maior torcida organizada do São Paulo, fez duras críticas ao técnico Rogério Ceni, que continua com apoio integral da Independente, principal uniformizada tricolor.

Ao analisar a derrota para o Flamengo por 2 a 0, no último domingo, no Rio, a torcida lembrou que o ex-goleiro é o maior ídolo da história do clube e merece eterno respeito antes de disparar contra ele. “Mas tá na hora de falar o que todo mundo está com medo de dizer: como técnico, Rogério Ceni é um fiasco”.

Em seguida, o texto, que não é assinado, lista as falhas detectadas no trabalho do ex-atleta. Entre elas, estão a falta de esquema tático e a ligação direta da zaga para o ataque sem passar pelos meias do time. “Para piorar, tem jogadores que ganham a bênção do técnico e se tornam intocáveis, apesar de seguidas atuações patéticas e absoluta falta de comprometimento, como Cueva, Cícero, Júnior Tavares, Wesley…”.

Para completar, ao afirmar que com contratações sem sentido e falta de planejamento, entre outros problemas, a equipe só poderia estar na zona de rebaixamento, a torcida classifica o técnico como ruim.

Apesar de a Independente ser a organizada mais ouvida no Morumbi, o posicionamento da Dragões é importante por mostrar que Ceni não é mais unanimidade entre os torcedores uniformizados.

Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente do clube, tem um histórico de tomar medidas em sintonia com a torcida. Foi assim nas contratações do próprio Ceni, como treinador, e de Lugano. Também na compra dos direitos de Maicon foi assim.

Nesse cenário, a opinião dos torcedores está entre os fatores que devem pesar no futro de Ceni.

Atualização

Após a publicação deste post, Ceni foi demitido.


Após agradar torcida, Leco vê organizada contra ele e a favor de Ceni
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Ao acertar a contratação de Rogério Ceni como técnico, a diretoria do São Paulo fez uma opção arriscada, pois apostou num novato. A única certeza era de que a medida teria apoio da maior parte da torcida, algo ainda mais importante em período eleitoral.

Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, foi eleito, negando que a escolha por Ceni tenha tido cunho eleitoral.

Hoje, o presidente sente na pele o efeito de sua opção. A Independente, principal organizada são-paulina, apoia o treinador e detona o presidente. No twitter, ela usa os slogans “fechado com o mito” e “fora Leco”.

A situação é incomum. No lugar de pedir a queda do treinador do time, que se aproxima da zona de rebaixamento, a torcida pede a renúncia do presidente.

Leco ficou numa posição difícil. Se trocar de treinador agora será massacrado pela uniformizada, o que certamente terá reflexos na política interna.

Assim, o dirigente que adotou outras  medidas simpáticas à torcida, como as contratações de Lugano e Maicon, vê sua estratégia se voltar contra ele.


‘Não quebrei, não roubei’, diz líder da Independente com contas bloqueadas
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Henrique Gomes, o Baby, presidente da Independente, principal organizada do São Paulo, se considera injustiçado pela inédita decisão da Justiça que bloqueou as contas correntes e veículos dele e de outros 11 dirigentes de organizadas do clube para eventualmente cobrir prejuízos provocados na invasão ao CT tricolor em agosto.

“Cada um tem que pagar pelo que fez. Tinha no CT torcedor de organizada, torcedor que não é de organizada, blogueiro, um monte de gente. Tem câmeras de segurança lá com imagens nítidas, que mostram o que cada um fez. Se alguém roubou, quebrou, peguem a imagem e cobrem de quem fez. Eu não quebrei nada, não roubei. Fiz só o que todo torcedor do São Paulo queria fazer, protestei, ninguém aguenta mais. Agora não adianta cobrar a diretoria da torcida, que controlou os torcedores o tempo todo. Não teve um carro de jogador quebrado porque a diretoria estava lá para controlar. Eu tirei os torcedores do CT”, disse Baby ao blog por telefone.

Ele afirmou que estava na estrada, voltando da Bahia, onde acompanhou a derrota de seu time para o Vitória por 2 a 0 no último domingo, no momento em que foi entrevistado e que por isso não teve conhecimento de detalhes da decisão. Além de promover o bloqueio, o juiz Ulisses Augusto Pascolati Júnior proibiu os 12 acusados de deixarem a capital paulista sem autorização da Justiça, de se aproximarem do CT e do Morumbi e ainda determinou que eles se apresentem a um quartel do Corpo de Bombeiros durante jogos do São Paulo enquanto durar o processo.

“Falo pela minha pessoa física, o meu direito de ir e vir e a minha paixão pelo São Paulo ninguém vai tirar. Ninguém vai mostrar para o Brasil uma imagem que não é a minha. Vou recorrer, mostrar que isso não está certo e manter meu direito de ir e vir”, declarou.

Para o torcedor, há exagero na cobertura sobre o tumulto no CT são-paulino.

“Decisão inédita pra mim é fiscalizar obra de Copa do Mundo e de Olimpíada. Vou acreditar nesse país se o Lula (investigado pela Lava Jato e que nega as acusações feitas contra ele) for preso, se o (Carlos Miguel) Aidar (ex-presidente do clube que renunciou após denúncias de irregularidades negadas por ele) for responsabilizado pelo que fez ao São Paulo, se dirigentes que lesaram o clube devolverem o dinheiro. Não adianta usar a invasão pra desviar o foco da crise do clube. A mídia fala há mais tempo da invasão do CT do que falou do impeachment da Dilma”, completou Baby.


Opositor de Leco vai ao MP para tentar provar que não articulou invasão
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Em nota oficial, o São Paulo insinuou que a invasão ao seu CT por torcedores teve o dedo da oposição, mais especificamente de Newton Luiz Ferreira, o Newton do Chapéu, derrotado na última eleição para a presidência do clube. Ao blog, ele confirmou que esteve no sábado retrasado na escola de Samba da Torcida Independente, mas negou que tenha articulado o protesto.

Newton afirmou que vai encaminhar autorização para o Ministério Público quebrar seus sigilos fiscal e telefônico a fim de que o órgão investigue a acusação feita pelo clube. Em seu comunicado oficial sobre o tema, o São Paulo declarou que o ato foi “infelizmente fomentado por figuras que recentemente participaram de festejo com uma das torcidas presentes”. Em entrevista coletiva, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente são-paulino, também demonstrou acreditar que o ato teve a participação da oposição.

“Pedirei ainda a quebra de sigilo telefônico e fiscal/financeiro de toda a diretoria do São Paulo, assim poderemos verificar todas as questões”.

Henrique Gomes, o Baby, presidente da Independente, principal torcida organizada do São Paulo, também negou que o movimento tenha sido articulado pela oposição e que uma das motivações seja a decisão da diretoria de parar de dar ingressos para as uniformizadas. “Mentira. Torcedor comum e organizadas estiveram presentes. Se não damos um chacoalhão agora, ano que vem é Série B”, disse o torcedor.

Abaixo, veja na íntegra nota encaminhada por Newton ao blog sobre o assunto.

“Adoro samba, inclusive sou um dos compositores, e disputei na escola de samba Dragões da Real, o samba enredo do carnaval de 2017, que perdi para um samba que considero melhor que o meu.

Estive na escola de samba Torcida Independente, no sábado passado, fui na quadra da Rosas de Ouro e, posteriormente, sugeri a criação do sócio torcedor uniformizado, proposta que encaminhei ontem ao presidente do Conselho para que a diretoria analisasse.

Enviarei uma autorização na segunda feira, para o Ministério Público Estadual, autorizando a quebra do meu sigilo telefônico, fiscal/financeiro, para que sejam investigadas as acusações feitas pelo comunicado do SPFC.

Pedirei ainda, a quebra do sigilo telefônico, fiscal/financeiro de toda a diretoria do SPFC, assim poderemos identificar todas as questões.

Outrossim, informo que em janeiro, foi divulgada declaração do Leco, onde afirmava categoricamente, na folha de São Paulo, a doação de 1.500 ingressos por jogo as organizadas”.

 


Torcidas causam 4 confusões em um mês, mas tentam mudar imagem
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Em cerca de um mês com bola rolando, torcidas de Corinthians, São Paulo e Palmeiras já se envolveram em pelo menos quatro confusões, sem contar protestos feitos pela Gaviões da Fiel em frente à sede da Federação Paulista.

Curiosamente, enquanto brigam, causam tumultos, depredam, apavoram até garotos das categorias de base, as uniformizadas tentam demonstrar uma mudança de postura.

O principal exemplo é a são-paulina Independente, que protagonizou briga com policiais e atos de vandalismo em Mogi das Cruzes, que recebeu jogo da equipe contra o Rondonópolis pela Copa São Paulo. A prefeitura local cobrou o prejuízo de São Paulo e FPF, mas a uniformizada se comprometeu a pagar a conta de R$ 68,8 mil. Uma reunião acontecerá após o Carnaval para torcida e município acertarem os detalhes.

Vale lembrar que o jogo aconteceu em estádio menor do que o que vinha sendo usado para as partidas do time tricolor e muitos torcedores não conseguiram entrar, dando início aos tumultos.

Já os líderes da Gaviões da Fiel e da Mancha Alviverde enviaram mensagens para seus membros evitarem confrontos na última quinta durante seus deslocamentos, criticando a federação por colocar os dois times para jogar no mesmo dia. O tom das rivais agora é de que o inimigo em comum é a FPF.

As duas torcidas também já se envolveram em confusões em 2016. A Gaviões ascendeu sinalizadores durante a final da Copinha e foi suspensa, o que gerou protestos diante do prédio da federação. Além disso, torcedores corintianos cercaram o ônibus do time sub-15 do Corinthians após eliminação na Copa do Brasil.

Por sua vez, sócios da Mancha brigaram em sua sede com integrantes da vascaína Força Jovem, convidada para a festa de aniversário da torcida palmeirense.


MP acompanha investigação sobre briga envolvendo torcida ajudada pelo SPFC
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O Ministério Público paulista decidiu acompanhar de perto as investigações da Polícia Civil sobre a briga de torcedores “organizados” do São Paulo com a Polícia Militar, em partida contra o Rondonópolis, no último domingo, em Mogi das Cruzes, pela Copa São Paulo.

O MP poderia aguardar a conclusão do inquérito, mas preferiu indicar dois promotores para acompanhar os trabalhos desde o início. Com isso, pode atuar na investigação fazendo solicitações aos investigadores. A missão ficará com Kleber Henrique Bastos, do Juizado Especial Criminal, e Leandro Lippi, da promotoria do júri.

Cerca de 15 pessoas ficaram levemente feridas após integrantes de pelo menos uma uniformizada, a Independente, principal torcida do São Paulo, entrarem em confronto com guardas civis e a Polícia Militar. A briga começou depois de torcedores serem impedidos de entrar no estádio lotado. A entrada era gratuita.

Câmeras registraram na confusão membros da Independente, que recebe ingressos do clube e dinheiro para seu desfile de Carnaval, conforme disse à “Folha de S.Paulo”, o presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, em entrevista publicada nesta quarta.


Organizada do SPFC cobra Pato por causa de Jadson e ameaça cartolas
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Foto: MARCOS BEZERRA/ESTADÃO CONTEÚDO

Foto: MARCOS BEZERRA/ESTADÃO CONTEÚDO

A Independente, maior torcida organizada do São Paulo, disparou uma metralhadora giratória. Em sua conta no Twitter, ela atira contra a diretoria, Pato, Ganso, Luis Fabiano e até o técnico Juan Carlos Osorio.

Curiosamente, o desempenho do ex-são-paulino Jadson pelo Corinthians aumenta a pressão feita pela torcida. “Jadson está dando o título Brasileiro para os Gambás. Pato, dê a Copa do Brasil para o São Paulo”, escreveram os responsáveis pela conta da torcida na rede social.

Jadson é o vice-artilheiro do Brasileiro com 12 gols, apenas três a mais do que Pato, por quem foi trocado.

Outro motivo de pressão por parte da torcida é o histórico recente de fracassos em mata-matas diante do Santos, adversário do São Paulo nas semifinais da Copa do Brasil. “Seis eliminações seguidas para o Santos. Ganhar desses moleques virou obrigação. Vergonha na cara, Luis Fabiano, Pato, Ganso e Michel (Bastos)”, postou a torcida.

A sequência negativa diante do Santos também serviu para a uniformizada apontar sua metralhadora na direção dos cartolas com a seguinte afirmação: “Oposição e situação, vocês estão brigando pelo dinheiro. Se perder a sétima em mata-mata para o Santos vocês vão conhecer a Torcida Independente”.

Depois, a organizada foi mais clara: “Presidente, conselheiros, diretores e opositores, se continuarem com essa palhaçada, prejudicando o time, vamos começar a visitar em casa”.

A indefinição de Osório sobre se cumpre o contrato ou vai para a seleção mexicana também entrou na mira da Independente. “Todos somos Osório. Osório é México”, está escrito na conta da uniformizada no Twitter.

Assim, de Pato a Osorio, passando pelos cartolas, a torcida organizada escolheu o caminho da pressão enquanto o time se prepara para tentar ir à final da Copa do Brasil.


Relatos de novas brigas entre Gaviões e Independente ampliam tensão em jogo
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Relatos de torcedores sobre duas brigas que teriam ocorrido no último domingo envolvendo membros da Gaviões da Fiel e da Independente aumentaram o risco de episódios violentos antes, durante e depois da partida desta quarta entre Corinthians e São Paulo pela Libertadores, no Morumbi.

Os confrontos, conforme relatado, aconteceram na Zona Sul de São Paulo e em Guarulhos. Numa das brigas um dos líderes da Independente, Henrique Gomes, conhecido como Baby, teria ficado ferido.

É evidente o risco de os são-paulinos buscarem vingança no caminho de ida ou de volta do Morumbi. Até mesmo ao redor do estádio, apesar do intenso policiamento.

Mas, quem conhece o cotidiano das organizadas sabe que depois das batalhas é comum os líderes punirem a socos e pontapés integrantes que, na visão deles, correram da briga. Assim, pode haver até conflito interno.

O blog telefonou para a sede da Independente. Um torcedor que se identificou como Bruno e membro da diretoria informou que Baby não estava lá e negou que brigas tenham ocorrido recentemente com a Gaviões.

Porém, no perfil de Baby no Facebook, outro integrante da Independente desejou melhoras ao líder, que não respondeu. Horas depois, a mensagem desapareceu da página.

Por sua vez, a assessoria de imprensa da Polícia Civil disse que não tinha como confirmar se os confrontos ocorreram.

No final do clássico, as brigas já renderam provocações, a Gaviões cantou para Independente: “Deixaram o vice (Baby) na mão”, “Banguelo, o vice tá banguelo”, e “Cidade Dutra (bairro em que teria ocorrido uma das pancadarias)”.