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Arquivo : Luís Paulo Rosenberg

Por arena, Corinthians ‘flerta’ com empresa especializada em show e evento
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A diretoria de marketing do Corinthians está em negociação com a Opus Promoções, que realiza espetáculos culturais e administra espaços para eventos em diferentes cidades do país.

A assessoria de imprensa da companhia disse ao blog que negocia apenas a realização de um evento de grande porte no final do ano na arena corintiana. O gramado seria preservado. Detalhes da atração não foram revelados

Porém, a direção corintiana pensa em contratar a Opus para gerenciar shows e outros eventos na arena, também sem usar o campo.

Com sede em Porto Alegre, a Opus administra nove espaços culturais no Brasil. Entre eles, está o Teatro Bradesco, em São Paulo, de acordo com o site da empresa.

A atual direção corintiana tem procurado incrementar as receitas da arena com eventos em áreas externas, como um dos estacionamentos, e em espaços na parte de dentro do estádio.

Aumentar a exploração comercial do estádio, gerando maior receita, é uma das principais missões de Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing, desde que ele retornou ao clube neste ano.

A diretoria também negocia a troca da Omni pela IBM na administração do programa de sócio torcedor do alvinegro. Recentemente, o clube negociou a saída da Omni do estacionamento da arena e firmou parceria com a Indigo.

A antiga parceira alvinegra chegou ao clube na primeira gestão de Andrés Sanchez, com Rosenberg. Porém, seus contratos com a agremiação são alvos de constantes críticas de conselheiros.


Empresa confirma acordo para gerir estacionamento da Arena Corinthians
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Por meio de sua assessoria de imprensa, a Indigo confirmou ao blog que fechou acordo para administrar o estacionamento da Arena Corinthians. O clube pretende anunciar oficialmente a troca da Omni, antiga gestora da área, pela nova parceira na próxima semana.

A mudança deveria ter acontecido faz mais de um ano. Em fevereiro de 2017, o alvinegro anunciou a Indigo no telão de seu estádio. Porém, a Omni não aceitou a rescisão unilateral do contrato negando que tenha cometido falhas contratuais e acabou permanecendo no negócio.

A assessoria da Indigo afirmou ainda não ter detalhes de como será a operação na casa corintiana. Já os cartolas alvinegros classificam a troca como mais vantajosa financeiramente, além de exaltarem a substituição de uma empresa que não tinha experiência no ramo por outra especializada. Em seu site, a Indigo declara administrar mais de 5,4 mil estacionamentos em 16 países.

O contrato com a Omni para a gestão do estacionamento da arena é um dos mais criticados pelo clube. Sem nunca ter atuado no ramo, a parceira terceirizou o serviço. No ano passado, o acordo foi usado como munição para conselheiros que pediam o impeachment do presidente Roberto de Andrade. Pouco antes da votação sobre o afastamento, o clube anunciou a troca que não se concretizou. O dirigente se manteve no poder.

A Omni presta outros serviços para o Corinthians. O principal deles é a administração do programa de sócio-torcedor, que também terá seu contrato revisto.

Vale lembrar que a empresa chegou ao clube na primeira passagem de Luis Paulo Rosenberg pela diretoria de marketing e de Andrés Sanchez pela presidência para implantar o Fiel Torcedor. Agora as mudanças são preparadas com os dois dirigentes de volta aos cargos.

Marta Alves de Souza Cruz Ravaglio, sócia da Omni, não respondeu ao blog sobre o assunto.


Corinthians prepara “reinvenção” de seu programa de sócio-torcedor
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A diretoria de marketing do Corinthians prepara mudanças em seu programa de sócio-torcedor. O modelo do Fiel Torcedor é visto como obsoleto pela atual direção. O entendimento é de que o sistema foi implantado para abolir filas nas bilheterias antes dos jogos, mas que se tornou praticamente um “cartório” responsável por cuidar do ranking de frequência que dá preferência aos torcedores mais assíduos na compra dos bilhetes, além de descontos.

Vale lembrar que gente da atual diretoria, como Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing, idealizou a implantação do programa no clube. A avaliação é de que o sistema cumpriu seu papel, mas precisa ser reinventado.

Um dos planos é fazer com que os preços das entradas negociadas com os sócios-torcedores sejam menos engessados. O objetivo é subir os valores em jogos mais importantes, como finais e clássicos, recuando em partidas de menor interesse. Esse, obviamente, é um ponto polêmico. Parte da torcida, principalmente os membros das organizadas, considera altos os preços praticados atualmente.

Além disso, um pacote de alterações está sendo preparado e mantido em sigilo.

As mudanças no sistema passam por uma revisão no contrato com a Omni, empresa que chegou ao alvinegro na primeira passagem de Rosenberg pelo marketing da agremiação. Foi por meio dela que o Fiel Torcedor começou. O desejo de mudar o programa não significa que o clube tentará necessariamente a saída da parceira. Mas isso pode acontecer.

Como mostrou o blog, a diretoria já dá como certo que trocará a Omni pela Indigo na gestão do estacionamento da arena.

O plano dos dirigentes é concretizar a transformação até o final de junho e já colocar pelo menos parte das novidades em prática nesta temporada.


Corinthians dá como certa troca de gestora do estacionamento da Arena
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A diretoria do Corinthians já considera certa a troca da Omni pela Indigo na gestão do estacionamento da arena do clube. A expectativa dos dirigentes é anunciar a mudança oficialmente nos próximos dias.

Internamente, o discurso é o de que houve acordo para a rescisão do contrato com a antiga parceira. O blog telefonou e enviou mensagem para Marta Alves de Souza Cruz Ravaglio, sócia da Omni, mas não obteve resposta até a publicação deste post.

Troca exatamente igual chegou a ser anunciada em fevereiro do ano passado durante a administração de Roberto de Andrade. Porém, a gestora do estacionamento não aceitou a rescisão unilateral negando ter cometido irregularidades e acabou permanecendo no negócio.

Agora a direção corintiana já comemora a troca, vista como a substituição de uma empresa que assumiu o estacionamento sem nunca ter atuado na área por uma companhia experiente. Sem experiência no ramo, a Omni terceirizou o serviço. Segundo o site da Indigo, ela atua em 16 países.

O contrato com a Omni para cuidar do estacionamento da Arena Corinthians é um dos mais criticados no clube. Ele foi usado como munição para opositores tentarem o impeachment de Andrade no ano passado. Pouco antes da reunião que definiria se o cartola seria afastado, foi anunciado o acordo com a Indigo, que na ocasião não se concretizou. O dirigente conseguiu se manter no poder.

A Omni chegou ao clube para cuidar do programa de sócio-torcedor e do controle de acesso de público nos jogos do time com Luís Paulo Rosenberg como diretor de marketing e Andrés Sanchez na presidência. A inciativa de retomar a negociação para a saída da empresa do estacionamento aconteceu justamente com a volta dos dois cartolas aos cargos.

Outros serviços prestados pela Omni na Arena estão mantidos por enquanto, mas os contratos também vão ser revistos pela atual diretoria.


Homem de confiança de Rosenberg vira número 1 da Arena Corinthians
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Com o pedido de demissão de Lúcio Blanco, ex-superintendente da Arena Corinthians, aumenta o poder do gerente de marketing corintiano Caio Campos no estádio alvinegro. Ele é o principal responsável pelas decisões referentes à casa corintiana.

Ver a arena administrada pelo departamento de marketing do clube era antigo desejo de Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing do Corinthians desde a volta de Andrés Sanchez à presidência.

Sem Lúcio e com Caio, a Arena Corinthians deixa de ser um núcleo praticamente independente do restante da agremiação. Rosenberg acredita que a unificação permitirá redução dos custos operacionais do estádio. Essa será uma das principais metas de Caio. Outra é a implantação de um estilo de marketing mais agressivo para aumentar as receitas geradas pelo estádio. O principal desfio é conseguir negociar os naming rights.

Um dos primeiros feitos da nova administração pode ser a troca da Omini pela Indigo na gestão do estacionamento da arena. O contrato para a exploração do local pela Omni, que terceirizou o serviço, é um dos mais contestados no clube.

A diretoria alvinegra considera bem encaminhados os acordos para a saída da atual gestora e a chegada da nova.

Campos é homem de confiança de Rosenberg. Ambos trabalharam juntos na primeira passagem de Andrés Sanchez pela presidência alvinegra e retornaram no começo do ano.


Corinthians volta a encaminhar troca de gestora do estacionamento da arena
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Mais de um ano depois de ser anunciada como nova gestora do estacionamento da Arena Corinthians, a Indigo voltou a negociar sua entrada no estádio. Da primeira vez, em fevereiro do ano passado, a parceria não foi concretizada porque a Omni, atual gestora, não aceitou a rescisão unilateral de seu contrato por supostas falhas.

Agora a diretoria alvinegra considera bem encaminhados o distrato com a Omini e o acerto com sua substituta. “A Indigo informa que as negociações foram retomadas e nos próximos dias devemos ter boas notícias”, afirmou ao blog a empresa por meio de sua assessoria de imprensa.

Antes de avançar com a Indigo, o Corinthians chegou a ter contato com a Estapar, outra conhecida empresa do ramo, mas a conversa não evoluiu.

A tentativa de  troca faz parte do plano da diretoria de marketing, comandada por Luis Paulo Rosenberg, para tornar a arena mais eficiente em termos financeiros.

O contrato com a Omni, é um dos mais criticados no clube e foi usado entre os argumentos de conselheiros que queriam o impeachment de Roberto de Andrade no ano passado. Pouco antes da reunião para votar seu afastamento, ele anunciou a Indigo como gestora. O cartola se manteve no cargo.

A Omni chegou ao Corinthians também com Rosenberg dirigindo o marketing e Andrés Sanchez na presidência, como agora. Na ocasião, no entanto, a empresa apenas geria apenas o programa de sócio-torcedor do clube. Ela nunca havia trabalhado com estacionamentos e terceirizou o trabalho. Hoje, a Omni, além de continuar com o Fiel Torcedor, presta outros serviços na arena e eles devem ser mantidos.

 


Rosenberg x Citadini expõe dúvidas no Corinthians sobre dívida por arena
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Reunião do Conselho Deliberativo do Corinthians no último dia 23 teve educado embate entre Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing, e Antônio Roque Citadini, um dos candidatos de oposição à presidência derrotados por Andrés Sanchez em fevereiro. A discussão foi sobre uma das maiores preocupações de conselheiros corintianos atualmente: como pagar a dívida gerada pela construção da arena alvinegra?

A postura de cada um simboliza como situação e oposição têm expectativas diferentes sobre o desenrolar do caso. A diretoria tenta transmitir otimismo e confiança de que tudo vai se resolver favoravelmente para a agremiação. Já o diagnóstico da oposição é de uma situação extremamente delicada.

Rosenberg falou antes do opositor na reunião. Discorreu sobre necessidade de renegociar contratos assinados pelo clube em relação ao estádio diante de um período de recessão no país posterior à assinatura deles e pela dificuldade de conseguir negociar os naming rights.

O diretor declarou que a estratégia da diretoria é primeiro cumprir cláusulas que não vinham sendo cumpridas, especialmente voltar a pagar as parcelas do financiamento de R$ 400 milhões intermediado pela Caixa junto ao BNDES. Segundo ele, isso já foi feito e não há prestação atrasada. Depois seriam buscadas melhorias no contrato a favor do clube.

Em seguida, a direção conversaria com a Odebrecht a respeito de um acordo sobre parte das obras que não teriam sido feitas ou tenham sido mal executadas, apesar de a construtora negar que isso tenha ocorrido. Rosenberg disse ainda que a arena voltaria a ser gerenciada pelo departamento de marketing do Corinthians, como ele havia planejado, não com uma estrutura independente.

Ao pegar o microfone, Citadini lembrou que o clube quer refazer contratos com os quais a agremiação concordou. Ou, em outras palavras, o mesmo grupo que está no poder com Andrés Sanhcez, idealizador da arena ao lado de Rosenberg, quer mudar o que assinou.

Depois, o opositor colocou em dúvida que a Caixa aceite mudanças que beneficiem o clube. Citou uma auditoria que teria sido encomendada pelo banco e que colocaria obstáculos para eventuais alterações. Também falou sobre haver eleição presidencial no país neste ano, o que pode implicar em mudança na diretoria da Caixa a partir de 2019. Segundo ele, isso faz com que seja difícil os atuais responsáveis pelo banco assumirem responsabilidades num tema delicado. Citadini vê um otimismo exagerado de Rosenberg e aposta em dificuldade maior do que a prevista por ele para melhorar a situação. Para o oposicionista, diante do cenário atual, resta aos conselheiros acreditarem num milagre.

O diretor de marketing respondeu que esperava ser criticado quando estipulasse metas tímidas a serem alcançadas, e não altas (o que ele acredita ser o caso agora).

No final, a maioria dos conselheiros deixou a reunião como entrou. Com dúvidas sobre como o clube vai se virar para pagar a dívida pela construção de sua casa própria.


Suspeita em eleição coloca em xeque plano de Andrés para imagem corintiana
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Durante sua campanha para voltar à presidência do Corinthians, Andrés Sanchez colocou como importante meta resgatar a credibilidade do clube, abalada na opinião dele. A estratégia é gerar notícias positivas que ajudem a atrair patrocinadores a fim de aumentar as receitas do clube. Porém, logo na primeira semana de trabalho da nova diretoria, esse plano foi colocado em xeque com ação proposta na Justiça pelo opositor Paulo Garcia. Segundo candidato mais votado, ele acionou criminalmente a Telemeeting Brasil, empresa responsável pelas urnas eletrônicas usadas no pleito, alegando irregularidades que podem ter alterado o resultado.

Assim, diferentemente do que Andrés planejava, o Corinthians voltou a ficar exposto no noticiário de forma desconfortável. Há na diretoria quem entenda que a suspeita na eleição possa afastar potenciais patrocinadores.

“Toda ruptura da ordem desagradará a classe empresarial. Mas você provando que é mera dor de cotovelo (de quem perdeu a eleição), a situação reverte e bola pra frente”, disse Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing corintiano ao blog. Ele respondia se o fato de a eleição ter sido colocada sob suspeita atrapalha seu trabalho no clube.

Um dos maiores desafios do dirigente é negociar os naming rights da Arena Corinthians. A avaliação de dirigentes é de que notícias sobre supostas falhas na construção e obras que não teriam sido realizadas pela Odebrecht prejudicaram a comercialização até aqui. As informações sobre o clube ter dificuldade para quitar o financiamento de R$ 400 milhões junto ao BNDES para bancar parte da construção também entram no pacote. A construtora alega ter cumprido o contrato na íntegra.

Nos próximos dias, mais barulho deve ser feito por conta da suspeita na eleição corintiana. Antonio Roque Citadini, terceiro colocado na votação, espera a conclusão de um laudo feito por sua equipe sobre o pleito para decidir se também aciona a Telemeeting judicialmente. A empresa nega irregularidades e possibilidade de manipulação do resultado.

 


Em reunião estafe da Caixa relata pressão para cobrar Corinthians por arena
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Em reunião com a direção do Corinthians na última segunda (5), representantes da Caixa Econômica contaram sofrerem cobrança interna e externa para serem mais duros na exigência de que o contrato de financiamento da arena do clube seja cumprido rigorosamente, sem atrasos.

Conforme apurou o blog, o discurso foi de que a pressão existe porque o banco não adotou as medidas previstas contratualmente nos momentos em que o acordo foi descumprido. O fundo responsável pelo estádio chegou a ficar aproximadamente um ano e meio sem pagar as prestações enquanto discutia mudanças no financiamento. A Caixa concordou com o não pagamento evitando sanções previstas. A principal delas é executar garantias de pagamento dadas no acordo por Odebrecht e Corinthians. No caso do clube, há o terreno do Parque São Jorge comprometido.

Na última segunda, a “Folha de S. Paulo” e “O Globo” noticiaram que a Caixa ameaçou executar as garantias, o que o clube nega ter ocorrido. A medida drástica seria justificada por esse cenário de pressão relatado na reunião da qual participou Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing corintiano.

Também segundo apuração do blog, parte da pressão externa vem do Banco Central, que supervisiona as atividades das instituições financeiras do país.

O blog tentou falar com os representantes do banco que participaram do encontro, mas assessoria de imprensa da Caixa respondeu que por lei não pode comentar assuntos que envolvam o contrato.

Independentemente do estádio corintiano, a Caixa vive momento delicado por causa de acusações de corrupção contra dirigentes do banco feitas pelo Ministério Público Federal.

Vale lembrar que quando o banco aceitou ser intermediário do financiamento de R$ 400 milhões liberados pelo BNDES para a construção da casa corintiana, o Governo Federal era comandado pelo PT. Sanchez já era filiado ao partido do qual hoje é deputado federal. A saída do Partido dos Trabalhadores do governo, porém, não é apontada pela direção corintiana como fator complicador na relação com a Caixa.

Fechar um novo acordo com o banco é uma das prioridades de Andrés, que voltou a presidência do clube no último sábado.

 

 


Nova administração planeja uso diário para Arena Corinthians render mais
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Um dos idealizadores do projeto de marketing da Arena Corinthians, ao lado de Luis Paulo Rosenberg, Caio Campos volta ao clube tendo entre suas missões ajudar o estádio a se tornar mais rentável. Ele atuará como funcionário do departamento de marketing, tanto na arena como no clube em geral, incluindo o futebol.

Ao blog, Campos afirmou que, junto com Rosenberg, de volta ao posto de diretor de marketing do alvinegro, pretende dar um uso diário à casa corintiana para melhorar sua arrecadação. A dificuldade em gerar receitas para pagar a dívida pela construção do local é um dos principais problemas do estádio.

“O corintiano tem que se sentir em casa na arena. Isso no sentido de que ele precisa ir mais vezes lá, não só no dia do jogo. Mas pra isso, ele precisa ter o que fazer na arena”, afirmou Caio. Entre as possibilidades está a abertura de lojas em espaços atualmente ociosos. Outra meta é colocar em funcionamento o restaurante projetado, mas nunca ocupado.

Campos deixou o Corinthians e, consequentemente a arena, em 2014, após atuar nas gestões de Andrés Sanchez e Mário Gobbi. Por causa do tempo afastado, disse que não pode falar sobre os motivos que fizeram o marketing do estádio não decolar. “Entreguei o projeto e saí. Primeiro precisamos saber o que foi feito na arena, qual a estrutura, como ele funciona para depois podermos analisar”, contou Campos.

Antes de aceitar o convite de Andrés e Rosenberg para voltar ao clube, ele atuava como diretor da Kappa. A empresa italiana de material esportivo é representada no Brasil pela SPR, que controla a franquia de lojas oficiais do Corinthians. O contrato com a agremiação é criticado por conselheiros que o consideram lesivo ao clube.

O escudeiro de Rosenberg também deve atuar com ele na tentativa de formalizar um acordo com a Caixa Econômica. O novo diretor passou a tarde da última segunda reunido com representantes do banco discutindo uma solução para as dificuldades do clube em pagar o financiamento de R$ 400 milhões feito junto ao BNDES por intermédio da Caixa, que pode executar garantidas de pagamento dadas na operação. O cartola saiu do encontro otimista, vendo avanço nas tratativas.