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Arquivo : Marcos Assunção

Cinco casos em que o São Paulo repete grandes rebaixados
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1 – Ídolo no comando

Em julho de 2016, o Internacional apostou em Falcão, um dos maiores ídolos de sua história, como treinador. Menos de um mês depois, ele foi demitido por causa dos maus resultados. No fim do ano, os gaúchos foram rebaixados para a Série B. Em 2017, o São Paulo montou seu planejamento com Rogério Ceni estreando na função de técnico. No início de julho, ele foi despedido por conta do risco de rebaixamento. Porém, com Dorival Júnior, a equipe segue ameaçada e ocupa a penúltima posição do Brasileiro.

2 – Crise política e caso policial

A queda do Corinthians para a Série B em 2007 foi precedida por um dos períodos mais turbulentos nos bastidores do clube. Acuado por denúncias, como a acusação de uso de notas fiscais frias em sua gestão, Alberto Dualib renunciou ao cargo em setembro. O rebaixamento aconteceria em dezembro. O São Paulo enfrentou a renuncia de um presidente (Carlos Miguel Aidar) em 2015, após denúncias de irregularidades. A saída do dirigente não significou calmaria. No mês passado, por exemplo, a pedido da diretoria, o DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais) abriu inquérito para apurar a suposta comercialização irregular de ingressos e camarotes para shows do U2 e de Bruno Mars no Morumbi. As suspeitas culminaram com a demissão por justa causa do gerente de marketing Alan Cimerman, que nega as acusações.

3 – Estrangeiros na berlinda

Esperança da torcida do Palmeiras, Valdivia foi um dos jogadores mais cornetados na campanha do rebaixamento para a Série B em 2012. Lesões, seu comportamento fora de campo e a acusação de falta de comprometimento compuseram o cenário que fez o chileno ser detonado nas arquibancadas e por cartolas. Hoje, a crise são-paulina tem o peruano Cueva como um dos personagens. Ele também é acusado por dirigentes e parte dos companheiros de não estar comprometido como deveria com a equipe e tem seu preparo físico questionado.

4 – Desentendimentos entre atletas

Enquanto tentava evitar o rebaixamento em 2012, o palmeiras sofria internamente com o confronto entre Marcos Assunção e Valdivia. Em 2015, durante entrevista ao “Diário de S.Paulo”, assunção disse que chegou a dar um soco no chileno após uma discussão, além de fazer uma série de críticas ao ex-companheiro, rebatendo afirmações dele dadas ao “Estado de S.Paulo”. Nos último dias, o São Paulo viveu turbulência por conta de troca de farpas entre Rodrigo Caio e Cueva, que nesta segunda pediu publicamente desculpas ao zagueiro.

5 – Time grande não cai

“O Inter não vai cair”, disse Fernando Carvalho, então vice de futebol do colorado em setembro de 2016. No final do ano, seu clube caiu para a segunda divisão nacional. “Venho afirmar mais uma vez e garantir: não tem hipótese de rebaixamento do Vasco”, declarou Eurico Miranda em julho de 2015. A temporada terminou com a agremiação presidida por ele de volta à Série B. Na última segunda, foi a vez de Cueva decretar: “o São Paulo é grande, não vai cair.”

 

 


Ex-companheiros de Assunção também têm pagamentos atrasados no Palmeiras
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Ex-colegas de Marcos Assunção no Palmeiras também têm dívidas para cobrar do clube referentes ao ano passado. Levantamento da atual diretoria para preparar a transição de poder no Palestra Itália revela que há mais jogadores com parcelas de direitos de imagem ou luvas atrasadas.

Os dirigentes não informam quantos atletas estão nessa situação, mas asseguram que o débito total é inferior a R$ 1 milhão. Os candidatos à presidência na eleição do próximo dia 21 irão receber relatórios com os débitos detalhados. Isso porque a conta deverá ser repassada ao vencedor.

No caso de Assunção, pelo menos duas parcelas de direitos de imagem estão atrasadas. Elas são maiores do que as pagas normalmente por conterem quantias prometidas a título de luvas. A diretoria afirma que os valores referentes a salários registrados nas carteiras de trabalho dos jogadores estão em dia.


Assunção aceita ganhar menos no Santos do que pediu ao Palmeiras
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Marcos Assunção topa receber menos no Santos do que pediu para renovar com o Palmeiras. Em novembro, o agente do jogador, Ely Coimbra Filho, deixou isso claro para a diretoria alviverde.

Na ocasião, o empresário explicou que a pedida valia só para o Palmeiras, pois a importância do volante em outro elenco poderia ser diferente. Em outras palavras, Assunção por muitas vezes carregou o piano sozinho no Palmeiras, no entendimento de seu estafe. No Santos, por exemplo, a chance de isso acontecer é menor.

De acordo com cartolas palmeirenses, o veterano não aceitava ganhar menos de R$ 300 mil no Palestra Itália. Embutida na pedida estava a “recompensa” que Assunção acreditava merecer pelo trabalho realizado até então. No Santos ou em outro lar, no entanto, ele recomeça do zero, sem créditos. Isso justifica a pedida menor.

A negociação com o time do litoral ainda está no início, mas o alvinegro já tem prioridade na contratação. O empresário não irá conversar com outros clubes até o jogador resolver se vai ser parceiro de Neymar e Montillo.

Assunção estuda a primeira proposta entregue pelo clube, considerada complexa por incluir uma variação de valores de acordo com métodos adotados pelos santistas. Não há prazo estipulado para a definição.


Dívida do Palmeiras com Assunção é referente a pelo menos duas parcelas de direitos de imagem
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Diretoria do Palmeiras duvida que Marcos Assunção ganhe R$ 300 mil por mês em outro clube

Ao falar numa dívida do Palmeiras que existe desde junho, Marcos Assunção se referiu a pelo menos duas parcelas de direitos de imagem. São prestações combinadas no contrato. As quantias são maiores do que os valores pagos mensalmente.

O débito ficou praticamente esquecido no clube. Ao se reunir com a diretoria para discutir a renovação, o agente do volante, Ely Coimbra Filho, alertou o vice de futebol, Roberto Frizzo, sobre a pendência. Por sua vez, o cartola respondeu que desconhecia o fato. Porém, o departamento financeiro confirmou para ele o valor em aberto, conforme apurou o blog.

Mesmo assim, dois dirigentes palmeirenses disseram ao blog não saber sobre a existência do débito.

Assunção disse a interlocutores que falaria em público sobre o tema. Mas mudou de ideia ao ser chamado de mercenário por torcedores em redes sociais.

O blog telefonou para Frizzo e para o gerente César Sampaio, mas eles não atenderam às ligações.


Kleina é aconselhado a adotar linha dura para evitar fim igual ao de Felipão
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Ao ser contratado, Gilson Kleina foi aconselhado pela diretoria do Palmeiras a tratar o elenco com o chicote na mão. Ouviu que Felipão perdeu o controle do vestiário e por isso chegou ao fim da linha.

Os dirigentes seguem certos de que o grupo rachou com o treinador, principalmente por acreditar que ele quis fritar alguns atletas por achar que faziam corpo mole.

Apesar de alertar Kleina, a cúpula alviverde vai na contramão do que fala. Fortaleceu os jogadores ao acatar pedido dos líderes do elenco para não contratar Emerson Leão.

E o substituto de Felipão parece seguir na mesma linha, pelo menos no discurso oficial. Deu apoio aos atletas e adotou o bom e manjado “estamos juntos”.

Abaixo, um manual elaborado pelo blog para ajudar o treinador a sobreviver no Palmeiras.

 

 


Lesão desvaloriza Marcos Assunção em renovação, e Palmeiras fala em mais um volante
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 As constantes dores no joelho e o risco de uma cirurgia deixaram Marcos Assunção numa situação desconfortável em meio à discussão para renovação de seu contrato.

Informalmente, a diretoria afirma que a negociação girava entre R$ 400 mil e R$ 500 mil mensais. Porém, o problema físico do jogador gera pressão sobre Arnaldo Tirone .  O presidente é cobrado para ser duro na negociação e não aceitar chegar perto nem de R$ 300 mil. Hoje, o jogador ganha cerca de R$ 150 mil.

O receio é de que Assunção demore para se recuperar e voltar a jogar em alto nível. Por isso, o clube também já cogita contratar mais um volante.

Correa, recém-contratado, é visto com desconfiança por gente que participou de sua contratação. A alegação é de que ele só veio porque foi uma pechincha. O alviverde não teve que pagar nada por seus direitos econômicos, luvas ou comissões para empresários.

E ele vai receber menos da metade do que Guilherme, que acabou fechando com o Corinthians, receberia. O valor, no entanto, é mantido sob sigilo.

Parte da diretoria não quer correr o risco de ver Correa como titular. Um dirigente do clube, que pediu para não ser identificado, disse ao blog que o volante tem “cara de segunda divisão”. Vale lembrar que o Palmeiras contratou recentemente Wesley, outro volante e que se recupera de lesão.


Marcos Assunção nega negociação com São Paulo
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Considerei o assunto encerrado depois que publiquei a versão de Ely Coimbra Filho, agente de Marcos Assunção, negando ter conversado com cartolas do São Paulo sobre a possível transferência do jogador.

Só retorno ao tema porque o volante palmeirense tratou do assunto hoje e repetiu o discurso de seu empresário. E o faço para abrir espaço à resposta do jogador.

Porém, repito que o blog mantém o escrito anteriormente: “segundo dirigentes do Palmeiras, Marcos Assunção negocia com o São Paulo por meio de seu empresário. A informação chegou ao Palestra Itália graças a um cartola do Tricolor com amigos no alviverde.”

Na entrevista que deu no final desta manhã, o volante disse que é uma pessoa honesta. Jamais afirmei o contrário. Leia abaixo as afirmações de Assunção. Esclareço que não rebaterei ofensas pessoais.

 “Sobre esse assunto que está saindo que eu estou negociando com o São Paulo, acertando, gostaria de dar o recado que ele precisa falar a verdade, porque as pessoas acreditam. Se ele tem informante, são dois idiotas. É gente sem vergonha, mal caráter, não é coisa de homem. Prejudica o Palmeiras, o elenco em uma fase tão decisiva como estamos. Não é a primeira vez que saem coisas desse senhor falando da minha pessoa.

Alguns outros blogs modificaram que eu briguei com o Felipão e eu acho que essa pessoa eu nunca vi aqui no treino, não participa de nenhum treino, não só do Palmeiras. É um cara que não vale a pena nem citar. Gostaria que vocês da imprensa, que vocês que acompanham jornais e veem televisões. Acho que é uma falta de respeito comigo, com o Palmeiras. Falta de respeito com o São Paulo e os que estão lá da minha posição.

Podem perguntar a algum dirigente do São Paulo, meu foco está aqui no Palmeiras. Até que acabe meu contrato com o Palmeiras, não vou conversar com ninguém. Depois de acabar meu contrato que eu vou ver se vou continuar ou parar. Essas pessoas que escrevem essas coisas sem cabimento, falam que tem dirigente que passa a informação, que venham aqui e deem a cara e me tragam algum tipo de prova, que tem alguma coisa. Ao senhor Perrone, essas informações que ele dá, não tem cabimento nenhum.

 É esse que é o problema. Está assim pelo dentro de campo, pelo futebol. Dentro do vestiário não tem nada a disso. Não conhecia o Wesley, foi tratado de forma muito boa, hoje ele é meu amigo. Não existe isso de ciúme.

Já falei várias vezes, quando renovamos o contrato, pedi algo e acabou. Não quero algo dependentemente da fase boa ou ruim. Quando a fase está boa, não falo nada. Sou um cara honesto. Se ele tem informação, informantes, para não prejudicar a mim, ele que dê o diretor. Para mim é um cara que não ajuda em nada. É um idiota. Eu vou falar quem foi que falou e aí a gente senta nós três e vamos conversar. Tenho quase 36 anos e temos que conversar bastante para não ter problema. Ele me causa problema, não é a primeira vez que sai. Isso prejudica e prejudica o grupo. O que tem que colocar o que eu estou negociando com o São Paulo? Eles estão bem…É uma falta de respeito com os  jogadores de lá também. Não gosto de conversa com dirigente, jornalista, treinador. Eu volto para casa rapidamente para evitar qualquer coisa. Tento ser exemplo para os mais jovens e não queria ter essa fama errada, sou bem homem”.


Para Palmeiras, Marcos Assunção já negocia com São Paulo
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Segundo dirigentes do Palmeiras, Marcos Assunção negocia com o São Paulo por meio de seu empresário. A informação chegou ao Palestra Itália graças a um cartola do Tricolor com amigos no alviverde.

Também chegou aos ouvidos da diretoria que o agente de Assunção, Ely Coimbra Filho, está insatisfeito porque seu cliente recebe bem menos do que coadjuvantes do time, enquanto o volante é o protagonista.

É o caso de Wesley, que recebe aproximadamente R$ 220 mil livres de impostos. Assunção ganha cerca de R$ 150 mil.

O volante-artilheiro tem contrato com o Palmeiras até dezembro e já poderá assinar um pré-contrato em junho. Os palmeirenses afirmam que o plano do São Paulo é contar com o jogador a partir de janeiro de 2013, sem ter que pagar pela contratação.

Os são-paulinos negam que estejam tocando a negociação. Mas já há uma corrente no Palestra defendendo um gordo aumento para Assunção. O blog não localizou o agente do volante, Ely Coimbra Filho, para falar sobre o assunto.


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