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Arquivo : Newton Luiz Ferreira

Dorival enfrenta campanha de parte de conselheiros por sua demissão
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Acabou o prazo de Dorival Júnior para arrumar o time. Essa é a opinião de parte dos conselheiros do São Paulo que cobra a demissão do treinador. Da mesma forma, há membros do Conselho Deliberativo que querem a saída do diretor executivo de futebol Vinícius Pinotti.

Não corrigir antigas falhas, incapacidade de fazer a equipe evoluir, mesmo com tempo para treinar devido à parada no Brasileirão, e o fato de o tricolor permitir o empate contra a Ponte Preta após estar vencendo por 2 a 0 são usados como argumentos contra o treinador.

“Demos todo apoio ao Dorival, mas tudo tem limite. Chega do Dorival, o time não se encontrou com ele. E os resultados mostraram que o desempenho dele foi pífio”, disse o opositor Newton Luiz Ferreira, o Newton do Chapéu. As afirmações foram feitas em mensagem enviada a seus contatos por telefone celular.

“Eu contrataria o Leão como treinador e o Muricy como coordenador”, completou o oposicionista no texto. Indagado pelo blog sobre Dorival, Ferreira respondeu: “Dei dois meses para avaliar o trabalho dele, mas depois de hoje (sábado no jogo com a Ponte) não dá mais. Técnico é como vendedor, a análise é simples, pelos resultados”, disse.

Newton não cita Pinotti, mas há no conselho quem entenda que o executivo perdeu a blindagem que tinha. Parte de conselheiros influentes entendia que ele não podia responder por problemas de planejamento ocorrido antes de maio, quando assumiu o cargo. No entanto, politicamente, Pinotti já enfrentava críticas por ocupar um cargo executivo sem antes ter exercido função profissional no futebol.

Sócio do clube, ele era dirigente do departamento de marketing e foi um importante aliado de Leco na campanha pela reeleição presidencial neste ano.

Vale lembrar que os conselheiros não têm poder de decisão em relação à permanência ou não de técnicos e diretores. Porém, a opinião da maioria costuma ser analisada pelos presidentes de clubes.


Opositor aponta gestão temerária no SPFC em ‘caso U2’ e pode ser punido
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Em sua conta no Facebook, Newton Luiz Ferreira, o Newton do Chapéu, candidato de oposição derrotado à presidência do São Paulo, pediu que dois cartolas atuais e um ex-dirigente sejam investigados no Conselho Deliberativo por gestão temerária. Por conta de sua atitude, ele virou alvo de pedido de abertura de procedimento disciplinar interno que pode culminar com uma suspensão do quadro de sócios superior a 270 dias.

O ato temerário, segundo Newton, foi a contratação de Alan Cimerman, demitido do cargo de gerente de marketing sob a acusação de venda de ingressos e camarotes inexistentes para shows no Morumbi. Ele foi demitido por justa causa, mas nega as irregularidades, que seriam relacionadas às apresentações de U2 e Brno Mars no estádio são-paulino.

A tese é de que como a empresa de Cimerman já era acusada de não pagar fornecedores das cerimônias de abertura e encerramento da Copa de 2014, ele não deveria ter sido contratado pelo São Paulo. O ex-gerente diz que o orçamento do COL (Comitê Organizador Local) estourou por causa de mudanças de última hora no programa e afirma que também levou calote do órgão.

A representação contra o opositor foi protocolada pelo conselheiro José Francisco Manssur, vice-presidente de comunicação e marketing do clube na época em que Cimerman foi contratado.

“A ficha corrida do Alan Cimerman era uma constatação cabal de que ele nunca deveria ter sido contratado pelo SPFC. O Leco, Manssur & Pinotti devem responder por gestão temerária”, afirmou Newton em sua página do Facebook, citando também o presidente do clube e o atual diretor executivo de futebol, que na ocasião era diretor de marketing.

O opositor também afirma que o sócio Rui Branquinho divulgou ter sido Manssur o responsável pela contratação de Cimerman. O ex-vice nega ter indicado Cimerman e que Branquinho tenha feito tal afirmação.

Em sua representação contra Newton, protocolada no último dia 18, Manssur diz que foi difamado e teve sua honra atacada pelo opositor. “O único responsável pelos danos que intentou cometer teria sido, supostamente, o ex-funcionário (Cimerman), que aliás foi demitido por justa causa pela atual gestão do São Paulo”, diz trecho do documento.

Pela avaliação inicial, o clube não teve prejuízo financeiro com o suposto esquema de venda ilegal de ingressos. Porém, pessoas e empresas que teriam comprado bilhetes e espaços em camarotes foram prejudicadas em pelo menos R$ 2 milhões nas contas do clube.

Para pedir punição a Newton, Manssur alega que ele feriu o artigo 10 do regimento interno do São Paulo. A regra citada prevê em sua letra “i” punição para sócios que veicularem expressões ofensivas ou desonrosas contra o clube ou membros de seus poderes em razão de suas atividades em qualquer meio de comunicação. A punição, após apuração e defesa do acusado, pode chegar a 270 dias e ser aumentada em 1/3 no caso de o infrator fazer parte de poderes do clube. É o caso de Newton, membro do Conselho Deliberativo.

Manssur protocolou outra representação semelhante citando postagem do opositor questionando as qualidades morais e éticas do ex-vice para assumir a função de produzir estudo sobre a separação das atividades sociais e do futebol do São Paulo.

Em nota endereçada aos sócios do clube na qual afirmou ter conhecimento do pedido de Manssur, Newton confirmou que entende ter havido gestão temerária e disse que seu grupo vai pedir uma reunião extraordinária do Conselho Deliberativo ouvir explicações da diretoria sobre o caso envolvendo Cimerman.


Pagamento de multa a Rogério faz Leco ser cobrado internamente
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Com José Eduardo Martins, do UOL, em São Paulo

O fato de o São Paulo ter que pagar multa de R$ 5 milhões a Rogério Ceni por sua demissão gerou descontentamento em pelo menos três áreas no São Paulo. Os insatisfeitos estão na diretoria, no Conselho de Administração e no Conselho Deliberativo. No último caso, especialmente entre os opositores.

Na atual direção, há quem acredite que foi um erro da antiga diretoria de futebol e do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva concordar com o pagamento de multa. Mas, nesse caso, não há barulho.

Já parte dos integrantes do conselho de administração mostra mais incômodo. A ala insatisfeita quer que Leco explique os motivos que levaram o clube a aceitar a inclusão da multa e pretende sugerir ao presidente que ele defina um padrão para os próximos contratos de treinador. Não é usual o clube estipular multas contratuais para seus técnicos. Os antecessores de Ceni demitidos receberam indenizações de um mês de salário. O sucessor dele, Dorival Júnior, tem previsão de multa equivalente a dois meses de pagamentos.

Os pedidos de explicação e a sugestão sobre a definição de um padrão deverão acontecer na próxima reunião do Conselho de Administração.

No órgão, também há quem queira informações sobre o afastamento de Pintado da comissão técnica da equipe principal. Existem membros que consideram que o Conselho de Administração não pode ser surpreendido com decisões importantes. A tese é de que eles só podem colaborar com o presidente se emitirem suas opiniões antes de tais medidas serem adotadas. Porém, os mais próximos a Leco discordam. Afirmam que se atos referentes ao departamento de futebol forem alvos de discussões, haverá lentidão nas ações. O clube poderia ser prejudicado.

Já no Conselho Deliberativo, o opositor Newton Luiz Ferreira, o Newton do Chapéu, e seus colegas tentam colher 50 assinaturas para que seja marcada uma reunião extraordinária do órgão. Entre outros temas, seriam cobradas explicações sobre os motivos que levaram o clube a concordar a incluir multa rescisória no contrato do ex-goleiro. Também seria pedido um balanço financeiro sobre as recentes vendas e contratações de jogadores. A medida é vista pela situação como meramente política.

O blog telefonou para o presidente são-paulino, mas ele não atendeu à ligação.

 


Opositor entra com ação para anular assembleia que mudou estatuto do SPFC
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Newton Luiz Ferreira, ex-candidato à presidência do São Paulo pela oposição, entrou com ação na Justiça para anular a assembleia geral que alterou o estatuto do clube no último sábado.

Ele alega que os sócios não puderam analisar todas as propostas, tendo que decidir apenas em relação às sugestões aprovadas pelo Conselho Deliberativo, o que seria irregular. O conselheiro pede uma antecipação de tutela para que as alterações sejam anuladas até o julgamento definitivo da ação. Requer também realização de uma nova assembleia, dessa vez com liberdade para os sócios debaterem e deliberarem a respeito todas as propostas.

O novo estatuto traz medidas que visam profissionalizar o clube. Newton afirma ainda que suas sugestões e de outros conselheiros não foram levadas em consideração.

Tanto o conselho deliberativo como a diretoria negam que tenham sido cometidas irregularidades.


Opositor tenta lançar candidato único no SPFC. Mesmo que não seja ele
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Newton Luiz Ferreira, o “Homem do Chapéu”, quer aproveitar a liminar que adiou a eleição no São Paulo para alterar o quadro eleitoral. Ele está convocando todos grupos políticos para uma convenção no próximo dia 4 a fim de tentar a escolha de um candidato único, mesmo que seja outro conselheiro.

Para isso, primeiro, Newton do Chapéu, como é conhecido no Morumbi, precisa que o clube não consiga cassar a liminar e realizar o pleito hoje, como deseja o presidente interino e candidato situacionista Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.

“Não dá para fazer um mandato tampão com as divergências políticas que existem hoje. O São Paulo precisa de união para atravessar esse momento difícil. E se escolherem outro nome para ser candidato único, retiro a minha candidatura. Se a situação não aceitar, podemos ter um candidato apoiado por todas as alas da oposição”, afirmou Newton ao blog.

Por meio de Roberto Natel, ele convidou a situação para participar do encontro. No entanto, Newton não apoiaria Leco como único postulante.

Hoje, o opositor não  tem o apoio de todos que não votam em Leco. Existe a promessa de uma enxurrada de votos em branco. O grupo Força São Paulo, por exemplo, emitiu nota declarando que votará em branco. “Tomamos essa decisão, pois durante o mandato tampão (até abril de 2017 quando terminaria a gestão de Carlos Miguel Aidar), vamos nos concentrar monitorar e fiscalizar a administração”, diz o comunicado.


O Homem do Chapéu. Veja quem é e o que promete candidato opositor no SPFC
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Você já ouviu falar no “Homem do Chapéu”? Talvez já o tenha visto no horário eleitoral de 2014. Foi candidato a deputado federal pelo PSDB-SP. Era daqueles personagens que se destacam pelo visual, pelo apelido, pelo slogan, pelas propostas ou por tudo isso junto.

Ele, que se chama Newton Luiz Ferreira, dizia antes de bater na mesa: “abrirei mão do meu salário de deputado, mas jamais abrirei mão das minhas convicções e do meu chapéu”. E tinha propostas como tornar inelegível o presidente da República que aumentasse a dívida pública, privatizar os presídios para os presos pagarem sua estada nas penitenciárias com o dinheiro de seu trabalho e piso salarial de R$ 3.620 para professores e policiais.

O eleitor não se sensibilizou com suas palavras (foram só 2.702 votos). Agora, Newton do Chapéu, 57,  como é conhecido no Morumbi, é o candidato de oposição ao presidente interino do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, na eleição da próxima terça.

Entre seus planos está colocar como vice de futebol Márcio Aranha, que dirigiu o departamento em parte dos anos 1990. Leia abaixo entrevista concedia ao blog por Newton, considerado também por eleitores de Leco um dos importantes soldados na batalha contra o ex-presidente Carlos Miguel Aidar, assinando vários pedidos de explicações e sendo atuante nas reuniões do Conselho Deliberativo.

Se o senhor for eleito, dentro das possibilidades financeiras, quem contrataria?

Tudo vai depender do julgamento do caso Iago (o São Paulo pode ser punido com a proibição de registrar novos jogadores por até dois anos). Hoje, o Pato seria um jogador, que, se o clube tivesse dinheiro, poderíamos tentar comprar. Mas a torcida que não tenha muitas expectativas a curto prazo porque é hora de arrumar a casa. Não adianta falar da cor do telhado sem cuidar da estrutura primeiro. Não podemos mais atrasar direitos de imagem, nunca. E temos um plantel grande, categorias de base boas, teremos que recorrer a elas, principalmente se formos punidos. Temos uns 70 jogadores, não é possível que não dê pra montar um time competitivo. Serão tempos duros.

E o Luis Fabiano, renovaria com ele?

Luis Fabiano precisa de motivação. Se eu ganhar, ele será uma prioridade. No dia seguinte vou pedir para o vice de futebol conversar com o Luis para abrir uma negociação não só técnica. Futebolística também. O problema é que ele e o Ganso foram muito cobrados. Você precisa dar estrutura para o jogador. Esses problemas que o São Paulo enfrentou desmotivam o atleta. Então, eles precisam de ajuda, precisam de pessoas experientes por perto, acho que seria bom ter um motivador profissional.

Se o senhor ganhar, o vice de futebol vai continuar sendo Ataíde Gil Guerreiro.

Não. Vou convidar o Márcio Aranha. Se eu ganhar vou entregar o futebol para o Fernando Casal De Rey e ele já indicou o Márcio. Não faz sentido ex-presidente ter cargo, então o Fernando não vai ter. Mas vou ouvir o que ele falar que deve ser feito no futebol. Vai estar nas mãos dele. Vou aproveitar cada membro do Conselho Consultivo, como ele. Vou buscar orientações com cada um na área em que são especialistas.

Não quero ligar uma coisa à outra, mas o senhor é casado com a filha do De Rey?

Sim, é uma grande honra ser genro dele. Mas minha trajetória política no São Paulo não tem vínculo com ele, não tem apadrinhamento. Eu já era da oposição quando conheci a mulher maravilhosa com quem casei.

O senhor manteria o Doriva?

Delegaria essa missão ao vice de futebol e ao Fernando. Eles teriam que sentir. Toda essa situação do São Paulo tem influência no time. Agora, é óbvio que essas três derrotas não são alentadoras.

Quais serão suas prioridades, se for eleito, além da conversa com Luis Fabiano?

A prioridade seria tomar pé da verdadeira situação do São Paulo. Por exemplo, ouvi dizer que já antecipamos toda a cota de TV de 2016, preciso saber se isso é verdade. Depois disso, voltar com o aspecto moral e ético, nosso clube sempre foi reconhecido dessa forma. Posteriormente, buscar uma conciliação em relação à ação na Justiça que dura 13 anos e que contesta mudanças estatutárias. Outra coisa é apurar os fatos que aconteceram na última gestão. Já encaminhamos o caso da briga entre [Carlos Miguel] Aidar e Ataíde Gil [Guerreiro] para a comissão de ética do conselho deliberativo. Vamos melhorar a nossa relação com Corinthians, Palmeiras e Santos. Aceitaremos de imediato a contratação de uma auditoria oferecida pelo Abilio Diniz. Vamos analisar como adequar receitas e despesas. Hoje temos duas instituições interessadas em disponibilizar dinheiro para alongarmos nossa dívida, uma inglesa e outra brasileira. Tem uma construtora que refez o projeto de cobertura do Morumbi. Vamos conversar. No futebol, teremos pessoas experientes e vencedoras.

Essas instituições querem emprestar dinheiro para o clube, certo? Quanto?

Isso, mas existem várias formas de empréstimo. A instituição inglesa, fala entre R$ 150 milhões e R$ 180 milhões.

O senhor falou em melhorar relação com os rivais. Significa que não vai contratar jogadores dos outros grandes paulistas sem um acordo, como foi o caso do Alan Kardec com o Palmeiras?

Se quiser contratar, tem que ser respeitando o outro clube, não pode desrespeitar o trabalho do outro presidente. Nosso clube acabou virando motivo de chacota no caso com o Palmeiras.

Chacota?

É. Nosso ex-presidente falou uma coisa, o do Palmeiras respondeu. Não foi legal. Isso não pode acontecer. [Nota do blog: Aidar disse que o rival estava se apequenando. Torcedores palmeirenses fizeram piada com isso no auge da crise administrativa que o São Paulo viveu com o presidente que renunciou).

Sua campanha para deputado federal foi feita com R$ 72.790 (R$ 290 reais vieram do partido e o restante do próprio candidato). A campanha no São Paulo vai custar mais?

Não, no São Paulo só gastei o anúncio no jornal que o estatuto manda fazer. Espero que meu concorrente também tenha usado o próprio dinheiro, não o do clube, já que ele é o atual presidente. Seria um mal sinal, mas tenho certeza quase absoluta que ele pagou do bolso dele. Agora, minha campanha para deputado, tive só três meses para fazer. E me disseram no PSDB, partido ao qual eu era filiado, que uma campanha se fazia com R$ 5 milhões. Achei um despropósito e fiz uma campanha só entre amigos. Foi um treino para voltar a me candidatar em 2018. Mas isso pode ser adiado, dependendo do que acontecer no São Paulo.

Verdade que o senhor diz que quer ser presidente da República?

Eu estava brincando com o Marco Aurélio Cunha, num dia em que a gente ficou de madrugada numa festa na casa do Dorival (Decoussau, ex-diretor do clube). Ele falou que queria ser presidente do São Paulo, eu disse: “desejo ser presidente da República”. Foi uma brincadeira, a gente tinha bebido uísque.

E por que usou “Newton, o Homem do Chapéu” na campanha?

Minha equipe de marketing achou que seria difícil o eleitor decorar meu nome. Como sempre usei chapéu (tem uma coleção com cerca de 30) eles acharam que seria mais marcante. E no clube também sempre me chamaram de Newton do Chapéu.

O senhor começou a ficar conhecido no São Paulo no futebol social, patrocinando times?

Fui técnico no campeonato interno. Fui campeão quatro vezes. Patrocinar, na verdade é dar o uniforme. Hoje não comando mais nenhuma equipe, mas dou as camisas para três. Minha empresa não ganha nada com isso.

Qual o ramo da sua empresa (a Nework)?

Ventiladores industriais, para computadores, para máquinas.

Para quem o Homem do Chapéu tira o chapéu no São Paulo?

Para todos que ajudaram o São Paulo a ser o que é (citou uma série de ex-dirigentes).

E para quem não tira?

Para os que denegriram a imagem do São Paulo. Falando em termos mais recentes, para os integrantes da gestão anterior. Não só o presidente, mas todos que desgastaram a imagem do São Paulo.

O senhor se considera um milionário excêntrico como alguns dizem no clube?

Não. Primeiro, porque não sou milionário. Preciso trabalhar. Quanto à excentricidade, essa história surgiu porque não tenho rabo preso com ninguém.


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