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Opinião: faixa de capitão deve ser usada em prol da seleção, não de Neymar
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Perrone

A faixa de capitão da seleção brasileira não é para ser dada, mas conquistada por quem a merece.

Não é para ajudar um jogador a evoluir, mas para ser usada por quem está mais preparado para exercer a função e contribuir com a equipe.

Muito menos é um instrumento de pressão. Pelo contrário, quem a ostenta deve se sentir confortável no papel a ser cumprido.

Por tudo isso, este blogueiro considera um erro Tite ter nomeado Neymar capitão da seleção.

O jogador do PSG deixou a Copa da Rússia sem desempenhar o papel de líder do time nacional dentro e fora de campo. Nem deu entrevista coletiva após a eliminação diante da Bélgica, algo básico para quem pretende liderar.

Então, o que Neymar fez para merecer a braçadeira desde a queda no Mundial? Nada, já que a partida contra os Estados Unidos, na última sexta (7), foi a primeira do novo ciclo.

Se a intenção é fazer com que o camisa 10 melhore no aspecto disciplinar e tenha uma postura mais adulta em campo, Tite corre o risco de ter um capitão ineficiente. Seria melhor deixar a faixa com quem já está pronto para cumprir a missão.

Como mostrou o UOL Esporte, a ideia da comissão técnica é fazer com que a pressão pela função contribua para o desenvolvimento de Neymar. Um forma de fazer com que ele mostre a cara na seleção.

Tite deveria levar em consideração o fato de que quem mostra a cara sem estar preparado está sujeito a apanhar. Em outras palavras, será que é uma boa pressionar mais quem já não estava suportando a pressão (absolutamente natural) que carregava?

Vale lembrar que Neymar já foi capitão da seleção e nada mudou. Acabou dispensando a patente. A volta à função, então, só deveria acontecer quando ele estivesse preparado e não para ajudar em sua preparação. Afinal, o capitão deve ajudar a seleção. Fazer o contrário é jogar contra o espírito coletivo.


Opinião: para que deveria servir o amistoso com os Estados Unidos
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O amistoso contra os Estados Unidos, nesta sexta, às 21h05 (horário de Brasília), em Nova Jersey, marca o início do ciclo do Brasil em busca da disputa da Copa de 2022. Por isso, o jogo não é banal e precisa ser bem aproveitado por Tite.

Porém, na opinião deste blogueiro, o treinador já demonstrou que vai perder algumas oportunidades. As principais são testar Neymar na função de armador, como passou a jogar no PSG, e um novo nome para o gol brasileiro.

Indício de desperdício em termos de experimentar novidades é o fato de o time titular no último treino antes do jogo ter dez atletas que disputaram o Mundial da Rússia. O lateral Fabinho é o único que não participou da disputa.

Pelo que fez nos treinamentos, Tite deve manter Neymar pela esquerda, posição em que depende da aproximação de outros jogadores para render. Isolado na ponta, ele tende a tentar jogadas individuais. Como os adversários dobram ou até triplicam a marcação, fica tudo mais difícil.

Pensando na próxima Copa, Tite poderia aproveitar os jogos contra Estados Unidos e El Salvador, dia 11, para analisar Neymar com mais mobilidade e preocupação em reger o time do que como solista. Tudo indica que isso não vai acontecer.

No gol, está mantido Alisson. Sua presença não acrescenta nada em termos de observação. Como foi titular na Rússia, não há o que o treinador descobrir nele. Muito mais importante seria ver como outro goleiro se sai como titular, ainda que com a certeza de que a vaga seria devolvida a Alisson depois.

Entre os convocados, muito mais valioso seria observar Neto defendendo a meta brasileira desde o começo e por 90 minutos. É capaz que ele entre no decorrer do jogo.

O início de trabalho também é importante para o treinador planejar renovações na zaga e nas laterais.

Entre os zagueiros, ele faz uma boa opção ao começar com Thiago Silva e Marquinhos. O ex-corintiano desponta como futuro do Brasil na posição. Thiago dificilmente chegará em condições de ser titular no Qatar, mas sua experiência é importante para maturar a próxima dupla.

Nas lateais, o único que realmente carrega a bandeira da renovação entre os convocados é Militão, chamado depois da lesão de Fagner. É importante que ele entre no segundo tempo contra os norte-americanos.

Arthur, Andreas Pereira, Lucas Paquetá, Richarlison e Everton também merecem voltar do giro norte-americano com 45 minutos de seleção no currículo. Menos do que isso, será muita mobilização para pouca observação.


Opinião: atuação de Neymar em vitória reforça erro de Tite na Copa
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A boa atuação de Neymar na vitória do PSG por 3 a 1 sobre o Angers, neste sábado, reforça a opinião deste blogueiro de que Tite errou feio com o principal jogador da seleção brasileira na Copa da Rússia.

O bom desempenho do astro brasileiro na partida do Campeonato Francês foi resultado principalmente de uma mudança de função. Thomas Tuchel, novo treinador do Paris Saint-Germain, o colocou para atuar como armador, o articulador central de jogadas da equipe. Assim, foi mais participativo, distribuiu o jogo, prendeu menos a bola e, consequentemente, sofreu menos faltas.

Em solo russo, Tite teimou em deixar Neymar plantado na esquerda. Isso limita a exploração das qualidades de um atleta de alto potencial.

Como ponta, o camisa 10 da seleção dependia da aproximação de outros jogadores, principalmente do lateral, para tabelar. E isso aconteceu menos do que devia, sobretudo quando Marcelo esteve em campo.

Isolado, Neymar se limitava a partir para as jogadas individuais. Os adversários dobravam ou até triplicavam a marcação, o que fazia as chances de sucesso do brasileiro serem reduzidas. Perder a bola ou sofrer a falta eram os desfechos mais prováveis.

Deixar um cara do nível de Juninho, como ele é chamado pelo pai, fixo na esquerda equivale chamar o chef Alex Atala para cozinhar na sua casa e pedir apenas que ele corte as cebolas. Desperdício puro.

Tuchel indica entender que Neymar é mais útil como 10 do que como 11. Sendo o homem da criação. Tite deveria se inspirar no trabalho do colega e reprogramar o estilo de jogo de seu atleta mais talentoso na seleção.


Estafe de Neymar fala em novo contrato contra tese de imagem desvalorizada
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A imagem de Neymar está desvalorizada depois da Copa da Rússia por conta da avalanche de críticas sofridas pelo jogador nas redes sociais? O estafe do atacante assegura que não. Internamente, o discurso é de que ele continua sendo procurado por possíveis patrocinadores. Como prova, a equipe que cuida do jogador do PSG fala em apresentar brevemente um novo contrato de peso.

O nome do parceiro é mantido em sigilo, mas o negócio está em fase de finalização, segundo garante fonte próxima ao atleta.

Neymar tem motivado piadas diárias nas redes sociais, principalmente por conta de suas quedas durante os jogos do Mundial. Injustiça, na opinião do estafe dele. A queixa é de que no lugar de imprensa e torcedores debaterem a ausência de punição para parte dos adversários que fazem falta no brasileiro, a discussão gira em torno de quanto o titular da seleção brasileira sente ou finge sentir dores.

O principal lance usado como exemplo é o pisão do mexicano Layún no brasileiro durante a partida entre as duas seleções nas oitavas de final do último Mundial. Neymar foi criticado por rolar no gramado depois da agressão. No entanto, a avaliação no entorno do jogador é de que as críticas deveriam ser para o árbitro pela não expulsão do agressor.

O estafe do brasileiro também acredita que ele merecia estar entre os dez melhores jogadores do mundo escolhidos recentemente pela Fifa.

A tese é de que ele fez uma boa Copa para quem ficou cerca de três meses parado por causa de uma cirurgia no pé. A análise sobre a atuação de Neymar no último jogo da seleção na competição, contra a Bélgica, também é positiva. Um passe açucarado para Philippe Coutinho, que perdeu a chance de empatar o jogo, entra na argumentação.

Nessa linha de raciocínio, as atuações de Neymar no Mundial servem para mantê-lo valorizado, na opinião de gente que trabalha para ele.

A avaliação vai na contramão do que pensa a maioria dos torcedores e comentaristas brasileiros. Por isso, a eventual concretização de um novo acordo comercial é vista por gente do estafe de Neymar como uma resposta triunfal aos críticos.


Opinião: Neymar dá motivos para mais rejeição ao monetizar desabafo
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“Uma desculpa feita por um redator publicitário?”. A pergunta foi postada por Ewerton Moraes Sarmento na página da Gillette no Facebook. Ela dá a o tom do efeito contrário que a maneira como Neymar escolheu para fazer sua principal manifestação após a Copa do Mundo tem potencial para causar.

O comercial veiculado neste domingo em intervalo do “Fantástico” com o jogador narrando comentários sobre as críticas disparadas contra sua atuação no Mundial é repleto de brechas para quem pega no pé do atacante pegar mais ainda.

A principal delas é o fato de o astro da seleção brasileira monetizar até seu discurso sobre a queda (ou suas quedas) na Rússia. Grande parte dos torcedores que olham torto para Neymar o enxerga como quem coloca o dinheiro acima de tudo. Substituir declarações na zona mista depois da derrota por 2 a 1 para Bélgica por um ensaiado texto divulgado por um de seus patrocinadores, obviamente, não ajuda a apagar essa imagem.

“Trava de chuteira na panturrilha, joelhada na coluna, pisão no pé. Você pode achar que eu exagero. E, às vezes eu exagero mesmo. Mas a real é que que eu sofro dentro de campo”, diz trecho do discurso publicitário. E qual atacante não sofre? É a pergunta natural que se faz ao ouvir o desabafo. Prato cheio para quem acusa o craque do PSG de estar mais preocupado em se fazer de vítima do que em vitimar rivais com seu futebol refinado.

“Agora você não imagina o que eu passo fora dele (campo)”, diz Neymar completando a afirmação anterior. Nesse ponto é como se ele passasse um marcador de texto nas palavras do coordenador da seleção brasileira, Edu Gaspar, responsáveis por irritar boa parte dos brasileiros. O cartola falou que “não é fácil ser Neymar” e que “chega a dar pena em alguns momentos porque o que esse menino sofre não é fácil”.

Agora imagine o trabalhador que já se prepara para dormir e levantar às 5h da manhã para pegar no batente na segunda-feira ouvir um dos jogadores mais bem pagos do planeta se queixar das durezas de sua vida. E isso ganhando dinheiro para falar. Não pode descer bem.

Se Neymar sofre com algo terrível fora de campo e que impede uma análise correta sobre seus atos, ele já deveria ter revelado o problema faz tempo. Mas, se entende ser algo estritamente pessoal, deve guardar para ele. Falar de maneira enigmática só confunde a opinião pública.

Na peça publicitária, o jogador também lembra o menino que existe dentro dele. Um dos argumentos de seus críticos é o de que ele ainda não amadureceu. Mais uma vez, as palavras escolhidas não o favorecem.

Neymar ainda afirma que demorou a aceitar as críticas. Como acreditar na sinceridade da declaração feita em um comercial?

Para encerrar, o atacante diz que você “pode jogar essas pedras fora e me ajudar a ficar de pé. E quando eu fico de pé, parça, o Brasil inteiro levanta comigo”. Nada poderia ser tão emblemático do que deixar para o encerramento o argumento que norteia sua família e seu estafe. O de que os brasileiros, incluindo os jornalistas, não devem criticar Neymar, mas sim apoiá-lo de maneira incondicional. Não faltaram nem os parças, também campeões de rejeição entre os que apontam o estilo de vida do jogador do PSG como obstáculo para ele alcançar Messi e Cristiano Ronaldo.

O conjunto da obra publicitária aproxima o atacante da figura intragável pintada nas redes sociais por “haters”. E o distancia do Neymar visto no hotel da seleção em Sochi. Um cara solícito diante dos fãs na maioria das vezes, que brincava com filhos de outros jogadores, convivia sem melindres com os jornalistas por lá hospedados e demonstrava preocupação em relação à família, em especial no tocante à irmã Rafaella. Ou seja, um sujeito muito mais cativante do que aquele que tentou conquistar consumidores no intervalo do “Fantástico”.


Opinião: Três maus exemplos dados por Osorio ao detonar Neymar
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Juan Carlos Osorio entrou para a história da Copa do Mundo de 2018 pela porta dos fundos. Ao criticar Neymar e a arbitragem o treinador do México foi o responsável por dar mau exemplo, e não o camisa 10 da seleção, como disse o colombiano. Abaixo veja os maus exemplos de Osório.

1 – Desvio de foco

Ao dizer que a arbitragem atrapalhou o México, o treinador seguiu o manual clássico do técnico ultrapassado. Aquele profissional  que não assume seus erros e irresponsavelmente joga o juiz contra a torcida. Ou alguém acredita que os quatro minutos em que Neymar ficou no chão após levar um pisão realmente atrapalharam o México a ponto de influenciarem no resultado?

2 – Machismo

Ao dizer que futebol é para homem, Osorio praticou machismo em estado bruto. Foi preconceituoso e ensinou as crianças que o assistiam na entrevista coletiva a como não se comportar. Entre outros absurdos, ele ofendeu mulheres que jogam de maneira maravilhosa e podem ser representadas por Marta.

3 – Estímulo à violência

Ao reclamar do tempo gasto com Neymar caído após levar um pisão de Layún, Osório evitou a discussão mais importante. O comportamento do brasileiro no lance é o que menos interessa. O mexicano deveria ter sido expulso, o que mostra a fragilidade da tese do treinador de que sua seleção foi prejudicada.

A proteção de Osorio ao agressor somada ao surrado bordão “futebol é para homem” soa como incentivo à violência.

 


Opinião: Neymar preocupa mais a seleção do que se imaginava
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As atitudes de Neymar, seus colegas de seleção brasileira e simpáticos “parças” indica que o temor de ele não atingir 100% de sua forma durante a Copa sempre foi maior do que o grande público imaginava.

O choro dele depois de marcar contra a Costa Rica indica isso, a menos que ele viva alguma questão pessoal mais dramática.

A maneira como seus colegas de time o abraçaram naquele e em todos os momentos na Rússia também sugerem esse temor. O mesmo vale para os parceiros que seguem o craque em solo russo.

O sinal mais emblemático é a forma como desde a estreia os jogadores da seleção falam em proteger Neymar de marcadores carniceiros,  juízes desatentos (na opinião deles) e sobre consolidar o camisa 10 como grande líder do time.

Na opinião deste blogueiro, nas entrelinhas está a seguinte mensagem: “o Brasil só vai ser campeão se Neymar estiver 100% depois da cirurgia no pé. E para isso acontecer todos precisam ajudar porque está complicado.”


Opinião: vitória brasileira deixa pacote de preocupações para o torcedor
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Vencer sempre é bom. Ver Neymar voltar a marcar gol também. Contemplar mais uma boa atuação de Philippe Coutinho idem. Mas a vitória por 2 a 0 da seleção  brasileira sobre a Costa Rica, na última sexta, deu mais motivos para o torcedor se preocupar do que se animar na opinião deste blogueiro.

Por mais que Tite treine, seu time ainda não consegue fazer uma marcação sufocante na saída de bola. Se tivesse feito não teria demorado mais de 90 minutos para abrir o placar.

A defesa ainda tem dificuldades de posicionamento. Há buracos para o adversário explorar.

Os costarriquenhos tiveram chance de explorar os contra-ataques. Como vai ser contra rivais que marcam melhor e têm jogadores com mais qualidade para definir? Chega a dar frio na barriga só de imaginar.

Neymar evoluiu. Foi só seu quarto jogo após a cirurgia no pé. É natural que ele ainda esteja fora de forma. O que preocupa é se ele terá tempo de chegar ao auge.

Mais preocupante é saber que Tite trabalha praticamente todos os pontos falhos, mas a evolução demora a acontecer.

Os três pontos diante da Costa Rica encaminharam a classificação brasileira  porém, pelo andar da carruagem, é melhor o torcedor se preparar para sofrer mais do que sofreu no segundo jogo da Copa.


Calma de Neymar e eficiência na saída de bola. O que cobrar da seleção
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Durante a fase europeia de preparação para a Copa da Rússia a imprensa pôde ver pouco do trabalho da seleção brasileira. Mesmo assim, é possível conhecer alguns dos pontos mais trabalhados por Tite e seus comandados. Consequentemente  dá pra fazer uma lista do que cobrar do time na estreia diante da Suíça neste domingo. Confira abaixo.

Neymar controlado

Voluntariamente, o camisa 10 se isolou de parentes e amigos na  concentração, diferentemente da maioria de seus colegas.  O discurso em seu entorno é de que ele quer se manter focado e tranquilo para o Mundial. Chegou a hora de provar que tem equilíbrio emocional para encarar marcações duras sem reagir com indisciplina.

Proteção para barrar contra-ataques

Nos trechos abertos dos treinamentos, o trabalho para bloquear contra-ataques foi um dos mais executados. Um defensor contra dois atacantes. Dois zagueiros diante de três atletas ofensivos. Essas situações foram exaustivamente trabalhadas. Vamos ver na estreia qual o resultado.

Eficiência nos passes

Em todos os trabalhos acompanhados pela imprensa, Tite deu atenção aos passes. Os jogadores treinaram com campo reduzido e marcação forte com constante cobrança para não perderem a bola.

Saída de bola

Contra a Suíça será possível ver se o treinador finalmente encontrou uma solução para a dificuldade do time em sair jogando quando é fortemente marcado na defesa. Nos treinos, ele cobrou  compactação e movimentação para que os passadores tenham mais opções.

Marcação sob pressão

Os atletas foram cobrados constantemente para pressionar os rivais e recuperarem a bola.

Bola parada

No conceito da comissão técnica, as jogadas a partir de bola parada estão entre os principais fatores de definição de um jogo. Por isso escanteios a favor e contra, além se cobranças de falta foram bem trabalhados.


Opinião: estreia de CR7 torna missão de Neymar mais difícil
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A atuação de gala de Cristiano Ronaldo, autor dos três gols portugueses no empate desta sexta com a Espanha, torna ainda mais difícil a missão de Neymar de ser o cara da Copa da Rússia.

Por mais que o brasileiro pregue a importância do jogo coletivo é natural que se espere que ele brigue para ser o melhor do Mundial. É caminho para tentar ser o melhor do mundo.

Obrigatório lembrar que a imprensa espanhola cita a possibilidade de CR7 deixar o Real Madrid e ser substituído  pelo brasileiro. Ou seja, existe praticamente um confronto direto entre ambos.

Cristiano largou de maneira espetacular. Brilhou diante de um dos melhores times do mundo. Carregou Portugal nos ombros. Foi decisivo como os brasileiros esperam que Neymar seja.

Uma dificuldade para o camisa 10 de Tite brilhar tanto quanto o português é o fato de a seleção brasileira hoje depender menos dele do que Portugal de Cristiano.

Fundamental para Neymar tentar desbancar CR7 e Messi é o equilíbrio emocional. Se ele não discutir com os suíços em Rostov, neste domingo, já será um passo importante.