Blog do Perrone

Arquivo : Osmar Stábile

Oposição corintiana tem mais um candidato: Osmar Stabile
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Depois de Antônio Roque Citadini, foi a vez do conselheiro Osmar Stabile se declarar candidato à presidência do Corinthians em 2018. Assim, se o cenário não mudar até lá, a oposição terá pelo menos dois postulantes ao cargo.

Há cerca de três meses, Stabile lançou o slogan “stabilize”, que indicava o desejo de se candidatar. Neste sábado, porém, o blog recebeu mensagem dele na qual dizia: “vem aí Osmar Stabile presidente do Corinthians”.

Em seguida, confirmou a candidatura respondendo à indagação deste blogueiro por texto pelo celular. “Sim, sou candidato, fechado. Estou trabalhando as redes sociais. Estou enviando vídeos para 758 pessoas”.

Mas há espaço para mais de uma candidatura oposicionista? Isso não favorece a situação, que espera lançar Andrés Sanchez? “Acho que cada um dá os seus pulos. Não tenho compromisso com ninguém que se candidata. Somente tenho compromisso com a instituição Corinthians e meus eleitores”, declarou o oposicionista.

Sobre a diretriz de sua campanha, Stabile disse que vai trabalhar para implantar uma gestão moderna e participativa, que preserve a instituição.

Ele foi vice-presidente de esportes terrestres durante a gestão de Alberto Dualib e um dos candidatos derrotados por Sanchez no pleito de 2007.


Citadini se afasta de campanha da oposição no Corinthians
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Antonio Roque Citadini, vice-presidente de futebol do Corinthians entre 2001 e 2004, decidiu deixar a coordenação da campanha da principal ala da oposição à presidência do clube. Ele era um dos articuladores da candidatura ao lado de Fran Papaiordanou.

Citadini resolveu se afastar depois de ouvir em sua casa, na última quarta-feira, que Paulo Garcia pretendia ser candidato. Osmar Stábile, outro componente do grupo, não via com bons olhos a possível candidatura de Citadini, que era um dos mais cotados. Os dois nunca se deram bem. Citadini não vê qualidade nos correligionários do desafeto. Chegou até a entrar na conta de um conselheiro de oposição no Facebook para desmentir que faria parte de uma chapa com Sábile.

Agora, o ex-vice de futebol tem sido aconselhado a montar uma nova chapa de oposição. Ele também pode fazer uma composição com dissidentes da atual situação, com quem deve se reunir na próxima terça. Inicialmente, o encontro seria para discutir a união da chapa opositora com o pré-candidato Ilmar Schiavenato, ex-diretor social do clube. Outra possibilidade estudada por Citadini é votar em Garcia, mas sem fazer campanha para ele.

A insatisfação é tão grande que Roque, como é chamado no Parque São Jorge, não está disposto nem a entregar para a campanha de Garcia dados que coletou para a candidatura. Ele tem um cadastro com cerca de três mil sócios e manda diariamente e-mails para alguns deles. Inclusive, já enviou um texto sobre o ocorrido na última quarta. Seu pensamento agora é de que agora, o restante do grupo terá que organizar a candidatura sozinho.

Os demais apoiadores de Garcia, no entanto, consideram natural que o candidato passe a assumir a linha de frente no lugar de Citadini. E não acreditam em racha da oposição, pois não houve bate-boca entre Roque e Garcia, apesar das posições contrárias. Esperam que o ex-vice retorne à campanha, que estava na rua faz tempo, mesmo sem candidato definido.

No começo de 2014, Citadini disse a Garcia que a oposição precisava se organizar melhor de que nas outras vezes em que o colega foi candidato e cuidou da organização. Por isso assumiu as costuras políticas ao lado de Fran, combinando que a definição do postulante à presidência seria mais tarde. Com o passar do tempo, Garcia não foi para a trincheira, causando a expectativa de que Roque seria o candidato.

Enquanto trabalhava na campana, Citadini enxergava pontos falhos em Garcia e externou a preocupação ao grupo. Dizia que, se fosse candidato, ele teria dificuldades para explicar a doação de mais de R$ 300 mil à campanha do situacionista Andrés Sanchez a deputado federal.

Outro problema apontado por ele é o fato de Luis Fernando Garcia, irmão de Paulo, ser dono de uma empresa que agencia jogadores e ter atletas no Corinhtians. A Luis Fernando Assessoria, por exemplo, adquiriu pelo menos 40% dos direitos econômicos de Malcom (depois teria repassado 5% para outra empresa). Assim, aos olhos de Citadini, Garcia seria um candidato de oposição que teria que defender algumas ações da situação, como as negociações com seu irmão. Por sua vez, Roque poderia atacar livremente o fato de o clube negociar jogadores da base com empresários e até conselheiro, caso de Luis Fernando e que configura relação proibida pelo estatuto alvinegro.

Uma das bandeiras de Citadini é o fim das negociações dos direitos de jogadores da base e a diminuição do número de comissões pagas a empresários.

Nesse cenário, a missão de Paulo é mostrar que sua campanha tem musculatura para sobreviver sem Citadini e com o peso da doação de uma de suas empresas para Andrés somado à carga de ter um irmão empresário e conselheiro com jogadores no Corinthians. A eleição acontece em fevereiro de 2015.


Oposição corintiana afirma ir já para Europa em busca de reforços
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Osmar Stábile, candidato à vice-presidência do Corinthians pela oposição, afirmou ao blog que embarca neste domingo para a Europa a fim de procurar jogadores interessados em defender o clube em 2012.

“O Corinthians está esperando a nossa administração para ser campeão da Libertadores. Então, precisamos nos preparar. Vou para Itália, Espanha e Alemanha conversar com jogadores. A ideia é deixar os contratos encaminhados para o caso de vencermos a eleição”, prometeu, porém, sem revelar nomes.

Segundo ele, a opinião do treinador nesse caso não importa, e a verba não é problema. “Sempre existem as contratações do presidente, e essas serão assim. Sobre dinheiro, o Andrés diz que o clube tem R$ 100 milhões por ano da Globo para usar em contratações. Essa verba serve para nós também”, afirmou o aliado de Paulo Garcia, candidato à presidência pela oposição.

Para o grupo do situacionista Mário Gobbi, trata-se apenas de uma jogada eleitoreira por parte da oposição.


Ala da Gaviões nega ligação com oposição e ataca Andrés
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O blog foi procurado por integrantes do Movimento Rua São Jorge, formado por membros da Gaviões da Fiel que se afastaram da turma do Carnaval. O grupo pediu direito de resposta por ter sido citado num post no último dia 8. Escrevi que, longe dos microfones, a diretoria acusava o opositor Osmar Stábile de patrocinar protesto da Rua São Jorge no CT.

O grupo nega ligação com o opositor e enviou  ao blog cópia de um comunicado sobre o tema que foi publicado em seu site. A nota diz que o movimento não se curva diante de mudanças políticas e interesses pessoais. Em seguida, são feitos duros ataques direcionados a Andrés Sanchez. Leia abaixo, na íntegra, o e-mail enviado ao blog.

NOTA

 É de conhecimento de todos que o Gaviões da Fiel Torcida foi criado para combater as arbitrariedades, mandos e desmandos de um presidente da época. Temos como atribuição apoiar, incentivar, fiscalizar e cobrar o SCCP quando  julgamos necessário.

 O Movimento Rua São Jorge por sua vez mantém o “DNA” dos primórdios da
 fundação da Torcida, não se curvando para as mudanças políticas e  favorecimentos pessoais. Errando ou acertando, nossa postura será sempre a mesma e desafiamos a quem
quer que seja para que mostre uma só prova de que somos “financiados” por dirigentes ou políticos. O Movimento Rua São Jorge, vive através  de  contribuições de nossos militantes e de colaboradores que acreditam em nossa causa.

 Em contrapartida, o mesmo que nos acusa era braço direito do Sr. Alberto Dualib, defensor n° 1 da MSI, amigo e parceiro de Kia Joorabchian e Renato Duprat, envolvido em negócios com os mafiosos russos, como Boris Berezovski e Badri Patarkatsishvili, possível sucessor de Ricardo Teixeira no comando da CBF, acusado de cobrar “taxinha” em venda de jogadores e investigação  pela Policia Federal sob acusação de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.

Dessa forma, quem nos acusa de protestos financiados não tem a mínima condição moral de apontar quem quer que seja.  Não participamos da atual política interna do clube, porém um dos nossos objetivos é exatamente esse. Temos hoje cerca de 150 associados no Sport Club Corinthians Paulista e queremos chegar muito mais longe, vamos manter a missão de Flavio La Selva, e se já incomodamos, iremos incomodar ainda mais num futuro próximo.

 MOVIMENTO RUA SÃO JORGE 
DIRETORIA


Corinthians teme torcida, e cartolas trocam acusações sobre culpa
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Há um temor no Parque São Jorge em relação à reação da torcida em caso de derrota do Corinthians para o Flamengo. A preocupação de cartolas e jogadores se justifica com a combinação de dois episódios: a entrevista em que Andrés jogou só nas costas dos atletas a responsabilidade pela queda de rendimento, e o protesto feito por alguns torcedores no CT.

Longe dos microfones, a diretoria acusa o opositor Osmar Stábile, pré-candidato à presidência, de patrocinar o protesto. Os aliados de Andrés usam o fato de uma ala da Gaviões da Fiel, a Rua São Jorge, usar como sede uma casa que foi do comitê de Stábile na última eleição.

 “Entreguei o imóvel. Eles foram lá e alugaram. Eu não tive nenhuma participação”, respondeu o conselheiro, que devolve a acusação. “Existe um clima de tensão mesmo, mas quem criou isso foi o Andrés. Ele jogou a torcida contra os jogadores ao dizer que a responsabilidade é só dos atletas. Engraçado que a diretoria nunca faz algo errado, sempre tem alguém em quem colocar a culpa”, respondeu Stábile.

Está claro que Andrés deixou os atletas expostos e na mira dos torcedores mais raivosos com suas declarações. Foi a maneira encontrada por ele para tentar motivar os jogadores e, de quebra, procurar apagar a imagem de ser amigo demais de alguns do elenco.

Só o comportamento do time diante do Flamengo dirá se a estratégia do cartola teve algum efeito. Não bastasse a pressão que virá da arquibancada, o alvinegro entra acuado como nunca neste Brasileirão por causa dos resultados de quarta.


Oposição corintiana quer que Andrés pague de seu bolso festa do clube
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Conselheiros corintianos querem explicações da diretoria sobre quem pagou a festa de aniversário do clube nesta quinta-feira. Alegam que o evento foi político, por isso, as despesas devem ser cobertas por Andrés Sanchez e seu grupo.

“Ficou a impressão de que o Corinthians nasceu em 2007, não falaram da história do clube, só do Andrés. Se foi o clube que pagou a festa, o presidente tem que devolver o dinheiro porque foi um evento eleitoreiro, de valorização do Andrés e de seu grupo”, afirmou Osmar Stábile, um dos pré-candidatos da oposição à presidência.

Ele disse que irá cobrar os presidentes do Conselho Deliberativo e do Cori (Conselho de Orientação) para que exijam explicações do cartola. “Eles que procurem os caminhos que devem tomar”, afirmou Sanchez ao blog, por meio de sua assessoria de imprensa, após ser informado sobre a intenção da oposição.

Durante a festa, Andrés lançou oficialmente a candidatura de Mário Gobbi à sua sucessão. O lançamento é um dos motivos de irritação da oposição. Os adversários do presidente lembram que a corrente política dele acusava Alberto Dualib de usar dinheiro do Corinthians para se promover.


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