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Arquivo : Ponte Preta

Principal organizada do SPFC promete ir ao CT cobrar atletas por ‘racha’
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A Independente, maior torcida organizada do São Paulo, vinha poupando jogadores de duras críticas na luta contra o rebaixamento. Após o empate com a Ponte Preta por 2 a 2 no Morumbi, no último sábado, a uniformizada subiu o tom de voz. Prometeu ir ao CT do clube cobrar jogadores pelo que chamou de racha no grupo, referência às divergências entre Rodrigo Caio e Cueva.

“Torcida unida, elenco rachado. Vamos no CT. Queremos uma reunião com todos esses jogadores. Acabou a palhaçada. Muito respeito com a camisa tricolor”, escreveu a direção da organiza na conta da torcida no Twitter.

Outra postagem da uniformizada diz: “apoio incondicional ao São Paulo FC continua até o fim. Cobraremos atitude de alguns atletas. O SPFC é muito maior do que eles pensam”.

Em agosto do ano passado, as uniformizadas são-paulinas invadiram o CT do time. Foram acusadas de agredir jogadores e de roubar bolas e uniformes. A invasão rendeu processo contras as entidades e seus líderes.

Já em 2017, diante do risco de queda para a Série B do Brasileiro, as torcidas organizadas do São Paulo tem dado seguidas demonstrações de apoio aos atletas, como no mês passado quando cerca de 18 mil torcedores fizeram festa em treino no Morumbi antes do último clássico com o Palmeiras.


Capacidade de surpreender é marca do novo campeão paulista
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Na conquista do Campeonato Paulista de 2017, sacramentada neste domingo (7) diante da Ponte Preta, o Corinthians deixa como uma de suas principais marcas a capacidade de surpreender.

A demora em contratar e a chegada de reforços modestos fez com que o alvinegro fosse rotulado pela imprensa como a quarta força do Estado. Para surpresa geral, aos poucos o time evoluiu e venceu a disputa de maneira incontestável.

Surpreendeu também o rendimento de Pablo e Jô. O zagueiro estava sem espaço no Bordeaux. Nada em seu histórico recente recomendava a contratação. Acabou sendo fundamental para a solidez defensiva corintiana, um dos pontos altos do campeão.

A situação do atacante era semelhante. Nem jogar ele jogava para ser avaliado. A lógica apontava que ele estava mais para repetir o fracasso de André do que o sucesso de Vágner Love, outros atacantes que chegaram sob suspeita. Jô teve dificuldades no início, mas correu, suou para se movimentar como pedia Fábio Carille, marcou gols em todos os clássicos e reconquistou a Fiel. Ponto para a diretoria corintiana, que fez uma aposta arriscada, contestada, mas acertou.

Outra surpresa foi a maneira avassaladora como o Corinthians abriu os mata-matas fora de casa. Com 2 a 0 sobre o São Paulo e 3 a 0 em cima da Ponte, resolveu as disputas logo no primeiro confronto. Pelo estilo de jogo alvinegro, eficiente nos contra-ataques, era de se esperar um bom desempenho fora de casa. Mas apostar em vantagens tão grandes seria mostrar desapego ao dinheiro.

Surpreendente também, ao menos para este blogueiro, foi a obediência tática dos jogadores em relação ao novato Carille. Dava para imaginar um bom relacionamento dele com os atletas, por conhecer o grupo bem graças ao fato de ter sido auxiliar de outros treinadores por um bom tempo. Porém, é comum boleiro desconfiar de “professor” novo. Até contestações são normais. Não aconteceu com Carille. O elenco comprou seu estilo de jogo, seguiu à risca e chegou ao título.

Só não foi surpreendente o desempenho de Romero. Como sempre, compensou o que falta de habilidade com suor, correu por todos os setores do campo, atacou e defendeu. De novo foi importante para o time sem ser badalado. O paraguaio é o melhor retrato do o estilo desse time campeão, que prioriza o conjunto, a disciplina tática e que surpreende.


Cambista cobra até cerca de 20 vezes mais por ingresso da final do Paulista
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Cambistas pedem até cerca de 20 vezes mais do que o valor de face de ingressos para a partida deste domingo entre Corinthians e Ponte Preta pela final do Campeonato Paulista. É o caso do tíquete do setor sul, pelo qual um dos vendedores pedia durante a semana R$ 800. Com descontos para os sócios-torcedores mais assíduos, o mesmo bilhete custava R$ 40,50.

Neste sábado (6) a presença de cambistas na arena corintiana era pequena. Um deles oferecia ingressos das áreas sul e norte (R$ 32 com descontos) por R$ 600. E o comprador teria que retirar o bilhete com outra pessoa em frente ao Parque São Jorge.

Longe da arena, outro cambista, por telefone, oferecia bilhete do setor oeste superior por R$ 300. Na venda oficial, o mesmo ingresso valia de R$ 40,80 a  R$ 136, de acordo com o desconto.

Na partida de abertura da decisão, em Campinas, a pedida era de R$ 200 pela entrada de visitante, vendida oficialmente por R$ 80.

Vale lembrar que, apesar da falta de cerimônia dos cambistas, a prática é proibida.


Como repetição da final de 1977 em SP explica mudanças no futebol do Brasil
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Quarenta anos após a épica final do Campeonato Paulista de 1977, Corinthians e Ponte Pretafazem um reencontro na decisão do estadual marcado por diferenças que ajudam a entender o que aconteceu nas últimas quatro décadas com o futebol brasileiro. Confira abaixo.

Debandada de jovens talentos e força de empresários

Em 1977, a Ponte Preta chegou à final com vários destaques formados em casa e que fizeram história no clube, antes de vingarem em times maiores e até na seleção.

Em 2017, a Macaca tem entre seus principais nomes jogadores formados fora de Campinas. Alguns devem sair depois do Paulista, como Clayson, desejado pelo Corinthians, e Pottker, acertado com o Inter. Outro nome importante é o de Lucca, emprestado pelo adversário na final. O goleiro Aranha foi formado em casa, mas rodou antes de voltar ao time.

Na Ponte de 1977, Carlos, Oscar, Polozzi e Dicá, por exemplo, iniciaram a carreira profissional na Macaca e fizeram mais temporadas pela equipe depois de se destacarem no ano do vice-campeonato estadual.

A diferença entre passado e presente explica como os clubes brasileiros, não só os do interior, passaram a se desfazer de seus jovens talentosos muito cedo. Ninguém consegue segurar craque como há 40 anos.

O futebol ficou mais caro, o dinheiro rareou e os estrangeiros passaram a monitorar as promessas brasileiras desde cedo.

Tal situação costuma ser embalada por discussões acaloradas sobre o efeito que a Lei Pelé teve nos clubes brasileiros. Ela acabou com o passe, que ajudava os times a prender seus jogadores, deu lugar à multa contratual e valorizou o direito econômico, que passou a ser adquirido por empresários como joia. Eles ganharam poder diante dos clubes. Porém, agora estão proibidos de fazer essas aquisições por regras da Fifa. Muitos se associaram com times que mal jogam ou compraram agremiações para manter os rendimentos.

Local do último jogo explica de briga à Copa e Lava Jato

Em 1977, os três jogos da decisão foram no Morumbi. Na ocasião a Ponte topou atuar fora de Campinas por uma renda melhor. O alvinegro da capital não tinha estádio e a casa do São Paulo era adotada com naturalidade em grandes jogos. Agora serão dois confrontos. O primeiro será no Moisés Lucarelli e o segundo na Arena Corinthians.

A situação mudou porque a equipe paulistana, na gestão de Andrés Sanchez, entrou em rota de colisão com o São Paulo.

Como parte da briga, o então presidente corintiano trabalhou para tomar do Cícero Pompeu de Toledo o posto de favorito a palco de abertura da Copa de 2014 com a construção da arena corintiana.

No lançamento do projeto, o ex-presidente Lula foi ao Parque São Jorge fazer discurso como um dos mentores da obra. Agradeceu a Emílio Odebrecht por topar o negócio. Hoje, a história de como nasceu a Arena Corinthians está registrada nos volumosos arquivos da Lava Jato, maior operação de combate à corrupção no país. A investigação escancarou as relações inescrupulosas entre políticos e donos de construtoras.

Sanchez foi citado em delação premiada de Marcelo Odebrecht, segundo a Follha de S.Paulo, como recebedor de dinheiro de caixa 2 para sua campanha a deputado federal. Ele nega. Existem também registros em planilhas da Odebrecht que indicam suspeitas de pagamentos de propinas referentes à arena alvinegra, o que Andrés também diz não ter acontecido.

Sem invasão corintiana

Um ano antes da final lendária contra a Ponte, a Fiel protagonizou um dos maiores momentos de sua história ao invadir o Rio e dividir o Maracanã com a torcida do Fluminense na semifinal do Brasileirão.

 Isso não vai acontecer amanhã porque o procedimento de divisão de ingressos começou a mudar em 2009, quando Juvenal Juvêncio decidiu dar apenas 10% dos bilhetes disponíveis  para o Corinthians como visitante contra o São Paulo. “É uma tendência, é inexorável”, disse o presidente são-paulino na ocasião.

 A decisão gerou a reação corintiana de não jogar mais no Morumbi (citada acima) e com o tempo se tornou regra no país. Para a partida de abertura da final, a diretoria da Ponte diz ter cedido 2.200 ingressos aos adversários por receber a mesma carga para a finalíssima na Arena Corinthians.

Decadência de técnicos experientes

Quando Corinthians e Ponte Preta se enfrentaram em 1977, no comando do time da capital estava o veterano Osvaldo Brandão. Havia sido com ele o último título conquistado pelo Corinthians, o Paulista de 1954. O treinador retornou ao Parque São Jorge e tirou o clube da fila.

Em 2017, quem segura a prancheta corintiana é Fábio Carille, que disputa sua primeira temporada desde o início como técnico de um time profissional.

 A presença do novato explica o que aconteceu com parte dos treinadores mais experientes do Brasil nos últimos anos. Eles perderam prestígio, principalmente após a derrota por 7 a 1 da seleção para a Alemanha na Copa de 2014 com Felipão no comando.

 Os mais antigos ficaram com rótulo de desatualizados e perderam espaço para jovens com salários mais baixos e pinta de atualizados, como Jair Ventura (Botafogo), Rogério Ceni (São Paulo) e Zé Ricardo (Flamengo). Virou moda técnico brasileiro visitar clube europeu e se esforçar para mostrar ser moderno.

Mecenas

Há 40 anos, a Ponte tinha um dos times mais fortes do País. Sua trajetória de 1977 para cá simboliza em parte o que aconteceu com a maioria dos clubes do interior do país. A Macaca quase faliu e foi rebaixada até no Campeonato Paulista.

A recuperação dela também indica o modo de sobrevivência de muita equipe de menor porte: a ajuda de um mecenas. Sérgio Carnielli, no caso da Ponte.

De acordo com a Folha de S.Paulo, o clube deve R$ 102 milhões para ele, que é presidente de honra. E não são só os times menores que recorrem à ajuda de endinheirados apaixonados. Paulo Nobre chegou a colocar no Palmeiras R$ 180 milhões enquanto era presidente do clube. O caminhão de dinheiro foi fundamental para recolocar o alviverde no topo do futebol.  A dívida com ele hoje é de cerca de R$ 60 milhões.


Lucca tende a escolher Bota, e Corinthians pode esperar mais por Pottker
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O corintiano Lucca está propenso a preferir o Botafogo à Ponte Preta pela chance de disputar a próxima Libertadores. Isso é o que o Corinthians temia, pois a ida do atacante para o time de Campinas facilitaria a venda imediata de Pottker.

A Ponte não quer ficar sem seu goleador no Campeonato Paulista, por isso tende a vender o atacante para o alvinegro da capital só depois do Estadual. Mas se conseguir Lucca, já terá um substituto, podendo liberar Pottker imediatamente.

Para o clube campineiro, o Corinthians emprestaria o atacante como parte da transação envolvendo Pottker. Já o Botafogo precisa negociar um valor pelo jogador.

A vontade do atleta será decisiva para o desfecho de seu futuro. Como o salário será o mesmo em Campinas ou no Rio, outros fatores pesam na escolha. E nesse momento, tem peso maior a oportunidade de jogar o torneio continental, mas a decisão ainda não foi tomada.

Enquanto isso, dirigentes corintianos já dão como certo que terão Potkker. Só não sabem imediatamente ou apenas a partir do Brasileirão.


R$ 9,3 milhões atrapalham planos de Corinthians, Santos e Flu por Pottker
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Diante do interesse de grandes clubes no atacante Willian Pottker, vice-artilheiro do Brasileirão, a Ponte Preta mandou um recado para o mercado: só aceita vender o jogador pelo valor de sua multa rescisória: 3 milhões de dólares (R$ 9.363.900,00).

Na avaliação do estafe do jogador, o preço assustou as equipes que desejam o atleta, como Corinthians, Santos e Fluminense. Nenhum dos três demonstrou disposição para pagar pela rescisão contratual do jogador, que tem 100% dos direitos econômicos vinculados à sua equipe atual.

Por enquanto, os interessados não avançaram nas conversas com a Ponte. A tendência é de que nada aconteça antes do final do Campeonato Brasileiro.

A alternativa mais viável, de compra de parte dos direitos econômicos, por enquanto é descartada pelos dirigentes do time campineiro.


São Paulo tem ao menos uma briga de torcida por semana em 2015
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A temporada do futebol paulista começou com um impressionante índice de violência entre torcedores. Foram pelo menos seis confrontos graves em 39 dias. Ou uma briga a cada 6,5 dias, em média. Praticamente uma por semana.

O pior confronto provocou a morte de um membro da Gaviões da Fiel conhecido como Dime. Palmeirenses são acusados pelo crime. O ódio entre torcedores de Corinthians e Palmeiras é o principal responsável por engordar as estatísticas. Além do conflito com morte, ao menos outros dois aconteceram. Um corintiano foi agredido no último domingo e um palmeirense na quarta, de acordo com dados do Ministério Público.

Neste sábado, corintianos brigaram com são-paulinos no metrô, e 42 pessoas foram detidas pela polícia. Foi o segundo confronto entre os torcedores dos dois clubes, que trocaram agressões após a semifinal da Copa São Paulo, em Limeira.

Fanáticos pelo São Paulo já tinham se envolvido numa briga com seguidores da Ponte Preta no início do mês, em Campinas, num fim de semana em que os clubes nem se enfrentaram.

A sede de sangue dessas torcidas gera uma previsão pessimista do promotor Paulo Castilho (Juizado Especial Criminal), que foi um dos responsáveis por sugerir torcida única no Palmeiras x Corinthians deste domingo. “Pode anotar aí: 2015 vai ser o ano mais violento do futebol paulista”, afirmou ele ao blog.


São Paulo e FPF têm novo atrito
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São Paulo e Federação Paulista entraram de novo em rota de colisão. A discórdia foi provocada porque Isidro Suita, vice de competições da FPF, apareceu em reunião no Ministério Público acompanhado de Márcio Della Volpe, presidente da Ponte Preta.

O encontro era para que São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Santos assinassem um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) sobre medidas para controlar as torcidas organizadas. A FPF foi convidada, mas a Ponte não. O time do interior foi para falar com o MP a respeito do veto a seu estádio no segundo jogo contra os são-paulinos pelas semifinais da Copa Sul-Americana. Queria ajuda do órgão para liberar sua casa, porém, não conseguiu.

O blog apurou que um dos representantes do clube do Morumbi, Francisco Manssur, assessor especial de Juvenal Juvêncio, não gostou da presença do ponte-pretano. Disse para Suita que a federação causou constrangimento por levar o cartola de Campinas ao encontro. Isso porque um tema envolvendo os dois clubes passou a ser discutido diante de dirigentes de outras equipes.

Para piorar, o presidente do Corinthians, Mário Gobbi, chegou a fazer uma intervenção em tom de brincadeira. Pediu para o São Paulo deixar a Macaquinha jogar em casa. Vale lembrar que recentemente Andrés Sanchez irritou os cartolas tricolores por criticar a redução de preços nos jogos no Morumbi.

Ao ouvir o protesto são-paulino, Suita respondeu que não intercedeu pela Ponte. Apenas deu uma carona ao presidente da Macaca.

No Morumbi, prevaleceu a impressão de que a FPF agiu politicamente a favor do time de Campinas. Os ponte-pretanos reclamam que seu estádio só foi vetado porque o São Paulo apresentou documentos para a Conmebol comprovando que ele não tem a capacidade mínima exigida, para 20 mil pessoas. Alegam também que o rival poderia ser compreensivo e aceitar a jogar no Moisés Lucarelli.

Por sua vez os são-paulinos exigem que o regulamento seja cumprido (o jogo deve ser em Mogi Mirim). E alegam que não têm motivos para fazer um favor para a Ponte. Lembram que no início do Brasileirão, torcedores do São Paulo não puderam entrar no estádio do adversário por causa de obras no setor dos visitantes.


Rodada do Brasileiro reforça contraste entre Muricy e Tite
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Na mesma velocidade com que Muricy Ramalho recupera seu brilho, Tite perde o dele.  Nesta quarta, o são-paulino levou o time a terceira vitória seguida, enquanto o corintiano completou cinco partidas sem ganhar.

No Morumbi, a vitória tricolor sobre o Galo reforçou a tese de que Muricy conseguiu motivar os são-paulinos. Ele é ouvido pelos jogadores. Mudou o jeito de jogar do time.

Em Campinas, a derrota do Corinthians por 2 a 0 para a Ponte Preta aumentou a impressão de que Tite não consegue mais motivar seus jogadores. Ele não é ouvido pelos atletas enquanto berra à beira do gramado. Não mudou a forma de atuar do time em relação aos últimos tropeços.

No final da rodada, ficou mais fácil acreditar que Muricy tem razão quando diz que encontrou um clima ruim e jogadores com autoestima em baixa no São Paulo. E mais difícil crer que Tite está certo quando fala que não falta vontade a seus comandados.


Filho de dirigente do Santos critica presidente no Twitter e aumenta crise política no clube
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Uma constrangedora tuitada agravou o racha político na cúpula do Santos. Vinício Grossi, filho de Pedro Luiz Nunes Conceição, homem forte do futebol santista, fez pesadas críticas ao presidente do clube e ao técnico Muricy Ramalho.

Logo após a derrota para a Ponte Preta, no domingo, ele chamou Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro de fanfarrão, acusou o cartola de prevaricar e de proteger uma funcionária que tinha sido demitida pela gerência do clube.

Vinício pediu a saída de Laor e a demissão do treinador. Depois, os comentários foram retirados, ele escreveu estar arrependido e pediu que seus amigos também apagassem as venenosas manifestações, imediatamente reproduzidas.

O episódio fez a temperatura subir porque Pedro é visto como virtual candidato à presidência do Santos em dezembro de 2014. Procurado pelo blog, no entanto, ele negou a intenção de se candidatar.

Conforme já escrevi aqui, do endereço de e-mail usado por Pedro partiram recentemente críticas a Laor. Na ocasião, Pedro negou ser o autor. Apesar de também desmentir a divisão, ele é considerado hoje na Vila Belmiro um dirigente na contramão do presidente.

O blog apurou que o novo incidente irritou Laor e será discutido na próxima reunião do Comitê Gestor do Santos, também conhecido como CG.  Vinício é tido como uma pessoa bem informada sobre o clube por ser filho de Pedro, que é membro do comitê.

“Não posso me responsabilizar por algo que um homem de 30 anos escreveu, e o que aconteceu não tem nenhuma influência na gestão do Santos”, disse Pedro ao blog.

“O peso político que procuram dar a esse episódio está vinculado à versão equivocada de que sou candidato, mas o alvo está errado. Não era, não sou e não serei candidato em dezembro de 2014”, completou Pedro.

Por meio da assessoria de imprensa do clube, Laor disse que não responderia a comentários mal educados típicos de arquibancada.

O blog apurou que o presidente pouco conhece a funcionária que teria protegido, segundo Vinicio. Mas tomou a decisão de cancelar a demissão dela por considerar que houve falha no processo.

Vinício não foi localizado pelo blog. Seu pai disse que ele não gostaria de falar sobre o assunto. Veja abaixo as polêmicas tuitadas. Os trechos impublicáveis foram cobertos pelo blog em vermelho.

Reprodução das críticas feitas pelo filho de Pedro Luiz

 

Vinício se arrependeu do comentário