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Arquivo : Roberto Frizzo

“Exílio” de vice de futebol em Barbados marca preparação do Palmeiras
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Antes do final do ano, Roberto Frizzo, vice de futebol do Palmeiras disse a amigos que viajaria no dia 29 de dezembro para a ilha de Barbados, no Caribe. E que só voltaria em 9 de janeiro. Assim, avisou que ficaria ausente durante um período crucial para a preparação do time em 2013.

O “exílio” do dirigente simboliza a estagnação do alviverde. Até agora só foram contratados dois jogadores (Fernando Prass e Ayrton). Além disso, uma série de definições aguarda as eleições, marcadas para 21 de janeiro.

Outros dirigentes também deixaram de comparecer ao clube. Enquanto isso, o ano já começou para São Paulo, Corinthians e Santos, que comemoram reforços como Lúcio, Pato e Montillo.

O blog não conseguiu falar por telefone com Frizzo.


Por 13º salário, Palmeiras faz empréstimo de R$ 6 milhões com garantia pessoal de Tirone, ameaçado de afastamento
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Tirone não obteve nova antecipação na FPF

Para pagar o 13º salário de seus funcionários, o Palmeiras fez um empréstimo bancário de R$ 6 milhões na semana passada. O próprio presidente foi o avalista juntamente com o vice de futebol, Roberto Frizzo. A dupla responde com seus bens se a dívida não for quitada.

Esse foi um dos empréstimos analisados em reunião do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) nesta terça. O órgão reclama que o presidente antecipa receitas da próxima administração e fere o estatuto do clube. Por isso, estuda pedir o afastamento de Tirone a 45 dias do final de seu mandato.

A complexidade do tema fez o COF declarar a reunião aberta até domingo, quando será decidido se o caso irá para o Conselho Deliberativo, que tem o poder de votar o afastamento.

Nos próximos dias, o COF buscará mais documentos para saber o total de empréstimos e se o clube deu aumento a Barcos. O órgão havia orientado o presidente a explicar antes como pagaria novos empréstimos e contratos com jogadores. O conselho de orientação reclama de que não está sendo respeitado.

“Eu respeito o COF, sei que ele está em seu papel. Eles têm que checar tudo e se acharem que devem pedir meu afastamento ao Conselho Deliberativo tudo bem. Vou me defender. Não fiz nada errado, não fui irresponsável. Só fiz empréstimos e antecipei receitas para não paralisar o clube. Errado é deixar de pagar funcionários”, disse Tirone ao blog.

Conselheiros querem saber se Barcos teve aumento

Ele confirmou o empréstimo de R$ 6 milhões e que foi o avalista com Frizzo. O dirigente confirma também que tentou uma nova antecipação de receitas do Campeonato Paulista, mas não conseguiu. “Tínhamos uma dívida com o BMG, que foi feita em outra gestão. Renegociamos, reduzimos o valor e demos as receitas dos próximos Campeonatos Paulistas como garantia. Por isso a federação não teve como antecipar mais agora”, afirmou Tirone. As receitas do clube no Estadual estão comprometidas pelo menos até 2014.

Funciona assim: o clube faz um empréstimo e a federação se compromete a repassar a cota a que o time tem direito diretamente para o banco. Isso se a dívida não for paga antes.

Tirone já antecipou pelo menos R$ 40 milhões que o clube teria a receber no próximo ano usando também outros contratos como garantia. “Mas eu usei tudo para pagar dívidas. Não feri o estatuto porque eu posso antecipar até 30% do orçamento, que é de aproximadamente R$ 150 milhões. Estou dentro do limite. Além do mais, todos os presidentes avançam nas receitas das administrações seguintes.”

Ele culpa a dívida que herdou de seu antecessor, Luiz Gonzaga Belluzzo e o fato de o Palmeiras perder temporariamente o Palestra Itália como fonte de receita pela maior parte da dificuldade financeira. “Assumi o clube com um passivo de R$ 160 milhões. Mas não culpo o Belluzzo. Ele assumiu com um passivo de R$ 28 milhões. Faço um desafio: eu me afasto da presidência agora se o próximo presidente se comprometer a não antecipar as receitas da administração seguinte. É impossível.” A eleição será em janeiro.

Sobre Barcos, Tirone não esclareceu se deu aumento ao argentino. “O COF tem todo o direito de fazer suas recomendações. Agora, se eu achar que tenho que contratar ou dar aumento vou fazer isso”, concluiu o presidente.


César Sampaio e Roberto Frizzo superam críticos, ganham apoio de presidente e levam Palmeiras às compras
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Frizzo é elogiado por Tirone

Alvos de pesados ataques de dirigentes e conselheiros, Roberto Frizzo e César Sampaio ganharam apoio público do presidente do Palmeiras e já comandam a reformulação do time.

“Falam do Frizzo, mas ele ajudou muito. Nos últimos dias não estava por perto porque teve problemas de saúde, perdeu peso. E o Sampaio foi muito útil no vestiário, diferentemente do que dizem. Por mim, ele continua no ano que vem, ainda pode contribuir muito”, disse Arnaldo Tirone ao blog.

O vice de futebol saiu de uma longa hibernação e se juntou ao ex-volante para cuidar de contratações. Os dois se reuniram na segunda no escritório de Frizzo para discutir nomes. Antonio Henrique Silva, diretor financeiro e que tem comandado o futebol, também participou do encontro.

Ao menos um empresário já foi acionado para ajudar na busca pelos jogadores pretendidos. A rapidez no planejamento não leva em conta o fato de o clube ter eleição marcada para janeiro.

Tirone pediu autorização a pré-candidatos para que Frizzo e Antônio Henrique participassem de reunião com ele nesta quarta. Mas não foram falados nomes de possíveis reforços para saber se os planos agradam a quem podem assumir a presidência.

O COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) também pediu para ser consultado antes de eventuais contratações ainda neste ano. Quer saber se o time tem dinheiro para pagar os reforços antes de as negociações serem fechadas. Porém, o órgão ainda não foi procurado.

Como Frizzo e Sampaio ganharam fama de gastadores, há o temor no clube de que novas dívidas sejam feitas em troca de reforços arriscados.


Na Justiça, conselheiro do Palmeiras se retrata por falar em contratações nebulosas de vice
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 Em audiência de conciliação nesta quarta, no Fórum da Barra Funda, o conselheiro do Palmeiras José Corona assinou termo alegando que não quis ofender a honra do vice de futebol do clube, Roberto Frizzo.

Ele havia dito que o dirigente fez contratações nebulosas. A declaração gerou a abertura do processo, que não avançou graças à retratação de Corona. O conselheiro também se retratou por ter dito que o vice derrubou Felipão.

Corona, porém, declarou manter críticas em relação à qualidade dos jogadores trazidos por Frizzo. Ele também não aceitou se comprometer a não dar mais entrevistas sobre a competência do dirigente.

A luta do Palmeiras contra rebaixamento acabou sendo discutida na audiência. Frizzo afirmou que o time não vai cair. “Só não cai se o Mickey viajar para o Brasil e for o centroavante da equipe”, rebateu o conselheiro.


Crise palmeirense tem crítica à liderança de Bruno e Maurício Ramos, à coxinha de presidente e a choro de torcedor
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Jogadores, dirigentes, e até torcedores são detonados no auge da crise palmeirense. Entre os atletas, Maurício Ramos e Bruno são os mais cornetados.

Cartolas lembram que os dois estão entre os líderes do elenco, mas não agem com tal postura nas partidas. Maurício, por exemplo, foi um dos principais defensores de João Vítor no episódio do vazamento da notícia sobre o atleta chegar ao CT com hálito de álcool. O caso gerou grande turbulência.

Maurício falhou nos gols do Botafogo no domingo. Para piorar, antes da partida, ele disse que o Palmeiras não vai cair e soltou o célebre “vão ter que me engolir”. Bruno também teve sua atuação diante do Bota criticada dentro e fora do clube. Nas redes sociais, foi chamado pela torcida de mão de pau.

Diretores, conselheiros e torcedores também concordam ao espinafrar a cúpula palmeirense e o gerente César Sampaio por não conseguirem resolver os problemas da equipe.

Em tom de chacota, colegas de diretoria dizem que após trocar de hotel, de uniforme (o time passou a jogar de branco) e de estádio (deixará Araraquara para atuar em Presidente Prudente), o vice-presidente de futebol, Roberto Frizzo, deveria mudar o titular de seu próprio cargo.

Por sua vez, a torcida não perdoou o diretor jurídico, Piraci de Oliveira, que estava em Miami na hora do jogo e tirou onda em sua conta no twitter com uma foto do novo  iPad mini. No site Verdazzo, mantido por palmeirenses, o presidente Arnaldo Tirone foi “acusado”, com direito a foto, de aproveitar o jogo para ira a Bueno de Andrada. É um distrito de Araraquara transformado em ponto turístico pela fama de suas coxinhas.

Nas redes sociais, nem os torcedores foram poupados. Quem chorou em Araraquara e apareceu na TV é repreendido por dar esse gostinho aos rivais.

Reprodução do site Verdazzo


Palmeiras teme prejuízo em campo por faltar à reunião na federação
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Tirone é criticado até por alguns de seus diretores

Dirigentes e conselheiros do Palmeiras temem que a ausência do clube no Conselho Técnico do Campeonato Paulista, nesta quinta, tenha reflexos negativos para o time em campo.

Um diretor e três membros do Conselho Deliberativo ouvidos pelo blog têm esse receio. A avaliação é de que o clube se enfraqueceu nos bastidores ao não prestigiar um evento da Federação Paulista. Principalmente em relação  à arbitragem e à Justiça Desportiva. E o episódio pode respingar na relação com a CBF, que tem o presidente da FPF, Marco Polo Del Nero, como vice. Além disso, José Maria Marin participou do Conselho Técnico.

Serafim Del Grande, ex-diretor palmeirense, acredita num efeito ainda mais direto na equipe. “Não vejo risco de retaliações. O problema é que esse tipo de atitude enfraquece o time moralmente. Os jogadores percebem que não têm respaldo, notam o descaso. Além disso precisamos ter bom relacionamento como todo mundo, mas o presidente e o vice não têm trânsito com ninguém. Por respeito ao Palmeiras, eles deveriam se demitir”, afirmou Serafim ao blog.

Citados pelo ex-dirigente, Arnaldo Tirone e Roberto Frizzo não atenderam aos telefonemas do blog. O presidente ainda enfrentou críticas públicas de um de seus diretores. “Se ele ignora uma reunião dessas, será que sabe a situação do Palmeiras no Brasileiro?”, disse à coluna Painel FC, da Folha de S. Paulo, José Reginaldo Tripoli, diretor de boxe.

“Qualquer que seja a justificativa foi um erro não termos ido à FPF”, escreveu em sua conta no twitter Piraci Oliveira, diretor jurídico do Palmeiras.

Ao justificar a ausência, Frizzo afirmou ao UOL Esporte que não chegou a ele o comunicado sobre a data e o horário da reunião. E que a falha de comunicação pode ter ocorrido por causa das constantes viagens que tem feito com o time.

O tamanho do constrangimento pode ser medido pelo fato de o presidente aparecer na federação bem depois de o evento acabar para se justificar.


Criticado, presidente do Palmeiras decide ir a Salvador, e vice volta para São Paulo
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Colaborou Danilo Lavieri, em Salvador

Arnaldo Tirone voltou atrás e decidiu acompanhar o Palmeiras na Bahia. O presidente do clube havia dito que não via necessidade de viajar com o time e que sua presença dá mais trabalho para os seguranças do clube.

A declaração irritou a dirigentes e conselheiros que exigiam a presença do presidente num momento delicado da equipe. Em cima da hora, o cartola decidiu viajar. Ao mesmo tempo, Roberto Frizzo, vice de futebol e que estava com a delegação, resolveu voltar para São Paulo.

Frizzo nega que sua decisão tenha a ver com o risco de violência por parte de torcedores, caso o Palmeiras perca para o Bahia nesta noite e se afunde ainda mais na zona de rebaixamento.

“O presidente me ligou dizendo que estava indo para Salvador. Disse para ele que eu aproveitaria para descansar em São Paulo e trocar a mala. Em seguida vou para Araraquara e Colômbia. Então é bom fazer um revezamento”, disse o vice ao blog, já em São Paulo.

Tirone chegou no início da tarde a Salvador.


Alto risco de rebaixamento ameaça interromper busca do Palmeiras por reforços
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Arnaldo Tirone e Roberto Frizzo têm sido aconselhados por diretores e colaboradores a interromper as negociações por reforços para 2013 até o Palmeiras definir sua situação no Brasileirão.

A dupla tem ouvido que precisa se concentrar na luta contra o rebaixamento. Falar em reforços pode provocar ciúmes dos jogadores e incendiar mais a fogueira política do clube. Isso porque o COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) quer que as contratações passem antes por seu crivo para evitar grandes dívidas.

Também existe o argumento de que é impossível planejar o time para 2013 sem saber se o Palmeiras vai disputar a Série A ou a Série B, além da Libertadores.

Nove pontos separam o Palmeiras do 1º fora da zona de rebaixamento

Se a sugestão for acatada, o primeiro reflexo será na negociação de Alex. O problema é que os outros interessados no meia não vão esperar o Palmeiras resolver o que vai fazer da vida.

Na prática, a decisão depende só do presidente, já que Frizzo, vice de futebol, não está na linha de frente das contratações.


Vitória fortalece intervenção de diretor financeiro no futebol palmeirense
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A vitória sobre o Figueirense fortalece uma fórmula inusitada adotada pelo Palmeiras para tentar sair da crise: trocar o vice de futebol pelo diretor de finanças.

No papel, Roberto Frizzo segue como o comandante do futebol alviverde. Mas ele não participou da negociação com o técnico Gilson Kleina e nem viajou com o time para Florianópolis.

Quem acompanhou a delegação na concentração em Itu e em Santa Catarina foi Antônio Henrique Silva, diretor financeiro e que já é visto no clube como cartola informal do futebol. Foi um funcionário de seu setor que negociou diretamente com Kleina.

Desafetos de Frizzo agora pressionam o presidente Arnaldo Tirone para efetivar Antonio Henrique e Mário Gianini, vice-jurídico, como responsáveis pelo futebol. Gianini cuidava do departamento quando o clube disputou a Série B.

Frizzo, por sua vez diz que não viajou para Santa Catarina porque viu que outras pessoas viajariam e não sentiu necessidade de ir. Alega que participou da escolha do novo técnico mas deixou a negociação para os departamentos financeiro e jurídico. Ele também diz não se sentir enfraquecido no cargo.

Ao mesmo tempo em que diretores apoiam o cartola do dinheiro como homem forte do futebol, conselheiros disparam contra ele afirmando não se tratar de alguém da área. Ou seja, enquanto o time tenta sair do atoleiro, acontece um novo tiroteio político.


Motim contra presidente do Palmeiras deixa técnico sem proteção
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 Por motivos diferentes, altos colaboradores do presidente do Palmeiras estão abandonando o barco. Ao sair, parte deles coloca os pés diretamente na canoa da oposição. A movimentação política estoura Gilson Kleina.

Abandonado e pressionado a abandonar Roberto Frizzo e César Sampaio, Arnaldo Tirone deixa o novo treinador sem um cartola que faça a intermediação com o presidente. Kleina também não tem o respaldo de um dirigente que conheça o vestiário alviverde, algo fundamental depois de Felipão perder o controle sobre os jogadores.

Sampaio e Frizzo deveriam fazer essa blindagem, mas hoje apenas cumprem tabela. O vice de futebol sofre ainda com a violência da torcida, que quebrou seu restaurante. Ele nem viajou para Florianópolis, local do confronto com o Figueirense.

“Fui a 120 jogos. Não conheço diretor que tenha ido a todos. Vi que já tinha gente acompanhando o time, e que não precisaria ir”, disse Frizzo.

Ele é um dos pivôs da desidratação do estafe de Tirone. Faz tempo que colegas de diretoria querem a cabeça do vice. A saída de Felipão foi colocada na conta dele e na de Sampaio por alguns dos aliados do presidente, que resolveram se afastar do cartola.

O gelo em Frizzo e Sampaio é uma tentativa de Tirone de acalmar os insatisfeitos. Mas o efeito foi contrário. Quem tinha sobrado no bonde presidencial pediu para sair por não suportar a “humilhação” enfrentada por Fizzo.

O vice-presidente ficou fora da negociação do novo técnico, conduzida por um funcionário do departamento financeiro e uma advogada. “Ajudei a decidir o nome do treinador. A partir daí entreguei ao caso a quem conhece as finanças do clube e a quem cuida da parte jurídica”, afirmou Frizzo.

Amigos do vice pediram para ele seguir os passos de Edvaldo Frasson, vice administrativo, e Walter Munhoz, vice financeiro, que se afastaram de seus cargos, alegando problemas profissionais. Frizzo rechaçou a ideia.

Entre os motivos para aliados se afastarem de Tirone também está o fato de ele não fazer força para transformar em sindicância interna a auditoria nas contas da administração passada. Há ainda os que estão descontentes porque ajudaram a blindar Felipão na reta final da Copa do Brasil e acreditam que não tiveram seu trabalho reconhecido pelo presidente.

A violência de torcedores que xingam e ameaçam agredir funcionários, cartolas e conselheiros no Palestra Itália também fez alguns colaboradores do presidente manterem distância..

Procurado pelo blog, Tirone não atendeu aos telefonemas. O presidente parece fadado a ver quem o colocou no poder ficar de braços cruzados, enquanto o barco palmeirense afunda no Brasileirão.