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Arquivo : Romário

Os pontos fortes e fracos dos cotados para eleição na CBF
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,A suspensão de 90 dias aplicada pela Fifa a Marco Polo Del Nero instalou um clima eleitoral na CBF. São vários os nomes cotados para o cargo, caso o atual presidente seja punido definitivamente por um tempo maior. Ele preparava sua candidatura para mais um mandato e era favorito. Mas, se ficar impedido de participar do pleito, o cenário é incerto. Pelo menos cinco nomes já despontaram para o caso de o cartola que nega as acusações de recebimento de propina ficar fora do jogo. No entanto, só Romário declarou ser candidato.

Pelo estatuto da confederação, o vice-presidente mais velho, atualmente o coronel Nunes, assume e completa o mandato em caso de afastamento definitivo de Marco Polo. A eleição pode ser marcada a partir de abril do ano que vem, um ano antes do final da atual gestão. Votam presidentes de federações (com peso 3) e de clubes da Série A (peso 2) e Série B (peso 1).

Abaixo veja os nomes cotados para a sucessão de Del Nero, caso ele não possa se candidatar, seus trunfos e pontos vulneráveis.

Rogério Caboclo, diretor-executivo da CBF

Ponto forte – Pupilo de Marco Polo Del Nero, segue poderoso na confederação mesmo com o interino coronel Nunes no comando. Assim poder fazer polí­tica com medidas que agradem aos presidentes de federações e clubes. Um exemplo foi dado antes de Del Nero ser suspenso. O mandatário da CBF disse aos dirigentes das entidades estaduais que levaria todos para a Copa da Rússia e que a iniciativa era de Caboclo.

Ponto fraco – A rejeição de presidentes de federações que sempre contestaram seu excesso de poder na CBF. Os que não querem mais Marco Polo dando as cartas no futebol nacional já minam a eventual candidatura do diretor alegando que com ele o presidente suspenso continuaria mandando. Cartolas das entidades estaduais também afirmam que por nunca ter presidido um clube ou uma federação ele não tem perfil para o cargo. Os crí­ticos o enxergam como um especialista apenas na área financeira.

Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista

Ponto forte – Com o isolamento de Del Nero ganhou trânsito na Conmebol e passou a ser o porta-voz de clubes brasileiros na entidade sul-americana. Assim se aproximou dos presidentes dos principais times dos país. Também transita com desenvoltura entre os cartolas de clubes da Série B por cuidar da competição na CBF.

Ponto fraco – O principal é a rejeição a seu nome para a presidência na próxima eleição por Del Nero, apesar do espaço dado a ele na CBF pelo dirigente suspenso. Outro problema é o entendimento de cartolas de outros Estados de que chegou a hora de o poder na CBF sair das mãos dos paulistas. Também deve sofrer graças a antigas rixas com dirigentes resultantes de seu longo tempo no futebol.

Romário, senador

Ponto forte – Apoio popular.

Ponto fraco – Rejeição de dirigentes por não ser um deles. Além disso, para parte dos eleitores o ex-atacante é visto como inimigo dos cartolas brasileiro.

Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo

Ponto forte – Bom relacionamento com a maioria dos dirigentes dos principais clubes do país. É descrito por colegas com um cartola que traz ideias frescas para o meio.

Ponto fraco – Já é atacado por dirigentes de federações por nunca ter comandado uma entidade estadual e por ter uma carreira considerada por eles curta no futebol.

Ednaldo Rodrigues, presidene da Federação Baiana

Ponto forte – Boa articulação entre os presidentes de federações e apoio significativo das entidades do nordeste, que formam um numeroso bloco no colégio eleitoral.

Ponto fraco –  Pouca penetração entre cartolas de clubes do Sudeste.


‘Caso Rio-16’: Romário sugere CPI para gastos com esporte de alto nível
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Em meio à acusação do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro sobre suposta compra de voto na escolha da sede da Olimpíada de 2016, o senador Romário defende a realização de uma nova CPI. A sugestão dele é a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito que investigue não só os gastos públicos na Rio-16, mas todo o financiamento público para o esporte de alto rendimento.

Nesse cenário, seriam avaliados todos os convênios do Ministério do Esporte, programas e leis, como a de Incentivo ao Esporte e a Agnelo/Piva, que prevê repasses de dinheiro arrecadado com loterias federais para o COB (Comitê Olímpico Brasileiro).

Só da Lei Piva, o COB recebeu R$ 137,4 milhões em 2016, de acordo com o balanço financeiro da entidade. Essa receita beneficia também as confederações ligadas ao Comitê Olímpico, presidido por Carlos Arthur Nuzman, dono do mesmo cargo no comitê da Rio-2016. De acordo com a acusação dos procuradores, o dirigente foi o elo com o grupo do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, na operação que teria permitido a compra de pelo menos um voto africano para a cidade brasileira.

A defesa de Nuzman nega que ele tenha cometido irregularidade.

Vale lembrar que, em sua denúncia, o MPF-RJ ressalta as verbas federais usadas para a realização da Olimpíada do Rio.

Romário, que presidiu a CPI do Futebol no Senado, teve um indicado seu (Marcos Braz) ocupando a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer do Rio em 2015, durante preparativos para os Jogos Olímpicos.


Ausência de senadores atrasa trabalhos da CPI do futebol. Bom para Marin
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Na última quinta, a CPI do Futebol realizou uma sessão com apenas três senadores presentes. Além de ouvir o depoimento do jornalista escocês Andrew Jennings, o encontro serviria para a votação de uma série de requerimentos, como a quebra dos sigilos bancário e fiscal de José Maria Marin. Só que a ausência da maioria dos integrantes impediu a votação.

Para os pedidos serem aprovados são necessários um parecer favorável de Romero Jucá (PMDB-RR), relator da CPI, e seis votos a favor. A comissão tem 11 senadores titulares.

Responsável pelo pedido de quebra do sigilo bancário de Marin, Paulo Bauer (PSDB-SC) diz não acreditar em boicote arquitetado pela bancada da bola para prejudicar os trabalhos. Por meio de sua assessoria de imprensa, ele afirmou avaliar o baixo quórum como normal, apesar de ruim. Creditou o esvaziamento ao fato de sempre existirem outras sessões acontecendo ao mesmo tempo.

Além da abertura dos dados financeiros de Marin, preso na Suíça, estão na gaveta os pedidos para que sejam convocados o atual presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, e Ricardo Teixeira, ex-ocupante do cargo. Os dois requerimentos foram feitos em 4 de agosto pelo senador Romário, (PSB-RJ).

Também não foram apreciados ainda pedidos para que a comissão receba informações sobre movimentações financeiras da confederação com empresas internacionais. Ao todo, são oito pedidos que aguardam votação.

A CPI tem 180 dias contados desde 14 de julho para concluir os trabalhos.


Romário recebe papelada sigilosa sobre investigação de propinas no futebol
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Documentos não divulgados pela Justiça americana sobre a investigação do FBI envolvendo cartolas brasileiros estão nas mãos de um dos principais desafetos de José Maria Marin e Marco Polo Del Nero: o senador Romário (PSB-RJ).

 Agora ele tentará autorização das autoridades dos Estados Unidos para usar publicamente na CPI do futebol no Senado as cópias da documentação. Apesar de a papelada ser cedida oficialmente, o caráter sigiloso não foi derrubado.

 Em seu site, a Justiça dos Estados Unidos divulgou relatório das investigações, porém há parte significativa que não foi disponibilizada por ser considerada sigilosa. Nela estão depoimentos de alguns dos investigados e grampos feitos pelo FBI.

 A pessoas próximas, Romário não detalhou os documentos que conseguiu. Agora o senador irá pedir para que dois delegados federais examinem os papéis.

 Romário espera se reunir na próxima segunda com autoridades brasileiras, como representantes da Receita Federal, da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal para tratar dos reflexos da investigação no Brasil.

 Os documentos revelados até agora pela Justiça americana indicam que há mais dirigentes brasileiros envolvidos, além de Marin preso na Suíça. Isso porque dois suspeitos de receberem propina são descritos como membros dos primeiros escalões da Fifa, da Conmebol e da CBF, credenciais que batem com as de Del Nero e Ricardo Teixeira.

Colaborou Daniel Brito, do UOL, em Brasília

 


Romário criticou financiados pela Ambev. Agora, recebeu R$ 500 mil da Ambev
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“Não recebo dinheiro de Fifa, de CBF e nem de Ambev”, disse Romário (PSB-RJ) em 8 de novembro de 2011, durante audiência na Câmara dos Deputados sobre a Lei Geral da Copa. E em maio de 2014, em votação referente ao projeto de refinanciamento das dívidas fiscais dos clubes, o ex-jogador afirmou: “Esse projeto é um projeto eleitoreiro. Ou seja, deputados que vão a favor desse projeto estão pensando na sua eleição com ajuda direta ou indireta da CBF”. Na ocasião, ele atacava colegas que teriam votado de acordo com os interesses da confederação brasileira pensando no apoio da entidade e dos parceiros dela em suas campanhas na eleição de outubro.

Cerca de dois meses depois do inflamado depoimento dado em maio, no qual disse ter vergonha de ser colega de parlamentares alinhados com a CBF, Romário viu sua campanha ao Senado pelo Rio ser turbinada com R$ 250 mil da Londrina Bebidas, subsidiária integral da Ambev, patrocinadora da confederação, entidade dirigida por safados, nas palavras do ex-atacante. Em 28 de agosto, entraram nos cofres da campanha de Romário mais R$ 250 mil da subsidiária da Ambev.

As duas doações estão registradas na prestação parcial de contas do candidato entregues ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e foram feitas primeiro à direção do PSB, que efetuou o repasse para Romário. Nos dois casos, como espécie do recurso doado pela subsidiária da Ambev, aparece no site do TSE apneas “outros créditos”, sem maiores detalhes .Ao todo, o ex-jogador declarou ter recebido até agora R$ 758.440 em doações.

Uma das bandeiras de Romário na Câmara foi a instalação de uma CPI para investigar a CBF. Investigação desse porte provavelmente esmiuçaria os contratos de patrocínio da entidade. Indagado por meio de sua assessoria de imprensa se não havia um conflito de interesses no fato de receber doação de uma empresa de um dos patrocinadores da CBF, Romário respondeu com uma pergunta: “Conflito de interesse de quem, de mim, da Ambev ou da CBF?”.

Por sua vez, a Ambev respondeu aos questionamentos do blog com a seguinte nota:

“As doações eleitorais que Ambev faz a partidos e candidatos respeitam o modelo de contribuição privada adotado no Brasil. A companhia informa que essas contribuições, como não poderia deixar de ser, obedecem ao rigor da lei, são absolutamente transparentes, realizadas de maneira formal, com prestação de contas às autoridades e à sociedade, e somam valores muito inferiores aos permitidos por lei. A Ambev reitera que não privilegia nenhum partido, candidato ou corrente política e que a distribuição das doações obedece ao critério da proporcionalidade de representação das bancadas em nível federal, estadual e municipal.”

No site do TSE não foi possível obter a relação completa das doações feitas pela Londrina Bebidas, que no dia 27 de agosto teve a sua incorporação aprovada pelo Conselho de Administração da Ambev com o objetivo de facilitar a estrutura societária e reduzir custos. Assim, a Londrina Bebidas deixará de existir, porém, seu capital e seu patrimônio líquidos já refletiam no balanço da Ambev por se tratar de uma subsidiária integral.

Abaixo, veja reprodução da prestação de contas de Romário.

Reprodução


Desafeto da CBF, Romário diz que recusou ingresso para final da Copa
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Romário, um dos maiores críticos da CBF, afirma, por meio de sua assessoria de imprensa, ter recebido da confederação uma oferta de ingresso para a final da Copa do Mundo. Porém, também conforme a assessoria do deputado do PSB-RJ, ele recusou o agrado aos palavrões.

Por essa versão, a oferta foi feita por telefone por meio de uma funcionária da entidade. Romário é autor de um pedido de CPI da CBF, que investigaria alguns dos últimos atos do ex-presidente Ricardo Teixeira e os primeiros de seu sucessor, José Maria Marin, também presidente do Comitê Organizador Local da Copa. Marin é alvo de ataques frequentes do Baixinho.

Procurada, a assessoria da CBF não respondeu até a publicação sobre a oferta que o deputado diz ter recebido.

Vale registrar que na abertura da Copa do Mundo o ex-volante Vampeta afirmou ao blog que a CBF havia oferecido dois ingressos para todos os campeões do mundo pela seleção brasileira. Romário levantou a taça em 1994.


Desafeto da CBF, Romário descarta ir à estreia da seleção
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Autor do pedido de uma CPI da CBF, Romário não vai ao jogo de abertura da Copa das Confederações entre Brasil e Japão, sábado, em Brasília.

Segundo sua assessoria de imprensa, o ex-jogador embarca ainda nesta quinta para o Rio. A ausência não será provocada por algum compromisso. Ele simplesmente não quer ir. E se decidisse aparecer, não seria como convidado da CBF ou da Fifa, pois não está entre os parlamentares contemplados com convites.

No entanto, o deputado não descarta ir à final da competição, no Maracanã.

Enquanto o campeão do mundo em 1994 estará ausente na abertura, seu desafeto, José Maria Marin, terá lugar de destaque na tribuna de honra.


Grupo de presidentes de federações se recusa a ajudar CBF a barrar CPI
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Marin e Del Nero enfrentam resistência em federações

José Maria Marin e Marco Polo Del Nero terão dificuldades para desarmar o pedido de CPI da CBF feito por Romário. Há um grupo de presidentes de federações que não quer ajudar. Eles se recusam a mobilizar deputados de seus Estados para provocar uma retirada em massa de assinaturas do requerimento.

Segundo a Folha de S.Paulo, os dois dirigentes da CBF pediram para que cartolas das entidades estaduais agissem em seus redutos políticos. O bloco contrário a estender a mão para Marin e Del Nero alega que transparência fará bem à Confederação Brasileira. E que se há algo errado, culpados devem ser punidos.

Entre os integrantes dessa resistência estão ao menos três cartolas do Nordeste.

Mas não são só sentimentos nobres que criam obstáculos a Marin e Del Nero. Um dos dirigentes que se recusa a ajudar a dupla disse ao blog que se sente parceiro da direção da CBF só nas dificuldades. Afirma que nos momentos bons não é lembrado pela dupla que comanda o futebol brasileiro.

Para impedir a solicitação de CPI, a CBF precisa que pelo menos 95 dos 188 deputados que assinaram o requerimento desistam de apoiar Romário.


Citado em pedido de CPI e investigado pela PF, Del Nero abre federação para policial deputado
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 Duas horas e 30 minutos depois de Romário protocolar o pedido de CPI da CBF na Câmara, o site da Federação Paulista dava destaque a outro deputado federal: Protógenes Queiroz.

A página da FPF noticiou o lançamento do livro escrito por Protógenes. O evento aconteceu na sede da entidade, presidida por Marco Polo Del Nero. Ele é citado no pedido de Romário, que ainda pode ser esvaziado com a retirada de assinaturas.

 A manobra exige habilidade dos cartolas junto a parlamentares como Protógenes. Na condição de policial federal ele já esteve do outro lado do balcão, pois investigou dirigentes.

Protógenes conduziu as investigações sobre a parceria Corinthians/MSI, quando sua história se cruzou com a de Del Nero pela primeira vez. O presidente da FPF chegou a prestar serviços como advogado para Kia Joorabchian, um dos principais investigados por Protógenes. Del Nero também acompanhou os corintianos Alberto Dualib e Andrés Sanchez em audiência relacionada ao mesmo caso.

Curiosamente, Del Nero foi citado numa das gravações feitas à época pela equipe de Protógenes. Dualib, ex-presidente corintiano, fala do presidente da FPF como quem orientaria os investigados antes dos depoimentos.

Reprodução do site da FPF com destaque para protógenes

Protógenes se afastou da PF e se aproximou da cartolagem. Naturalmente, ainda é pelo menos razoavelmente bem informado sobre o que acontece na Polícia Federal, que tem justamente Del Nero como um de seus investigados. O cartola aparece em apuração sobre suposta venda de informações sigilosas por parte de policiais a advogados. O caso é citado no pedido de CPI.

Del Nero também tem intimidade com outros deputados federais que podem ser úteis contra a CPI. Ele é sócio do petista Vicente Cândido, vice da FPF e relator da Lei Geral da Copa. Guilherme Campos (PSD-SP) é vice regional de Campinas da federação.


Contra bancada da bola, gabinete de Romário promete anunciar nome de quem abandonar pedido de CPI da CBF
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A equipe de Romário na Câmara já espera uma ação da bancada da bola na tentativa de retirar assinaturas da do pedido de CPI da CBF.

A forma encontrada para se defender é deixar avisado que o gabinete fará barulho para divulgar o nome dos que desistirem do apoio. Inicialmente 188 parlamentares assinaram o requerimento. Eram necessárias 171 assinaturas.

O principal trunfo da cartolagem é Vicente Cândido (PT-SP), relator da Lei Geral da Copa, e vice-presidente da FPF. Também é sócio de Marco Polo Del Nero, citado no requerimento por estar envolvido em investigação da PF. O caso está relacionado à suposta venda de dados sigilosos por parte de policiais para advogados, como Del Nero.

  Cândido deve tentar convencer o partido do governo a esvaziar o movimento. A CBF conta também com um lobista profissional. Vandenbergue dos Santos Machado presta serviços para a entidade desde a época de Ricardo Teixeira. Ele é diretor de Assessoria Legislativa da confederação.