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Bolada à vista deixou Guilherme Arana perto do Sevilla
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Um acordo sobre a forma de pagamento deixou Guilherme Arana próximo do Sevilla. O blog apurou que os espanhóis aceitaram pagar cerca de 50% de aproximadamente 11 milhões de euros (R$ 41,4 milhões) à vista por 80% dos direitos econômicos. A decisão atende ao desejo dos corintianos de pegar uma bolada logo de cara para fechar o negócio.

A proposta inicial era de uma entrada menor e mais prestações. O blog não teve acesso ao número de parcelas acordado.

Um dos envolvidos na negociação afirma que faltam detalhes para a venda ser concretizada. A expectativa é que o martelo seja batido até o próximo dia 15.

Os valores que serão pagos ao jogador também já estão apalavrados.

O Corinthians queria 15 milhões de euros (R$45, 5 milhões) por 100% dos direitos referentes ao lateral, mas não convenceu a diretoria espanhola a subir o preço. Inicialmente, o Sevilla estava disposto a pagar 12 milhões de euros para ter os direitos integrais. O alvinegro tem 40% dos direitos econômicos de Arana, e o restante pertence a empresários. Essa proporção deve ser mantida em relação aos 20% que não serão vendidos, caso o negócio seja oficializado. Ou seja, 12% seriam dos investidores e 8% do alvinegro.

Mesmo se fechar o negócio em novembro, a ideia da direção alvinegra é anunciar o acordo apenas depois do Brasileirão. Flávio Adauto, diretor de futebol do Corinthians, não respondeu à mensagem enviada pelo blog até a publicação deste post.


Após reuniões com Sevilla, Corinthians diz esperar fim do Brasileiro
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Com Dassler Marques, do UOL em São Paulo

Após pelo menos duas reuniões com a participação de representante do Sevilla, a diretoria do Corinthians fala em definir a situação de Arana apenas depois do Campeonato Brasileiro. Integrantes do estafe do lateral-esquerdo, no entanto, acreditam no fechamento da operação nos próximos dias. Nesse caso, avaliam que o alvinegro só vai anunciar o negócio após a disputa do Nacional. Assim, o jogador ficaria blindado enquanto o time tenta assegurar o título da competição. Oficialmente, a posição da equipe pessoal do corintiano também é de que só haverá conclusão quando o certame acabar.

A blindagem, em tese, evita que o atleta tenha que responder a mais perguntas sobre seu futuro e que eventuais críticas ao rendimento dele sejam ligadas à transferência. Assim como parte de seus colegas e o time de maneira geral, Arana, após voltar de lesão, não repete no segundo turno o mesmo desempenho da primeira fase.

Na terça e na quarta desta semana, os corintianos tiveram reuniões com representante do Sevilla para discutir o tema. Porém, não houve acordo. Os espanhóis já acenaram com 12 milhões de euros (R$ 45 milhões), mas o alvinegro pede 15 milhões de euros (R$ 56 milhões). No entender dos envolvidos, o impasse tem boas chances de ser solucionado. O clube brasileiro possui 40% dos direitos econômicos do lateral. O restante está nas mãos de empresários ligados ao atleta.

Durante a última janela de transferências da Europa, Arana foi sondado por uma série de equipes. O Sevilla foi uma delas. Mas, manter o lateral e os outros jogadores para não atrapalhar a equipe na briga pelo título brasileiro se tornou questão de honra para a direção alvinegra.

 


Sevilla acena com R$ 44,1 milhões por Arana e também ouve não
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Arana durante treino do Corinthians (Foto: Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians)

Por meio de intermediário, o Sevilla avisou o Corinthians que estava disposto a enviar uma oferta oficial de aproximadamente 12 milhões de euros (cerca de R$ 44,1 milhões) por Guilherme Arana para ter o lateral esquerdo agora. Os espanhóis ouviram que o clube brasileiro só aceita negociar o jogador por cerca de 20 milhões de euros e  para ele se transferir depois do Campeonato Brasileiro.

A equipe espanhola se assustou com a pedida. Mas, de acordo com quem acompanhou a tratativa, ainda tem interesse no atleta e não sabe se fará nova tentativa.

O CSKA, da Rússia, já tinha acenado com 15 milhões de euros (aproximadamente R$ 55,1 milhões) e ouvido um não dos corintianos.

O alvinegro é dono de 40% dos direitos econômicos do jogador. O restante pertence a investidores. Entre os outros donos está Fernando Garcia, ex-conselheiro do clube.

Outro que teve uma sondagem recusada foi o francês Bordeaux, disposto a pagar 9 milhões de euros (R$ 33 milhões) e a ceder os direitos de Pablo, fixados em 3 milhões de euros (R$ 11 milhões) para ter Arana agora. O Corinthians acabou comprando os direitos do zagueiro dando como parte de pagamento os 15% a que teria direito numa futura negociação do ex-atacante corintiano Malcom, que deve ser vendido pelos franceses.

A direção alvinegra segue confiante sobre conseguir manter seu lateral esquerdo titular até o final do ano, apesar do assédio europeu.


Sevilla rejeita proposta do Valencia para ter Ganso por empréstimo
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O Sevilla recusou pedido do Valencia para negociar Paulo Henrique Ganso por empréstimo. A resposta foi de que o brasileiro só deixará o time em caso de venda.

A equipe atual do ex-são-paulino também já recusou uma proposta por empréstimo feita pelo Fenerbahçe. O clube turco está em busca de um meia e teve uma oferta de 2 milhões de euros (cerca de R$ 6,7 milhões) por Rodriguinho rechaçada pelo Corinthians.

No caso de Ganso, ele chegou a receber boas referências do Fenebahçe passadas pelo brasileiro Souza, mas a decisão do Sevilla de não aceitar o empréstimo praticamente matou a negociação.

Porém, a permanência de Paulo Henrique não é uma certeza. Existe ainda sondagem do futebol chinês. E não é descartada a possibilidade de o Valencia fazer uma oferta pela compra dos direitos econômicos.

O estafe de Ganso também recebe com frequência consultas de clubes brasileiros, que ouvem o mesmo discurso da transferência em definitivo. Apesar de não ser titular no Sevilla, Ganso não tem demonstrado interesse em retornar ao Brasil neste momento.


Sevilla volta a ter interesse em Rodrigo Caio
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Com José Eduardo Martins, do UOL, em Sāo Paulo

O Sevilla voltou a ter interesse em contratar Rodrigo Caio a pedido do técnico Jorge Sampaoli.

Intermediário que trata da negociaçāo avisou Carlos Leite, agente do zagueiro, que o clube espanhol trabalha numa proposta para apresentar em breve ao Sāo Paulo.

Em agosto do ano passado, o Sevilla estava disposto a pagar 11 milhões de euros por 80% dos direitos econômicos do beque, mas a negociação nāo evoluiu.

Hoje, o Sāo Paulo tenta renovar o contrato de Rodrigo, que termina em outubro de 2018. A ideia tricolor é estender o compromisso até junho de 2019.

Rodrigo já recusou duas propostas tricolores. Ele ganha R$ 120 mil mensais e deseja receber R$ 350 mil, teto do clube.

Apesar da tentativa de renovação, parte dos cartolas sāo-paulinos avalia como fundamental para as finanças a venda do zagueiro.

Em dezembro, o diretor financeiro Adilson Alves Martins admitiu que precisaria vender jogador ou conseguir empréstimo para pagar em dia os salários de janeiro já que o Conselho Deliberativo vetou a  renovação  do contrato com a Globo para transmissão dos jogos do Brasileirāo em TV aberta.


Falta de acerto salarial é barreira para Napoli ter Rodrigo Caio
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Com Pedro Lopes, do UOL, em São Paulo

Às vésperas do fechamento da janela de transferências para a Europa, o Napoli procurou o estafe de Rodrigo Caio para tentar contratar o zagueiro. Porém, os representantes do jogador são-paulino acreditam ser muito difícil o acerto porque não houve acordo em relação aos salários a serem pagos.

Para o negócio dar certo, além de aumentar a oferta, o time italiano teria que correr contra o tempo, já que o período para inscrições na Europa se encerra nesta quarta-feira. Mas até a conclusão deste post, o Napoli não havia sinalizado que fará uma nova tentativa.

Os Italianos topam pagar cerca de 13,5 milhões de euros por 100% dos direitos econômicos do beque. O blog apurou que a oferta foi apresentada ao empresário André Cury, como representante do atleta na negociação, e que ela nem chegou a ser enviada ao São Paulo por conta do desacerto em relação aos salários.

Procurada, a assessoria de imprensa do clube do Morumbi disse desconhecer o assunto.

Perto do fim da janela, o estafe de Rodrigo Caio avalia só haver tempo hábil para um acerto caso chegue proposta do Milan, que já sinalizou interesse no jogador. Isso porque o fato de existir voo direto de São Paulo para Milão faria as partes ganharem tempo.

Assim, que o Napoli se apresentou, o zagueiro ficou de sobreaviso para embarcar às 15h desta terça para a Itália, mas essa possibilidade foi logo descartada.

O Sevilla, que apresentou ofertas por meio de Cury, mas não agradou ao São Paulo, já dá como certo que não terá Rodrigo Caio.


A um dia do fim da janela, Sevilla dá como certo que não terá Rodrigo Caio
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Após ter suas ofertas recusadas pelo São Paulo, o Sevilla dá por encerrada a tentativa de contratar Rodrigo Caio a um dia do final da janela de transferências para a Europa. Essa é a posição do clube, segundo André Cury, agente que apresentou as propostas.

Os espanhóis descartam oferecer mais do que os cerca de R$ 38 milhões por 80% dos direitos econômicos, incluindo bônus, já recusados pelo time do Morumbi.

A negociação se arrastou por quase um mês. Durante todo esse período, a direção do São Paulo, oficialmente, adotou a postura de não considerar a oferta oficial por não ter vindo em papel timbrado do Sevilla, mas conversava com Cury. O agente também intermediou a ida de Ganso para a equipe espanhola e iniciou as tratativas nos mesmos moldes.

Uma reviravolta no caso só parece possível se o clube brasileiro voltar atrás em sua decisão, o que é improvável.


Apesar de passaporte europeu, venda de Rodrigo Caio ao Sevilla está travada
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Apresentar passaporte europeu é uma exigência do Sevilla para contratar Rodrigo Caio, porém, apesar de ele ter sido liberado pelo São Paulo para viajar para a Itália e providenciar a documentação, a negociação com o clube espanhol está travada.

André Cury, empresário que intermediou a ida de Ganso para o Sevilla, apresentou pelo menos duas propostas para levar o zagueiro ao mesmo time. A direção tricolor não aceitou as ofertas e não as encarou como oficiais, por não terem vindo diretamente da equipe espanhola.

Nesse cenário, a negociação esfriou, ao mesmo tempo em que Rodrigo Caio entrou na mira de Milan e Lazio.

Apesar de não significar um indício de acerto com o Sevilla, a liberação do jogador para viajar é uma demonstração do interesse são-paulino em negociar o beque, que tem contrato até 2018. Além disso, era um antigo desejo do jogador obter o passaporte europeu via Itália.

Rodrigo tem pouco tempo para deixar tudo em ordem já que a atual janela de transferências para a Europa termina no final de agosto.


Sevilla está disposto a dar R$ 27,4 mi por 50% dos direitos de Rodrigo Caio
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Rodrigo Caio em treino da seleção olímpica (Crédito: Eduardo Anizelli/Folhapress)

Rodrigo Caio em treino da seleção olímpica (Crédito: Eduardo Anizelli/Folhapress)

Depois de levar Ganso, o Sevilla está disposto a pagar 7,5 milhões de euros (R$ 27.412.500) por 50% dos direitos econômicos do zagueiro Rodrigo Caio. O time brasileiro detém uma fatia de 80%.

O blog apurou que um intermediário informou o interesse e o valor para a direção são-paulina sem obter resposta até a publicação deste post. O clube brasileiro, porém, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou que não recebeu oferta oficial pelo jogador.

Se topar a negociação nesses moldes, a equipe paulista pode faturar ainda numa futura revenda do beque, que no ano passado ficou perto de ser vendido para o Valencia e depois para o Atlético de Madri. As duas negociações giravam em torno de 15 milhões de euros pelos 100%.

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A mágoa da diretoria do São Paulo com Ganso
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A diretoria do São Paulo está magoada com Paulo Henrique Ganso, apesar de não admitir oficialmente. Na avaliação da cúpula tricolor o jogador deveria ter acompanhado o time na partida contra o Atlético Nacional, na Colômbia, que selou a eliminação da equipe na Libertadores.

O meia ficou no Brasil fazendo tratamento da lesão que o afastou das semifinais, mas para a direção são-paulina ele deveria ter acompanhado voluntariamente a delegação num momento importante. A não ida foi vista como um sinal de que, prestes a ser vendido para o Sevilla, o jogador já não estava comprometido com a equipe.

O episódio reforça os argumentos da diretoria para justificar a venda de Ganso. Nos bastidores,  a direção afirma que, se permanecesse no Morumbi até o fim de seu contrato, em setembro, além de sair de graça, o meia ficaria de cara amarrada e não renderia bem por estar infeliz.

A diretoria também nega que o jogador e seu estafe tenham ficado chateados com o fato de o São Paulo gastar com Cueva e Maicon ao mesmo tempo em que dizia não ter dinheiro para pagar 4 milhões de euros de luvas ao jogador, como mostrou o blog. O valor foi oferecido pelo clube que queria convencer a DIS a bancar essa quantia. O negócio não deu certo e a negociação travou depois do pedido de demissão de Luiz Antônio da Cunha, ex-diretor de futebol, que tocava as conversas.

Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente são-paulino, nega que a saída do dirigente tenha interferido no processo. Afirma que sempre quis a renovação do meia e que só desistiu dela após Ganso pedir para ser negociado com o Sevilla.

O cartola avalia que nos bastidores Cunha supervaloriza sua participação na tentativa renovação. Leco acredita que o acordo não seria feita nos moldes desejados pelo ex-diretor.

Atualização

Após a publicação deste post, a assessoria de imprensa do São Paulo entrou em contato com o blog negando existir mágoa em relação a Ganso. Afirmou que não houve intenção de levar o meia para a Colômbia, pois acreditava na classificação para a final e a viagem retardaria a recuperação. Ressaltou ainda que nem o capitão Maicon,suspenso, viajou com a delegação já que ficou se preparando para o clássico com o Corinthians. O blog mantém as informações publicadas anteriormente.

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