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São Paulo reclama de suposta proteção da imprensa ao Corinthians
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“Parece que o Corinthians não pode ser segundo em nada. Quando algum clube faz algo melhor, a imprensa não admite”. A frase é de um colaborador de Juvenal Juvêncio e faz eco no Morumbi.

Mais gente no São Paulo acredita que boa parte dos jornalistas que torcem para o alvinegro digitam com o coração e não admitem ver o clube do Parque São Jorge comer poeira de um rival.

A nota assinada por Júlio Cesar Casares, vice de comunicação e marketing, no site oficial do clube na última quarta deixa transparecer essa mágoa com a imprensa.

 Ao rebater nota publicada na versão online da revista “Época Negócios”, o dirigente diz que ela foi “eivada por uma combinação de sentimentos ruins”. Cita paixões clubísticas como parte desse suposto coquetel emocional.

O tema era justamente a comparação entre São Paulo e Corinthians via contratos com Penalty e Nike. A reportagem a afirma que são-paulinos e a Penalty inflaram os números do acordo provocando a ilusão de que ele seria melhor do que o do rival.

Nota no site do São Paulo com o valor do contrato com a Penalty; o do Corinthians com a Nike é avaliado em R$ 30 milhões anuais

A cúpula tricolor negou a acusação e se irritou também porque foram contestadas informações divulgadas em seu site oficial. Não gostou de ver o seu canal de comunicação com o torcedor maculado.

Curiosamente, a exposição da rivalidade acontece num momento de paz nos bastidores dos dois clubes. Mário Gobbi e Juvenal Juvêncio convivem sem atritos. Pelo menos é o que dizem seus estafes.


Contrato para vestir Nike iguala Santos a Bahia e Coritiba e irrita conselheiros santistas
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O Santos veste Nike, mas não recebe da fabricante de material esportivo para isso. Quem paga para o clube é a Netshoes, especializada em vendas pela internet. Ela é de fato a principal parceira do Peixe no fornecimento e distribuição de uniformes.

O compromisso da Nike é atender a Netshoes. O contrato é semelhante aos formalizados com Bahia e Coritiba, que também usam roupas do fornecedor da seleção, mas que têm contrato com uma intermediária.

Conselheiros santistas descobriram apenas recentemente os detalhes do acordo e de maneira extra-oficial.  Passaram a protestar. Acreditam que o fato de o compromisso não ser diretamente com a Nike justifica a dificuldade que dizem existir para encontrar alguns produtos do clube nas lojas.

Reclamam também de que o Santos não teve tratamento igual ao de Corinthians e CBF, contratados diretamente pela Nike. Falam em menosprezo por estarem no mesmo patamar de Bahia e Coritiba, apesar de o alvinegro ganhar mais.

Para a Nike a existência de uma intermediária não muda o tratamento dispensado ao time do litoral paulista. A empresa alega que todas as necessidades do clube são atendidas. E que se não fosse por meio da Netshoes não poderia ser fornecedora de Santos, Coritiba e Bahia, pois teria dificuldades na distribuição para lojas.

Até a publicação do post, a diretoria de comunicação do Santos não havia respondido ao blog sobre o assunto.


Taça Libertadores na camisa do Corinthians engrossa queixas de conselheiros santistas contra Nike, que nega falhas
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Aproximadamente um mês após conquistar a Libertadores, o Corinthians já jogava com um “selo” comemorativo em sua camisa produzida pela Nike. O Santos venceu o torneio continental em 2011, mas não teve um modelo parecido no primeiro semestre de 2012, quando começou a vestir a mesma marca. Essa é uma das queixas de conselheiros santistas que reclamam de a diretoria não cobrar a fabricante de material esportivo.

Os descontentes afirmam também que, por falta de camisas novas, times das categorias de base têm jogado com uniforme antigo, da Umbro. Colocam ainda na lista de reclamações a demora para a equipe voltar a jogar com sua tradicional camisa listrada.

Querem também que a direção reclame formalmente com a Nike pela falta de produtos do clube nas lojas. Prometem levar o assunto ao Conselho Deliberativo, pois reclamam de inércia por parte da diretoria.

Ouvida pelo blog, a Nike responde que não colocou na camisa um selo para o Santos celebrar a conquista da Libertadores porque o clube não pediu.

 

Sobre as camisetas listradas, afirma que o combinado com a diretoria é o lançamento do novo modelo em setembro, e que o uniforme será apresentado na data prevista.

A empresa alega ter enviado as camisas para as categorias de base, negando que uma falha sua tenha obrigado os meninos a atuarem com modelos antigos.

Já sobre a escassez de produtos nas lojas, a Nike diz que há um grande volume de material a ser entregue e que ela obedece a um fluxo estabelecido. Promete abastecer as lojas com agasalhos e outros artigos em 30 dias.

Apesar dos questionamentos dos conselheiros, a empresa afirma não existir ponto de tensão com o Santos e irregularidades no cumprimento do contrato.


Neymar frustra plano da Nike, que sofre dupla derrota para Adidas
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A vitória da Argentina sobre o Brasil significou uma derrota em dose dupla para a Nike, patrocinadora da CBF. O jogo representava a chance de a empresa fortalecer a imagem de Neymar, seu patrocinado, nos Estados Unidos. Por isso, a fábrica de material esportivo investiu fortemente em publicidade em volta da partida.

Porém, Neymar não brilhou como esperado. No final, a Nike viu o que era para ser a sua festa terminar numa celebração da rival Adidas. A concorrente triunfou duas vezes. Com a seleção argentina, sua patrocinada, e com Messi, seu garoto-propaganda. Com uma das melhores atuações por sua seleção, o argentino ofuscou a estrela da Nike.

A patrocinadora da seleção e do atacante santista, agora torce para que Neymar aproveite melhor a chance de crescer no mercado europeu, durante a Olimpíada de Londres.


Vice do Flamengo sugere cargo de diretor para marido da presidente
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Grande parte dos disparos da oposição flamenguista tem como alvo Fernando Sihman. O marido da presidente é visto pelos opositores como quem de fato manda na Gávea, apesar de não ter cargo. É rejeitado também por já ter sido de torcida organizada do rival Fluminense.

Para tentar jogar água na fogueira, Walter Oaquim, vice de relações externas do Flamengo, sugeriu ao marido da presidente que assuma a diretoria administrativa. Seria uma forma de oficializá-lo como dirigente. A função não é remunerada.

Inicialmente, o casal não gostou da ideia. Teme ser acusado de nepotismo. Mas o projeto ainda pode vingar. “Fiz essa sugestão porque o Fernando é uma pessoa muito competente. Ele não manda no Flamengo, mas colabora. Seria um bom diretor”, afirmou Oaquim ao blog.

Recentemente, Sihman arrumou desafetos até na situação. É atribuída a ele a ideia de rescindir o contrato com a Olympikus e tentar acertar com Nike ou Adidas, revelada pelo blog. A mudança geraria dinheiro novo num eventual pagamento de luvas.

Além disso, parte da diretoria do Fla não gostou de a Olympikus se recusar a ajudar a pagar os salários de Ronaldinho, como mostrou reportagem do UOL Esporte.

Michel Levy, vice de finanças é um dos situacionistas que se posicionaram contra o rompimento com a Olympikus.

O imbróglio aumentou o calibre da munição usada pela a oposição contra o marido da presidente. A presença de quem não faz parte oficialmente da diretoria em reuniões com parceiros e em decisões vitais para o clube é tida como um abuso por parte da dirigente. Como se o rubro-negro tivesse virado uma lojinha de família.

Colaborou Pedro Ivo Almeida, do UOL no Rio de Janeiro


Duro, Flamengo estuda trocar Olympikus por Adidas ou Nike para receber dinheiro novo
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Sem acertar com um patrocinador master, a diretoria do Flamengo estuda uma estratégia arriscada para conseguir nova receita. A ideia em análise é rescindir o contrato atual com a Olympikus para assinar com outro fornecedor. Um novo contrato faria o clube receber luvas à vista. Seria a salvação da lavoura. Mas haveria uma multa contratual a ser paga, já que o compromisso atual vale até dezembro de 2013.

Cartolas rubro-negros já sinalizaram a representantes de Nike e Adidas que há a possibilidade troca. Por outro lado, a informação também chegou aos ouvidos de gente da Olympikus, gerando mal estar. Curiosamente, a atual patrocinadora entrou no clube no lugar da Nike, que saiu após um rompimento litigioso.

Há pressa na Gávea para conseguir dinheiro novo e evitar calotes nos pagamentos de jogadores e funcionários. Apesar de atrasos em direitos de imagem mais caros, a diretoria tem como a sua principal bandeira os pagamentos em dia. Falhar nesse quesito seria um desastre político.

Só que mexer com a Olympikus também pode ter efeitos colaterais. A parceira é responsável pela principal fonte de receita do Fla depois do contrato com a Globo. Desagradá-la seria também gerar críticas internas.


Nike descarta camisa branca na seleção e aponta estatuto como empecilho
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Recebi e-mail da assessoria de imprensa da Nike sobre post publicado na semana passada a respeito de a empresa estudar uma camisa branca inspirada na Copa de 1950 como segundo uniforme da seleção brasileira para 2014.
Na mensagem, é informado que o estatuto da CBF só permite as camisas amarela e azul, assim, de acordo com a assessoria, a patrocinadora não poderia considerar a hipótese de uma camiseta branca.

Vale esclarecer que fui um dos ouvidos por três representantes da Nike enviados ao Brasil para pesquisar o que o brasileiro pensa sobre a camisa da seleção. Uma das perguntas que me fizeram foi justamente sobre a possibilidade de o segundo uniforme ser branco, inspirado no time vice-campeão de 1950. Eles também me disseram que já tinham percebido uma reação negativa dos torcedores à ideia por acharem que poderia dar azar.


Ministério Público recebe denúncia contra a Nike
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Está nas mãos do Ministério Público Federal uma denúncia contra a Nike. A representação, feita em São Paulo, alega que a empresa adota um contrato padrão para os jogadores que fere a legislação brasileira em alguns pontos. E que apresentam cláusulas abusivas e lesivas aos atletas.

A acusação fala em versões diferentes do contrato em inglês e em português. Em caso de dúvida vale o que está escrito em língua estrangeira. Isso representaria uma armadilha para os contratados. Relata também multas que ultrapassariam o limite permitido pelas leis do Brasil, renovação automática (sem valer a vontade dos atletas), e direito de rescisão sem cláusula penal apenas por parte da empresa.

Outra questão levada ao MP é o fato de os contratos apontarem como foro para discussões jurídicas a Holanda ou o país em que os documentos foram assinados. Isso dificulta que brasileiros com residência no exterior recorram à Justiça brasileira em casos de atrito.

Procurada pelo blog, a Nike afirmou que não foi comunicada pelo Ministério Público. Alegou que seus contratos são individualizados e respeitam totalmente as leis brasileiras.

Recentemente, tornaram-se famosos casos de craques que brigaram com a Nike na Justiça. Aconteceu, por exemplo, com Robinho e Diego. O astro argentino Messi também se desentendeu com a empresa.

O Ministério Público ainda vai decidir se as denúncias vão dar origem a uma investigação criminal.


Por estádio, Corinthians cogita contrato de 15 anos com a Nike
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A diretoria do Corinthians estuda assinar um novo contrato com a Nike com duração de 15 anos. O compromisso atual só terminará em 2014, mas esse outro acordo ajudaria o clube na construção do tão sonhado estádio.

A ideia, ainda embrionária, é ter um contrato longo para poder oferecer como garantia em empréstimos para levantar dinheiro visando as obras da arena. Hoje, a Nike paga pelo menos R$ 20 milhões por ano. Nos valores atuais, o clube teria R$ 300 milhões para serem oferecidos como garantia em futuros empréstimos.

Uma dificuldade seria estipular a valorização da marca do clube por tanto tempo. Além disso, o dinheiro da parceira hoje é fundamental para pagar contas do departamento de futebol, como salários e direitos de imagem.

Por enquanto, aconteceram apenas conversas informais entre gente da diretoria corintiana e da patrocinadora.